Níveis séricos de homocisteína e sua relação com o estresse oxidativo em pacientes com acidente vascular encefálico

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Cossentini, Luana Aparecida
Orientador(a): Simão, Andréa Name Colado
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/17540
Resumo: O acidente vascular encefálico (AVE) é uma das principais causas de 8 morbimortalidade em muitos paísese devido à suas sequelas apresenta 9 importantes implicações socioeconômicas. O AVE possui duas formas 10 principais de apresentação: o AVE isquêmico, o mais frequente, e o AVE 11 hemorrágico, o mais grave. No momento desses eventos o suprimento de 12 oxigênio e nutrientes diminui ou cessa por completo, causando danos ao tecido 13 cerebral caracterizado por morte celular rápida na microrregião. A reperfusão, 14 onde ocorre a retomada do fluxo sanguíneo, pode sobrecarregar a respiração 15 mitocondrial, levando a um pico na produção de espécies reativas de oxigênio 16 (ERO) pelas mitocôndrias causando cada vez mais danos. Estudo prévio com 17 pacientes com AVE isquêmico verificou a existência de valores de 18 homocisteína plasmáticos mais altos do que o relatado no grupo controle, o 19 que sugere a associação entre níveis de homocisteína plasmáticos e a 20 ocorrência de AVE. A homocisteína é um produto intermediário na biossíntese 21 normal dos aminoácidos metionina e cisteína. Está bem estabelecido que a 22 homocisteína plasmática elevada seja um fator de risco vascular. Objetivo: 23 Verificar os níveis de homocisteína sérica e do estresse oxidativo em pacientes 24 acometidos com AVE, atendidos no Hospital Universitário de Londrina – PR e 25 desenvolver uma revisão bibliográfica a cerca do assunto. Materiais e 26 Métodos: 170 pacientes com AVE e 220 controles saudáveis da mesma área 27 geográfica foram recrutados no Hospital Universitário de Londrina da 28 Universidade Estadual de Londrina. Inicialmente, foram comparados os níveis 29 de homocisteína dos pacientes com AVE e dos controles. A seguir, os 30 pacientes com AVE foram divididos em dois grupos de 85 pacientes 31 semhiperhomocisteínemia (<13,59µmol/L) e com (= 13,59µmol/L) 32 hiperhomocisteínemia. Os dados demográficos e os biomarcadores 33 inflamatórios foram analisados nos dois gruposdepacientes com AVE sem e 34 com hiperhomocisteínemia. Os pacientes foram classificados segundo a escala 1 de Rankin, q a qual determina o estado físico do paciente. Para a revisão foram 2 selecionados artigos de 1996 a 2019, disponíveis na base de dados Pubmed e 3 LILACS, optou-se pela busca por termos livres, sem o uso de vocabulário 4 controlado (descritores). Resultados: Os pacientes com AVE apresentaram 5 altos níveis de homocisteinemia quando comparados com o grupo controle 6 (p<0,001) ajustado para as variáveis sexo, etnia e idade. Em análise posterior, 7 quando os grupos foram divididos de acordo com os níveis de homocisteína, 8 houve diferenças significativas em relação ao sexo (p <0,001), escala 9 modificada de Rankin no início do estudo (p<0,034) e glicose (p <0,020). Em 10 análise dos marcadores de estresse oxidativo verificou-se tendência à 11 diminuição nos níveis de NOx (p <0,071) eum significativo aumento no TRAP 12 (p <0,003) no grupo de pacientes com hiperhomocisteinemia. Após a 13 realização das análises de regressão logística binomial verificou-se que glicose 14 (0,017) e TRAP (p <0,019) foram independentemente associados à hiper-15 homocisteinemia em pacientes com AVE. Conclusão: Pacientes com AVE 16 apresentam altas taxas de homocisteína sérica. TRAP e 17 glicemiaestãoassociados à hiper-homocisteinemia. Com o artigo de revisão 18 concluímos que existe uma grande quantidade de referências sobre o estudo 19 do AVE, entretanto são escassos quando o assunto é a relação entre AVE, 20 estresse oxidativo e homocisteína, tornando de grande importância a pesquisa 21 e publicações que ampliem essa discussão.
id UEL_8532358bb07dc14ea7dc89385abbe504
oai_identifier_str oai:repositorio.uel.br:123456789/17540
network_acronym_str UEL
network_name_str Repositório Institucional da UEL
repository_id_str
spelling Cossentini, Luana AparecidaBregano, José Wander5772f155-668a-44ea-946a-4e99497dd7dd-1Lozovoy, Marcell Alysson Batisti150d6570-f0db-4f44-8947-5960b8c81920-1Mari, Naiara Lourenço8227468e-e7f3-42ca-8618-b33cf99920ea-1Costa, Neide Tomimura31a64d95-435b-4726-ba46-66a5f705a228-1Dichi, Isaías770d469e-835e-484c-8010-8172e12a1ebc-11bd32149-3bfc-416f-8423-075dd01e0ea4408ec55c-c6a1-4f2d-a5aa-ae3eeb7aef45Simão, Andréa Name ColadoLondrina72 p.2024-09-12T13:59:01Z2024-09-12T13:59:01Z2019-08-07https://repositorio.uel.br/handle/123456789/17540O acidente vascular encefálico (AVE) é uma das principais causas de 8 morbimortalidade em muitos paísese devido à suas sequelas apresenta 9 importantes implicações socioeconômicas. O AVE possui duas formas 10 principais de apresentação: o AVE isquêmico, o mais frequente, e o AVE 11 hemorrágico, o mais grave. No momento desses eventos o suprimento de 12 oxigênio e nutrientes diminui ou cessa por completo, causando danos ao tecido 13 cerebral caracterizado por morte celular rápida na microrregião. A reperfusão, 14 onde ocorre a retomada do fluxo sanguíneo, pode sobrecarregar a respiração 15 mitocondrial, levando a um pico na produção de espécies reativas de oxigênio 16 (ERO) pelas mitocôndrias causando cada vez mais danos. Estudo prévio com 17 pacientes com AVE isquêmico verificou a existência de valores de 18 homocisteína plasmáticos mais altos do que o relatado no grupo controle, o 19 que sugere a associação entre níveis de homocisteína plasmáticos e a 20 ocorrência de AVE. A homocisteína é um produto intermediário na biossíntese 21 normal dos aminoácidos metionina e cisteína. Está bem estabelecido que a 22 homocisteína plasmática elevada seja um fator de risco vascular. Objetivo: 23 Verificar os níveis de homocisteína sérica e do estresse oxidativo em pacientes 24 acometidos com AVE, atendidos no Hospital Universitário de Londrina – PR e 25 desenvolver uma revisão bibliográfica a cerca do assunto. Materiais e 26 Métodos: 170 pacientes com AVE e 220 controles saudáveis da mesma área 27 geográfica foram recrutados no Hospital Universitário de Londrina da 28 Universidade Estadual de Londrina. Inicialmente, foram comparados os níveis 29 de homocisteína dos pacientes com AVE e dos controles. A seguir, os 30 pacientes com AVE foram divididos em dois grupos de 85 pacientes 31 semhiperhomocisteínemia (<13,59µmol/L) e com (= 13,59µmol/L) 32 hiperhomocisteínemia. Os dados demográficos e os biomarcadores 33 inflamatórios foram analisados nos dois gruposdepacientes com AVE sem e 34 com hiperhomocisteínemia. Os pacientes foram classificados segundo a escala 1 de Rankin, q a qual determina o estado físico do paciente. Para a revisão foram 2 selecionados artigos de 1996 a 2019, disponíveis na base de dados Pubmed e 3 LILACS, optou-se pela busca por termos livres, sem o uso de vocabulário 4 controlado (descritores). Resultados: Os pacientes com AVE apresentaram 5 altos níveis de homocisteinemia quando comparados com o grupo controle 6 (p<0,001) ajustado para as variáveis sexo, etnia e idade. Em análise posterior, 7 quando os grupos foram divididos de acordo com os níveis de homocisteína, 8 houve diferenças significativas em relação ao sexo (p <0,001), escala 9 modificada de Rankin no início do estudo (p<0,034) e glicose (p <0,020). Em 10 análise dos marcadores de estresse oxidativo verificou-se tendência à 11 diminuição nos níveis de NOx (p <0,071) eum significativo aumento no TRAP 12 (p <0,003) no grupo de pacientes com hiperhomocisteinemia. Após a 13 realização das análises de regressão logística binomial verificou-se que glicose 14 (0,017) e TRAP (p <0,019) foram independentemente associados à hiper-15 homocisteinemia em pacientes com AVE. Conclusão: Pacientes com AVE 16 apresentam altas taxas de homocisteína sérica. TRAP e 17 glicemiaestãoassociados à hiper-homocisteinemia. Com o artigo de revisão 18 concluímos que existe uma grande quantidade de referências sobre o estudo 19 do AVE, entretanto são escassos quando o assunto é a relação entre AVE, 20 estresse oxidativo e homocisteína, tornando de grande importância a pesquisa 21 e publicações que ampliem essa discussão.Stroke is one of the main causes of morbidity and mortality in many countries 8 and due to its sequelae has important socioeconomic implications. The AVE 9 has two main forms of presentation: the ischemic stroke, the most frequent, and 10 the hemorrhagic stroke, the most severe. At the time of these events the supply 11 of oxygen and nutrients decreases or ceases altogether, causing damage to 12 brain tissue characterized by rapid cell death in the microregion. Reperfusion, 13 where the resumption of blood flow occurs, can overwhelm mitochondrial 14 respiration, leading to a peak in the production of reactive oxygen species 15 (ROS) by mitochondria causing more and more damage. A previous study with 16 patients with ischemic stroke found higher plasma homocysteine values than 17 those reported in the control group, suggesting the association between plasma 18 homocysteine levels and the occurrence of stroke. Homocysteine is an 19 intermediate product in the normal biosynthesis of the amino acids methionine 20 and cysteine. It is well established that high plasma homocysteine is a vascular 21 risk factor. Objective: To verify the levels of serum homocysteine and oxidative 22 stress in stroke patients attended at the University Hospital of Londrina - PR 23 and develop a bibliographic review about the subject. Materials and Methods: 24 170 patients with stroke and 220 healthy controls from the same geographical 25 area were recruited at the University Hospital of Londrina, State University of 26 Londrina. Initially, the homocysteine levels of stroke patients and controls were 27 compared. Afterwards, patients with stroke were divided into two groups of 85 28 patients without hyperhomocysteinemia (<13.59 µmol/L) and 29 hyperhomocysteinemia (= 13.59 µmol/L). Demographic data and inflammatory 30 biomarkers were analyzed in both groups of stroke patients with and without 31 hyperhomocysteinemia. Patients were classified according to the Rankin scale, 32 q which determines the patient's physical state. For the review, articles from 33 1999 to 2019, available in the Pubmed database, were selected from the 34 descriptors "stroke", "homocysteine", "stroke review", "oxidative stress" and 1 their variations. Results: Patients with stroke had high levels of 2 homocysteinemia when compared to the control group (p <0.001) adjusted for 3 gender, ethnicity and age. In the subsequent analysis, when the groups were 4 divided according to homocysteine levels, there were significant differences in 5 relation to gender (p <0.001), modified rankin scale at baseline (p <0.034), and 6 glucose (p <0.020). In the analysis of oxidative stress markers, there was a 7 tendency to decrease in NOx levels (p <0.071) and a significant increase in 8 TRAP (p <0.003) in the group of patients with hyperhomocysteinemia. After the 9 binomial logistic regression analysis, it was verified that glucose (0.017) and 10 TRAP (p <0.019) were independently associated with hyperhomocysteinemia in 11 patients with stroke. Conclusion: Patients with stroke present high serum 12 homocysteine levels. TRAP and glycemia are associated with 13 hyperhomocysteinemia. With the review article, we conclude that there are a 14 great number of references about the study of the AVE, however they are 15 scarce when it comes to the relationship between stroke, oxidative stress and 16 homocysteine, making research and publications that expand this discussion of 17 great import.porCiências Biológicas - Biologia GeralStrokeHomocysteineOxidative StressAcidente Vascular EncefálicoHomocisteínaEstresse OxidativoNíveis séricos de homocisteína e sua relação com o estresse oxidativo em pacientes com acidente vascular encefálicoSerum levels of homocysteine and its relation 1 with oxidative stress in patients with strokeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisCCB - Departamento de Biologia GeralPrograma de Pós-Graduação em Patologia ExperimentalUniversidade Estadual de Londrina - UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccessMestrado AcadêmicoCentro de Ciências BiológicasORIGINALCB_PAT_Dr_2019_Cossentini_Luana_ACB_PAT_Dr_2019_Cossentini_Luana_ATexto completo. Id. 189012application/pdf1161342https://repositorio.uel.br/bitstreams/74e888b5-7e85-4b0f-8a31-4483c404c49d/downloadc2c29f644227591547c218095e7089ebMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8555https://repositorio.uel.br/bitstreams/cc248a0b-0230-483d-ab61-4552857374b5/downloadb0875caec81dd1122312ab77c11250f1MD52TEXTCB_PAT_Dr_2019_Cossentini_Luana_A.txtCB_PAT_Dr_2019_Cossentini_Luana_A.txtExtracted texttext/plain128896https://repositorio.uel.br/bitstreams/898c15b1-dd99-4e64-8973-011c211ae4b4/downloadfa8c9d5464b902d49d80a4665f0bd180MD53THUMBNAILCB_PAT_Dr_2019_Cossentini_Luana_A.jpgCB_PAT_Dr_2019_Cossentini_Luana_A.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3817https://repositorio.uel.br/bitstreams/317dd9fe-bc81-4fb1-9f1a-13a2cc3765d6/download493a2a429b68b2011235d736a6b36265MD54123456789/175402024-09-13 03:08:17.275open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/17540https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-09-13T06:08:17Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)falseQXV0b3Jpem8gYSBkaXZ1bGdhw6fDo28gbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIGRhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBkZSBMb25kcmluYSAocmVwb3NpdG9yaW8udWVsLmJyKSwgZSBwZXJtaXRvIGEgcmVwcm9kdcOnw6NvIHRvdGFsIHBvciBtZWlvIGVsZXRyw7RuaWNvLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGEgT2JyYSwgYSBwYXJ0aXIgZGEgZGF0YSBpbmRpY2FkYSBubyBhcnF1aXZvIChiaXRzdHJlYW0pLCBvdSBhdMOpIHF1ZSBtYW5pZmVzdGHDp8OjbyBlbSBzZW50aWRvIGNvbnRyw6FyaW8gZGUgbWluaGEgcGFydGUgZGV0ZXJtaW5lIGEgY2Vzc2HDp8OjbyBkZXN0YSBhdXRvcml6YcOnw6NvLiBEZWNsYXJvLCB0YW1iw6ltLCBxdWUgbWUgcmVzcG9uc2FiaWxpem8gcGVsbyBjb250ZcO6ZG8gZGEgb2JyYSBvYmpldG8gZGVzdGEgYXV0b3JpemHDp8Ojbywgc2VuZG8gZGUgbWluaGEgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBxdWFpc3F1ZXIgbWVkaWRhcyBqdWRpY2lhaXMgb3UgZXh0cmFqdWRpY2lhaXMgY29uY2VybmVudGVzIGFvIGNvbnRlw7pkby4K
dc.title.none.fl_str_mv Níveis séricos de homocisteína e sua relação com o estresse oxidativo em pacientes com acidente vascular encefálico
dc.title.alternative.none.fl_str_mv Serum levels of homocysteine and its relation 1 with oxidative stress in patients with stroke
title Níveis séricos de homocisteína e sua relação com o estresse oxidativo em pacientes com acidente vascular encefálico
spellingShingle Níveis séricos de homocisteína e sua relação com o estresse oxidativo em pacientes com acidente vascular encefálico
Cossentini, Luana Aparecida
Acidente Vascular Encefálico
Homocisteína
Estresse Oxidativo
Ciências Biológicas - Biologia Geral
Stroke
Homocysteine
Oxidative Stress
title_short Níveis séricos de homocisteína e sua relação com o estresse oxidativo em pacientes com acidente vascular encefálico
title_full Níveis séricos de homocisteína e sua relação com o estresse oxidativo em pacientes com acidente vascular encefálico
title_fullStr Níveis séricos de homocisteína e sua relação com o estresse oxidativo em pacientes com acidente vascular encefálico
title_full_unstemmed Níveis séricos de homocisteína e sua relação com o estresse oxidativo em pacientes com acidente vascular encefálico
title_sort Níveis séricos de homocisteína e sua relação com o estresse oxidativo em pacientes com acidente vascular encefálico
author Cossentini, Luana Aparecida
author_facet Cossentini, Luana Aparecida
author_role author
dc.contributor.banca.none.fl_str_mv Bregano, José Wander
Lozovoy, Marcell Alysson Batisti
Mari, Naiara Lourenço
Costa, Neide Tomimura
dc.contributor.coadvisor.none.fl_str_mv Dichi, Isaías
dc.contributor.author.fl_str_mv Cossentini, Luana Aparecida
dc.contributor.authorID.fl_str_mv 1bd32149-3bfc-416f-8423-075dd01e0ea4
dc.contributor.advisor1ID.fl_str_mv 408ec55c-c6a1-4f2d-a5aa-ae3eeb7aef45
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Simão, Andréa Name Colado
contributor_str_mv Simão, Andréa Name Colado
dc.subject.por.fl_str_mv Acidente Vascular Encefálico
Homocisteína
Estresse Oxidativo
topic Acidente Vascular Encefálico
Homocisteína
Estresse Oxidativo
Ciências Biológicas - Biologia Geral
Stroke
Homocysteine
Oxidative Stress
dc.subject.capes.none.fl_str_mv Ciências Biológicas - Biologia Geral
dc.subject.keywords.none.fl_str_mv Stroke
Homocysteine
Oxidative Stress
description O acidente vascular encefálico (AVE) é uma das principais causas de 8 morbimortalidade em muitos paísese devido à suas sequelas apresenta 9 importantes implicações socioeconômicas. O AVE possui duas formas 10 principais de apresentação: o AVE isquêmico, o mais frequente, e o AVE 11 hemorrágico, o mais grave. No momento desses eventos o suprimento de 12 oxigênio e nutrientes diminui ou cessa por completo, causando danos ao tecido 13 cerebral caracterizado por morte celular rápida na microrregião. A reperfusão, 14 onde ocorre a retomada do fluxo sanguíneo, pode sobrecarregar a respiração 15 mitocondrial, levando a um pico na produção de espécies reativas de oxigênio 16 (ERO) pelas mitocôndrias causando cada vez mais danos. Estudo prévio com 17 pacientes com AVE isquêmico verificou a existência de valores de 18 homocisteína plasmáticos mais altos do que o relatado no grupo controle, o 19 que sugere a associação entre níveis de homocisteína plasmáticos e a 20 ocorrência de AVE. A homocisteína é um produto intermediário na biossíntese 21 normal dos aminoácidos metionina e cisteína. Está bem estabelecido que a 22 homocisteína plasmática elevada seja um fator de risco vascular. Objetivo: 23 Verificar os níveis de homocisteína sérica e do estresse oxidativo em pacientes 24 acometidos com AVE, atendidos no Hospital Universitário de Londrina – PR e 25 desenvolver uma revisão bibliográfica a cerca do assunto. Materiais e 26 Métodos: 170 pacientes com AVE e 220 controles saudáveis da mesma área 27 geográfica foram recrutados no Hospital Universitário de Londrina da 28 Universidade Estadual de Londrina. Inicialmente, foram comparados os níveis 29 de homocisteína dos pacientes com AVE e dos controles. A seguir, os 30 pacientes com AVE foram divididos em dois grupos de 85 pacientes 31 semhiperhomocisteínemia (<13,59µmol/L) e com (= 13,59µmol/L) 32 hiperhomocisteínemia. Os dados demográficos e os biomarcadores 33 inflamatórios foram analisados nos dois gruposdepacientes com AVE sem e 34 com hiperhomocisteínemia. Os pacientes foram classificados segundo a escala 1 de Rankin, q a qual determina o estado físico do paciente. Para a revisão foram 2 selecionados artigos de 1996 a 2019, disponíveis na base de dados Pubmed e 3 LILACS, optou-se pela busca por termos livres, sem o uso de vocabulário 4 controlado (descritores). Resultados: Os pacientes com AVE apresentaram 5 altos níveis de homocisteinemia quando comparados com o grupo controle 6 (p<0,001) ajustado para as variáveis sexo, etnia e idade. Em análise posterior, 7 quando os grupos foram divididos de acordo com os níveis de homocisteína, 8 houve diferenças significativas em relação ao sexo (p <0,001), escala 9 modificada de Rankin no início do estudo (p<0,034) e glicose (p <0,020). Em 10 análise dos marcadores de estresse oxidativo verificou-se tendência à 11 diminuição nos níveis de NOx (p <0,071) eum significativo aumento no TRAP 12 (p <0,003) no grupo de pacientes com hiperhomocisteinemia. Após a 13 realização das análises de regressão logística binomial verificou-se que glicose 14 (0,017) e TRAP (p <0,019) foram independentemente associados à hiper-15 homocisteinemia em pacientes com AVE. Conclusão: Pacientes com AVE 16 apresentam altas taxas de homocisteína sérica. TRAP e 17 glicemiaestãoassociados à hiper-homocisteinemia. Com o artigo de revisão 18 concluímos que existe uma grande quantidade de referências sobre o estudo 19 do AVE, entretanto são escassos quando o assunto é a relação entre AVE, 20 estresse oxidativo e homocisteína, tornando de grande importância a pesquisa 21 e publicações que ampliem essa discussão.
publishDate 2019
dc.date.issued.fl_str_mv 2019-08-07
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2024-09-12T13:59:01Z
dc.date.available.fl_str_mv 2024-09-12T13:59:01Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.uel.br/handle/123456789/17540
url https://repositorio.uel.br/handle/123456789/17540
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.relation.confidence.fl_str_mv -1
-1
dc.relation.departament.none.fl_str_mv CCB - Departamento de Biologia Geral
dc.relation.ppgname.none.fl_str_mv Programa de Pós-Graduação em Patologia Experimental
dc.relation.institutionname.none.fl_str_mv Universidade Estadual de Londrina - UEL
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.coverage.spatial.none.fl_str_mv Londrina
dc.coverage.extent.none.fl_str_mv 72 p.
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UEL
instname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)
instacron:UEL
instname_str Universidade Estadual de Londrina (UEL)
instacron_str UEL
institution UEL
reponame_str Repositório Institucional da UEL
collection Repositório Institucional da UEL
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.uel.br/bitstreams/74e888b5-7e85-4b0f-8a31-4483c404c49d/download
https://repositorio.uel.br/bitstreams/cc248a0b-0230-483d-ab61-4552857374b5/download
https://repositorio.uel.br/bitstreams/898c15b1-dd99-4e64-8973-011c211ae4b4/download
https://repositorio.uel.br/bitstreams/317dd9fe-bc81-4fb1-9f1a-13a2cc3765d6/download
bitstream.checksum.fl_str_mv c2c29f644227591547c218095e7089eb
b0875caec81dd1122312ab77c11250f1
fa8c9d5464b902d49d80a4665f0bd180
493a2a429b68b2011235d736a6b36265
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)
repository.mail.fl_str_mv bcuel@uel.br||
_version_ 1865915264582811648