Avaliação In Vivo de Fe na pele humana e de camundongos swins através da técnica de fluorescência de raios X

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2005
Autor(a) principal: Estevam, Marcelo
Orientador(a): Appoloni, Carlos Roberto
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
XRF
Fe
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/17597
Resumo: Recentes melhoramentos tecnológicos permitem que um método de XRF in vivo forneça sensibilidade para diagnósticos ou monitorando em aplicações biomédicas. Em casos de desordens sanguíneas hereditárias como a ß -Thalassaemia ou uma desordem genética como a Haemochromatosis, há uma alta concentração de elementos como Fe, Zn e Cu na pele e órgãos internos, devido ao tratamento dessas anormalidades ou devido à própria deficiência orgânica causada pela doença. Os níveis de Fe relacionados com os pacientes portadores da ß -Thalassaemia são determinados, no momento, medindo-se uma proteína da corrente sanguínea, chamada ferritina. O monitoramento da proteína é ineficaz em várias situações, como quando o paciente sofre qualquer alteração no seu quadro clínico. Atualmente, as principais formas de medir os níveis desses metais é através da biópsia do fígado, que é invasiva e potencialmente perigosa, apresentando uma taxa de mortalidade de 0,1 %, e por suscetibilidade magnética que emprega um supercondutor quântico, esta é altamente cara e há apenas três principais centros médicos no mundo que dispõe desse equipamento. Este trabalho investiga o uso de um detector SiPin-diodo e uma fonte de 238Pu (13 e 17 keV; 13 %; 95,2 mCi; 86 anos) para a medida de níveis de Fe na pele compatível com os níveis associados à doença ß -Thalassaemia. Foram analisados espectros de XRF usando um grupo de programas do AXIL - WinQXAS elaborados e disseminados pela IAEA. O coeficiente de determinação do modelo de calibração (curva de sensibilidade) foi de 0,97. Medidas em simulados de pele que contém concentrações de Fe de 15 a 150 partes por milhões (ppm), indicam que se pode medir Fe em níveis da ordem de 13 ppm, usando-se períodos de medida de 50 segundos e dose na superfície da pele de menos de 10 mSv. A literatura informa níveis de Fe na pele de 15,0 a 60,0 ppm em pessoas normais e de 70 a 150 ppm em pacientes portadores da ß -Thalassaemia. Não há registro na literatura sobre níveis de Fe na pele de portadores de Trypanosoma cruzi. Assim, a metodologia empregada permite a medida in vivo, na pele, da concentração de Fe nos níveis desejados.
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Os níveis de Fe relacionados com os pacientes portadores da ß -Thalassaemia são determinados, no momento, medindo-se uma proteína da corrente sanguínea, chamada ferritina. O monitoramento da proteína é ineficaz em várias situações, como quando o paciente sofre qualquer alteração no seu quadro clínico. Atualmente, as principais formas de medir os níveis desses metais é através da biópsia do fígado, que é invasiva e potencialmente perigosa, apresentando uma taxa de mortalidade de 0,1 %, e por suscetibilidade magnética que emprega um supercondutor quântico, esta é altamente cara e há apenas três principais centros médicos no mundo que dispõe desse equipamento. Este trabalho investiga o uso de um detector SiPin-diodo e uma fonte de 238Pu (13 e 17 keV; 13 %; 95,2 mCi; 86 anos) para a medida de níveis de Fe na pele compatível com os níveis associados à doença ß -Thalassaemia. Foram analisados espectros de XRF usando um grupo de programas do AXIL - WinQXAS elaborados e disseminados pela IAEA. O coeficiente de determinação do modelo de calibração (curva de sensibilidade) foi de 0,97. Medidas em simulados de pele que contém concentrações de Fe de 15 a 150 partes por milhões (ppm), indicam que se pode medir Fe em níveis da ordem de 13 ppm, usando-se períodos de medida de 50 segundos e dose na superfície da pele de menos de 10 mSv. A literatura informa níveis de Fe na pele de 15,0 a 60,0 ppm em pessoas normais e de 70 a 150 ppm em pacientes portadores da ß -Thalassaemia. Não há registro na literatura sobre níveis de Fe na pele de portadores de Trypanosoma cruzi. Assim, a metodologia empregada permite a medida in vivo, na pele, da concentração de Fe nos níveis desejados.Recent technological improvements allow the method of in vivo XRF to supply useful sensibility for diagnostics or monitoring in biomedical applications. In cases of hereditary sanguine disorders as the â -Thalassaemia or a genetic disorder like Haemochromatosis, there is a high concentration of elements as Fe, Zn and Cu in the skin and internal organs, due to the treatment of those abnormalities or due to the own dysfunction caused by the disease. The levels of Fe related to the patient bearers of the â -Thalassaemia are determined, at the moment, measuring a protein in the sanguine current, called ferritin. The monitoring of the protein is ineffective in several situations, such as when the patient suffers any disturbance of health. Nowadays, the main forms of measuring the levels of those metals through hepatic storage are the biopsy of the liver, that is invasive and potentially dangerous, presenting a rate of mortality of 0,1%, and through magnetic susceptibilities that employs a quantum superconductor, which is highly expensive and there are only three main world medical centers with this equipment. This work investigates the use of a Si PIN-diode detector and a 238Pu source (13 and 17keV; 13%; 95.2mCi; 86y) for the measurement of Fe skin levels compatible with those associated to the disease â -Thalassaemia. XRF spectra were analyzed using a set of AXIL-WinQXAS programs elaborated and disseminated by the IAEA. The determination coefficient of the calibration model (sensitivity curve) was 0.97. Measurements on skin phantoms containing concentrations of Fe in the range from 15 to 150 parts per million (ppm), indicate that we are able to detect Fe at levels of the order of 13 ppm, using monitoring periods of 50 seconds and skin entrance dose less than 10 mSv. The literature reports skin Fe levels from 15.0 to 60.0 ppm in normal persons and from 70 to 150 ppm in thalassaemics patients. So, the employed methodology allows the in vivo measurement of the skin Fe concentration in wanted levels.porCiências Exatas e da Terra - FísicaXRFIn vivoSkinFeX-ray fluorescenceThalassemiaIron in the bodyXRFIn vivoPeleFeFluorescência de raio XTalassemia - Técnicas e aplicações nuclearesAnimais - ExperimentaçãoFerro no organismoAvaliação In Vivo de Fe na pele humana e de camundongos swins através da técnica de fluorescência de raios XIn vivo evaluation of Fe in the skin human and skin mice swiss through the technique of x rays fluorescenceinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisCCE - Departamento de FísicaPrograma de Pós-Graduação em FísicaUniversidade Estadual de Londrina - UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccessMestrado AcadêmicoCentro de Ciências ExatasORIGINALEstevam_Marcelo_Me_2005Estevam_Marcelo_Me_2005Texto completo. 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