Preparação e caracterização de complexos de catecolaminas com cobre (II) na presença de tiossulfato de sódio
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Resumo: O estudo dos meios reacionais entre catecolaminas e metais de transição tem grande importância em várias áreas da química, inclusive na química do meio ambiente devido à formação de compostos potencialmente tóxicos As catecolaminas em presença de O2 são oxidadas formando melanina, um complexo insolúvel em meio aquoso, no entanto em meio de S2O3 2- e metais de transição há formação de complexos de transferência intraligante do tipo: ligante-ligante Apresentamos neste trabalho a investigação da reação entre dopamina, L-dopa, noradrenalina, adrenalina com Cu(II) em presença de S2O3 2- em meio aquoso Os complexos aniônicos [Cu(L-1)3]1-, L- = dopasemiquinona ou L-dopasemiquinona, foram preparados e caracterizados Os complexos foram estáveis em solução aquosa mostrando intensas bandas de absorção em 65 nm para Cu(II)-L-dopasemiquinona e 595 nm para Cu(II)- dopasemiquinona para espectro de UV-Vis, de transições de carga intraligantes Noradrenalina e adrenalina, nas mesmas condições, não formaram complexos com cobre, mas apresentaram modificações em bandas na região do UV mostrando que a adrenalina e noradrenalina foram oxidadas durante o processo Os complexos foram analisados por espectroscopia Raman Ressonante e a banda intensa em 1384 cm-1 foi atribuída aos estiramentos _(CC) + _(CO) para formas semiquinonicas Por espectroscopia de (Ressonância Paramagnética Eletrônica) EPR, obteve-se os sinais de radicais orgânicos com g = 2115 e g = 1,998, e para Cu(II) os valores de g = 2923 e g = 2897 que complexou com L-dopasemiquinona e dopasemiquinona, respectivamente A possibilidade de formação de complexos estáveis de cobre com dopamina e L-dopa em pH neutro, e não para adrenalina e noradrenalina, pode ser importante para o entendimento de como o complexo Cu(II)-dopamina atravessaria a membrana celular como proposto na literatura e a sua relação com o surgimento da doença de Wilson |
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Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências Exatas, Programa de Pós-Graduação em Química dos Recursos NaturaisAbstract: The anionic complexes [Cu(L1-)3]1-, L = dopasemiquinone or Ldopasemiquinone, were prepared and characterized The complexes are stable in aqueous solution showing intense absorption bands at 65 nm for Cu(II)-Ldopasemiquinone and at 595 nm for Cu(II)-dopasemiquinone in the UV–Vis spectra, that can be assigned to intraligand transitions Noradrenaline and adrenaline, under the same experimental conditions, did not yield Cucomplexes, despite the bands in the UV region indicate that noradrenaline and adrenaline were oxidized during the processes The complexes display a resonant Raman effect, and the most enhanced bands involve ring modes and particularly the _(CC) + _(CO) stretching mode at 1384cm-1 The free radical nature of the ligands and the oxidation state of the Cu(II) were confirmed by the EPR spectra that display absorptions assigned to organic radicals with g = 2,115 and g =1,998 and for Cu(II) with g = 2923 and g = 2897 for Ldopasemiquinone and dopasemiquinone, respectively The possibility that dopamine and L-dopa can form stable and aqueous soluble copper complexes at neutral pH, whereas noradrenaline and adrenaline cannot, may be important in understanding how Cu(II)-dopamine crosses the cellular membrane as proposed in the literature to explain the role of copper in Wilson diseaseporFísico-químicaComplexo (Química)CatecolaminasPhysical chemistryComplex (Chemistry)CatecholaminesPreparação e caracterização de complexos de catecolaminas com cobre (II) na presença de tiossulfato de sódioinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMestradoQuímica dos Recursos NaturaisCentro de Ciências ExatasPrograma de Pós-Graduação em Química dos Recursos Naturais-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess135207vtls000146844SIMvtls000146844http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00014684464.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0001468441638.pdf123456789/5502 - 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Resumo: O estudo dos meios reacionais entre catecolaminas e metais de transição tem grande importância em várias áreas da química, inclusive na química do meio ambiente devido à formação de compostos potencialmente tóxicos As catecolaminas em presença de O2 são oxidadas formando melanina, um complexo insolúvel em meio aquoso, no entanto em meio de S2O3 2- e metais de transição há formação de complexos de transferência intraligante do tipo: ligante-ligante Apresentamos neste trabalho a investigação da reação entre dopamina, L-dopa, noradrenalina, adrenalina com Cu(II) em presença de S2O3 2- em meio aquoso Os complexos aniônicos [Cu(L-1)3]1-, L- = dopasemiquinona ou L-dopasemiquinona, foram preparados e caracterizados Os complexos foram estáveis em solução aquosa mostrando intensas bandas de absorção em 65 nm para Cu(II)-L-dopasemiquinona e 595 nm para Cu(II)- dopasemiquinona para espectro de UV-Vis, de transições de carga intraligantes Noradrenalina e adrenalina, nas mesmas condições, não formaram complexos com cobre, mas apresentaram modificações em bandas na região do UV mostrando que a adrenalina e noradrenalina foram oxidadas durante o processo Os complexos foram analisados por espectroscopia Raman Ressonante e a banda intensa em 1384 cm-1 foi atribuída aos estiramentos _(CC) + _(CO) para formas semiquinonicas Por espectroscopia de (Ressonância Paramagnética Eletrônica) EPR, obteve-se os sinais de radicais orgânicos com g = 2115 e g = 1,998, e para Cu(II) os valores de g = 2923 e g = 2897 que complexou com L-dopasemiquinona e dopasemiquinona, respectivamente A possibilidade de formação de complexos estáveis de cobre com dopamina e L-dopa em pH neutro, e não para adrenalina e noradrenalina, pode ser importante para o entendimento de como o complexo Cu(II)-dopamina atravessaria a membrana celular como proposto na literatura e a sua relação com o surgimento da doença de Wilson |
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