O “novo flâneur ” na trilogia de António Carlos Cortez
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | A literatura contemporânea trata das especificidades de seu tempo, retratando sujeitos comuns com problemas e questionamentos que fazem parte do contexto sócio-histórico atual. Tais características da literatura contemporânea podem ser vistas nos poemas de António Carlos Cortez, poeta e crítico literário português. O escritor, por meio da sua trilogia poética, Animais Feridos, Corvos Cobras Chacais e Jaguar, construiu um universo carregado de subjetividade ao retratar um eu lírico com uma perspectiva intimista, um sujeito em crise que questiona constantemente o seu lugar no mundo. Esse estudo analisou os poemas do referido poeta pela perspectiva do flâneur de Charles Baudelaire. No entanto, buscamos ressaltar os afastamentos para confirmar uma nova configuração do flâneur construído por Cortez no decorrer das três obras. Dessa maneira, esta pesquisa propôs-se a realizar um estudo comparativo dos poemas, com o intuito de investigar como é realizada a construção e o desenvolvimento do eu lírico ao longo de toda a trilogia, resultando na constituição de uma nova flânerie, voltada para introspecção do flâneur, e culminando numa estratégia discursiva mais figurativa, através da persona “Jaguar”, elemento este originado a partir da fragmentação da identidade e do descentramento do sujeito lírico da obra homônima, pautados pelas modificações do mundo moderno, o qual afeta tal sujeito em suas singularidades. Para a análise dos poemas, abordaremos Charles Baudelaire e Walter Benjamin, visando compreender o conceito de flâneur e a sua nova relação com a cidade. Para compreender o desenvolvimento novo flâneur por meio da experiência partilhada, partiremos dos estudos de Rosa Maria Martelo e das ideias de descentramento do sujeito e identidade, tal como estas são apresentadas, respectivamente, por Stuart Hall, Fredric Jameson e Zygmunt Bauman. Em nosso entender, tais ideias caracterizam as interfaces sociais do novo flâneur, ou seja, são traços que afirmam a adaptação e a evolução de uma nova configuração do flâneur, conforme podemos constatar na poesia de Cortez, por meio das personas Jaguar e Humatan, o que nos leva ao flâneur híbrido. |
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Esse estudo analisou os poemas do referido poeta pela perspectiva do flâneur de Charles Baudelaire. No entanto, buscamos ressaltar os afastamentos para confirmar uma nova configuração do flâneur construído por Cortez no decorrer das três obras. Dessa maneira, esta pesquisa propôs-se a realizar um estudo comparativo dos poemas, com o intuito de investigar como é realizada a construção e o desenvolvimento do eu lírico ao longo de toda a trilogia, resultando na constituição de uma nova flânerie, voltada para introspecção do flâneur, e culminando numa estratégia discursiva mais figurativa, através da persona “Jaguar”, elemento este originado a partir da fragmentação da identidade e do descentramento do sujeito lírico da obra homônima, pautados pelas modificações do mundo moderno, o qual afeta tal sujeito em suas singularidades. Para a análise dos poemas, abordaremos Charles Baudelaire e Walter Benjamin, visando compreender o conceito de flâneur e a sua nova relação com a cidade. Para compreender o desenvolvimento novo flâneur por meio da experiência partilhada, partiremos dos estudos de Rosa Maria Martelo e das ideias de descentramento do sujeito e identidade, tal como estas são apresentadas, respectivamente, por Stuart Hall, Fredric Jameson e Zygmunt Bauman. Em nosso entender, tais ideias caracterizam as interfaces sociais do novo flâneur, ou seja, são traços que afirmam a adaptação e a evolução de uma nova configuração do flâneur, conforme podemos constatar na poesia de Cortez, por meio das personas Jaguar e Humatan, o que nos leva ao flâneur híbrido.Contemporary literature deals with the specificities of its time, portraying ordinary people with problems and questions that are part of the current socio-historical context. These characteristics of contemporary literature can be seen in the poems of António Carlos Cortez, a Portuguese poet and literary critic. Through his poetic trilogy, Wounded Animals, Crows Snakes Jackals and Jaguar, the writer has constructed a universe full of subjectivity by portraying a lyrical self with an intimate perspective, a subject in crisis who constantly questions his place in the world. This study analyzed the poet's poems from the perspective of Charles Baudelaire's flâneur; however, we sought to highlight the differences in order to confirm a new configuration of the flâneur constructed by Cortez over the course of his three works. In this way, this research set out to analyze a comparative study of the poems, with the aim of investigating how the construction and development of the lyrical self is carried out throughout the trilogy, resulting in the constitution of a new flânerie, focused on the introspection of the flâneur, culminating ina more figurative discursive strategy through the jaguar persona, an element that stems from the fragmentation of identity and the decentering of the lyrical subject, both of which are guided by the changes of the modern world, which affects the subject in its singularities. To analyze the poems, we will look at Charles Baudelaire and Walter Benjamin to understand the concept of the flâneur and his new relationship with the city. To understand the development of the new flâneur, we will use the shared experience of Rosa Maria Martelo and the ideas of the decentering of the subject and identity, as presented respectively by Stuart Hall, Fredric Jameson and Zygmunt Bauman. In our view, these ideas characterize the social interfaces of the new flâneur, and we look to them for the traits that affirm the adaptation and evolution of a new configuration of the flâneur in Cortez's poetry through the imagery and symbolism of the jaguar and Humatan personas: the hybrid flâneur.porLingüística, Letras e Artes - LetrasLingüística, Letras e Artes - LetrasFlâneurIdentityDe-centering of the subjectHybrid flâneurFlâneurIdentidadeDescentramento do sujeitoFlâneur híbridoO “novo flâneur ” na trilogia de António Carlos Cortezinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisCLCH - Departamento de Letras Vernáculas e ClássicasPrograma de Pós-Graduação em LetrasUniversidade Estadual de Londrina - UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccessMestrado AcadêmicoCentro de Letras e Ciências HumanasORIGINALLA_LET_Me_2024_Reis_Ana_C.pdfLA_LET_Me_2024_Reis_Ana_C.pdfTexto completo. 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