Contaminação de carcaças de frango por Campylobacter Jejuni antes e após armazenamento sob resfriamento ou congelamento
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Resumo: Campylobacter é a causa mais freqüente de gastroenterite bacteriana em vários países, sendo o frango e seus derivados o principal veículo transmissor ao homem O Brasil, apesar de ser o maior exportador mundial de carne de frango, possui poucas informações sobre a incidência deste microrganismo em sua cadeia de produção Este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito do armazenamento no isolamento de Campylobacter em 3 amostras de carne de frango conservadas por 7 dias a 4 °C e por 28 dias a -2 °C, bem como do enriquecimento seletivo no resultado da análise As amostras frescas apresentaram 93,3% de positividade para Campylobacter spp termotolerante, com contagem média de 3,8 Log1 UFC/g no plaqueamento direto Após a refrigeração, a percentagem de positividade passou para 53,3%, com contagem média de 1,19 Log1 UFC/g Amostras congeladas apresentaram 36,6% de positividade, com contagem média de ,71 Log1 UFC/g Após o enriquecimento a taxa de positividade para C jejuni nas amostras frescas, refrigeradas e congeladas foi de 5%, 36,7% e 33,3%, respectivamente Após o enriquecimento seletivo, não houve diferença significativa na incidência de C jejuni nas amostras frescas e nas conservadas a baixas temperaturas, indicando que este microrganismo é capaz de sobreviver nas condições de armazenamento testadas |
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Resumo: Campylobacter é a causa mais freqüente de gastroenterite bacteriana em vários países, sendo o frango e seus derivados o principal veículo transmissor ao homem O Brasil, apesar de ser o maior exportador mundial de carne de frango, possui poucas informações sobre a incidência deste microrganismo em sua cadeia de produção Este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito do armazenamento no isolamento de Campylobacter em 3 amostras de carne de frango conservadas por 7 dias a 4 °C e por 28 dias a -2 °C, bem como do enriquecimento seletivo no resultado da análise As amostras frescas apresentaram 93,3% de positividade para Campylobacter spp termotolerante, com contagem média de 3,8 Log1 UFC/g no plaqueamento direto Após a refrigeração, a percentagem de positividade passou para 53,3%, com contagem média de 1,19 Log1 UFC/g Amostras congeladas apresentaram 36,6% de positividade, com contagem média de ,71 Log1 UFC/g Após o enriquecimento a taxa de positividade para C jejuni nas amostras frescas, refrigeradas e congeladas foi de 5%, 36,7% e 33,3%, respectivamente Após o enriquecimento seletivo, não houve diferença significativa na incidência de C jejuni nas amostras frescas e nas conservadas a baixas temperaturas, indicando que este microrganismo é capaz de sobreviver nas condições de armazenamento testadas |
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