O ser estranho e estrangeiro no quadrinho Persépolis
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Resumo: Durante muito tempo, as histórias em quadrinhos tiveram seu lugar conhecido pelo ambiente infantil em que circulavam Com o advento das novelas gráficas, muito desse pensamento mudou e, junto a ele, nasceu a crítica que colocava estes novos quadrinhos em um patamar mais elevado Anteriormente a isto, temos a busca por uma gênese dos quadrinhos que constantemente paira entre ser ou não ser de cunho pré-histórico, entre ter e não ter uma definição concreta Depois disso, indagamos: mas será que os nomes quadrinhos ou novela gráfica representam de fato o que os quadrinhos são? De onde surgiu sua busca por legitimação, visto que já são a nona arte? Perguntas que nos guiam e geram mais dúvidas Finalmente, adentramos ao nosso título Primeiramente, Persépolis Que quadrinho é este, de onde vem e do que fala? Escrito por Marjane Satrapi, conheceremos sua história representada através da HQ, perpassando muitos anos de sua vivência, desde sua infância no Irã, sua adolescência no Ocidente, até seu retorno e estudos no Irã para posteriormente deixá-lo de vez No meio disso, pensamos o estrangeiro e buscamos entender com Freud o termo estranho e como ele concebeu sua definição, além de entender como migração e exílio, de certa forma, se relacionam à vivência do estrangeiro, juntamente com Said Sartre entra em cena para nos fazer entender onde é que o outro entra nisso e perceberemos que o Outro pode ter relação fundamental na minha constituição como ser Tudo isto, é claro, circundado por Persépolis, pois ele é o quadrinho que nos norteia do começo ao fim |
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De onde surgiu sua busca por legitimação, visto que já são a nona arte? Perguntas que nos guiam e geram mais dúvidas Finalmente, adentramos ao nosso título Primeiramente, Persépolis Que quadrinho é este, de onde vem e do que fala? Escrito por Marjane Satrapi, conheceremos sua história representada através da HQ, perpassando muitos anos de sua vivência, desde sua infância no Irã, sua adolescência no Ocidente, até seu retorno e estudos no Irã para posteriormente deixá-lo de vez No meio disso, pensamos o estrangeiro e buscamos entender com Freud o termo estranho e como ele concebeu sua definição, além de entender como migração e exílio, de certa forma, se relacionam à vivência do estrangeiro, juntamente com Said Sartre entra em cena para nos fazer entender onde é que o outro entra nisso e perceberemos que o Outro pode ter relação fundamental na minha constituição como ser Tudo isto, é claro, circundado por Persépolis, pois ele é o quadrinho que nos norteia do começo ao fimDissertação (Mestrado em Letras) - Universidade Estadual de Londrina, Centro de Letras e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em LetrasAbstract: Comic books have long been known for being made for children With the advent of graphic novels, much of that thought changed and along with it the birth of the thought that put these new comics on a higher level Before that, we have the search for a genesis of comics, which constantly hovers between being or not being of prehistoric nature, between having and not having a concrete definition After that, we asked, but does this name comics or graphic novel represent what comics are? Why are comics still seeking legitimacy since they are already the ninth art? Questions that guide us and generate more doubts Finally, we go into our title First, Persepolis What comic is this, where did it come from and what does it talk about? Written by Marjane Satrapi, we will get to know her story represented through the comic book and that spans many years of her experience, from her childhood in Iran, her adolescence in the West, until her return and studies in Iran, to later leave it for good In the middle of that, we think the foreigner We tried to understand with Freud the strange term and how he conceived its definition; in addition to understanding how migration and exile are somehow related to the foreigner's experience, together with Said Sartre enters the scene to make us understand where the other enters it, and we will realize that the Other can have a fundamental relationship in the constitution as a human being All of this, of course, surrounded by Persepolis, because it is the comic that guides us from the beginning, middle to the endporLiteraturaHistórias em quadrinhosEstrangeirosExílioLiteratureComic books, strips, etcAliensExilesO ser estranho e estrangeiro no quadrinho Persépolisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMestradoLetrasCentro de Letras e Ciências HumanasPrograma de Pós-Graduação em Letras-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess2814vtls000231506SIMvtls000231506http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00023150664.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0002315067791.pdf123456789/18102 - Mestrado - LetrasORIGINAL7791.pdfapplication/pdf2792286https://repositorio.uel.br/bitstreams/be5675b5-68e9-48c5-9f84-dff24255196a/downloadae7319a99a35a2c3d65e461146acb81eMD51LICENCElicence.txttext/plain263https://repositorio.uel.br/bitstreams/073fa521-e0a2-4e17-96a5-a9939635757d/download753f376dfdbc064b559839be95ac5523MD52TEXT7791.pdf.txt7791.pdf.txtExtracted texttext/plain216663https://repositorio.uel.br/bitstreams/236ff29c-fc5b-4830-bd0f-19873ed3ff62/download9ec17d34ef9530945c345764f2dba4d6MD53THUMBNAIL7791.pdf.jpg7791.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3467https://repositorio.uel.br/bitstreams/158d7b0d-1e85-40c4-989b-62fdd552d5d4/download501479b796d9d17676c57050e59886e4MD54123456789/100822024-07-12 01:19:52.342open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/10082https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-07-12T04:19:52Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)false |
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