Regeneração da vegetação nativa após colheita florestal de Eucalyptus saligna Sm. na região centro-oeste do Paraná, Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Medri, Paulo Souza
Orientador(a): Bianchini, Edmilson [Orientador]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/12828
Resumo: Resumo: A intensa substituição de vegetação natural por áreas antropizadas gera uma paisagem fragmentada que pode resultar na alteração da dinâmica ambiental Nesse processo, a extinção de algumas espécies da flora e da fauna silvestre pode passar a ser uma realidade Frente a este fato, tem se cobrado uma reestruturação do uso e ocupação das áreas indevidamente tomadas Nessa reorganização do espaço, áreas de preservação permanente e reserva legal devem ser restauradas de forma a promover a reocupação com florestas naturais Todavia, no atual contexto de intensa fragmentação florestal e perda de biodiversidade, a regeneração dos ambientes degradados por meio da sucessão secundária natural pode ser dificultada, ou até mesmo impossibilitada, devido à distância de fontes de propágulos das áreas a serem recolonizadas Neste contexto, reflorestamentos podem ser usados para acelerar e/ou possibilitar a restauração e o restabelecimento da biodiversidade em ambientes degradados, pois atraem animais dispersores e oferecem as condições microclimáticas necessárias para o desenvolvimento de espécies vegetais de estágios sucessionais mais avançados No entanto, em locais ou situações em que fatores socioeconômicos impedem as atividades de restauração, a escolha das espécies plantadas em um reflorestamento pode ser feita com uma abordagem comercial Diversos autores demonstram que a colonização do sub-bosque destas florestas comerciais resulta em uma quantidade de espécies nativas consideráveis Assim, surge a preocupação sobre o que acontece com a vegetação regenerante do sub-bosque de reflorestamentos com Eucalyptus spp após colheita florestal O estudo foi realizado em 28 e 29 em áreas de reflorestamentos de Eucalyptus grandis W Hill ex Maiden, em áreas em regeneração (anteriormente ocupada por Eucalyptus saligna Sm) e em áreas de floresta nativa localizados no município de Telêmaco Borba, Paraná Foram registradas no total 178 espécies pertencentes a 87 gêneros e 48 famílias A floresta nativa foi a área que apresentou maior índice de diversidade, seguida pelo reflorestamento de E grandis e, então, pela regeneração Observou-se maior similaridade de espécies entre a floresta nativa e o reflorestamento Assim, sugere-se que a regeneração encontra-se em estágios mais iniciais de sucessão do que o reflorestamento Provavelmente, os impactos causados pela colheita florestal sejam responsáveis pela presente situação do tratamento regeneração
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Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Ciências BiológicasAbstract: The intense replacement of natural vegetation in disturbed areas creates a fragmented landscape that could result in a change of environmental dynamics In that case, the extinction of some species of flora and fauna can become a reality Facing this fact, has been charged a restructuring of the use and occupation of improperly taken areas In this reorganization of space, areas of permanent preservation and legal reserve have to be restored in order to promote reoccupation with natural forests However in the current context of intense forest fragmentation and loss of biodiversity regeneration the degraded environments through natural secondary succession can be difficult or even impossible due to distance from sources of propagules of the areas to be recolonized In this context, reforestation can be used to accelerate and / or enable the restoration and restoring biodiversity in degraded environments, because they attract animal dispersers and offer microclimate conditions necessary for the development of plant species of more advanced successional stages However, in places or situations in which socioeconomic factors impede restoration activities, the choice of species planted in a reforestation can be done with a commercial approach Several authors show that colonization of the understory of these commercial forests results in a considerable amount of native species Thus arises the concern about what happens to the regenerating vegetation of the understory of reforestation with Eucalyptus spp after forest harvesting The study took place in 28 and 29 in areas of reforestation of Eucalyptus grandis W Hill ex Maiden, in regenerating areas (previously occupied by Eucalyptus saligna Sm) and areas of native forest located in the town of Telêmaco Borba, Paraná Were recorded a total of 178 species belonging to 87 genera and 48 families The native forest was the area that showed the highest diversity index, followed by the reforestation of E grandis and then by the regeneration There was greater species similarity between the native forest and the reforestation Thus, it is suggested that regeneration found in earlier stages of succession than reforestation Probably, the impacts of forest harvesting are responsible for this regeneration treatment situationporVegetaçãoRegeneração (Biologia)ReflorestamentoFlorestasRestauraçãoVegetationRegeneration (Biology)Restoration of forestsRegeneração da vegetação nativa após colheita florestal de Eucalyptus saligna Sm. na região centro-oeste do Paraná, Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMestradoCiências BiológicasCentro de Ciências BiológicasPrograma de Pós-graduação em Ciências Biológicas-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess148130vtls000163999SIMvtls000163999http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00016399964.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0001639991825.pdf123456789/2202 - 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