Estudo semântico-lexical de Foz do Iguaçu/PR - (ESeLFI)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Galli, Michelli Cristina
Orientador(a): Altino, Fabiane Cristina
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/18396
Resumo: Os contextos multicultural e pluriétnico confere ao município de Foz do Iguaçu/PR traços bastante heterogêneos, mas, ao mesmo tempo, o encontro de muitos povos propicia a interação entre histórias, culturas e crenças, que aos poucos passa a ser o elo das muitas faces da localidade. Nessa perspectiva, este trabalho suscita a hipótese de que, embora Foz do Iguaçu/PR esteja alicerçada em contextos pluriétnico e multicultural é possível registrar traços comuns à fala de todos os iguaçuenses. A fim de verificar o movimento da língua portuguesa no município e confirmar, ou não, a suposição acerca do elo homogêneo, objetivou-se, a partir da distribuição social e espacial dos informantes, investigar as variantes lexicais convergentes e divergentes entre 15 pontos de inquérito, registrando-as em cartas linguísticas. Para tanto, respaldado nos princípios teóricos-metodológicos do Atlas Linguístico do Brasil (ALiB) e da Dialetologia Pluridimensional, este estudo conta com 55 informantes, selecionados de acordo com as variáveis i) sexo: masculino e feminino, ii) faixa-etária: GI (18 a 30 anos) e GII (50 a 65 anos) e iii) escolaridade: Ensino Fundamental, residentes em um dos 15 pontos de inquérito estabelecidos e designados conforme a relevância nos ciclos socioeconômicos da localidade. A composição do corpus é fruto das entrevistas realizadas in loco e na modalidade remota. A partir das 202 questões extraídas do Questionário Semântico-Lexical (QSL) do ALiB, bem como das 20 questões elaboradas pela autora, foi possível registrar as variantes lexicais do falar iguaçuense em seis cartas linguísticas, apresentadas nesta tese. Das 222 questões, seis são trazidas para apreciação, cinco pertencentes ao QSL do ALiB: i) “1. um rio pequeno, de uns dois metros de largura?”; ii) “18. uma chuva bem fininha?”; iii) “38. o dia que foi antes de _______?”; iv) “87. aquele bicho que dá em esterco, em pau podre?”; v) “175. Como se chama o objeto que fica nas paredes e serve para acender a lâmpada?”. E uma do questionário elaborado exclusivamente para o Estudo Semântico-Lexical de Foz do Iguaçu/PR (ESeLFI), inserida na área semântica de turismo de compras: i) “211. ...o trabalhador contratado informalmente, que recebe pela quantidade de vezes que atravessa a ponte transportando mercadorias do Paraguai? É a pessoa que ganha dinheiro colocando à disposição de outros o seu direito de atravessar, dentro da cota, com mercadorias do exterior? Os dados quantitativos estão dispostos em gráficos de acordo com os percentuais extraídos do programa SGVCLin (ROMANO, SEABRA, OLIVEIRA, 2015). Quanto à distribuição diatópica, utilizando a mesma ferramenta computacional, as variantes obtidas como respostas às questões supracitadas são apresentadas em mapas linguísticos. Com intuito de identificar as definições e as entradas das variantes em dicionários de Língua Portuguesa, elegeram-se três dicionários online, i) Aulete Digital; ii) Aurélio Digital e iii) Michaelis On-line. São expostas, ainda, discussões acerca das variantes coincidentes do Estudo Semântico-Lexical de Foz do Iguaçu/PR (ESeLFI) e do Atlas Linguístico do Paraná (ALPR), Atlas Linguístico do Brasil (ALiB), Um Estudo Geossociolinguístico da Fala do Oeste do Paraná (BUSSE, 2010) e do Atlas Linguístico Etnográfico da Região Sul (ALERS). Após a análise dos dados, e ao término desta tese, conclui-se que, mesmo em contexto multicultural e plurilíngue, em Foz do Iguaçu/PR o elo homogêneo está presente na fala dos iguaçuenses, compondo, desse modo, a essência do falar iguaçuense.
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A fim de verificar o movimento da língua portuguesa no município e confirmar, ou não, a suposição acerca do elo homogêneo, objetivou-se, a partir da distribuição social e espacial dos informantes, investigar as variantes lexicais convergentes e divergentes entre 15 pontos de inquérito, registrando-as em cartas linguísticas. Para tanto, respaldado nos princípios teóricos-metodológicos do Atlas Linguístico do Brasil (ALiB) e da Dialetologia Pluridimensional, este estudo conta com 55 informantes, selecionados de acordo com as variáveis i) sexo: masculino e feminino, ii) faixa-etária: GI (18 a 30 anos) e GII (50 a 65 anos) e iii) escolaridade: Ensino Fundamental, residentes em um dos 15 pontos de inquérito estabelecidos e designados conforme a relevância nos ciclos socioeconômicos da localidade. A composição do corpus é fruto das entrevistas realizadas in loco e na modalidade remota. A partir das 202 questões extraídas do Questionário Semântico-Lexical (QSL) do ALiB, bem como das 20 questões elaboradas pela autora, foi possível registrar as variantes lexicais do falar iguaçuense em seis cartas linguísticas, apresentadas nesta tese. Das 222 questões, seis são trazidas para apreciação, cinco pertencentes ao QSL do ALiB: i) “1. um rio pequeno, de uns dois metros de largura?”; ii) “18. uma chuva bem fininha?”; iii) “38. o dia que foi antes de _______?”; iv) “87. aquele bicho que dá em esterco, em pau podre?”; v) “175. Como se chama o objeto que fica nas paredes e serve para acender a lâmpada?”. E uma do questionário elaborado exclusivamente para o Estudo Semântico-Lexical de Foz do Iguaçu/PR (ESeLFI), inserida na área semântica de turismo de compras: i) “211. ...o trabalhador contratado informalmente, que recebe pela quantidade de vezes que atravessa a ponte transportando mercadorias do Paraguai? É a pessoa que ganha dinheiro colocando à disposição de outros o seu direito de atravessar, dentro da cota, com mercadorias do exterior? Os dados quantitativos estão dispostos em gráficos de acordo com os percentuais extraídos do programa SGVCLin (ROMANO, SEABRA, OLIVEIRA, 2015). Quanto à distribuição diatópica, utilizando a mesma ferramenta computacional, as variantes obtidas como respostas às questões supracitadas são apresentadas em mapas linguísticos. Com intuito de identificar as definições e as entradas das variantes em dicionários de Língua Portuguesa, elegeram-se três dicionários online, i) Aulete Digital; ii) Aurélio Digital e iii) Michaelis On-line. São expostas, ainda, discussões acerca das variantes coincidentes do Estudo Semântico-Lexical de Foz do Iguaçu/PR (ESeLFI) e do Atlas Linguístico do Paraná (ALPR), Atlas Linguístico do Brasil (ALiB), Um Estudo Geossociolinguístico da Fala do Oeste do Paraná (BUSSE, 2010) e do Atlas Linguístico Etnográfico da Região Sul (ALERS). Após a análise dos dados, e ao término desta tese, conclui-se que, mesmo em contexto multicultural e plurilíngue, em Foz do Iguaçu/PR o elo homogêneo está presente na fala dos iguaçuenses, compondo, desse modo, a essência do falar iguaçuense.Los contextos multicultural y pluriétnico hacen de Foz Iguaçu/PR una ciudad muy particular, con rasgos heterogéneos, pero, al mismo tiempo, el encuentro de estos pueblos propicia la interacción entre historias, culturas y creencias, que poco a poco se convierte en la unión de las múltiples caras de la localidad. En esa perspectiva, este trabajo plantea la hipótesis de que, aunque Foz do Iguaçu/PR se asiente en contextos pluriétnicos y multiculturales, es posible registrar rasgos comunes al habla de todos los iguazuenses. Para investigar el movimiento de la lengua portuguesa en el municipio y confirmar, o no, el supuesto sobre el vínculo homogéneo. El objetivo fue, a partir de la distribución social y espacial de los informantes, investigar las variantes léxicas convergentes y divergentes entre 15 localidades de encuesta, registrándolos en fichas lingüísticas. Por lo tanto, con base en los principios teórico metodológicos del Atlas Lingüístico de Brasil (ALiB) y de la Dialectología Pluridimensional, se eligió 55 informantes, de acuerdo con las variables i) género: masculino y femenino, ii) grupo de edad: GI (18 a 30 años) y GII (50 a 65 años) y iii) escolaridad: Primaria, con domicilio en alguno de los 15 puntos de encuesta establecidos y designados según la relevancia en los ciclos socioeconómicos de la localidad. El corpus es el resultado de encuestas realizadas in loco y remota. A partir de las 202 preguntas extraídas del Cuestionario Semántico-Léxico (QSL) de ALiB, así como de las 20 preguntas creadas por la autora, fue posible registrar las variantes léxicas del habla en mapas lingüísticos, presentados en esta tesis. De las 222 preguntas, se ponen a consideración seis, cinco pertenecientes al QSL de ALiB: i) “1. ¿un pequeño río, de unos dos metros de ancho?”; ii) “18. ¿una lluvia muy fina?”; iii) “38. el día que fue antes de _______?”; iv) “87. ¿ese animal que crece sobre estiércol, sobre madera podrida?”; v) “175. ¿Cómo se llama el objeto que se queda en las paredes y sirve para encender la lámpara?”. Y uno de los cuestionarios desarrollados exclusivamente para el Atlas Semántico-Lexical de Foz do Iguaçu/PR (ESeLFI), insertado en el área semántica del turismo de compras: i) “211. ...el trabajador contratado informalmente, a quien se le paga por la cantidad de veces que cruza el puente transportando mercancías desde Paraguay? ¿Es la persona que gana dinero poniendo a disposición de otros su derecho a cruzar, dentro de la cuota, con mercancías del exterior? Los datos cuantitativos están ordenados en gráficos según los porcentajes extraídos del programa SGVCLin (ROMANO, SEABRA, OLIVEIRA, 2015). Utilizando la misma herramienta computacional, las variantes obtenidas como respuesta a las preguntas antes mencionadas se presentan en mapas lingüísticos. Para identificar las definiciones y entradas de las variantes en los diccionarios de Lengua Portuguesa, se eligieron tres diccionarios en línea, i) Aulete Digital; ii) Aurélio Digital y iii) Michaelis On-line. También se exponen discusiones sobre las variantes coincidentes del Estudo Semântico-Lexical de Foz do Iguaçu/PR (ESeLFI) y el Atlas Linguístico do Paraná (ALPR), Atlas Linguístico do Brasil (ALiB), Um Estudo Geossociolinguístico da Fala do Oeste do Paraná (BUSSE, 2010) y el Atlas Linguístico Etnográfico da Região Sul (ALERS). Después del análisis de los datos, y al final de 2 esta tesis, se concluye que, aún en un contexto multicultural y plurilingüe, existe en Foz do Iguaçu/PR el vínculo homogéneo y está presente en el habla de los iguasuenzes.porLingüística, Letras e Artes - LingüísticaLingüística, Letras e Artes - LingüísticaEstudio semántico-lexicalFoz de Iguaçu/PrMulticulturalDialectología pluridimensionalPortuguese language - Dialects - Foz do Iguaçu (PR)Paraná - LanguagesPortuguese language - SemanticsDialectologyLexicologyEstudo semântico-lexicalFoz do Iguaçu/PrMulticulturalDialetologia pluridimensionalLíngua portuguesa - Dialetos - Foz do IguaçuParaná - LínguasLíngua portuguesa - SemânticaDialetologiaLexicologiaEstudo semântico-lexical de Foz do Iguaçu/PR - (ESeLFI)Atlas Semántico-Léxico de Foz do Iguaçu – (ESeLFI)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisCLCH - Departamento de Letras Vernáculas e ClássicasPrograma de Pós-Graduação em Estudos da LinguagemUniversidade Estadual de Londrina - UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccessDoutoradoCentro de Letras e Ciências HumanasORIGINALLA_ELI_Dr_2022_Galli_Michelli_C.pdfLA_ELI_Dr_2022_Galli_Michelli_C.pdfTexto completo. id 190036application/pdf10055557https://repositorio.uel.br/bitstreams/a9d08771-1ce4-4176-a830-c2a51f5e9dda/download61ac1a5182836d52fa5abde7004961bcMD51LA_ELI_Dr_2022_Galli_Michelli_C_TERMO.pdfLA_ELI_Dr_2022_Galli_Michelli_C_TERMO.pdfTermo de autorizaçãoapplication/pdf93062https://repositorio.uel.br/bitstreams/8e56e3a2-3e25-42d8-b781-ff8fcf14ec1b/downloadaaffcf1cd34399055ed504aa0aec7db3MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8555https://repositorio.uel.br/bitstreams/a68a189d-a650-48ae-9b6a-1bcc795ca107/downloadb0875caec81dd1122312ab77c11250f1MD53TEXTLA_ELI_Dr_2022_Galli_Michelli_C.pdf.txtLA_ELI_Dr_2022_Galli_Michelli_C.pdf.txtExtracted texttext/plain508575https://repositorio.uel.br/bitstreams/28c84d27-7284-4818-a4f3-3e77e80fc5b7/download4a1ad58c4ef6932bdf2cc6f9337fbb69MD54LA_ELI_Dr_2022_Galli_Michelli_C_TERMO.pdf.txtLA_ELI_Dr_2022_Galli_Michelli_C_TERMO.pdf.txtExtracted texttext/plain2062https://repositorio.uel.br/bitstreams/0d946f3e-9a1d-4e4f-8ff3-fd94eb91f264/download3af96e20a1297a71f9c777e56c039c6dMD56THUMBNAILLA_ELI_Dr_2022_Galli_Michelli_C.pdf.jpgLA_ELI_Dr_2022_Galli_Michelli_C.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3361https://repositorio.uel.br/bitstreams/4159d05f-f373-4cc2-8ae7-339b22dce4bd/download912a7925d5f617663aa17b1630dc0648MD55LA_ELI_Dr_2022_Galli_Michelli_C_TERMO.pdf.jpgLA_ELI_Dr_2022_Galli_Michelli_C_TERMO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg4719https://repositorio.uel.br/bitstreams/26d8e215-ce5f-49e4-8453-6337f51c272a/downloadc3c5e4156c6c3ce3899d2eb922c3291fMD57123456789/183962024-11-06 03:06:02.117open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/18396https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-11-06T06:06:02Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)falseQXV0b3Jpem8gYSBkaXZ1bGdhw6fDo28gbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIGRhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBkZSBMb25kcmluYSAocmVwb3NpdG9yaW8udWVsLmJyKSwgZSBwZXJtaXRvIGEgcmVwcm9kdcOnw6NvIHRvdGFsIHBvciBtZWlvIGVsZXRyw7RuaWNvLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGEgT2JyYSwgYSBwYXJ0aXIgZGEgZGF0YSBpbmRpY2FkYSBubyBhcnF1aXZvIChiaXRzdHJlYW0pLCBvdSBhdMOpIHF1ZSBtYW5pZmVzdGHDp8OjbyBlbSBzZW50aWRvIGNvbnRyw6FyaW8gZGUgbWluaGEgcGFydGUgZGV0ZXJtaW5lIGEgY2Vzc2HDp8OjbyBkZXN0YSBhdXRvcml6YcOnw6NvLiBEZWNsYXJvLCB0YW1iw6ltLCBxdWUgbWUgcmVzcG9uc2FiaWxpem8gcGVsbyBjb250ZcO6ZG8gZGEgb2JyYSBvYmpldG8gZGVzdGEgYXV0b3JpemHDp8Ojbywgc2VuZG8gZGUgbWluaGEgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBxdWFpc3F1ZXIgbWVkaWRhcyBqdWRpY2lhaXMgb3UgZXh0cmFqdWRpY2lhaXMgY29uY2VybmVudGVzIGFvIGNvbnRlw7pkby4K
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