Staphylococcus aureus sensível a oxacilina, mecA positivo, isolados de infecção de corrente sanguínea em um hospital do sul do Brasil: análise epidemiológica, molecular e caracterização clínica dos pacientes
| Ano de defesa: | 2023 |
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Resumo: | Staphylococcus aureus possui elevada importância clínica e epidemiológica, seja pela sua capacidade de colonizar pacientes saudáveis ou de ocasionar processos infecciosos, que podem ser restritos aos tecidos superficiais ou invasivos, como é nas pneumonias, sepse e endocardite. O objetivo desse estudo foi avaliar a frequência e epidemiologia molecular de isolados Oxacillin-Sensible Methicillin Resistant S. aureus (OS-MRSA) isolados de hemocultura, bem como, avaliar os aspectos clínicos de pacientes com infecção de corrente sanguínea ocasionada por OS-MRSA. A identificação dos isolados, bem como a determinação do perfil de sensibilidade aos antimicrobianos, foi realizada por metodologia manual, de acordo com o CLSI, 2021, e automatizada utilizando os sistemas Vitek® 2 (bioMeriéux-USA), Phoenix® (Becton, Dickinson) e Microscan® (Siemens-Califórnia). A concentração inibitória mínima para vancomicina, linezolida, teicoplanina, daptomicina e oxacilina foi determinada utilizando tiras de e-test® (bioMeriéux-USA). A formação de biofilme foi avaliada por técnica de cristal violeta, e o DNA total dos isolados, extraído por protocolo enzimático, foi utilizado para pesquisa dos genes mecA, vanA, nuc, icaA, pvl e tst-1, além da análise dos Complexos Clonais (CC) e Sequence Typing (ST). Avaliamos 801 isolados de S. aureus, provenientes de infecções de corrente sanguínea, coletados de pacientes internados em um hospital do sul do Brasil entre janeiro de 2011 a dezembro de 2020. Desses, 96 isolados foram identificados como sensíveis a meticilina. Todos os isolados foram identificados, molecularmente, através da amplificação do gene nuc. Quanto ao gene mecA, 27% (26/96) dos isolados foram positivos, sendo caracterizados como OS-MRSA. O gene vanA não foi encontrado nessa pesquisa. O gene pvl foi encontrado em 92% (24/26) dos isolados e o gene tst-1 estava presente em 61% (16/26) dos isolados. Ainda, todos os isolados foram positivos para o gene icaA e, ao teste fenotípico, foram caracterizados como forte formadores de biofilme. Quanto aos elementos SCCmec, o tipo I foi o mais prevalente, presente em 46% (12/26) dos isolados, seguido pelo tipo IV 23% (6/26) e tipo II 4% (1/26). Ainda, 27% (7/26) foram caracterizados como não tipáveis. Quanto aos CC e ST, os isolados foram categorizados em 6 CC´s diferentes, sendo mai prevalente o CC5 41% (9/22) e 11 ST´s, prevalecendo o ST99 41% (9/22). Quanto ao desfecho da infecção 19/26 pacientes (73%) receberam alta hospitalar e 7/26 (27%) evoluíram para óbito. Com esse estudo foi possível observar elevada prevalência de isolados OS-MRSA, entre os S. aureus causadores infecção de corrente sanguínea, em um hospital do sul do Brasil. A identificação destes isolados é importante, pois eles podem representar dificuldades clínicas no tratamento dos pacientes, uma vez que são falsamente caracterizados como sensíveis, e podem induzindo ao de-escalonamento, errôneo, na terapia antimicrobiana com oxacilina. Os OS-MRSA se mostraram virulentos e epidemiológicamente diversos, tanto pela análise dos SCCmec, quanto dos CC´s |
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O objetivo desse estudo foi avaliar a frequência e epidemiologia molecular de isolados Oxacillin-Sensible Methicillin Resistant S. aureus (OS-MRSA) isolados de hemocultura, bem como, avaliar os aspectos clínicos de pacientes com infecção de corrente sanguínea ocasionada por OS-MRSA. A identificação dos isolados, bem como a determinação do perfil de sensibilidade aos antimicrobianos, foi realizada por metodologia manual, de acordo com o CLSI, 2021, e automatizada utilizando os sistemas Vitek® 2 (bioMeriéux-USA), Phoenix® (Becton, Dickinson) e Microscan® (Siemens-Califórnia). A concentração inibitória mínima para vancomicina, linezolida, teicoplanina, daptomicina e oxacilina foi determinada utilizando tiras de e-test® (bioMeriéux-USA). A formação de biofilme foi avaliada por técnica de cristal violeta, e o DNA total dos isolados, extraído por protocolo enzimático, foi utilizado para pesquisa dos genes mecA, vanA, nuc, icaA, pvl e tst-1, além da análise dos Complexos Clonais (CC) e Sequence Typing (ST). Avaliamos 801 isolados de S. aureus, provenientes de infecções de corrente sanguínea, coletados de pacientes internados em um hospital do sul do Brasil entre janeiro de 2011 a dezembro de 2020. Desses, 96 isolados foram identificados como sensíveis a meticilina. Todos os isolados foram identificados, molecularmente, através da amplificação do gene nuc. Quanto ao gene mecA, 27% (26/96) dos isolados foram positivos, sendo caracterizados como OS-MRSA. O gene vanA não foi encontrado nessa pesquisa. O gene pvl foi encontrado em 92% (24/26) dos isolados e o gene tst-1 estava presente em 61% (16/26) dos isolados. Ainda, todos os isolados foram positivos para o gene icaA e, ao teste fenotípico, foram caracterizados como forte formadores de biofilme. Quanto aos elementos SCCmec, o tipo I foi o mais prevalente, presente em 46% (12/26) dos isolados, seguido pelo tipo IV 23% (6/26) e tipo II 4% (1/26). Ainda, 27% (7/26) foram caracterizados como não tipáveis. Quanto aos CC e ST, os isolados foram categorizados em 6 CC´s diferentes, sendo mai prevalente o CC5 41% (9/22) e 11 ST´s, prevalecendo o ST99 41% (9/22). Quanto ao desfecho da infecção 19/26 pacientes (73%) receberam alta hospitalar e 7/26 (27%) evoluíram para óbito. Com esse estudo foi possível observar elevada prevalência de isolados OS-MRSA, entre os S. aureus causadores infecção de corrente sanguínea, em um hospital do sul do Brasil. A identificação destes isolados é importante, pois eles podem representar dificuldades clínicas no tratamento dos pacientes, uma vez que são falsamente caracterizados como sensíveis, e podem induzindo ao de-escalonamento, errôneo, na terapia antimicrobiana com oxacilina. Os OS-MRSA se mostraram virulentos e epidemiológicamente diversos, tanto pela análise dos SCCmec, quanto dos CC´sStaphylococcus aureus has high clinical and epidemiological importance, whether due to its ability to colonize healthy patients or to cause infectious processes, which can be restricted to superficial or invasive tissues, such as pneumonia, sepsis and endocarditis. The aim of this study was to evaluate the frequency and molecular epidemiology of Oxacillin-Sensible Methicillin-Resistant S. aureus (OS-MRSA) isolated from blood cultures, as well as to evaluate the clinical course of patients with bloodstream infection caused by OS-MRSA. The identification of isolates, as well as the determination of the sensitivity profile to antimicrobials, was carried out using manual methodology, according to CLSI, 2021, and automated by the Vitek® 2 (bioMeriéux-USA), Phoenix® (Becton, Dickinson) and Microscan® systems. (Siemens-California). The minimum inhibitory concentration for vancomycin, linezolid, teicoplanin, daptomycin and oxacillin was determined using e-test® strips (bioMeriéux-USA). Biofilm formation was evaluated using the crystal violet technique and the total DNA of the isolates, extracted using an enzymatic protocol, was used to research the mecA, vanA, nuc, icaA, pvl and tst-1 genes, in addition to the analysis of the Clonal Complexes (CC) and Sequence Typing (ST). 801 S. aureus isolates were evaluated, originating from bloodstream infections, collected from patients admitted to a hospital in southern Brazil between January 2011 and December 2020. Of these, 96 isolates were identified as sensitive to methicillin. All isolates were molecularly identified through amplification of the nuc gene. As for the mecA gene, 27% (26/96) of the isolates were positive, being characterized as MRSA. The vanA gene was not found in this research. The pvl gene was found in 92% (24/26) of the isolates and the tst-1 gene was present in 61% (16/26) of the isolates. Furthermore, all isolates were positive for the icaA gene and, after phenotypic tests, were characterized as strong biofilm formers. As for SCCmec elements, type I was the most prevalent, present in 46% (12/26) of the isolates, followed by type IV 23% (6/26) and type II 4% (1/26). Furthermore, 27% (7/26) were characterized as untippable. Regarding CC and ST, the isolates were categorized into 6 different CC's, the most prevalent being CC5 41% (22/09) and 11 ST's, with ST99 prevailing 41% (22/09). Regarding the outcome of the infection, 19/26 patients (73%) were discharged from hospital and 7/26 (27%) died. With this study, it was possible to observe a high prevalence of OS-MRSA isolates, among S. aureus that cause bloodstream infections, in a hospital in southern Brazil. The identification of these isolates is important, as they can represent clinical difficulties in the treatment of patients, as they are falsely characterized as sensitive, which can lead to erroneous de-escalation of the therapy with oxacillin. OS-MRSA proved to be virulent and epidemiologically diverse, both by analysis of SCCmec and CC'sporCiências da Saúde - MedicinaCiências da Saúde - MedicinaOS-MRSAStaphylococcus aureusSepsisMolecular EpidemiologyStaphylococcal infectionVirulence genesBiofilmOS-MRSAStaphylococcus aureusSepseEpidemiologia MolecularInfecção EstafilocócicGenes de virulênciaBiofilmeStaphylococcus aureus sensível a oxacilina, mecA positivo, isolados de infecção de corrente sanguínea em um hospital do sul do Brasil: análise epidemiológica, molecular e caracterização clínica dos pacientesStaphylococcus aureus sensitive to oxacillin, mecA positive, isolated from a bloodstream infection in a hospital in southern Brazil: epidemiological, molecular analysis and clinical characterization of patientsinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisCCS - Departamento de Clínica MédicaPrograma de Pós-Graduação em Fisiopatologia Clínica e LaboratorialUniversidade Estadual de Londrina - UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccessDoutoradoCentro de Ciências da SaúdeORIGINALCS_FCL_Dr_2023_Duarte_Felipe_C.pdfCS_FCL_Dr_2023_Duarte_Felipe_C.pdfTexto completo ID. 191883application/pdf2297002https://repositorio.uel.br/bitstreams/c86d18e3-c07a-44ab-a651-a5afd6c3ea9e/download6fe5665d07ea76f04cfdbbd7518b10e6MD51CS_FCL_Dr_2023_Duarte_Felipe_C_TERMO.pdfCS_FCL_Dr_2023_Duarte_Felipe_C_TERMO.pdfTermo de autorizaçãoapplication/pdf353202https://repositorio.uel.br/bitstreams/babca632-086d-4f54-9ec5-48d7ae08720c/downloadfd5fedac7fe75c89d57b8f8306d93b37MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8555https://repositorio.uel.br/bitstreams/eff89a64-3ee2-485b-9713-b4eb5ce51a2d/downloadb0875caec81dd1122312ab77c11250f1MD53TEXTCS_FCL_Dr_2023_Duarte_Felipe_C.pdf.txtCS_FCL_Dr_2023_Duarte_Felipe_C.pdf.txtExtracted texttext/plain3953https://repositorio.uel.br/bitstreams/d8bf116d-b2aa-47d0-9e50-48a5265c4141/downloadce2b21f2bff1c4327ba6b5fa080676a9MD54CS_FCL_Dr_2023_Duarte_Felipe_C_TERMO.pdf.txtCS_FCL_Dr_2023_Duarte_Felipe_C_TERMO.pdf.txtExtracted texttext/plain2053https://repositorio.uel.br/bitstreams/040537a0-f5e0-4890-8b8e-26428c8e7731/downloada684e1802e0ecaf01572ce92ffe27da4MD56THUMBNAILCS_FCL_Dr_2023_Duarte_Felipe_C.pdf.jpgCS_FCL_Dr_2023_Duarte_Felipe_C.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg4350https://repositorio.uel.br/bitstreams/1750d172-3d8a-49f6-b013-ca1c149cdd0e/download6a73bed74a5853cd1ae7db3514ce5536MD55CS_FCL_Dr_2023_Duarte_Felipe_C_TERMO.pdf.jpgCS_FCL_Dr_2023_Duarte_Felipe_C_TERMO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg4930https://repositorio.uel.br/bitstreams/a0c67ddf-a6f8-47c6-900e-aab32a41c928/download2ecc02894dc207ccdb54524c8b648de2MD57123456789/191732026-03-14 03:01:50.559open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/19173https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2026-03-14T06:01:50Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)falseQXV0b3Jpem8gYSBkaXZ1bGdhw6fDo28gbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIGRhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBkZSBMb25kcmluYSAocmVwb3NpdG9yaW8udWVsLmJyKSwgZSBwZXJtaXRvIGEgcmVwcm9kdcOnw6NvIHRvdGFsIHBvciBtZWlvIGVsZXRyw7RuaWNvLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGEgT2JyYSwgYSBwYXJ0aXIgZGEgZGF0YSBpbmRpY2FkYSBubyBhcnF1aXZvIChiaXRzdHJlYW0pLCBvdSBhdMOpIHF1ZSBtYW5pZmVzdGHDp8OjbyBlbSBzZW50aWRvIGNvbnRyw6FyaW8gZGUgbWluaGEgcGFydGUgZGV0ZXJtaW5lIGEgY2Vzc2HDp8OjbyBkZXN0YSBhdXRvcml6YcOnw6NvLiBEZWNsYXJvLCB0YW1iw6ltLCBxdWUgbWUgcmVzcG9uc2FiaWxpem8gcGVsbyBjb250ZcO6ZG8gZGEgb2JyYSBvYmpldG8gZGVzdGEgYXV0b3JpemHDp8Ojbywgc2VuZG8gZGUgbWluaGEgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBxdWFpc3F1ZXIgbWVkaWRhcyBqdWRpY2lhaXMgb3UgZXh0cmFqdWRpY2lhaXMgY29uY2VybmVudGVzIGFvIGNvbnRlw7pkby4K |
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