Avaliação do envolvimento da variante 677c>t (rs1801133) do gene mthfr na suscetibilidade e gravidade da doença arterial obstrutiva periférica e sua associação com os níveis séricos de homocisteína em uma população brasileira
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Resumo: Introdução: A doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) consiste na redução do suprimento sanguíneo para os órgãos e tecidos dos membros inferiores A aterosclerose é responsável pela fisiopatologia da maioria dos casos de DAOP e a hiperhomocisteinemia (HHcy) é um fator de risco, podendo, esta, estar associada à variante 667C>T (rs181133) do gene MTHFR que codifica a enzima 5,1 metilenotetrahidrofolato redutase (MTHFR) Objetivo: Avaliar o envolvimento da variante 677C>T (rs181133) do gene MTHFR na suscetibilidade e gravidade da DAOP, bem como sua associação com os níveis séricos de homocisteína (Hcy) em uma população brasileira Sujeitos e Métodos: Estudo caso-controle com 157 pacientes diagnosticados com DAOP atendidos no Ambulatório de Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular do Hospital Universitário de Londrina (HU), Paraná, Brasil, e 113 indivíduos saudáveis não aparentados (sem DAOP) atendidos no Hemocentro Regional de Londrina, de ambos os sexos, com idade entre 18 e 7 anos O diagnóstico de DAOP foi confirmado pelo índice tornozelo-braço (ITB) inferior a ,9 A gravidade clínica dos pacientes com DAOP foi avaliada de acordo com a classificação de Fontaine e as categorias anatomorradiológicas pelo Inter-Society Consensus for the Management of Peripheral Arterial Disease (TASC) A genotipagem da variante 677C>T do MTHFR foi realizada pela reação em cadeia da polimerase em tempo real e os níveis de Hcy, vitamina B12 e folato foram determinados por ensaio quimioluminescência em micropartículas Resultados: Os pacientes com DAOP apresentaram maiores níveis de Hcy do que os controles (p<,2) No entanto, os níveis de Hcy não diferiram de acordo com a classificação de Fontaine (p=,257) e de TASC (p=,678) A frequência alélica e genotípica da variante 677C>T do MTHFR não diferiu entre os pacientes com DAOP e controles nos diferentes modelos genéticos avaliados Não houve diferença na gravidade clínica (p=,716 e p=,548) e na extensão anatomorradiológica da doença (p=,61 e p=,544), de acordo com os genótipos avaliados nos modelos dominante e recessivo, respectivamente No entanto, pacientes com DAOP portadores dos genótipos CT+TT (modelo dominante) apresentaram níveis aumentados de Hcy comparados com pacientes portadores do genótipo CC (p=,8), independentemente de fatores confundidores como sexo, etnia, idade, índice de massa corpórea (IMC), níveis de folato e vitamina B12 e dislipidemia Esse dado foi corroborado pelo achado em pacientes com o genótipo TT (modelo recessivo) que também apresentaram níveis superiores de Hcy quando comparados aos genótipos CC+CT, independentemente das mesmas variáveis confundidoras avaliadas Conclusões: A presença do alelo T da variante 677C>T do MTHFR foi associada à HHCy nos pacientes com DAOP, e não no grupo controle Além disso, essa variante genética não foi associada aos diferentes estágios clínicos e anatomorradiológicos da DAOP Nossos dados sugerem uma possível interação entre o alelo T da variante 677C>T do MTHFR e outros fatores genéticos, epigenéticos ou ainda ambientais associados à DAOP na modulação do metabolismo da Hcy nesses pacientes |
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Silvestre, Guilherme da SilvaOliveira, Sayonara Rangel deb2980d67-1ff1-4784-b57c-8ac3d1a36be2-1Amarante, Marla Karinef68a08d6-6626-480c-a1a1-15b21e3f0a26-1Reiche, Edna Maria Vissoci [Coorientadora]985bd51d-dc78-4f09-85b9-1f656e5681b8-196560f35-0179-4dcf-bfe8-cddcfeaf6deb408ec55c-c6a1-4f2d-a5aa-ae3eeb7aef45Simão, Andréa Name Colado [Orientador]Londrina2024-05-01T12:41:43Z2024-05-01T12:41:43Z2021.0004.08.2021https://repositorio.uel.br/handle/123456789/10349Resumo: Introdução: A doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) consiste na redução do suprimento sanguíneo para os órgãos e tecidos dos membros inferiores A aterosclerose é responsável pela fisiopatologia da maioria dos casos de DAOP e a hiperhomocisteinemia (HHcy) é um fator de risco, podendo, esta, estar associada à variante 667C>T (rs181133) do gene MTHFR que codifica a enzima 5,1 metilenotetrahidrofolato redutase (MTHFR) Objetivo: Avaliar o envolvimento da variante 677C>T (rs181133) do gene MTHFR na suscetibilidade e gravidade da DAOP, bem como sua associação com os níveis séricos de homocisteína (Hcy) em uma população brasileira Sujeitos e Métodos: Estudo caso-controle com 157 pacientes diagnosticados com DAOP atendidos no Ambulatório de Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular do Hospital Universitário de Londrina (HU), Paraná, Brasil, e 113 indivíduos saudáveis não aparentados (sem DAOP) atendidos no Hemocentro Regional de Londrina, de ambos os sexos, com idade entre 18 e 7 anos O diagnóstico de DAOP foi confirmado pelo índice tornozelo-braço (ITB) inferior a ,9 A gravidade clínica dos pacientes com DAOP foi avaliada de acordo com a classificação de Fontaine e as categorias anatomorradiológicas pelo Inter-Society Consensus for the Management of Peripheral Arterial Disease (TASC) A genotipagem da variante 677C>T do MTHFR foi realizada pela reação em cadeia da polimerase em tempo real e os níveis de Hcy, vitamina B12 e folato foram determinados por ensaio quimioluminescência em micropartículas Resultados: Os pacientes com DAOP apresentaram maiores níveis de Hcy do que os controles (p<,2) No entanto, os níveis de Hcy não diferiram de acordo com a classificação de Fontaine (p=,257) e de TASC (p=,678) A frequência alélica e genotípica da variante 677C>T do MTHFR não diferiu entre os pacientes com DAOP e controles nos diferentes modelos genéticos avaliados Não houve diferença na gravidade clínica (p=,716 e p=,548) e na extensão anatomorradiológica da doença (p=,61 e p=,544), de acordo com os genótipos avaliados nos modelos dominante e recessivo, respectivamente No entanto, pacientes com DAOP portadores dos genótipos CT+TT (modelo dominante) apresentaram níveis aumentados de Hcy comparados com pacientes portadores do genótipo CC (p=,8), independentemente de fatores confundidores como sexo, etnia, idade, índice de massa corpórea (IMC), níveis de folato e vitamina B12 e dislipidemia Esse dado foi corroborado pelo achado em pacientes com o genótipo TT (modelo recessivo) que também apresentaram níveis superiores de Hcy quando comparados aos genótipos CC+CT, independentemente das mesmas variáveis confundidoras avaliadas Conclusões: A presença do alelo T da variante 677C>T do MTHFR foi associada à HHCy nos pacientes com DAOP, e não no grupo controle Além disso, essa variante genética não foi associada aos diferentes estágios clínicos e anatomorradiológicos da DAOP Nossos dados sugerem uma possível interação entre o alelo T da variante 677C>T do MTHFR e outros fatores genéticos, epigenéticos ou ainda ambientais associados à DAOP na modulação do metabolismo da Hcy nesses pacientesDissertação (Mestrado em Fisiopatologia Clínica e Laboratorial) - Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Fisiopatologia Clínica e LaboratorialAbstract: Introduction: Chronic peripheral arterial occlusive disease (PAOD) is a reduction in blood supply to the organs and tissues of the lower limbs Atherosclerosis is responsible for the pathophysiology of most of the PAOD cases Hiperhomocysteinemia (HHcy) is a non-classical risk factor for PAOD and may be associated with the 677C>T (rs181133) variant of the MTHFR gene that encodes 5,1 methylenetetrahydrofolate reductase (MTHFR) Objective: To evaluate the involvement of the 667C>T (rs181133) variant of MTHFR in the susceptibility and severity of PAOD, as well as its association with serum levels of homocysteine (Hcy) in the Brazilian population Subjects and Methods: Case-control study with 157 patients diagnosed with PAOD enrolled at Outpatient Clinic of Angioradiology and Endovascular Surgery at the University Hospital of Londrina (HU), Brazil, and 113 healthy unrelated individuals (without PAOD) attended at the Londrina Regional Blood Center, of both sexes, aged between 18 and 7 years old Diagnosed of PAOD was confirm with ankle-brachial index (ABI) lower than ,9 The clinical severity was evaluated by Fontaine’s classification and the anatomoradiological stages were assessed according to the Inter-Society Consensus for the Management of Peripheral Arterial Disease (TASC) classification Genotyping of the MTHFR 677C>T variant was performed by real-time polymerase chain reaction and the levels of Hcy, vitamin B12 and folate were determined by microparticle chemiluminescence assay Results: PAOD patients had higher levels of Hcy than controls (p<2) However, in PAOD group, the Hcy did not differ according to Fontaine (p=257) and TASC (p=678) classifications The allelic and genotypic frequency of the 677C>T variant of MTHFR did not differ between PAOD and control group in the different genetic models There was no difference in disease severity (p=716 and p=548) and in the anatomoradiological stages (p=61 and p=544), according to genotypes in the dominant and recessive models respectively However, patients with PAOD carrying the CT + TT genotypes (dominant model) showed higher Hcy levels than those carrying the CC genotype (p=8), regardless confounding factors, such as sex, age, ethnicity, body mass index (BMI), folate and vitamin B12 levels This result was corroborated by the finding that patients with the TT genotype (dominant model) also showed higher levels of Hcy than those with CC+CT genotypes, in despite of the same confounding variables Conclusions: In conclusion, T allele of 677C>T MTHFR variant was associated with HHcy in PAOD patients, but not in controls In addition, this variant was not associated with the clinical stage and the anatomoradiological categories of PAOD Our data suggested a possible interaction between MTHFR 677C>T variant and a presence of other genetic, epigenetic and environment factors associated with PAOD on modulation of metabolism of HcyporDoença vascular periféricaDoença arterial obstrutiva periférica (DAOP)Cirurgia vascularPeripheral arterial disease (DAOP)Vascular surgeryPeripheral vascular diseaseAvaliação do envolvimento da variante 677c>t (rs1801133) do gene mthfr na suscetibilidade e gravidade da doença arterial obstrutiva periférica e sua associação com os níveis séricos de homocisteína em uma população brasileirainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMestradoFisiopatologia Clínica e LaboratorialCentro de Ciências da SaúdePrograma de Pós-Graduação em Fisiopatologia Clínica e Laboratorial-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess10501vtls000235607SIMvtls000235607http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00023560764.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0002356078585.pdf123456789/8802 - Mestrado - Fisiopatologia Clínica e LaboratorialORIGINAL8585.pdfapplication/pdf1801724https://repositorio.uel.br/bitstreams/1e984016-f3f3-4a16-8e58-e536c01115be/downloadc18027681083676bb89972ff71230b24MD51LICENCElicence.txttext/plain263https://repositorio.uel.br/bitstreams/16bfd44f-85ed-494c-a8d6-e3e677e34dc4/download753f376dfdbc064b559839be95ac5523MD52TEXT8585.pdf.txt8585.pdf.txtExtracted texttext/plain131145https://repositorio.uel.br/bitstreams/ffbfeb6c-62c1-4084-99cb-b196438dd884/download0d5dfde5cb7fbacadd5bbcfadfefd031MD53THUMBNAIL8585.pdf.jpg8585.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg4372https://repositorio.uel.br/bitstreams/9c168e26-6bfd-404d-9dff-3d828500e656/download2916e3224de26f65107a4ba948f05161MD54123456789/103492024-07-12 01:20:19.039open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/10349https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-07-12T04:20:19Repositório Institucional da UEL - 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Avaliação do envolvimento da variante 677c>t (rs1801133) do gene mthfr na suscetibilidade e gravidade da doença arterial obstrutiva periférica e sua associação com os níveis séricos de homocisteína em uma população brasileira Silvestre, Guilherme da Silva Doença vascular periférica Doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) Cirurgia vascular Peripheral arterial disease (DAOP) Vascular surgery Peripheral vascular disease |
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Resumo: Introdução: A doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) consiste na redução do suprimento sanguíneo para os órgãos e tecidos dos membros inferiores A aterosclerose é responsável pela fisiopatologia da maioria dos casos de DAOP e a hiperhomocisteinemia (HHcy) é um fator de risco, podendo, esta, estar associada à variante 667C>T (rs181133) do gene MTHFR que codifica a enzima 5,1 metilenotetrahidrofolato redutase (MTHFR) Objetivo: Avaliar o envolvimento da variante 677C>T (rs181133) do gene MTHFR na suscetibilidade e gravidade da DAOP, bem como sua associação com os níveis séricos de homocisteína (Hcy) em uma população brasileira Sujeitos e Métodos: Estudo caso-controle com 157 pacientes diagnosticados com DAOP atendidos no Ambulatório de Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular do Hospital Universitário de Londrina (HU), Paraná, Brasil, e 113 indivíduos saudáveis não aparentados (sem DAOP) atendidos no Hemocentro Regional de Londrina, de ambos os sexos, com idade entre 18 e 7 anos O diagnóstico de DAOP foi confirmado pelo índice tornozelo-braço (ITB) inferior a ,9 A gravidade clínica dos pacientes com DAOP foi avaliada de acordo com a classificação de Fontaine e as categorias anatomorradiológicas pelo Inter-Society Consensus for the Management of Peripheral Arterial Disease (TASC) A genotipagem da variante 677C>T do MTHFR foi realizada pela reação em cadeia da polimerase em tempo real e os níveis de Hcy, vitamina B12 e folato foram determinados por ensaio quimioluminescência em micropartículas Resultados: Os pacientes com DAOP apresentaram maiores níveis de Hcy do que os controles (p<,2) No entanto, os níveis de Hcy não diferiram de acordo com a classificação de Fontaine (p=,257) e de TASC (p=,678) A frequência alélica e genotípica da variante 677C>T do MTHFR não diferiu entre os pacientes com DAOP e controles nos diferentes modelos genéticos avaliados Não houve diferença na gravidade clínica (p=,716 e p=,548) e na extensão anatomorradiológica da doença (p=,61 e p=,544), de acordo com os genótipos avaliados nos modelos dominante e recessivo, respectivamente No entanto, pacientes com DAOP portadores dos genótipos CT+TT (modelo dominante) apresentaram níveis aumentados de Hcy comparados com pacientes portadores do genótipo CC (p=,8), independentemente de fatores confundidores como sexo, etnia, idade, índice de massa corpórea (IMC), níveis de folato e vitamina B12 e dislipidemia Esse dado foi corroborado pelo achado em pacientes com o genótipo TT (modelo recessivo) que também apresentaram níveis superiores de Hcy quando comparados aos genótipos CC+CT, independentemente das mesmas variáveis confundidoras avaliadas Conclusões: A presença do alelo T da variante 677C>T do MTHFR foi associada à HHCy nos pacientes com DAOP, e não no grupo controle Além disso, essa variante genética não foi associada aos diferentes estágios clínicos e anatomorradiológicos da DAOP Nossos dados sugerem uma possível interação entre o alelo T da variante 677C>T do MTHFR e outros fatores genéticos, epigenéticos ou ainda ambientais associados à DAOP na modulação do metabolismo da Hcy nesses pacientes |
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