Dor, funcionalidade, resistência muscular e controle postural de mulheres com síndrome de dor no grande trocânter e efeito do fortalecimento dos músculos do quadril e do core

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Marcioli, Marieli Araujo Rossoni
Orientador(a): Macedo, Christiane de Souza Guerino
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/17700
Resumo: Introdução: Apesar de ser a causa mais comum de dor lateral no quadril e possuir alta incidência, ainda não há um consenso sobre as melhores opções de tratamentos conservadores para a Síndrome de Dor no Grande Trocânter (SDGT). Objetivo: Avaliar as diferenças de capacidade funcional e controle postural entre mulheres com e sem SDGT; e os efeitos do fortalecimento dos músculos do quadril e do core sobre a dor, capacidade funcional e controle postural em mulheres com SDGT. Métodos e resultados: Foram desenvolvidos dois estudos. O primeiro estudo estabeleceu as alterações funcionais e o controle postural durante o apoio unipodal semi-estático e dinâmico (com mini agachamentos) em 36 mulheres sedentárias. Destas, 18 tinham diagnóstico de SDGT (grupo dor - GD) e 18 sem queixas álgicas (grupo controle - GC). Todas responderam ao questionário Victorian Institute of Sports Assessment for Gluteal Tendinopathy (VISA-G) para análise da capacidade funcional relacionada a dor lateral do quadril, e foram submetidas à avaliação do controle postural na plataforma de força. Os resultados mostraram que GD apresentou alto índice de dor, por 10 meses e baixa capacidade funcional. Na análise do controle postural semi-estático, GD mostrou piores resultados para a área de oscilação do centro de pressão (COP) e maior amplitude de oscilação médio-lateral. Na avaliação dinâmica, os resultados da amplitude médio-lateral e velocidade antero-posterior foram maiores no GD, mas o COP foi pior no GC. O segundo estudo, caracterizado como ensaio clínico randomizado, comparou os efeitos de dois protocolos de exercícios: um com fortalecimentos dos músculos do quadril (G1, N=12) e outro com fortalecimentos dos músculos do quadril e dos músculos do core (G2, N=12), desenvolvidos por 4 semanas (2 vezes por semana). Todas as participantes foram avaliadas no início da pesquisa, logo após o término do protocolo e 12 semanas depois (follow up). Foram avaliadas a dor (Escala Visual Analógica de dor – EVA), capacidade funcional (Questionário Visa-G.Br), controle postural (semi-estático e dinâmico, pela plataforma de força) e a resistência do core (testes funcionais Prone Bridge Test (PBT) e Supine Bridge Test (SBT)). Os resultados demonstraram que inicialmente os dois grupos apresentavam dor moderada, que diminuíram após as intervenções e permaneceram menores no follow up, com forte tamanho de efeito e com diferenças entre os tempos de análises, porém sem diferença entre os grupos. A capacidade funcional melhorou para os dois grupos após a intervenção e após o follow up, sem diferenças entre os grupos, e com efeito fraco. Os dois grupos melhoraram o tempo de permanência na PBT, porém sem diferenças entre os grupos e os tempos; entretanto, o G2 apresentou efeito forte para o desempenho. Para o SBT, G2 foi melhor nos momentos após a intervenção e no follow up, porém estabeleceu pequeno tamanho de efeito do tratamento. A análise do controle postural não mostrou diferença entre os grupos e tempos avaliados, com efeitos moderados na área do COP no controle postural semi-estatico e dinâmico. Conclusão: Mulheres com SDGT apresentaram baixa capacidade funcional e pior controle postural semi-estático e dinâmico. Além disso, exercícios para o quadril e para o core diminuem, de forma semelhante, a dor, melhoram a capacidade funcional e a resistência do core, sem efeitos sobre o controle postural semi-estático e dinâmico.
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spelling Marcioli, Marieli Araujo RossoniAndraus, Rodrigo Antonio Carvalhod8d45199-d95d-4280-b230-7c55609f4002-1Oliveira, Marcio Rogerio de829ac738-ef04-4a3b-bb50-31bfb053ceab-1Siqueira, Claudia Patrícia Cardoso Martins945a3533-fdab-4953-a1fc-48a6823b65e3-1Facci, Ligia Maria1e4a1d4b-0d8c-489e-b459-d062db18119d-1accb81e3-98ae-416b-9c39-1f6139093b047259d393-88b1-4268-b5fc-419382ee44a5Macedo, Christiane de Souza GuerinoLondrina111 p.2024-09-23T15:46:37Z2024-09-23T15:46:37Z2023-04-17https://repositorio.uel.br/handle/123456789/17700Introdução: Apesar de ser a causa mais comum de dor lateral no quadril e possuir alta incidência, ainda não há um consenso sobre as melhores opções de tratamentos conservadores para a Síndrome de Dor no Grande Trocânter (SDGT). Objetivo: Avaliar as diferenças de capacidade funcional e controle postural entre mulheres com e sem SDGT; e os efeitos do fortalecimento dos músculos do quadril e do core sobre a dor, capacidade funcional e controle postural em mulheres com SDGT. Métodos e resultados: Foram desenvolvidos dois estudos. O primeiro estudo estabeleceu as alterações funcionais e o controle postural durante o apoio unipodal semi-estático e dinâmico (com mini agachamentos) em 36 mulheres sedentárias. Destas, 18 tinham diagnóstico de SDGT (grupo dor - GD) e 18 sem queixas álgicas (grupo controle - GC). Todas responderam ao questionário Victorian Institute of Sports Assessment for Gluteal Tendinopathy (VISA-G) para análise da capacidade funcional relacionada a dor lateral do quadril, e foram submetidas à avaliação do controle postural na plataforma de força. Os resultados mostraram que GD apresentou alto índice de dor, por 10 meses e baixa capacidade funcional. Na análise do controle postural semi-estático, GD mostrou piores resultados para a área de oscilação do centro de pressão (COP) e maior amplitude de oscilação médio-lateral. Na avaliação dinâmica, os resultados da amplitude médio-lateral e velocidade antero-posterior foram maiores no GD, mas o COP foi pior no GC. O segundo estudo, caracterizado como ensaio clínico randomizado, comparou os efeitos de dois protocolos de exercícios: um com fortalecimentos dos músculos do quadril (G1, N=12) e outro com fortalecimentos dos músculos do quadril e dos músculos do core (G2, N=12), desenvolvidos por 4 semanas (2 vezes por semana). Todas as participantes foram avaliadas no início da pesquisa, logo após o término do protocolo e 12 semanas depois (follow up). Foram avaliadas a dor (Escala Visual Analógica de dor – EVA), capacidade funcional (Questionário Visa-G.Br), controle postural (semi-estático e dinâmico, pela plataforma de força) e a resistência do core (testes funcionais Prone Bridge Test (PBT) e Supine Bridge Test (SBT)). Os resultados demonstraram que inicialmente os dois grupos apresentavam dor moderada, que diminuíram após as intervenções e permaneceram menores no follow up, com forte tamanho de efeito e com diferenças entre os tempos de análises, porém sem diferença entre os grupos. A capacidade funcional melhorou para os dois grupos após a intervenção e após o follow up, sem diferenças entre os grupos, e com efeito fraco. Os dois grupos melhoraram o tempo de permanência na PBT, porém sem diferenças entre os grupos e os tempos; entretanto, o G2 apresentou efeito forte para o desempenho. Para o SBT, G2 foi melhor nos momentos após a intervenção e no follow up, porém estabeleceu pequeno tamanho de efeito do tratamento. A análise do controle postural não mostrou diferença entre os grupos e tempos avaliados, com efeitos moderados na área do COP no controle postural semi-estatico e dinâmico. Conclusão: Mulheres com SDGT apresentaram baixa capacidade funcional e pior controle postural semi-estático e dinâmico. Além disso, exercícios para o quadril e para o core diminuem, de forma semelhante, a dor, melhoram a capacidade funcional e a resistência do core, sem efeitos sobre o controle postural semi-estático e dinâmico.Introduction: Despite being the most common cause of lateral hip pain and having a high incidence, there is still no consensus on the best conservative treatment options for Greater Trochanter Pain Syndrome (GTPS). Objective: Evaluate differences in functional capacity and postural control between women with and without SDGT; and the effects of hip and core muscle strengthening on pain, functional capacity and postural control in women with GTPS. Methods and results: Two studies were developed. The first study established functional alterations and postural control during semi-static and dynamic unipodal support (with mini squats) in 36 sedentary women. Of these, 18 had a diagnosis of GTPS (pain group - PG) and 18 had no pain complaints (control group - CG). All answered the Victorian Institute of Sports Assessment for Gluteal Tendinopathy (VISA-G) questionnaire for analysis of functional capacity related to lateral hip pain, and underwent assessment of postural control on the force platform. The results showed that PG had a high pain index for 10 months and low functional capacity. In the analysis of semi-static postural control (COP), PG showed worse results for the COP sway area and greater mediolateral sway amplitude. In the dynamic evaluation, the results of mediolateral amplitude and anteroposterior velocity were higher in the PG, but the COP was worse in the CG. The second study, characterized as a randomized clinical trial, compared the effects of two exercise protocols. The variables analyzed in both groups were pain, functional capacity and postural control in women with GTDS. For this analysis, 26 women with GTPS were randomized into Group 1 (G1, n=12, with only hip exercises) or Group 2 (G2, n=14, with hip + core exercises) and performed 4 weeks of exercises (2 times per week). All participants were evaluated at the beginning of the research, shortly after the end of the protocol and 12 weeks later (follow up). Pain (Visual Analog Pain Scale - VAS), functional capacity (Visa-G.Br Questionnaire), postural control (semi-static and dynamic, using the force platform) and core resistance (functional tests Prone Bridge Test - PBT and Supine Bridge Test – SBT). Pain assessment showed that both groups initially had moderate pain, which decreased after the interventions and remained lower at follow-up up, with strong effect size, with differences between analysis times, but without difference between groups. Functional capacity improved after the intervention and after the follow up equally between groups, but with a weak effect. The two groups improved the time spent on PBT, but without differences between groups and times; however, G2 had a strong effect on performance in this test. For the SBT, G2 was better in the moments after the intervention and in the follow up, but established a small effect size. The analysis of postural control showed no difference between groups and times evaluated, with moderate effects in the COP area on semi-static and dynamic postural control. Conclusion: Women with SDGT had low functional capacity and worse semi-static and dynamic postural control. In addition, hip and core exercises decrease pain, improve functional capacity and core endurance, with no effects on semi-static and dynamic postural control.porCiências da Saúde - MedicinaCiências da Saúde - MedicinaDisability assessmentPostural balanceHip painWomenGreater Trochanter Pain Syndrome (GTPS)Avaliação de incapacidadeEquilíbrio posturalDor no quadrilMulheresCiências da reabilitaçãoSíndrome de Dor no Grande Trocânter (SDGT)Quadril - Dor - MulheresDor, funcionalidade, resistência muscular e controle postural de mulheres com síndrome de dor no grande trocânter e efeito do fortalecimento dos músculos do quadril e do corePain, functionality, muscle endurance and postural control in women with greater trochanteric pain syndrome and the effect of strengthening hip and core musclesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisCCS - Departamento de Clínica MédicaPrograma de Pós-Graduação em Ciências da ReabilitaçãoUniversidade Estadual de Londrina - UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccessDoutoradoCentro de Ciências da SaúdeORIGINALCS_REA_Dr_2023_Marcioli_Marieli_AR.pdfCS_REA_Dr_2023_Marcioli_Marieli_AR.pdfTexto completo. id 190405application/pdf952888https://repositorio.uel.br/bitstreams/0acb5fb3-c8a8-4235-93c8-b873eac53a5f/downloadccf686ba4937aaffba373513f5b5f11dMD51CS_REA_Dr_2023_Marcioli_Marieli_AR_TERMO.pdfCS_REA_Dr_2023_Marcioli_Marieli_AR_TERMO.pdfTermo de autorizaçãoapplication/pdf103832https://repositorio.uel.br/bitstreams/fc568baa-1db2-47bd-bf99-f3df306b7e73/download34310cf73de2f63f198c29bb18d4b60fMD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8555https://repositorio.uel.br/bitstreams/53f96a2f-292c-4584-ac48-d5ddb704e182/downloadb0875caec81dd1122312ab77c11250f1MD53TEXTCS_REA_Dr_2023_Marcioli_Marieli_AR.pdf.txtCS_REA_Dr_2023_Marcioli_Marieli_AR.pdf.txtExtracted texttext/plain207521https://repositorio.uel.br/bitstreams/d2ab7fe2-e05e-4d87-a28a-81c4ae5dc599/download9022f9cc7064dde73b35395faed50294MD54CS_REA_Dr_2023_Marcioli_Marieli_AR_TERMO.pdf.txtCS_REA_Dr_2023_Marcioli_Marieli_AR_TERMO.pdf.txtExtracted texttext/plain2340https://repositorio.uel.br/bitstreams/9552a380-b343-40f7-a6f6-5e44f3b1d512/downloadeee6ee29d130147d8df9b5c15e5d47d6MD56THUMBNAILCS_REA_Dr_2023_Marcioli_Marieli_AR.pdf.jpgCS_REA_Dr_2023_Marcioli_Marieli_AR.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg4460https://repositorio.uel.br/bitstreams/ed170f09-db72-44a4-97a5-acb641a447f0/downloadde80cfe7e4a5215be4af38bd381df0eeMD55CS_REA_Dr_2023_Marcioli_Marieli_AR_TERMO.pdf.jpgCS_REA_Dr_2023_Marcioli_Marieli_AR_TERMO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg4875https://repositorio.uel.br/bitstreams/2f1c3f3f-3eac-42df-a455-304d82f7b5ab/download7d2aad4f5793bc166d98190b970c45faMD57123456789/177002024-09-24 03:04:53.09open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/17700https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-09-24T06:04:53Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)falseQXV0b3Jpem8gYSBkaXZ1bGdhw6fDo28gbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIGRhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBkZSBMb25kcmluYSAocmVwb3NpdG9yaW8udWVsLmJyKSwgZSBwZXJtaXRvIGEgcmVwcm9kdcOnw6NvIHRvdGFsIHBvciBtZWlvIGVsZXRyw7RuaWNvLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGEgT2JyYSwgYSBwYXJ0aXIgZGEgZGF0YSBpbmRpY2FkYSBubyBhcnF1aXZvIChiaXRzdHJlYW0pLCBvdSBhdMOpIHF1ZSBtYW5pZmVzdGHDp8OjbyBlbSBzZW50aWRvIGNvbnRyw6FyaW8gZGUgbWluaGEgcGFydGUgZGV0ZXJtaW5lIGEgY2Vzc2HDp8OjbyBkZXN0YSBhdXRvcml6YcOnw6NvLiBEZWNsYXJvLCB0YW1iw6ltLCBxdWUgbWUgcmVzcG9uc2FiaWxpem8gcGVsbyBjb250ZcO6ZG8gZGEgb2JyYSBvYmpldG8gZGVzdGEgYXV0b3JpemHDp8Ojbywgc2VuZG8gZGUgbWluaGEgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBxdWFpc3F1ZXIgbWVkaWRhcyBqdWRpY2lhaXMgb3UgZXh0cmFqdWRpY2lhaXMgY29uY2VybmVudGVzIGFvIGNvbnRlw7pkby4K
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