Fenologia de espécies arbóreas de uma floresta estacional semidecidual do Sul do Brasil
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Resumo: As variações sazonais na precipitação, temperatura e fotoperíodo têm influência sobre a fenologia de plantas tropicais, mas a importância relativa de cada um destes fatores varia de acordo com o ecossistema estudado Neste estudo a fenologia vegetativa e reprodutiva de espécies arbóreas de uma floresta estacional semidecidual foi acompanhada durante três anos e foram analisadas as suas relações com as variáveis ambientais locais (precipitação, temperatura e fotoperíodo) As espécies foram agrupadas por síndrome de dispersão de diásporos, a fim de verificar se houve diferença no padrão de dispersão de cada grupo Também foi verificado se os padrões fenológicos encontrados são sazonais e se são similares entre anos consecutivos O estudo foi desenvolvido no Parque Estadual Mata dos Godoy, localizado no limite sul da zona tropical (23º27’ S e 51º15’ W), Estado do Paraná, Brasil O clima da região é subtropical úmido, e não apresenta uma longa estação seca, embora possam ser definidas duas estações, uma úmida e quente de outubro a março e outra mais seca e fria de abril a setembro As observações fenológicas foram realizadas mensalmente em 568 indivíduos pertencentes a 6 espécies arbóreas Foram calculados, para cada mês, a proporção de espécies em cada fenofase e o percentual de intensidade de Fournier de cada fenofase As fenofases observadas foram: brotamento, abscisão foliar, botões florais, antese, frutos imaturos e dispersão Para testar a ocorrência de sazonalidade nas fenofases foi utilizada a estatística circular, e para avaliar as relações entre as variáveis abióticas consideradas e as fenofases foi utilizado o coeficiente de correlação de Sperman (rs) O teste Kruskal-Wallis (H) foi aplicado para verificar se houve diferença na proporção de espécies em atividade fenológica para cada fenofase entre os anos A queda foliar foi maior tanto em intensidade como em proporções de espécies entre os meses de junho a outubro, especialmente em agosto, e foi seguida pelo brotamento que ocorreu principalmente entre os meses de agosto a novembro, juntamente com a maior produção de botões florais A antese se deu entre setembro e novembro para a maioria das espécies Maior proporção de espécies com frutos imaturos foi observada de novembro a fevereiro A dispersão ocorreu continuamente para a comunidade, mas as maiores proporções de espécies foram observadas entre janeiro e fevereiro para as espécies zoocóricas, e entre julho e agosto para as anemo e autocóricas, respectivamente Os testes de sazonalidade mostraram que a comunidade arbórea apresenta, em geral, padrões fenológicos pouco sazonais, diferente do observado em outras florestas semidecíduas brasileiras Tal sazonalidade, embora menos pronunciada, provavelmente ocorre em resposta às variações na precipitação, temperatura e fotoperíodo, uma vez que houve muitas correlações entre a maioria das fenofases e estas variáveis, sobretudo com o fotoperíodo e a temperatura Em geral, não houve diferença nas fenofases entre os anos de estudo Esta previsibilidade fenológica e a forte relação entre algumas fenofases e o clima médio sugerem que as variações interanuais na precipitação e temperatura são menos importantes para as espécies estudadas |
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Perina, Bianca BuckTalora, Daniela Custódiof1d8fd2d-57a2-4521-b676-d5117a8b5cdc-1Pimenta, José Antonio9c093a93-6ee0-4ff3-bb45-c75404d3beeb-13790a34b-e4cc-4838-9bd2-210952ab87904f172898-ece4-4c98-85cf-b2d946e0233fBianchini, Edmilson [Orientador]Londrina2024-05-01T13:14:08Z2024-05-01T13:14:08Z2011.0029.09.2011https://repositorio.uel.br/handle/123456789/11416Resumo: As variações sazonais na precipitação, temperatura e fotoperíodo têm influência sobre a fenologia de plantas tropicais, mas a importância relativa de cada um destes fatores varia de acordo com o ecossistema estudado Neste estudo a fenologia vegetativa e reprodutiva de espécies arbóreas de uma floresta estacional semidecidual foi acompanhada durante três anos e foram analisadas as suas relações com as variáveis ambientais locais (precipitação, temperatura e fotoperíodo) As espécies foram agrupadas por síndrome de dispersão de diásporos, a fim de verificar se houve diferença no padrão de dispersão de cada grupo Também foi verificado se os padrões fenológicos encontrados são sazonais e se são similares entre anos consecutivos O estudo foi desenvolvido no Parque Estadual Mata dos Godoy, localizado no limite sul da zona tropical (23º27’ S e 51º15’ W), Estado do Paraná, Brasil O clima da região é subtropical úmido, e não apresenta uma longa estação seca, embora possam ser definidas duas estações, uma úmida e quente de outubro a março e outra mais seca e fria de abril a setembro As observações fenológicas foram realizadas mensalmente em 568 indivíduos pertencentes a 6 espécies arbóreas Foram calculados, para cada mês, a proporção de espécies em cada fenofase e o percentual de intensidade de Fournier de cada fenofase As fenofases observadas foram: brotamento, abscisão foliar, botões florais, antese, frutos imaturos e dispersão Para testar a ocorrência de sazonalidade nas fenofases foi utilizada a estatística circular, e para avaliar as relações entre as variáveis abióticas consideradas e as fenofases foi utilizado o coeficiente de correlação de Sperman (rs) O teste Kruskal-Wallis (H) foi aplicado para verificar se houve diferença na proporção de espécies em atividade fenológica para cada fenofase entre os anos A queda foliar foi maior tanto em intensidade como em proporções de espécies entre os meses de junho a outubro, especialmente em agosto, e foi seguida pelo brotamento que ocorreu principalmente entre os meses de agosto a novembro, juntamente com a maior produção de botões florais A antese se deu entre setembro e novembro para a maioria das espécies Maior proporção de espécies com frutos imaturos foi observada de novembro a fevereiro A dispersão ocorreu continuamente para a comunidade, mas as maiores proporções de espécies foram observadas entre janeiro e fevereiro para as espécies zoocóricas, e entre julho e agosto para as anemo e autocóricas, respectivamente Os testes de sazonalidade mostraram que a comunidade arbórea apresenta, em geral, padrões fenológicos pouco sazonais, diferente do observado em outras florestas semidecíduas brasileiras Tal sazonalidade, embora menos pronunciada, provavelmente ocorre em resposta às variações na precipitação, temperatura e fotoperíodo, uma vez que houve muitas correlações entre a maioria das fenofases e estas variáveis, sobretudo com o fotoperíodo e a temperatura Em geral, não houve diferença nas fenofases entre os anos de estudo Esta previsibilidade fenológica e a forte relação entre algumas fenofases e o clima médio sugerem que as variações interanuais na precipitação e temperatura são menos importantes para as espécies estudadasDissertação (Mestrado em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Ciências BiológicasAbstract: Seasonal changes in rainfall, temperature and day length influence the tropical plant phenology, but the relative importance of each of these factors varies according to the ecosystem studied In this study, we monitored the vegetative and reproductive phenology of tree species in a seasonal semideciduous forest for three years and analyzed their relations with the local environmental variables (rainfall, temperature and day length) We separated the species according to diaspore dispersal modes, in order to verify their influence on the dispersal time We also checked if the phenological patterns founded are seasonal and if they are similar between consecutive years The study was conducted at Mata dos Godoy State Park, located at the southern edge of the tropical zone (23o27’S and 51o15’W), Paraná State, Brazil The climate is subtropical humid and does not have a long dry season However, two seasons can be defined, a rainy and hot one, from October to March, and a relatively drier and colder one, from April to September The phenological observations were performed monthly in 568 individuals belonging to 6 tree species For each month we calculated the proportion of species in each phenophase and the Fournier intensity percentual for each phenophase The phenophases observed were flushing, leaf-fall, flower buds, anthesis, immature fruits and dispersion We used the circular statistics to test the occurrence of seasonality in phenophases To evaluate the relationship between abiotic variables considered and phenophases, we used Spearman correlation coefficient (rs) We used Kruskal-Wallis test (H) to check if there was difference in the proportion of species in phenological activity for each phenophase between years The leaf fall occurred with higher proportions of species and intensity between the months of June and October, especially in August, and was followed by flushing, that occurred mainly between August to November, together with the increase in flower buds production Anthesis took place between September and November for most of the species A greater proportion of species with unripe fruits was observed from November to February Dispersion occurred continuously to the community level, but highest proportions of species was observed mainly between January and February for zoochoric species, and between July and August for anemochoric and autochoric species, respectively Seasonality tests showed that the tree community presents, generally, phenological patterns somewhat seasonal, different from that observed in other Brazilian semideciduous forests Such seasonality, although less pronounced, probably occurs in response to variations in rainfall, temperature and day length, as there were many significant correlations between most phenophases and these variables, especially with day length and temperature In general, there was no difference in the phenophases between the years of study This phenological predictability and the strong relationship some phenophases and average climate suggests that the interannual variations in rainfall and temperature are less important for the studied speciesporFenologiaFlorestas tropicaisFenologia vegetalVegetação e climaPlant ecologyPhenologyPlant phenologyRain forestsVegetation and climateFenologia de espécies arbóreas de uma floresta estacional semidecidual do Sul do Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMestradoCiências BiológicasCentro de Ciências BiológicasPrograma de Pós-graduação em Ciências Biológicas-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess129214vtls000179555SIMvtls000179555http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00017955564.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0001795553046.pdf123456789/2202 - 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Resumo: As variações sazonais na precipitação, temperatura e fotoperíodo têm influência sobre a fenologia de plantas tropicais, mas a importância relativa de cada um destes fatores varia de acordo com o ecossistema estudado Neste estudo a fenologia vegetativa e reprodutiva de espécies arbóreas de uma floresta estacional semidecidual foi acompanhada durante três anos e foram analisadas as suas relações com as variáveis ambientais locais (precipitação, temperatura e fotoperíodo) As espécies foram agrupadas por síndrome de dispersão de diásporos, a fim de verificar se houve diferença no padrão de dispersão de cada grupo Também foi verificado se os padrões fenológicos encontrados são sazonais e se são similares entre anos consecutivos O estudo foi desenvolvido no Parque Estadual Mata dos Godoy, localizado no limite sul da zona tropical (23º27’ S e 51º15’ W), Estado do Paraná, Brasil O clima da região é subtropical úmido, e não apresenta uma longa estação seca, embora possam ser definidas duas estações, uma úmida e quente de outubro a março e outra mais seca e fria de abril a setembro As observações fenológicas foram realizadas mensalmente em 568 indivíduos pertencentes a 6 espécies arbóreas Foram calculados, para cada mês, a proporção de espécies em cada fenofase e o percentual de intensidade de Fournier de cada fenofase As fenofases observadas foram: brotamento, abscisão foliar, botões florais, antese, frutos imaturos e dispersão Para testar a ocorrência de sazonalidade nas fenofases foi utilizada a estatística circular, e para avaliar as relações entre as variáveis abióticas consideradas e as fenofases foi utilizado o coeficiente de correlação de Sperman (rs) O teste Kruskal-Wallis (H) foi aplicado para verificar se houve diferença na proporção de espécies em atividade fenológica para cada fenofase entre os anos A queda foliar foi maior tanto em intensidade como em proporções de espécies entre os meses de junho a outubro, especialmente em agosto, e foi seguida pelo brotamento que ocorreu principalmente entre os meses de agosto a novembro, juntamente com a maior produção de botões florais A antese se deu entre setembro e novembro para a maioria das espécies Maior proporção de espécies com frutos imaturos foi observada de novembro a fevereiro A dispersão ocorreu continuamente para a comunidade, mas as maiores proporções de espécies foram observadas entre janeiro e fevereiro para as espécies zoocóricas, e entre julho e agosto para as anemo e autocóricas, respectivamente Os testes de sazonalidade mostraram que a comunidade arbórea apresenta, em geral, padrões fenológicos pouco sazonais, diferente do observado em outras florestas semidecíduas brasileiras Tal sazonalidade, embora menos pronunciada, provavelmente ocorre em resposta às variações na precipitação, temperatura e fotoperíodo, uma vez que houve muitas correlações entre a maioria das fenofases e estas variáveis, sobretudo com o fotoperíodo e a temperatura Em geral, não houve diferença nas fenofases entre os anos de estudo Esta previsibilidade fenológica e a forte relação entre algumas fenofases e o clima médio sugerem que as variações interanuais na precipitação e temperatura são menos importantes para as espécies estudadas |
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