Ecologia trófica e áreas de alimentação de Chelonia mydas (Linnaeus, 1758), no litoral do Paraná, Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Gama, Luciana Rolinski
Orientador(a): Teixeira, Gustavo Monteiro [Orientador]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/14771
Resumo: Resumo: As pradarias de fanerógamas marinhas são habitat berçário para diversas espécies marinhas, indicadoras da saúde do ambiente, e importantes para a manutenção da produtividade primária dos estuários e baías Além disso, participam da ciclagem dos nutrientes e retiram contaminantes da coluna d’água, transferindo energia e também poluentes para níveis tróficos superiores Distribuem-se globalmente, exceto na Antártica e três gêneros são descritos: Halodule, Halophila e Ruppia Halodule é a mais frequente e, no Brasil, sua distribuição se dá desde a costa norte até o litoral paranaense No Paraná, a espécie Halodule wrightii é encontrada em diversas planícies de maré e sua porcentagem de cobertura foi avaliada na área próxima a Ilha Rasa (1km2); no Saco do Limoeiro (,18km2), na Ilha do Mel; e no Baixio do Perigo (,18km2) Duas amostragens foram realizadas em cada uma das três áreas, durante as estações de verão e de inverno, durante um ano Para estas, dois métodos foram utilizados: o método dos quadrantes, no qual 3 quadrantes de 1 m2 foram aleatorizados por amostragem visando avaliar a porcentagem de cobertura da fanerógama marinha e de macroalgas associadas; e o método de transecções lineares, no qual a análise qualitativa foi realizada Para avaliar a relação consumo-abundância dos recursos alimentares, o índice de eletividade de Jacobs (D) foi aplicado No verão, a porcentagem de cobertura foi significativamente maior do que no inverno A Ilha Rasa abriga a maior planície de maré em área, apresentando os maiores valores de cobertura, de quadrantes que continham fanerógamas e de área em m2 com fanerógama As macroalgas associadas às pradarias de fanerógama marinha foram avaliadas quanto a abundância e identificadas como Ulva sp, Gracilaria domingensis e Acanthophora sp G domingensis foi a macroalga menos disponível nas três áreas analisadas, ao passo que Acanthophora sp foi a mais abundante no Saco do Limoeiro; e Ulva sp a mais abundante no Baixio do Perigo, o qual recebe diretamente os impactos portuários, situando-se em uma região eutrofizada Os resultados do índice de eletividade mostram que o litoral do Paraná apresenta itens alimentares que são preferidos pelas tartaruga-verde em determinada estação, o que evidencia a capacidade de suporte das planícies de maré fornecerem recurso alimentar para as tartarugas-verde ao longo do ano, além da importância em manter os parâmetros naturais físico, químicos e biológicos das planícies de maré e monitoramentos contínuos destas áreas, visando sua conservação e avaliação dos impactos antrópicos sobre as mesmas
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no Saco do Limoeiro (,18km2), na Ilha do Mel; e no Baixio do Perigo (,18km2) Duas amostragens foram realizadas em cada uma das três áreas, durante as estações de verão e de inverno, durante um ano Para estas, dois métodos foram utilizados: o método dos quadrantes, no qual 3 quadrantes de 1 m2 foram aleatorizados por amostragem visando avaliar a porcentagem de cobertura da fanerógama marinha e de macroalgas associadas; e o método de transecções lineares, no qual a análise qualitativa foi realizada Para avaliar a relação consumo-abundância dos recursos alimentares, o índice de eletividade de Jacobs (D) foi aplicado No verão, a porcentagem de cobertura foi significativamente maior do que no inverno A Ilha Rasa abriga a maior planície de maré em área, apresentando os maiores valores de cobertura, de quadrantes que continham fanerógamas e de área em m2 com fanerógama As macroalgas associadas às pradarias de fanerógama marinha foram avaliadas quanto a abundância e identificadas como Ulva sp, Gracilaria domingensis e Acanthophora sp G domingensis foi a macroalga menos disponível nas três áreas analisadas, ao passo que Acanthophora sp foi a mais abundante no Saco do Limoeiro; 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in Saco do Limoeiro (18km2), in Ilha do Mel; and in Baixio do Perigo (18km2) Two sampling methods were used in each of the three areas, during summer and winter seasons, along one year: the quadrats method, in which 3 quadrants of 1 m2 were randomly selected in order to evaluate the seagrass and associated macroalgae coverage percent; and the linear transect method, for qualitative analysis mostly In order to evaluate the consumption-abundance relationship, Jacobs’ electivity index was applied In summer, the coverage percent was significantly higher than in winter Ilha Rasa is the largest seagrass meadow, having the highest values of coverage in percent and in area (m2) with seagrass The associated macroalgae were identified as Ulva sp, Gracilaria domingensis and Acanthophora sp G domingensis was the least abundant macroalgae in the three meadows, whereas Acanthophora sp was the most abundant in Saco do Limoeiro; and Ulva sp was the most abundant in Baixio do Perigo, which is directly impacted by the ports, being in an eutrophic area, hence, positive to its flowering The electivity index results show that Paraná coast presents preferred fedding items by the green turtles, and it makes evident the carrying capacity of them to act as foraging grounds for green turtles along the year, besides the need in maintaining the physical, chemical and biological parameters of the seagrass meadows and continuous monitoring of them, aiming their conservation and to evaluate the anthopogenical impacts over themporTartaruga marinhaAtlântico, Oceano, Costa (Brasil, Sul)Tartaruga marinhaAlimentosEcossistemas costeirosMarine turtlesAtlântico, Oceano, Costa (Brasil, Sul)Marine biologyCoastal ecosystemsConservationMarine turtlesFoodEcologia trófica e áreas de alimentação de Chelonia mydas (Linnaeus, 1758), no litoral do Paraná, Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMestradoCiências BiológicasCentro de Ciências BiológicasPrograma de Pós-graduação em Ciências Biológicas-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess168545vtls000204188SIMvtls000204188http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00020418864.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0002041884747.pdf123456789/2202 - Mestrado - Ciências BiológicasORIGINAL4747.pdfapplication/pdf6511120https://repositorio.uel.br/bitstreams/27f22c4c-856b-4d72-aeef-1f738d7a2d58/download767f46b68b612c252c515b2d66e3b672MD51LICENCElicence.txttext/plain263https://repositorio.uel.br/bitstreams/a4c8fd16-547e-4482-b508-40e13b0190c0/download753f376dfdbc064b559839be95ac5523MD52TEXT4747.pdf.txt4747.pdf.txtExtracted texttext/plain191595https://repositorio.uel.br/bitstreams/b29abcd5-e3e6-4041-832a-0db8f6bba914/download3826629488e37587ae17b7b276e619abMD53THUMBNAIL4747.pdf.jpg4747.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3696https://repositorio.uel.br/bitstreams/bdd50b85-9046-4198-bf31-e5723a0026a0/downloadd59ff338e7b79738883628d4981a787bMD54123456789/147712024-07-12 01:19:56.943open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/14771https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-07-12T04:19:56Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)false
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description Resumo: As pradarias de fanerógamas marinhas são habitat berçário para diversas espécies marinhas, indicadoras da saúde do ambiente, e importantes para a manutenção da produtividade primária dos estuários e baías Além disso, participam da ciclagem dos nutrientes e retiram contaminantes da coluna d’água, transferindo energia e também poluentes para níveis tróficos superiores Distribuem-se globalmente, exceto na Antártica e três gêneros são descritos: Halodule, Halophila e Ruppia Halodule é a mais frequente e, no Brasil, sua distribuição se dá desde a costa norte até o litoral paranaense No Paraná, a espécie Halodule wrightii é encontrada em diversas planícies de maré e sua porcentagem de cobertura foi avaliada na área próxima a Ilha Rasa (1km2); no Saco do Limoeiro (,18km2), na Ilha do Mel; e no Baixio do Perigo (,18km2) Duas amostragens foram realizadas em cada uma das três áreas, durante as estações de verão e de inverno, durante um ano Para estas, dois métodos foram utilizados: o método dos quadrantes, no qual 3 quadrantes de 1 m2 foram aleatorizados por amostragem visando avaliar a porcentagem de cobertura da fanerógama marinha e de macroalgas associadas; e o método de transecções lineares, no qual a análise qualitativa foi realizada Para avaliar a relação consumo-abundância dos recursos alimentares, o índice de eletividade de Jacobs (D) foi aplicado No verão, a porcentagem de cobertura foi significativamente maior do que no inverno A Ilha Rasa abriga a maior planície de maré em área, apresentando os maiores valores de cobertura, de quadrantes que continham fanerógamas e de área em m2 com fanerógama As macroalgas associadas às pradarias de fanerógama marinha foram avaliadas quanto a abundância e identificadas como Ulva sp, Gracilaria domingensis e Acanthophora sp G domingensis foi a macroalga menos disponível nas três áreas analisadas, ao passo que Acanthophora sp foi a mais abundante no Saco do Limoeiro; e Ulva sp a mais abundante no Baixio do Perigo, o qual recebe diretamente os impactos portuários, situando-se em uma região eutrofizada Os resultados do índice de eletividade mostram que o litoral do Paraná apresenta itens alimentares que são preferidos pelas tartaruga-verde em determinada estação, o que evidencia a capacidade de suporte das planícies de maré fornecerem recurso alimentar para as tartarugas-verde ao longo do ano, além da importância em manter os parâmetros naturais físico, químicos e biológicos das planícies de maré e monitoramentos contínuos destas áreas, visando sua conservação e avaliação dos impactos antrópicos sobre as mesmas
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