Entre o saber e o gozo: a pós-pornografia no Brasil
| Ano de defesa: | 2025 |
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Resumo: | Nas sociedades industriais capitalistas, o corpo – especialmente o corpo sexual – tornou-se alvo de controle político, tanto pela disciplina corporal quanto pela regulação populacional. Isso resultou em uma série de normatizações e pânicos morais direcionados ao corpo que vivencia a própria sexualidade. No contexto das chamadas guerras sexuais, emergiu um movimento central para esta pesquisa: a pós-pornografia. De forma politicamente engajada e performática, a pós-pornografia reconfigurou formas de representação do prazer e desestabilizou as fronteiras em torno do que se convencionou fragmentar e nomear como mente/corpo, sujeito/objeto, homem/mulher, puro/impuro, entre outras. Desse modo, a partir da etnografia e dos agrupamentos metodológicos propostos pela Antropologia da Arte de Alfred Gell, a presente pesquisa apresenta um mapeamento de linguagens pós-pornográficas e pornográficas alternativas brasileiras, a partir dos anos 2000. Em nosso mapeamento, guiado pela técnica Snowball, foi possível elencar três agrupamentos metodológicos, que também funcionaram como categorias analíticas, sendo eles: I) a pós-pornografia como ferramenta de batalha; II) a pornografia e a pós-pornografia em diálogo com o trabalho sexual; III) linguagens pornográficas e pós-pornográficas como processo de experimentação. O problema que guiou a pesquisa foi a possibilidade da linguagem pornográfica de subverter a marginalização imposta ao corpo, ao desejo e à sexualidade, na contemporaneidade. A pesquisa acabou por encontrar uma série de ações subversivas, especialmente em relação aos papéis de gênero, étnico-raciais, de território, de sexualidades e de práticas de prazer alternativas, ao mesmo tempo em que também encontrou algumas contradições e normatizações por parte desse movimento de reivindicação de um outro projeto de prazer. Desse modo, a presente dissertação se constrói a partir da constatação de uma rede de avanços, tensões e contradições do campo de linguagens pornográficas alternativas e pós-pornográficas brasileiro. |
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De forma politicamente engajada e performática, a pós-pornografia reconfigurou formas de representação do prazer e desestabilizou as fronteiras em torno do que se convencionou fragmentar e nomear como mente/corpo, sujeito/objeto, homem/mulher, puro/impuro, entre outras. Desse modo, a partir da etnografia e dos agrupamentos metodológicos propostos pela Antropologia da Arte de Alfred Gell, a presente pesquisa apresenta um mapeamento de linguagens pós-pornográficas e pornográficas alternativas brasileiras, a partir dos anos 2000. Em nosso mapeamento, guiado pela técnica Snowball, foi possível elencar três agrupamentos metodológicos, que também funcionaram como categorias analíticas, sendo eles: I) a pós-pornografia como ferramenta de batalha; II) a pornografia e a pós-pornografia em diálogo com o trabalho sexual; III) linguagens pornográficas e pós-pornográficas como processo de experimentação. O problema que guiou a pesquisa foi a possibilidade da linguagem pornográfica de subverter a marginalização imposta ao corpo, ao desejo e à sexualidade, na contemporaneidade. A pesquisa acabou por encontrar uma série de ações subversivas, especialmente em relação aos papéis de gênero, étnico-raciais, de território, de sexualidades e de práticas de prazer alternativas, ao mesmo tempo em que também encontrou algumas contradições e normatizações por parte desse movimento de reivindicação de um outro projeto de prazer. Desse modo, a presente dissertação se constrói a partir da constatação de uma rede de avanços, tensões e contradições do campo de linguagens pornográficas alternativas e pós-pornográficas brasileiro.In capitalist industrial societies, the body – specifically the sexual body – became the focus of political control both in terms of corporeal discipline and population control. Which resulted in a series of norms and moral panics directed at bodies that experience their sexuality. With the context of the sex wars, a movement central to this research emerged: post-pornography. The political and performative fervor made possible by post-pornography has not only led to a wide range of different types of representation of pleasure, but also destabilized the boundaries of what had conventionally been fragmented and categorized as mind/body, subject/object, man/woman, pure/impure, among others. In this way, drawing on ethnography and the methodological approaches proposed by Alfred Gell’s Anthropology of Art, this research maps brazilian post-pornography and alternative pornography from the 2000s. Through a Snowball technique, it was possible to identify three methodological groupings that also served as analytical categories: I) post-pornography as a tool of battle; II) pornography and post-pornography in dialogue with sex work; III) pornographic and post-pornographic languages as a process of experimentation. The central question of this research was whether pornographic language could subvert the marginalization imposed on the body, desire, and sexuality in contemporary society. The research identified various subversive actions, particularly concerning gender roles, ethno-racial identities, territoriality, sexualities, and alternative pleasure practices, while simultaneously identifying some contradictions and normatizations within this movement that demands another pleasure project. Thus, this dissertation highlights a network of advancements, tensions, and contradictions within the field of brazilian alternative pornographic and post-pornographic languages.porCiências Humanas - SociologiaCiências Humanas - SociologiaBodyPost-pornographic languagesAlternative pornographic languagesSubversive practicesSexArt and anthropologyPornographySex workers - BrazilSex industry - BrazilCorpoLinguagens pornográficas alternativasLinguagens póspornográficasPráticas subversivasSexoArte e antropologiaPornografiaTrabalhadores do sexo - BrasilIndústria do sexo - BrasilEntre o saber e o gozo: a pós-pornografia no BrasilBetween knowledge and pleasure: post-pornography in Brazilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisCLCH - Departamento de Ciências SociaisPrograma de Pós-Graduação em SociologiaUniversidade Estadual de Londrina - UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccessMestrado AcadêmicoCentro de Letras e Ciências HumanasORIGINALCH_SOC_Me_2025_Silva_Mirian_B.pdfCH_SOC_Me_2025_Silva_Mirian_B.pdfTexto completo. Id. 193277application/pdf5639715https://repositorio.uel.br/bitstreams/2820991b-edb0-420d-84ca-6987e9a88a2c/download3ac0fb1cf902c716a6c7a465b785e936MD51CH_SOC_Me_2025_Silva_Mirian_B_TERMO.pdfCH_SOC_Me_2025_Silva_Mirian_B_TERMO.pdfTermo de autorização.application/pdf192994https://repositorio.uel.br/bitstreams/e43f9eeb-8c77-4067-b61a-c5e808555ec5/download08cdcbfb42348820bd184ffcf077a25fMD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8555https://repositorio.uel.br/bitstreams/405dfa34-c2f3-4b09-89a5-7aba5334cd90/downloadb0875caec81dd1122312ab77c11250f1MD53TEXTCH_SOC_Me_2025_Silva_Mirian_B.pdf.txtCH_SOC_Me_2025_Silva_Mirian_B.pdf.txtExtracted texttext/plain621134https://repositorio.uel.br/bitstreams/44790c66-50b9-4063-9fcb-48eb9a3b49b2/downloadaae9a066aabe8c512c8b2cadb78120aeMD54THUMBNAILCH_SOC_Me_2025_Silva_Mirian_B.pdf.jpgCH_SOC_Me_2025_Silva_Mirian_B.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3347https://repositorio.uel.br/bitstreams/230ddbef-856a-4742-8de0-6fe9522268b9/download0556104c1fc5e8032f9a5ebfc047a281MD55CH_SOC_Me_2025_Silva_Mirian_B_TERMO.pdf.jpgCH_SOC_Me_2025_Silva_Mirian_B_TERMO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg4599https://repositorio.uel.br/bitstreams/72c46318-7b53-402a-bbcc-3b936a0b7fe6/download5b797017f221db9ffc80273e3eadac87MD56123456789/186532025-04-10 03:03:31.123open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/18653https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2025-04-10T06:03:31Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)falseQXV0b3Jpem8gYSBkaXZ1bGdhw6fDo28gbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIGRhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBkZSBMb25kcmluYSAocmVwb3NpdG9yaW8udWVsLmJyKSwgZSBwZXJtaXRvIGEgcmVwcm9kdcOnw6NvIHRvdGFsIHBvciBtZWlvIGVsZXRyw7RuaWNvLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGEgT2JyYSwgYSBwYXJ0aXIgZGEgZGF0YSBpbmRpY2FkYSBubyBhcnF1aXZvIChiaXRzdHJlYW0pLCBvdSBhdMOpIHF1ZSBtYW5pZmVzdGHDp8OjbyBlbSBzZW50aWRvIGNvbnRyw6FyaW8gZGUgbWluaGEgcGFydGUgZGV0ZXJtaW5lIGEgY2Vzc2HDp8OjbyBkZXN0YSBhdXRvcml6YcOnw6NvLiBEZWNsYXJvLCB0YW1iw6ltLCBxdWUgbWUgcmVzcG9uc2FiaWxpem8gcGVsbyBjb250ZcO6ZG8gZGEgb2JyYSBvYmpldG8gZGVzdGEgYXV0b3JpemHDp8Ojbywgc2VuZG8gZGUgbWluaGEgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBxdWFpc3F1ZXIgbWVkaWRhcyBqdWRpY2lhaXMgb3UgZXh0cmFqdWRpY2lhaXMgY29uY2VybmVudGVzIGFvIGNvbnRlw7pkby4K |
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