Modelo de Componentes Corba

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2002
Autor(a) principal: Martins, Gerson Sampaio
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=24818
Resumo: Atualmente com o mercado de software cada vez mais competitivo, esta se tornando muito importante desenvolver, instalar e manter sistemas de softwares distribuido. Muitas empresas desenvolvem software proprietarios para tornar possivel a distribuicao de aplicacoes em varios locais de execucao. Muitos destes eram solucoes caras e que consumiam bastante tempo para o desenvolvimento, tornando-os inviaveis a OMG padronizou especificacao de middleware para apoiar no desenvolvimento de aplicacoes distribuidas que reduziu as complexidades encaradas pelos desenvolvedores, o modelo de objeto CORBA. Ele permitiu que os desenvolvedores focassem mais na parte funcional da aplicacao no momento da implementacao, deixando de lado muito dos detalhes nao funcionais. Outra grande contribuicao introduzida pelo OMG foi um conjunto de servicos CORBA que adicionou funcionalidades ao modelo original. Apesar de todas as vantagens oferecidas por esta arquitetura, os desenvolvedores se depararam com algumas limitacoes importantes para o desenvolvimento de suas aplicacoes. Com a intencao de resolver estas limitacoes foi criado o CCM, que padroniza tarefas de implementacao, gerenciamento, configuracao e execucao de componentes que forma uma aplicacao distribuida. Uma das grandes vantagens deste modelo e a geracao da maior parte de codigo de sistema por complicadores. A parte funcional da aplicao sera, entao, implementada pelo programador que adicionara aos codigos ja gerados, para formar a aplicacao. A especificacao CCM porem, e muito extensa, complexa e nao esta totalmente finalizada, fatores que, ainda, dificultam o seu uso. O nosso trabalho visa apresenta-la de forma clara e simplificada afim de torna-la mais acessivel aos leitores e desenvolvedores na area de sistemas distribuidos.
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