A velhice sob o olhar de idosos retoricistas
| Ano de defesa: | 2003 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=25312 |
Resumo: | O crescimento expressivo da longevidade no mundo inteiro indica a necessidade de que se compreenda a velhice em toda a sua dimensão, atentando-se para o seu caráter heterogêneo, sob cuja determinação cada idoso organiza seu curso de vida, interioriza valores, estabelece sua relação com o tempo, com o mundo, enfim constrói suas representações. Este trabalho teve como objetivo identificar as representações sociais da velhice elaboradas no pensamento do idoso intelectual acadêmico e as formas em que esses processos simbólicos se articulam com a realidade das práticas cotidianas. Para fundamentar o estudo, escolhemos a teoria das representações sociais e como método para a coleta dos dados a entrevista semi-estruturada, com roteiro de perguntas previamente determinado. A escolha dos sujeitos efetivou-se aleatoriamente, condicionada apenas à sua disponibilidade. Para a interpretação dos depoimentos, lançamos mão da análise de conteúdo, técnica através da qual identificamos os segmentos discursivos emersos das entrevistas. Fizemos mapeamento das falas prevalentes e buscamos alcançar significações associadas a categorias inerentes ao objetivo do estudo. Através da análise dos conteúdos comunicacionais, foi-nos possível configurar algumas deduções: 1 - a atividade intelectual age como possibilitadora da comunicação do entrevistado com o outro, com o mundo; 2 - o exercício literário leva o idoso a sentir-se útil e reconhecido; 3 - as representações sociais que os entrevistados elaboram sobre a velhice não correspondem ao seu modus vivendi, não retratam suas próprias condições, porém confirmam ser a velhice um construto social produzido sob o efeito das influências culturais, sociais e políticas. |
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