Parâmetros reprodutivos de ovelhas da raça Santa Inês criadas no sertão do Ceará
| Ano de defesa: | 2004 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual do Ceará
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=29649 |
Resumo: | As ovelhas da raça Santa Inês podem sofrer alterações fisiológicas devido às mudanças climáticas, influenciando diferente na capacidade produtiva e reprodutiva desses animais. Assim torna-se essencial à avaliação do comportamento produtivo (peso ao nascer; peso ao desmame e peso pós-desmame) e reprodutivo (prolificidade; taxa de parição; proporção sexual e puberdade) desta raca para que se possa utilizá-la no melhoramento genético. Para tanto foram utilizadas (n=110/90) matrizes com idade média de cinco anos e cobertas com (n=4/4) reprodutores, ambos da raça Santa Inês, nos períodos chuvoso e seco, respectivamente, através de monta controlada durante sessenta dias. O experimento foi realizado na fazenda Capitão Deodato em Jaguaribe/Ce. Os resultados foram expressos como média e desvio padrão, utilizando o procedimento MIXED/SAS (p<0,01). Independentemente do período em que os machos nasceram é nítida a superioridade do seu peso ao nascer, ao desmame e ao pós-desmame em relação ao peso das fêmeas. O tipo de parto influencia o peso ao nascer e o peso ao desmame dos cordeiros nascidos nos períodos seco e chuvoso. Sendo os animais de parto simples mais pesados que os de parto duplos. Não influenciando no peso pós-desmame (180 dias). A raça Santa Inês apresenta índices satisfatórios de prolificidade (1,43 e 1,44); taxa de parição (82,4 e 85,8%) e proporção sexual de 54,6 e 52,3% para fêmeas e 45,4 e 47,7% para machos nos períodos chuvoso e seco, respectivamente. Em relação à puberdade, 27,3% dos machos apresentaram Grau 5 de desbridamento peniano na 20ª semana de vida e as fêmeas apresentaram estro em média aos 7 meses de idade. Conclui-se que nos períodos avaliados, o rebanho apresenta índices de produtividade e fertilidade satisfatórios, evidenciando boa adaptação dos ovinos Santa Inês às condições da região e de manejo que foram submetidos. Palavras-chave: Santa Inês; Produção e Reprodução. |
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Parâmetros reprodutivos de ovelhas da raça Santa Inês criadas no sertão do CearáCiências veterinárias Ovinos - Raca Santa Ines Produção ReproduçãoAs ovelhas da raça Santa Inês podem sofrer alterações fisiológicas devido às mudanças climáticas, influenciando diferente na capacidade produtiva e reprodutiva desses animais. Assim torna-se essencial à avaliação do comportamento produtivo (peso ao nascer; peso ao desmame e peso pós-desmame) e reprodutivo (prolificidade; taxa de parição; proporção sexual e puberdade) desta raca para que se possa utilizá-la no melhoramento genético. Para tanto foram utilizadas (n=110/90) matrizes com idade média de cinco anos e cobertas com (n=4/4) reprodutores, ambos da raça Santa Inês, nos períodos chuvoso e seco, respectivamente, através de monta controlada durante sessenta dias. O experimento foi realizado na fazenda Capitão Deodato em Jaguaribe/Ce. Os resultados foram expressos como média e desvio padrão, utilizando o procedimento MIXED/SAS (p<0,01). Independentemente do período em que os machos nasceram é nítida a superioridade do seu peso ao nascer, ao desmame e ao pós-desmame em relação ao peso das fêmeas. O tipo de parto influencia o peso ao nascer e o peso ao desmame dos cordeiros nascidos nos períodos seco e chuvoso. Sendo os animais de parto simples mais pesados que os de parto duplos. Não influenciando no peso pós-desmame (180 dias). A raça Santa Inês apresenta índices satisfatórios de prolificidade (1,43 e 1,44); taxa de parição (82,4 e 85,8%) e proporção sexual de 54,6 e 52,3% para fêmeas e 45,4 e 47,7% para machos nos períodos chuvoso e seco, respectivamente. Em relação à puberdade, 27,3% dos machos apresentaram Grau 5 de desbridamento peniano na 20ª semana de vida e as fêmeas apresentaram estro em média aos 7 meses de idade. Conclui-se que nos períodos avaliados, o rebanho apresenta índices de produtividade e fertilidade satisfatórios, evidenciando boa adaptação dos ovinos Santa Inês às condições da região e de manejo que foram submetidos. Palavras-chave: Santa Inês; Produção e Reprodução.Ver documento original.Universidade Estadual do CearáJose Ferreira NunesPinheiro, Joaquim Helder Teixeira2005-03-14T00:00:00Z2004info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=29649info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UECEinstname:Universidade Estadual do Cearáinstacron:UECE2005-03-14T00:00:00Zoai:uece.br:29649Repositório InstitucionalPUBhttps://siduece.uece.br/siduece/api/oai/requestopendoar:2005-03-14T00:00Repositório Institucional da UECE - Universidade Estadual do Cearáfalse |
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