Imagens que falam: análise dos recursos Semióticos em verbetes de dois dicionários infantis

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Santos, Thaísa Maria Rocha
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual do Ceará
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=104308
Resumo: <font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">Nosso trabalho traz a análise de verbetes de duas obras. Estas são dois dicionários consagrados no mercado editorial, Aurelinho. Dicionário Infantil ilustrado da Língua Portuguesa (2008) e Meu Primeiro Dicionário Houaiss (2010). Analisamos os recursos semióticos presentes em alguns verbetes dessas obras, os quais foram escolhidos tendo como base critérios que priorizassem coincidências de ocorrências entre os dois dicionários. Esses critérios serão explicados detalhadamente na sessão de Metodologia da pesquisa. Ao todo, foram analisados 32 verbetes, sendo 16 de cada dicionário, à luz da Multimodalidade e da Metalexicografia. Analisamos os recursos semióticos nos verbetes ilustrados tendo como base a Teoria da Gramática do Design Visual (GDV), pensada por Kress &amp; Van Leeuwen (1996;2006), e observamos a organização dos verbetes dos dicionários infantis, tendo como referência as teorias da Metalexicografia, por meio de estudos de teóricos como Dapena (2002), Welker (2004), Pontes (2009), dentre outros. Tivemos como direcionamento o alcance desses objetivos: 1. Descrever como se dá a presença de recursos semióticos em um dicionário infantil de acordo com Kress &amp; Van Leewen (1996;2006); 2. Analisar quais os recursos semióticos são utilizados nas obras lexicográficas para contribuir com a aprendizagem vocabular da criança. Concluímos, dentre outras respostas a que chegamos, que, na obra Aurelinho, a presença de recursos semióticos não se dá de uma maneira padronizada e que há ausência de interação leitor – texto verbo-visual em muitos casos. Esta última situação também ocorre no Meu Primeiro Dicionário Houaiss. Porém neste, diferentemente do que ocorre na obra de Ferreira (2008), prima-se por um padrão de disposição verbo-visual que é quase totalmente respeitado. Neste trabalho, em decorrência, principalmente, da pouca atenção disponibilizada ao usuário dos dicionários escolares, valorizamos o consulente como elemento essencial para a ideia de organização de um dicionário, e é essa valorização uma das motivações desta pesquisa.</span></font>
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