Formalidade x informalidade na língua Kaingang: reflexões a respeito da variação diamésica na T. I. Apucaraninha
| Ano de defesa: | 2022 |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.uel.br/handle/123456789/17479 |
Resumo: | Este trabalho tem como objetivo registrar e analisar a variedade conservadora e a mais atual da Língua Kanhgág falada na Terra Indígena (TI) Apucaraninha, localizada no município de Tamarana-PR. Para realizá-lo foi necessário discorrer sobre os tipos de variações, com base em Weinreich, Labov e Herzog (1968) e Labov (1972), que foram a base teórica adotada. O foco da pesquisa foi especificamente a variação diamésica, que tem o seu estudo voltado para as comparações entre a escrita e a oralidade e por contemplar o que, em nossa hipótese, delimita bem a língua formal (mais voltada para a escrita e para a fala conservadora dos mais velhos) e a língua informal (mais voltada à oralidade, especialmente dos mais jovens). A metodologia usada privilegiou a cultura kanhgág, para quem as decisões são feitas no coletivo; assim entrevistamos professores das escolas da TI Apucaraninha para saber deles o que consideram a língua formal, cotejando suas respostas com as manifestações informais retiradas de conversas de WhatsApp, Messenger, bem como de postagens feitas via rede social Facebook, além das transcrições de conversas gravadas durante a pesquisa de campo. Com esse corpus, temos condições de entender o momento histórico em que a Língua Kanhgág se encontra, apresentando elementos para colaborar com a elaboração de uma gramática pedagógica da língua, necessária para o uso escolar. |
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Felisbino, Damaris KaninsãnhAmaral, Wagner Roberto doe083a8d9-180c-476e-acd4-27e801c80914-1Cabral, Ana Suelly de Arruda Câmara2ca3b8c6-80c8-408f-a7fe-69968c46b66b-1003014e5-304e-4a45-86ac-b956f14f15382182b5af-b3aa-47e5-9e19-ec6d977f29e1Silveira, MarceloLondrina73 p.2024-09-10T11:59:46Z2024-09-10T11:59:46Z2022-10-07https://repositorio.uel.br/handle/123456789/17479Este trabalho tem como objetivo registrar e analisar a variedade conservadora e a mais atual da Língua Kanhgág falada na Terra Indígena (TI) Apucaraninha, localizada no município de Tamarana-PR. Para realizá-lo foi necessário discorrer sobre os tipos de variações, com base em Weinreich, Labov e Herzog (1968) e Labov (1972), que foram a base teórica adotada. O foco da pesquisa foi especificamente a variação diamésica, que tem o seu estudo voltado para as comparações entre a escrita e a oralidade e por contemplar o que, em nossa hipótese, delimita bem a língua formal (mais voltada para a escrita e para a fala conservadora dos mais velhos) e a língua informal (mais voltada à oralidade, especialmente dos mais jovens). A metodologia usada privilegiou a cultura kanhgág, para quem as decisões são feitas no coletivo; assim entrevistamos professores das escolas da TI Apucaraninha para saber deles o que consideram a língua formal, cotejando suas respostas com as manifestações informais retiradas de conversas de WhatsApp, Messenger, bem como de postagens feitas via rede social Facebook, além das transcrições de conversas gravadas durante a pesquisa de campo. Com esse corpus, temos condições de entender o momento histórico em que a Língua Kanhgág se encontra, apresentando elementos para colaborar com a elaboração de uma gramática pedagógica da língua, necessária para o uso escolar.This work aims to record and analyze the standard and non-standard variety of the kanhgág language spoken in Apucaraninha Indigenous Land (I. L.), located in the municipality of Tamarana-PR. To do so, it was necessary to discuss the types of variations, based on Weinreich, Labov and Herzog (1968) and Labov (1972), which were the theoretical basis adopted. The focus of the research was specifically the diamesic variation, focused on the comparisons between writing and orality, as it contemplates what, in our hypothesis, delimits the formal language (more focused on writing and the conservative speech of the elders) and the informal language (more focused on orality, especially among the younger ones). The methodology used favored the kanhgág culture, for whom decisions are made collectively; thus, we interviewed teachers from Apucaraninha I. L. schools to find out what they consider the formal language, comparing their answers with informal manifestations taken from WhatsApp, Messenger conversations, as well as posts made via the social network Facebook, in addition to the transcripts of recorded conversations during field research. With this corpus, we can understand the historical moment in which the kanhgág language is, presenting elements to collaborate with the elaboration of a pedagogical grammar of the language, necessary for school use.porLingüística, Letras e Artes - LingüísticaKanhgág languageKaingang languageSociolinguisticsDiamesic variationFormalityInformalityLíngua KanhgágLíngua KaingangSociolinguísticaVariação diamésicaFormalidadeInformalidadeFormalidade x informalidade na língua Kaingang: reflexões a respeito da variação diamésica na T. I. Apucaraninhainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisCLCH - Departamento de Letras Vernáculas e ClássicasPrograma de Pós-Graduação em Estudos da LinguagemUniversidade Estadual de Londrina - UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccessMestrado AcadêmicoCentro de Letras e Ciências HumanasORIGINALLA_ELI_Me_2022_Felisbino_Damaris_K.pdfLA_ELI_Me_2022_Felisbino_Damaris_K.pdfTexto completo. 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