Trabalho e Sofrimento Psiquico em Petroleiros de Producao: Subjetivismo...

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2001
Autor(a) principal: Sampaio, José Jackson Coelho
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=16879
Resumo: Os estudos de saude mental e trabalho, que integram a problematica da subjetividade a saude publica, amparam-se na dialetica marxista, incluem o singular na producao historica e transitam entre Sociologia, Psicologia, Epidemiologia e Psicopatologia. Com um caso-populacao identificado, ha que entender processos e formas de expressao das tendencias, atraves do acesso ao discurso que os sujeitos operam. O objetivo geral da presente Tese consiste, a luz dos perfis produtivo e de personalidade de petroleiros de producao, na analise critica das relacoes entre trabalho e expressoes psicologicas dos grupo. Busca-se identificar a parcepcao dos conflitos entre trabalho e saude mental e as solucoes que satisfaçam a funcionalidade social, testando os instrumentos do mapa de conflitos e dos modos de reapropriacao. A partir da aplicacao do Inventario Multifasico Minesota de Personalidade - MMPI e da Entrevista de Organizacao do Trabalho - EOT, foi montada uma grande de 20 estratos homogeneos da populacao de petroleiros de producao (N=241), da qual foram sorteados um sujeitos por estrato (N=20) para aplicacao da Entrevista de Aprofundamento Clinico e Representacao do Trabalho - EART. A interpretacao dos depoimentos ampara-se na Analise de Discurso e no uso das categorias trabalho (ontogenica), concepcao de mundo, ideologia e ser social (operacionais) e modo de reapropriacao (explicativa). Os principais resultados do mapa de conflitos sao: os conflitos familiares, a situacao atual da empresa, o poder de compra da renda, a politica economica do governo e as caracteristicas pessoais sao bem discriminadas e incorporados a ordem do natural e da rotina; o isolamento da plataforma e sentido como capaz de gerar isolacionismo social e perversoes; o sinergismo de crises dos papeis de trabalhador (reestruturacao produtiva), de provedor familiar (salário achatado), de corpo higido ((doencas e medos), de homem honesto (direitos Problematicos) e de cidadao (ideologia individualista) resulta numa crise geral de identidade; as tensoes do trabalho marcadas em antes/depois da empresa, embarque/desembarque e antes/depois da ultima grande greve geram um tudo/nada entre residencia e plataforma e afetam o ritmo sono/vigilia: ruido, trepidacao, sono interrompido por emergencia real, sono superficializado pelo sobreaviso e a possibilidade de graves acidentes resultam em prontidao paranoide e em cronica situacao transicional sono-vigilia. O discurso sobre a doenca arrola mal-estares: os especificos indicam transtornos derivados de postura, lesao, acao virótica e alteracao metabolica; os inespecificos indicam poliqueixa difusa, dor de cabeca, enxaqueca e irritabilidade. O sujeito estoura em sinais sistemico-funcionais associados ao que come e como dorme na plataforma, a hipertrofia da atencao focada em perigo, ao isolamento e as preocupacoes financeiras. Quanto as taticas de apaziguar os males emerge a solucao farmacologica e forte cultura de auto-medicacao. Os grandes acidentes sao raros e a luta contra o acidente que ceife e gere prejuizos de capital e patrimonio, sobra o pequeno acidente individual, quando o corpo expressa os conflitos sob forma de quebra, corte, torcida, luxacao, hematoma ou queimadura, decorrentes de pisos e escadas escorregadias, pistolas de tinta ou de ar comprimido, compressores, tambores, tubos, facas, sinalizadores, substancias quimicas e deslocamentos de grandes pesos. A comunicacao informal justifica-se pela necessidade dos subordinados defenderem-se dos subordinadores (manutencao x operacao, tecnica x engenheiros, contratados x efetivos, pelo tamanho maior dos grupos (solidariedade menor, competitividade maior), pela natureza do regime de embarque (distancia das fontes de informacao, intimidade compulsoria), pelo desmatamento da capacidade de organizacao da categoria (perdas, derrotas) e a desqualificacao social de certos subgrupos (mecanicos, contratados). Os principais resultados do modo de reapropriacao sao: o grupo opta pela identificacao concreta das contradicoes e dos antagonismos vividos, dimensionando-os com rigor, a despeito de insegurancas e duvidas; quanto a operacionalidade, a tatica e a da simplificacao do conflito visando torna-lo governavel ou a de transferir a dinamica dos conflitos para sets distintos de ocorrencia; quanto a temporalidade, o grupo nao se lanca de volta ao passado, pois todo ele foi de lento crescimento e o melhor momento seria hoje, nao fosse a ameaca macro-economica. Sobre o futuro, as preocupacoes e perspectivas sao praticas e o que existe e a guerrilha do presente, marcada por somatizacoes, conversoes, urgencias do corpo e apego a medicamentos; quanto a qualidade e aos sentidos dos vinculos, o grupo debate-se entre a felicidade pessoal, a satisfacao dentro da familia nuclear, a realizacao profissional e a indignacao abstrata contra miseria e corrupcao, mas tudo com algum egoismo e elegante auto-ironia. Os depoimentos realizam um deslocamento final, dirigido ao trabalhador as percepcoes que deveriam ser dirigidas a empresa. Realistas, redutores/deslocadores, pragmaticos, egoistas e contemporaneos, estes trabalhadores, produzem uma ideologia singular: sao e falam o trabalho e a empresa, pois tudo esta preso na onipresença da empresa: o raro tipo de trabalho, os fetiches da operacao, da seguranca e da modernidade tecnologica, e a dramaticidade radical da vida de embarcado.
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A partir da aplicacao do Inventario Multifasico Minesota de Personalidade - MMPI e da Entrevista de Organizacao do Trabalho - EOT, foi montada uma grande de 20 estratos homogeneos da populacao de petroleiros de producao (N=241), da qual foram sorteados um sujeitos por estrato (N=20) para aplicacao da Entrevista de Aprofundamento Clinico e Representacao do Trabalho - EART. A interpretacao dos depoimentos ampara-se na Analise de Discurso e no uso das categorias trabalho (ontogenica), concepcao de mundo, ideologia e ser social (operacionais) e modo de reapropriacao (explicativa). Os principais resultados do mapa de conflitos sao: os conflitos familiares, a situacao atual da empresa, o poder de compra da renda, a politica economica do governo e as caracteristicas pessoais sao bem discriminadas e incorporados a ordem do natural e da rotina; o isolamento da plataforma e sentido como capaz de gerar isolacionismo social e perversoes; o sinergismo de crises dos papeis de trabalhador (reestruturacao produtiva), de provedor familiar (salário achatado), de corpo higido ((doencas e medos), de homem honesto (direitos Problematicos) e de cidadao (ideologia individualista) resulta numa crise geral de identidade; as tensoes do trabalho marcadas em antes/depois da empresa, embarque/desembarque e antes/depois da ultima grande greve geram um tudo/nada entre residencia e plataforma e afetam o ritmo sono/vigilia: ruido, trepidacao, sono interrompido por emergencia real, sono superficializado pelo sobreaviso e a possibilidade de graves acidentes resultam em prontidao paranoide e em cronica situacao transicional sono-vigilia. O discurso sobre a doenca arrola mal-estares: os especificos indicam transtornos derivados de postura, lesao, acao virótica e alteracao metabolica; os inespecificos indicam poliqueixa difusa, dor de cabeca, enxaqueca e irritabilidade. O sujeito estoura em sinais sistemico-funcionais associados ao que come e como dorme na plataforma, a hipertrofia da atencao focada em perigo, ao isolamento e as preocupacoes financeiras. Quanto as taticas de apaziguar os males emerge a solucao farmacologica e forte cultura de auto-medicacao. Os grandes acidentes sao raros e a luta contra o acidente que ceife e gere prejuizos de capital e patrimonio, sobra o pequeno acidente individual, quando o corpo expressa os conflitos sob forma de quebra, corte, torcida, luxacao, hematoma ou queimadura, decorrentes de pisos e escadas escorregadias, pistolas de tinta ou de ar comprimido, compressores, tambores, tubos, facas, sinalizadores, substancias quimicas e deslocamentos de grandes pesos. A comunicacao informal justifica-se pela necessidade dos subordinados defenderem-se dos subordinadores (manutencao x operacao, tecnica x engenheiros, contratados x efetivos, pelo tamanho maior dos grupos (solidariedade menor, competitividade maior), pela natureza do regime de embarque (distancia das fontes de informacao, intimidade compulsoria), pelo desmatamento da capacidade de organizacao da categoria (perdas, derrotas) e a desqualificacao social de certos subgrupos (mecanicos, contratados). 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Sobre o futuro, as preocupacoes e perspectivas sao praticas e o que existe e a guerrilha do presente, marcada por somatizacoes, conversoes, urgencias do corpo e apego a medicamentos; quanto a qualidade e aos sentidos dos vinculos, o grupo debate-se entre a felicidade pessoal, a satisfacao dentro da familia nuclear, a realizacao profissional e a indignacao abstrata contra miseria e corrupcao, mas tudo com algum egoismo e elegante auto-ironia. Os depoimentos realizam um deslocamento final, dirigido ao trabalhador as percepcoes que deveriam ser dirigidas a empresa. Realistas, redutores/deslocadores, pragmaticos, egoistas e contemporaneos, estes trabalhadores, produzem uma ideologia singular: sao e falam o trabalho e a empresa, pois tudo esta preso na onipresença da empresa: o raro tipo de trabalho, os fetiches da operacao, da seguranca e da modernidade tecnologica, e a dramaticidade radical da vida de embarcado. 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