Atividades antimicrobianas e quimioprotetoras do extrato etanólico de chá verde (Camellia sinensis)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Schmitz, Wanderlei Onofre
Orientador(a): Saridakis, Halha Ostrensky [Orientador]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/11859
Resumo: Resumo: O chá verde é uma bebida consumida mundialmente, sobretudo em países asiáticos Suas propriedades biológicas têm sido amplamente estudadas As catequinas presentes no chá demonstram atividades: antioxidante, antiinflamatória, quimioprotetora, anticarcinogênica e antimicrobiana A classe das catequinas inclui a: epicatequina (EC), epigalocatequina (EGC), galato-3-epicatequina (ECG), galato-3-epigalocatequina (EGCG) (Figura 1) As catequinas correspondem a aproximadamente 26,7% dos compostos derivados das folhas secas do chá verde, dos quais 11% são formados por EGCG, 1% de EGC, 2% de ECG, 2,5% EC e 15% de polifenóis não identificados O objetivo deste trabalho foi: 1) determinar a atividade antimicrobiana do extrato de chá verde (ECV) e 2) avaliar o efeito quimioprotetor do extrato do ECV, em relação à lipoperoxidação e citotoxicidade provocada pela Dietilnitrosamina (DEN) em fígado de rato bem como verificar a presença de toxicidade Para avaliar a atividade antimicrobiana, utilizaram-se inicialmente cepas padrão: Escherichia coli ATCC 25922, Klebsiella pneumoniae ATCC 763 produtora de ß-lactamase, Klebsiella pneumoniae ATCC 13883, Pseudomonas aeruginosa ATCC 27853, Salmonella typhimurium ATCC 1428, Staphilococcus aureus ATCC 25923 Os resultados mais promissores obtidos nesta etapa foram com a cepa de S aureus ATCC 25923 Os estudos subseqüentes com 22 cepas hospitalares de S aureus sendo 11 MRSA e 11 MSSA, indicaram que o ECV apresenta isoladamente atividade bacteriostática, mas quando associado à oxacilina (6 µg/mL) apresenta atividade bactericida A DEN é um reconhecido cancerígeno que depende de ativação do sistema metabolizador de drogas do fígado (MFO) para exercer sua ação carcinogênica e tóxica, especialmente no fígado, rim e trato digestório alto O desenvolvimento de lesões pré-neoplásicas na hepatocarcinogêneses química consiste em uma etapa obrigatória, assim como a proliferação celular que neste órgão ocorre, por exemplo, após a perda de células decorrente da necrose, sendo esta etapa de necrose necessária na carcinogênese hepática Foram utilizados ratos machos Wistar expostos a doses únicas de 2 mg/Kg de DEN via intra-peritoneal e dose única de 12 mg/Kg de ECV por via oral, em diferentes momentos experimentais Após 24 horas em relação ao tratamento com DEN, os animais foram sacrificados sendo avaliado: 1) os níveis de AST/ALT no plasma, 2) a lipoperoxidação por quantificação de TBARS e FOX no fígado, 3) a ocorrência de necrose e hemorragia hepática através do estudo histopatológico A ação quimioprotetora e a diminuição da lipoperoxidação foram comprovadas pela redução dos valores das transaminases, TBARS, FOX e diminuição da intensidade da necrose hepática quando o ECV foi administrado previamente a DEN Com esses resultados pode-se dizer que o ECV apresentou atividade antioxidante e quimioprotetora neste modelo experimental
id UEL_1bfb3b0dc6131b20d773dac6f42c658d
oai_identifier_str oai:repositorio.uel.br:123456789/11859
network_acronym_str UEL
network_name_str Repositório Institucional da UEL
repository_id_str
spelling Schmitz, Wanderlei OnofreOliveira, Maria B. Martinelli deed99d700-b762-4e10-8493-986cf5554086-1Cecchini, Rubens5a6edf8f-3d97-4836-8568-95e21bf980d9-1ec52cbe7-521d-43da-9696-22e6bbb36da648b6857c-10f7-4105-9a90-49473f7b341cSaridakis, Halha Ostrensky [Orientador]Londrina2024-05-01T13:45:49Z2024-05-01T13:45:49Z2005.0025.05.2005https://repositorio.uel.br/handle/123456789/11859Resumo: O chá verde é uma bebida consumida mundialmente, sobretudo em países asiáticos Suas propriedades biológicas têm sido amplamente estudadas As catequinas presentes no chá demonstram atividades: antioxidante, antiinflamatória, quimioprotetora, anticarcinogênica e antimicrobiana A classe das catequinas inclui a: epicatequina (EC), epigalocatequina (EGC), galato-3-epicatequina (ECG), galato-3-epigalocatequina (EGCG) (Figura 1) As catequinas correspondem a aproximadamente 26,7% dos compostos derivados das folhas secas do chá verde, dos quais 11% são formados por EGCG, 1% de EGC, 2% de ECG, 2,5% EC e 15% de polifenóis não identificados O objetivo deste trabalho foi: 1) determinar a atividade antimicrobiana do extrato de chá verde (ECV) e 2) avaliar o efeito quimioprotetor do extrato do ECV, em relação à lipoperoxidação e citotoxicidade provocada pela Dietilnitrosamina (DEN) em fígado de rato bem como verificar a presença de toxicidade Para avaliar a atividade antimicrobiana, utilizaram-se inicialmente cepas padrão: Escherichia coli ATCC 25922, Klebsiella pneumoniae ATCC 763 produtora de ß-lactamase, Klebsiella pneumoniae ATCC 13883, Pseudomonas aeruginosa ATCC 27853, Salmonella typhimurium ATCC 1428, Staphilococcus aureus ATCC 25923 Os resultados mais promissores obtidos nesta etapa foram com a cepa de S aureus ATCC 25923 Os estudos subseqüentes com 22 cepas hospitalares de S aureus sendo 11 MRSA e 11 MSSA, indicaram que o ECV apresenta isoladamente atividade bacteriostática, mas quando associado à oxacilina (6 µg/mL) apresenta atividade bactericida A DEN é um reconhecido cancerígeno que depende de ativação do sistema metabolizador de drogas do fígado (MFO) para exercer sua ação carcinogênica e tóxica, especialmente no fígado, rim e trato digestório alto O desenvolvimento de lesões pré-neoplásicas na hepatocarcinogêneses química consiste em uma etapa obrigatória, assim como a proliferação celular que neste órgão ocorre, por exemplo, após a perda de células decorrente da necrose, sendo esta etapa de necrose necessária na carcinogênese hepática Foram utilizados ratos machos Wistar expostos a doses únicas de 2 mg/Kg de DEN via intra-peritoneal e dose única de 12 mg/Kg de ECV por via oral, em diferentes momentos experimentais Após 24 horas em relação ao tratamento com DEN, os animais foram sacrificados sendo avaliado: 1) os níveis de AST/ALT no plasma, 2) a lipoperoxidação por quantificação de TBARS e FOX no fígado, 3) a ocorrência de necrose e hemorragia hepática através do estudo histopatológico A ação quimioprotetora e a diminuição da lipoperoxidação foram comprovadas pela redução dos valores das transaminases, TBARS, FOX e diminuição da intensidade da necrose hepática quando o ECV foi administrado previamente a DEN Com esses resultados pode-se dizer que o ECV apresentou atividade antioxidante e quimioprotetora neste modelo experimentalDissertação (Mestrado em Patologia Experimental) - Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Patologia ExperimentalAbstract: Green tea is a beverage consumed worldwide, especially in Asian countries Biological properties have been widely studied The catechins present in tea show activities: antioxidant, anti-inflammatory, chemopreventative, anticarcinogenic and antimicrobial The class of catechins include: epicatechin (EC), epigallocatechin (EGC), epigallocatechin-3-epicatechin (ECG), epigallocatechin-3-gallate (EGCG) (Figure 1) Catechins make up approximately 267% of compounds derived from the dried leaves of green tea, of which 11% are made up of EGCG, 1% EGC, ECG 2%, 25% EC and 15% polyphenols unidentified The objective was to: 1) the antimicrobial activity of green tea extract (GTE) and 2) evaluate the effect chemopreventative extract ECV in relation to lipid peroxidation and cytotoxicity caused by diethylnitrosamine (DEN) in rat liver and verify the presence of toxicity To evaluate the antimicrobial activity were used initially standard strains: Escherichia coli ATCC 25922, Klebsiella pneumoniae ATCC 763 producing ß-lactamase, Klebsiella pneumoniae ATCC 13883, Pseudomonas aeruginosa ATCC 27853, Salmonella typhimurium ATCC 1428, Staphylococcus aureus ATCC 25923 The most promising results were obtained in this step with the strain of S aureus ATCC 25923 Subsequent studies with 22 hospital strains of S aureus and 11 MRSA and 11 MSSA, indicated that the VCS has bacteriostatic activity alone, but when g / mL) has bactericidal activity The DEN is aµcombined with oxacillin (6 known carcinogen that depends on activation of the drug metabolizing liver (MFO) to exert its toxic and carcinogenic action, especially in the liver, kidney and digestive tract level The development of preneoplastic lesions in hepatocarcinogenesis in chemistry is a required step, and cellular proliferation in this organ occurs, for example, after the loss of cells due to necrosis, this step is necessary necrosis in liver carcinogenesis We used male Wistar rats exposed to doses of 2 mg / kg DEN intraperitoneally and a single dose of 12 mg / kg of CVE orally at different times of trial After 24 hours prior to treatment with DEN, the animals were sacrificed and evaluated: 1) the levels of AST / ALT in plasma, 2) the quantification of lipid peroxidation by TBARS and FOX in the liver, 3) the occurrence of hepatic necrosis and hemorrhage by histopathology The action chemopreventative and decreased lipid peroxidation, were confirmed by reduction of transaminase, TBARS, FOX and decreasing the intensity of hepatic necrosis when ECV was administered prior to DEN With these results we can say that the ECV had an antioxidant activity and chemopreventative this experimental modelporChá verdeAspectos da saúdeProdutos de ação antimicrobianaPatologia experimentalExperimental pathologyHealth aspectsGreen teaAtividades antimicrobianas e quimioprotetoras do extrato etanólico de chá verde (Camellia sinensis)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMestradoPatologia ExperimentalCentro de Ciências BiológicasPrograma de Pós-Graduação em Patologia Experimental-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess135863vtls000147337SIMvtls000147337http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00014733764.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls000147337859.pdf123456789/2702 - Mestrado - Patologia ExperimentalORIGINAL859.pdfapplication/pdf575342https://repositorio.uel.br/bitstreams/818c4fd0-4db3-406f-918d-ea8dccf3b476/downloadd75f27b409d3247d04a1bae16b34a293MD51LICENCElicence.txttext/plain263https://repositorio.uel.br/bitstreams/61082c30-29ea-4125-9129-a018a283d1ef/download753f376dfdbc064b559839be95ac5523MD52TEXT859.pdf.txt859.pdf.txtExtracted texttext/plain96662https://repositorio.uel.br/bitstreams/3397ab0c-0670-4bd9-bbbb-50443e6225f9/downloadc8adce8a85387be6decaa6fd5cb40df7MD53THUMBNAIL859.pdf.jpg859.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3528https://repositorio.uel.br/bitstreams/195ca624-7a76-4a08-b5b9-9df9f5074bcc/downloadaad633d9bd8ad128ca69733c79337b91MD54123456789/118592024-07-12 01:20:03.972open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/11859https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-07-12T04:20:03Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)false
dc.title.pt_BR.fl_str_mv Atividades antimicrobianas e quimioprotetoras do extrato etanólico de chá verde (Camellia sinensis)
title Atividades antimicrobianas e quimioprotetoras do extrato etanólico de chá verde (Camellia sinensis)
spellingShingle Atividades antimicrobianas e quimioprotetoras do extrato etanólico de chá verde (Camellia sinensis)
Schmitz, Wanderlei Onofre
Chá verde
Aspectos da saúde
Produtos de ação antimicrobiana
Patologia experimental
Experimental pathology
Health aspects
Green tea
title_short Atividades antimicrobianas e quimioprotetoras do extrato etanólico de chá verde (Camellia sinensis)
title_full Atividades antimicrobianas e quimioprotetoras do extrato etanólico de chá verde (Camellia sinensis)
title_fullStr Atividades antimicrobianas e quimioprotetoras do extrato etanólico de chá verde (Camellia sinensis)
title_full_unstemmed Atividades antimicrobianas e quimioprotetoras do extrato etanólico de chá verde (Camellia sinensis)
title_sort Atividades antimicrobianas e quimioprotetoras do extrato etanólico de chá verde (Camellia sinensis)
author Schmitz, Wanderlei Onofre
author_facet Schmitz, Wanderlei Onofre
author_role author
dc.contributor.banca.pt_BR.fl_str_mv Oliveira, Maria B. Martinelli de
Cecchini, Rubens
dc.contributor.author.fl_str_mv Schmitz, Wanderlei Onofre
dc.contributor.authorID.fl_str_mv ec52cbe7-521d-43da-9696-22e6bbb36da6
dc.contributor.advisor1ID.fl_str_mv 48b6857c-10f7-4105-9a90-49473f7b341c
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Saridakis, Halha Ostrensky [Orientador]
contributor_str_mv Saridakis, Halha Ostrensky [Orientador]
dc.subject.por.fl_str_mv Chá verde
Aspectos da saúde
Produtos de ação antimicrobiana
Patologia experimental
Experimental pathology
Health aspects
Green tea
topic Chá verde
Aspectos da saúde
Produtos de ação antimicrobiana
Patologia experimental
Experimental pathology
Health aspects
Green tea
description Resumo: O chá verde é uma bebida consumida mundialmente, sobretudo em países asiáticos Suas propriedades biológicas têm sido amplamente estudadas As catequinas presentes no chá demonstram atividades: antioxidante, antiinflamatória, quimioprotetora, anticarcinogênica e antimicrobiana A classe das catequinas inclui a: epicatequina (EC), epigalocatequina (EGC), galato-3-epicatequina (ECG), galato-3-epigalocatequina (EGCG) (Figura 1) As catequinas correspondem a aproximadamente 26,7% dos compostos derivados das folhas secas do chá verde, dos quais 11% são formados por EGCG, 1% de EGC, 2% de ECG, 2,5% EC e 15% de polifenóis não identificados O objetivo deste trabalho foi: 1) determinar a atividade antimicrobiana do extrato de chá verde (ECV) e 2) avaliar o efeito quimioprotetor do extrato do ECV, em relação à lipoperoxidação e citotoxicidade provocada pela Dietilnitrosamina (DEN) em fígado de rato bem como verificar a presença de toxicidade Para avaliar a atividade antimicrobiana, utilizaram-se inicialmente cepas padrão: Escherichia coli ATCC 25922, Klebsiella pneumoniae ATCC 763 produtora de ß-lactamase, Klebsiella pneumoniae ATCC 13883, Pseudomonas aeruginosa ATCC 27853, Salmonella typhimurium ATCC 1428, Staphilococcus aureus ATCC 25923 Os resultados mais promissores obtidos nesta etapa foram com a cepa de S aureus ATCC 25923 Os estudos subseqüentes com 22 cepas hospitalares de S aureus sendo 11 MRSA e 11 MSSA, indicaram que o ECV apresenta isoladamente atividade bacteriostática, mas quando associado à oxacilina (6 µg/mL) apresenta atividade bactericida A DEN é um reconhecido cancerígeno que depende de ativação do sistema metabolizador de drogas do fígado (MFO) para exercer sua ação carcinogênica e tóxica, especialmente no fígado, rim e trato digestório alto O desenvolvimento de lesões pré-neoplásicas na hepatocarcinogêneses química consiste em uma etapa obrigatória, assim como a proliferação celular que neste órgão ocorre, por exemplo, após a perda de células decorrente da necrose, sendo esta etapa de necrose necessária na carcinogênese hepática Foram utilizados ratos machos Wistar expostos a doses únicas de 2 mg/Kg de DEN via intra-peritoneal e dose única de 12 mg/Kg de ECV por via oral, em diferentes momentos experimentais Após 24 horas em relação ao tratamento com DEN, os animais foram sacrificados sendo avaliado: 1) os níveis de AST/ALT no plasma, 2) a lipoperoxidação por quantificação de TBARS e FOX no fígado, 3) a ocorrência de necrose e hemorragia hepática através do estudo histopatológico A ação quimioprotetora e a diminuição da lipoperoxidação foram comprovadas pela redução dos valores das transaminases, TBARS, FOX e diminuição da intensidade da necrose hepática quando o ECV foi administrado previamente a DEN Com esses resultados pode-se dizer que o ECV apresentou atividade antioxidante e quimioprotetora neste modelo experimental
publishDate 2024
dc.date.defesa.pt_BR.fl_str_mv 25.05.2005
dc.date.created.fl_str_mv 2005.00
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2024-05-01T13:45:49Z
dc.date.available.fl_str_mv 2024-05-01T13:45:49Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.uel.br/handle/123456789/11859
url https://repositorio.uel.br/handle/123456789/11859
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.relation.confidence.fl_str_mv -1
-1
dc.relation.coursedegree.pt_BR.fl_str_mv Mestrado
dc.relation.coursename.pt_BR.fl_str_mv Patologia Experimental
dc.relation.departament.pt_BR.fl_str_mv Centro de Ciências Biológicas
dc.relation.ppgname.pt_BR.fl_str_mv Programa de Pós-Graduação em Patologia Experimental
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.coverage.spatial.pt_BR.fl_str_mv Londrina
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UEL
instname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)
instacron:UEL
instname_str Universidade Estadual de Londrina (UEL)
instacron_str UEL
institution UEL
reponame_str Repositório Institucional da UEL
collection Repositório Institucional da UEL
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.uel.br/bitstreams/818c4fd0-4db3-406f-918d-ea8dccf3b476/download
https://repositorio.uel.br/bitstreams/61082c30-29ea-4125-9129-a018a283d1ef/download
https://repositorio.uel.br/bitstreams/3397ab0c-0670-4bd9-bbbb-50443e6225f9/download
https://repositorio.uel.br/bitstreams/195ca624-7a76-4a08-b5b9-9df9f5074bcc/download
bitstream.checksum.fl_str_mv d75f27b409d3247d04a1bae16b34a293
753f376dfdbc064b559839be95ac5523
c8adce8a85387be6decaa6fd5cb40df7
aad633d9bd8ad128ca69733c79337b91
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)
repository.mail.fl_str_mv bcuel@uel.br||
_version_ 1862739672172593152