Comparação das aderências peritoneais após laparoscopia e laparotomia convencional em modelo experimental de peritonite em ratos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Parreira, Ricardo Silva
Orientador(a): Rodrigues, Marco Aurélio de Freitas [Orientador]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/9614
Resumo: Resumo: Objetivo: Avaliar a quantidade e a qualidade das aderências peritoneais após laparoscopia e laparotomia convencional na vigência de peritonite bacteriana, em um modelo de experimental já descrito Método: Foram utilizados 4 ratos machos, da linhagem Wistar, divididos aleatoriamente em 4 grupos experimentais (n=1/grupo): CoLC (Controle Laparotomia Convencional), CoL5 (Controle Laparoscopia a 5 mmHg), PeLC (Peritonite Laparotomia Convencional) e PeL5 (Peritonite Laparoscopia a 5 mmHg) A peritonite bacteriana foi estimulada pela inoculação de Escherichia coli ATCC 25922 na concentração de 14 UFC/ml, por punção transparietal Após 24 horas, os animais foram submetidos às cirurgias de implante de película de silicone lateral à artéria epigástrica direita, tanto por técnica aberta como laparoscópica No 14° dia pós cirúrgico, os ratos foram submetidos à laparotomia exploradora e avaliação macro e microscópica das aderências A avaliação qualitativa foi realizada, através do escore de Diamond modificado, em que a pontuação é realizada de acordo com a tenacidade, tipo e extensão A tenacidade é a resistência encontrada ao tentar soltar a aderência da película: ausente (), solta parcialmente (1), solta com tração (2) ou com dissecção fina (3) O tipo da adesão é avaliado pelo aspecto da aderência sobre a película: ausente (), fina (1), densa sem vaso (2), densa com vasos pequenos(<5µm) (3) e densa com vasos grandes(5-1µm) (4) A extensão é avaliada pela porcentagem da área da película coberta pela aderência epíplon peritoneal: sem aderência (), menor que 25% (1), entre 25 e 5% (2), entre 5 e 75% (3) e maior que 75% (4) A avaliação quantitativa foi realizada através da microdensidade vascular (MDV), de imagens endoteliais marcadas por anticorpos anti CD-34, pela técnica de imunohistoquímica Resultados: A contagem de leucócitos do grupo com peritonite (23,53 cel/mm3) foi superior ao grupo controle (16,29 cel/mm3)(p=,48) A presença de epíplon aderido na película não apresentou diferença estatisticamente significativa entre os 4 grupos (p=,395) Não houve diferença estatisticamente significativa entre os escores de aderência dos 4 grupos (p=,849; p=,379) A MDV dos grupos CoLC(3,66%±,73), CoL5(3,56%±,49), PeLC(3,4%±,59) e PeL5(3,53%±,4) não apresentou diferença estatisticamente significativa (p=,775) Conclusão: Conclui-se que pelos critérios de avaliação utilizados, a quantidade e qualidade das aderências peritoneais foram iguais tanto na laparotomia convencional quanto na laparoscopia, independentemente de existir peritonite
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spelling Parreira, Ricardo SilvaSperandio, Ides Miriko Sakassegawa78f69318-08a1-4458-a131-d3f18683a3e8-1Marchese, Lucio Tedesco6aa0a7a3-2040-4e7d-8681-8ba01f56fea7-1ad3fc733-db92-464c-b0f9-2ab9a2b97db4279fdeed-ddc9-45d6-b7f8-54c89ce8fdd0Rodrigues, Marco Aurélio de Freitas [Orientador]Londrina2024-05-01T12:09:05Z2024-05-01T12:09:05Z2013.0025.01.2013https://repositorio.uel.br/handle/123456789/9614Resumo: Objetivo: Avaliar a quantidade e a qualidade das aderências peritoneais após laparoscopia e laparotomia convencional na vigência de peritonite bacteriana, em um modelo de experimental já descrito Método: Foram utilizados 4 ratos machos, da linhagem Wistar, divididos aleatoriamente em 4 grupos experimentais (n=1/grupo): CoLC (Controle Laparotomia Convencional), CoL5 (Controle Laparoscopia a 5 mmHg), PeLC (Peritonite Laparotomia Convencional) e PeL5 (Peritonite Laparoscopia a 5 mmHg) A peritonite bacteriana foi estimulada pela inoculação de Escherichia coli ATCC 25922 na concentração de 14 UFC/ml, por punção transparietal Após 24 horas, os animais foram submetidos às cirurgias de implante de película de silicone lateral à artéria epigástrica direita, tanto por técnica aberta como laparoscópica No 14° dia pós cirúrgico, os ratos foram submetidos à laparotomia exploradora e avaliação macro e microscópica das aderências A avaliação qualitativa foi realizada, através do escore de Diamond modificado, em que a pontuação é realizada de acordo com a tenacidade, tipo e extensão A tenacidade é a resistência encontrada ao tentar soltar a aderência da película: ausente (), solta parcialmente (1), solta com tração (2) ou com dissecção fina (3) O tipo da adesão é avaliado pelo aspecto da aderência sobre a película: ausente (), fina (1), densa sem vaso (2), densa com vasos pequenos(<5µm) (3) e densa com vasos grandes(5-1µm) (4) A extensão é avaliada pela porcentagem da área da película coberta pela aderência epíplon peritoneal: sem aderência (), menor que 25% (1), entre 25 e 5% (2), entre 5 e 75% (3) e maior que 75% (4) A avaliação quantitativa foi realizada através da microdensidade vascular (MDV), de imagens endoteliais marcadas por anticorpos anti CD-34, pela técnica de imunohistoquímica Resultados: A contagem de leucócitos do grupo com peritonite (23,53 cel/mm3) foi superior ao grupo controle (16,29 cel/mm3)(p=,48) A presença de epíplon aderido na película não apresentou diferença estatisticamente significativa entre os 4 grupos (p=,395) Não houve diferença estatisticamente significativa entre os escores de aderência dos 4 grupos (p=,849; 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