Análise filogenética de lentivírus de pequenos ruminantes isolados do Ceará

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: Feitosa, Aryana Lushese Vasconcelos Lima
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual do Ceará
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=47382
Resumo: <div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">CAEV e MVV têm sido considerados geneticamente distintos, mas antigenicamente&nbsp;</span></font><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">relacionados como patógenos de caprinos e ovinos. Além disso, foi demonstrado que estes&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">vírus estão constantes e facilmente transgredindo a barreira entre caprinos e ovinos, com&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">lentivirus CAEV infectando ovinos e lentiírus MVV infectando caprinos (Valas et al.,&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">2000; Karr et al., 1996; Shah et al., 2004). Assim como todos os lentivírus, o genoma de&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">CAEV tem uma alta taxa de mutação e o seu grau de heterogeneidade pode estar&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">relacionado com a baixa fidelidade de transcriptase reversa, que carece da atividade de&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">leitura da enzima exonuclease. A análise genética de Lentivírus de Pequenos Ruminantes&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">(LVPRs) poderá ajudar a compreender a genética, proteínas e antigenicidade destes vírus;&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">sua patogênese, epidemiologia, relações filogenéticas e, assim, a sua inclusão nos&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">subgrupos de LVPRs recentemente criado (Shah et al., 2004a). Também pode ser relevante&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">para o desenvolvimento de testes de diagnósticos sensíveis à raça local. A aplicação da&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">análise filogenética para sequencias de CAEV e MVV é de crucial importância para a&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">análise epidemiológica de infecções por LVPRs e para estudar possíveis diferenças na&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">virulência entre estirpes de LVPRs circulantes. O principal objetivo deste trabalho foi&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">estabelecer a filogenia de LVPRs como base para futuros estudos em epidemiologia&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">molecular de lentivirais de pequenos ruminantes no Nordeste do Brasil em caprinos de&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">rebanho leiteiro, com particular interesse no acompanhamento dos efeitos dos programas de&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">erradicação em curso e futuros sobre a distribuição linhagens de LVPRs.&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">Neste estudo, 250 caprinos foram analisados utilizando a técnica de IDGA, a&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">soroprevalência deste rebanho foi de 4,4% de positivos. Seis caprinos positivos por IDGA&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">com ou sem alteração nas articulações foram analisados por PCR, que amplificou parte do&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">gene gag. Todos os animais foram positivos, apesar de três deles não terem sinais clínicos&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">ou alteração nas articulações. Nós seqüenciamos o gene gag de quatro lentivírus isolados&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">do norteste do Brasil de caprinos naturalmente infectados. Comparações de pareamentos&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">entre sequencias do gene gag de linhagens brasileiras com sequencias do GenBank&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">demonstraram que nossas sequencias estão mais relacionadas com linhagens caprinas que&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">ovinas. Outras análises filogenéticas do gene gag confirmaram sua classificação inicial e&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">mostrarm que eles constituem o subtipo B1 do grupo de CAEV. A análise das sequencias&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">também mostrou que os vírus permaneceram geneticamente estáveis, apesar do tempo de&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">evolução estar estimado em 20 anos. Neste artigo nós também indicamos que futuros&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">estudos filogenéticos devem ser realizados com sequencias pol ou env, pois a região gag,&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">por ser altamente preservada, retém menos sinais filogenéticos.&nbsp; &nbsp;</span></div>
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spelling Análise filogenética de lentivírus de pequenos ruminantes isolados do CearáCiências veterinárias Filogenia Lentivírus Pequenos Ruminantes<div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">CAEV e MVV têm sido considerados geneticamente distintos, mas antigenicamente&nbsp;</span></font><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">relacionados como patógenos de caprinos e ovinos. Além disso, foi demonstrado que estes&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">vírus estão constantes e facilmente transgredindo a barreira entre caprinos e ovinos, com&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">lentivirus CAEV infectando ovinos e lentiírus MVV infectando caprinos (Valas et al.,&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">2000; Karr et al., 1996; Shah et al., 2004). Assim como todos os lentivírus, o genoma de&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">CAEV tem uma alta taxa de mutação e o seu grau de heterogeneidade pode estar&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">relacionado com a baixa fidelidade de transcriptase reversa, que carece da atividade de&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">leitura da enzima exonuclease. A análise genética de Lentivírus de Pequenos Ruminantes&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">(LVPRs) poderá ajudar a compreender a genética, proteínas e antigenicidade destes vírus;&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">sua patogênese, epidemiologia, relações filogenéticas e, assim, a sua inclusão nos&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">subgrupos de LVPRs recentemente criado (Shah et al., 2004a). Também pode ser relevante&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">para o desenvolvimento de testes de diagnósticos sensíveis à raça local. A aplicação da&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">análise filogenética para sequencias de CAEV e MVV é de crucial importância para a&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">análise epidemiológica de infecções por LVPRs e para estudar possíveis diferenças na&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">virulência entre estirpes de LVPRs circulantes. O principal objetivo deste trabalho foi&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">estabelecer a filogenia de LVPRs como base para futuros estudos em epidemiologia&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">molecular de lentivirais de pequenos ruminantes no Nordeste do Brasil em caprinos de&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">rebanho leiteiro, com particular interesse no acompanhamento dos efeitos dos programas de&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">erradicação em curso e futuros sobre a distribuição linhagens de LVPRs.&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">Neste estudo, 250 caprinos foram analisados utilizando a técnica de IDGA, a&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">soroprevalência deste rebanho foi de 4,4% de positivos. Seis caprinos positivos por IDGA&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">com ou sem alteração nas articulações foram analisados por PCR, que amplificou parte do&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">gene gag. Todos os animais foram positivos, apesar de três deles não terem sinais clínicos&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">ou alteração nas articulações. Nós seqüenciamos o gene gag de quatro lentivírus isolados&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">do norteste do Brasil de caprinos naturalmente infectados. Comparações de pareamentos&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">entre sequencias do gene gag de linhagens brasileiras com sequencias do GenBank&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">demonstraram que nossas sequencias estão mais relacionadas com linhagens caprinas que&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">ovinas. Outras análises filogenéticas do gene gag confirmaram sua classificação inicial e&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">mostrarm que eles constituem o subtipo B1 do grupo de CAEV. A análise das sequencias&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">também mostrou que os vírus permaneceram geneticamente estáveis, apesar do tempo de&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">evolução estar estimado em 20 anos. Neste artigo nós também indicamos que futuros&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">estudos filogenéticos devem ser realizados com sequencias pol ou env, pois a região gag,&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">por ser altamente preservada, retém menos sinais filogenéticos.&nbsp; &nbsp;</span></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">CAEV and MVV have been considered as genetically distinct but antigenically&nbsp;</span></font><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">related pathogens of goats and sheep. Indeed, it was demonstrated that these viruses are&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">constantly and easily transgressing the species barrier between goats and sheep ending with&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">sheep harboring CAEV-like lentiviruses and goats infected with MVV-like viruses (Valas&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">et al., 2000; Karr et al., 1996; Shah et al., 2004). Like all lentiviruses, CAEV genome has a&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">high mutation rate and the extent of its heterogeneity may be related to low fidelity of&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">reverse transcriptase which lacks the proof reading exonuclease activity. A genetic analysis&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">of these SRLV may further help to understand the genetic, proteic and antigenic make-up&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">of these viruses; their pathogenesis, epidemiology, phylogenetic relationships; and thus,&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">their allocation into the recently established SRLV groups (Shah et al., 2004a). It may also&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">be relevant for developing local-breed sensitive diagnostic tests. The application of&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">phylogenetic analysis to CAEV and MVV sequences is of pivotal importance for this type&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">of epidemiological analysis of SRLV infections in small ruminants and to study potential&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">differences in virulence between circulating SRLV strains. The principal aim of this work&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">was to establish a SRLV phylogeny as a basis for future studies of the molecular&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">epidemiology of lentiviral infections in Northeast of Brazil dairy goat herds, with particular&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">interest in monitoring the effects of ongoing and future eradication programs on the&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">distribution of SRLV strains.&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">In this study, one flock of 250 goat was analized using AGID, the seroprevalence in&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">these flocks was 4,4% of positive tested sera. Six goats positive to AGID with and without&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">alteration in the knee joint were analyzed using a PCR, which amplifies part of the gag&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">gene. All the animals were found to be positive, despite the fact that three no had clinical&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">signs or alteration in the knee joint. We determined the nucleotide sequences of gag gene&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">from 4 Brazilian lentivirus isolates from naturally infected goats. Pairwise comparisons&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">between the four gag gene sequence Brazil SRLV strains with the GenBank, demonstrating&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">our sequences were closer to the caprine rather than the ovine strains. Further phylogenetic&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">analysis of the proviral gag sequences confirmed the initial classification and showed that&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">they constituted the Sbtipo B1 of the CAEV group. The sequence analyses also showed that&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">the virus had remained genetically relatively stable, in spite of the time given for virus&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">evolution, an estimated 20 years. In this paper, we indicate that future phylogenetic studies&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">should rather be done on the pol or env regions than in the gag region, by be highly&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">preserved retains less phylogenetic signal.&nbsp;&nbsp;</span></div>Universidade Estadual do CearáMARIA FATIMA DA SILVA TEIXEIRAFeitosa, Aryana Lushese Vasconcelos Lima2008-03-27T00:00:00Z2007info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=47382info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UECEinstname:Universidade Estadual do Cearáinstacron:UECE2008-03-27T00:00:00Zoai:uece.br:47382Repositório InstitucionalPUBhttps://siduece.uece.br/siduece/api/oai/requestopendoar:2008-03-27T00:00Repositório Institucional da UECE - Universidade Estadual do Cearáfalse
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description <div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">CAEV e MVV têm sido considerados geneticamente distintos, mas antigenicamente&nbsp;</span></font><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">relacionados como patógenos de caprinos e ovinos. Além disso, foi demonstrado que estes&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">vírus estão constantes e facilmente transgredindo a barreira entre caprinos e ovinos, com&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">lentivirus CAEV infectando ovinos e lentiírus MVV infectando caprinos (Valas et al.,&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">2000; Karr et al., 1996; Shah et al., 2004). Assim como todos os lentivírus, o genoma de&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">CAEV tem uma alta taxa de mutação e o seu grau de heterogeneidade pode estar&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">relacionado com a baixa fidelidade de transcriptase reversa, que carece da atividade de&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">leitura da enzima exonuclease. A análise genética de Lentivírus de Pequenos Ruminantes&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">(LVPRs) poderá ajudar a compreender a genética, proteínas e antigenicidade destes vírus;&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">sua patogênese, epidemiologia, relações filogenéticas e, assim, a sua inclusão nos&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">subgrupos de LVPRs recentemente criado (Shah et al., 2004a). Também pode ser relevante&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">para o desenvolvimento de testes de diagnósticos sensíveis à raça local. A aplicação da&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">análise filogenética para sequencias de CAEV e MVV é de crucial importância para a&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">análise epidemiológica de infecções por LVPRs e para estudar possíveis diferenças na&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">virulência entre estirpes de LVPRs circulantes. O principal objetivo deste trabalho foi&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">estabelecer a filogenia de LVPRs como base para futuros estudos em epidemiologia&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">molecular de lentivirais de pequenos ruminantes no Nordeste do Brasil em caprinos de&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">rebanho leiteiro, com particular interesse no acompanhamento dos efeitos dos programas de&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">erradicação em curso e futuros sobre a distribuição linhagens de LVPRs.&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">Neste estudo, 250 caprinos foram analisados utilizando a técnica de IDGA, a&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">soroprevalência deste rebanho foi de 4,4% de positivos. Seis caprinos positivos por IDGA&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">com ou sem alteração nas articulações foram analisados por PCR, que amplificou parte do&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">gene gag. Todos os animais foram positivos, apesar de três deles não terem sinais clínicos&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">ou alteração nas articulações. Nós seqüenciamos o gene gag de quatro lentivírus isolados&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">do norteste do Brasil de caprinos naturalmente infectados. Comparações de pareamentos&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">entre sequencias do gene gag de linhagens brasileiras com sequencias do GenBank&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">demonstraram que nossas sequencias estão mais relacionadas com linhagens caprinas que&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">ovinas. Outras análises filogenéticas do gene gag confirmaram sua classificação inicial e&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">mostrarm que eles constituem o subtipo B1 do grupo de CAEV. A análise das sequencias&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">também mostrou que os vírus permaneceram geneticamente estáveis, apesar do tempo de&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">evolução estar estimado em 20 anos. Neste artigo nós também indicamos que futuros&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">estudos filogenéticos devem ser realizados com sequencias pol ou env, pois a região gag,&nbsp;</span><span style="font-size: 13.3333px; font-family: Arial, Verdana;">por ser altamente preservada, retém menos sinais filogenéticos.&nbsp; &nbsp;</span></div>
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