Familia e Transtorno Mental: a Dificil Convivencia com a Diferenca

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2010
Autor(a) principal: Pliacekos, Paulete Druck
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=64706
Resumo: RESUMOO presente trabalho traz uma retrospectiva da reforma psiquiátrica no mundo, no Brasil e no Ceará. Objetiva analisar a relação familiar das pessoas com transtorno mental face às transformações paradigmáticas da saúde mental, e conhecer a realidade cotidiana de convivência dos mesmos, como também identificar as ações voltadas para a família. Para o alcance desses objetivos, escolhemos a abordagem qualitativa, priorizamos o estudo de caso, cujos instrumentos e técnicas utilizadas foram entrevistas semi-estruturadas, com vistas a permitir que os atores sociais selecionados tivessem uma maior liberdade de opinião, e de reflexão a respeito das questões levantadas. Os sujeitos de estudo foram familiares que acompanham os pacientes em tratamento no CAPS, nos quais foram escolhidos dez familiares, por julgarmos ser suficientes os dados obtidos para o alcance do objetivo proposto neste estudo, cujo critério estabelecido pela pesquisadora foi o fato dos mesmos participarem do grupo de familiares. Utilizamos o roteiro de entrevista, referentes ao conhecimento das estratégias de enfretamento que os familiares utilizam diante dos encargos, e da sobrecarga advindas da convivência com o portador de transtorno mental, e a observação participante. Participam do grupo de familiares em média, mensalmente, quarenta pessoas das quais dez tiveram interesse em participar da pesquisa. Em seguida, analisamos o perfil sócio econômico dos entrevistados, e posteriormente, a análise do conteúdo de suas falas a luz dos teóricos aqui estudados. Apresentamos alguns resultados como: os familiares sentirem-se acolhidos pelos profissionais, porém não suficientemente preparados para o enfreniamentc da doença no seu cotidiano, como também, mostraram não entender a relevância do seu papel como cuidador. Como considerações apontamos que cabe aos profissionais de saúde mental ter o compromisso de desempenhar o papel de facilitadores do processo de inclusão social destas pessoas na sociedade, tentando mudar a visão sobre o transtorno mental através da informação e sociabilização, rompendo com toda forma de arbítrio e autoritarismo que impedem o crescimento pessoal ou a evolução do tratamento, que fazem emergir o estigma e o preconceitoPalavras-chave: Serviço Social e Saúde. Saúde Mental. Família. Reforma Psiquiátrica.
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