Envolvimento do estresse oxidativo no efeito citotóxico e citostático da L-carnitina nas células de melanoma murino B16F10
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Resumo: | Resumo: A L-carnitina (LC) é uma amina quaternária endógena que transporta ácidos graxos de cadeia longa para dentro da mitocôndria para a ß-oxidação De forma suplementar, esta molécula tem sido utilizada como antioxidante na doença de Alzheimer e na isquemia-reperfusão após AVC, em pacientes com câncer e caquexia, em atividades esportivas, na obesidade, dentre outros Seu efeito sobre células de câncer é pouco conhecido Há relatos de efeito citotóxico em células de hepatocarcinoma humano HepG2, no entanto não se sabe se esta molécula pode ser capaz de promover proliferação celular ou induzir citotoxicidade sobre outros tipos de células tumorais Por este motivo, este trabalho avaliou o efeito citotóxico da L-carnitina sobre células de melanoma murino B16F1 Este modelo foi escolhido uma vez que o melanoma é um tipo agressivo e letal de câncer Foram testadas concentrações de LC entre 1 e 2mM por 24h A partir LC 2 mM observamos uma diminuição do número de células e para LC 1 mM e 2 mM houve diminuição da viabilidade celular Houve um aumento nas células na fase S para a LC 5 mM e na fase G2 para LC 1 e 2 mM e aumento da apoptose para LC 2 mM Nas concentrações LC 1 e 2 mM observamos indução de estresse oxidativo, revelado por aumento de liperóxidos de membrana celular e dos níveis de glutationa, com redução da atividade da superóxido dismutase e da catalase O estresse oxidativo foi confirmado com o aumento da marcação nuclear de 8-hidroguanosina (LC 5 mM) e Nrf2 (LC 2 mM) O marcação imunocitoquímica também revelou aumento da marcação nuclear de p53 (LC 5 mM) Por outro lado, as mesmas as concentrações testadas de LC não foram capazes de induzir efeito citotóxico, citotostático ou gerar estresse oxidativo em células de fibroblasto murino NIH-3T3 Nossos resultados apontam que a LC é capaz induzir apoptose em células de melanoma B16F1 e que este efeito é promovido, pelo menos em parte, pela geração de estresse oxidativo |
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Silva, Isabela ChagasArmani, Alessandra Lourenço Cecchini6eab26c0-b69f-4f73-90a9-8723e3278836-1Sanches, Larissa Juliani7e1cae00-19d2-4fa1-bd04-93565c6b478c-1f38d5e63-9f7d-464e-8a14-072dd6601d81a42e5210-649b-4ed9-a9b4-0e61dccf1167Luiz, Rodrigo Cabral [Orientador]Londrina2024-05-01T11:55:38Z2024-05-01T11:55:38Z2020.0024.04.2020https://repositorio.uel.br/handle/123456789/9458Resumo: A L-carnitina (LC) é uma amina quaternária endógena que transporta ácidos graxos de cadeia longa para dentro da mitocôndria para a ß-oxidação De forma suplementar, esta molécula tem sido utilizada como antioxidante na doença de Alzheimer e na isquemia-reperfusão após AVC, em pacientes com câncer e caquexia, em atividades esportivas, na obesidade, dentre outros Seu efeito sobre células de câncer é pouco conhecido Há relatos de efeito citotóxico em células de hepatocarcinoma humano HepG2, no entanto não se sabe se esta molécula pode ser capaz de promover proliferação celular ou induzir citotoxicidade sobre outros tipos de células tumorais Por este motivo, este trabalho avaliou o efeito citotóxico da L-carnitina sobre células de melanoma murino B16F1 Este modelo foi escolhido uma vez que o melanoma é um tipo agressivo e letal de câncer Foram testadas concentrações de LC entre 1 e 2mM por 24h A partir LC 2 mM observamos uma diminuição do número de células e para LC 1 mM e 2 mM houve diminuição da viabilidade celular Houve um aumento nas células na fase S para a LC 5 mM e na fase G2 para LC 1 e 2 mM e aumento da apoptose para LC 2 mM Nas concentrações LC 1 e 2 mM observamos indução de estresse oxidativo, revelado por aumento de liperóxidos de membrana celular e dos níveis de glutationa, com redução da atividade da superóxido dismutase e da catalase O estresse oxidativo foi confirmado com o aumento da marcação nuclear de 8-hidroguanosina (LC 5 mM) e Nrf2 (LC 2 mM) O marcação imunocitoquímica também revelou aumento da marcação nuclear de p53 (LC 5 mM) Por outro lado, as mesmas as concentrações testadas de LC não foram capazes de induzir efeito citotóxico, citotostático ou gerar estresse oxidativo em células de fibroblasto murino NIH-3T3 Nossos resultados apontam que a LC é capaz induzir apoptose em células de melanoma B16F1 e que este efeito é promovido, pelo menos em parte, pela geração de estresse oxidativoDissertação (Mestrado em Patologia Experimental) - Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Patologia ExperimentalAbstract: L-carnitine (LC) is an endogenous quaternary amine that transports long-chain fatty acids into the mitochondria for ß-oxidation As a supplement, this molecule has been used as antioxidant in Alzheimer's disease and in ischemia-reperfusion after stroke, in patients with cancer and cachexia, in sport activities, in obesity, among others Its effect on cancer cells is little known There are reports of cytotoxic effect on human hepatocarcinome HepG2 cells, however it is not known whether this molecule may be able to promote cell proliferation or induce cytotoxicity on other types of tumor cells For this reason, this work evaluated the cytotoxic effect of L-carnitine on murine B16F1 melanoma cells This model was chosen since melanoma is an aggressive and lethal type of cancer LC concentrations between 1 and 2mM for 24h were tested From 2 mM LC we observed a decrease in the number of cells and for 1 mM and 2 mM LC there was a decrease in cell viability There was an increase in cells in the S phase for the 5 mM LC and in the G2 phase for the 1 and 2 mM LC and an increase in apoptosis for the 2 mM LC At LC 1 and 2 mM concentrations, we observed an induction of oxidative stress, revealed by an increase in cell membrane liperoxides and glutathione levels, with a reduction in the activity of superoxide dismutase and catalase Oxidative stress was confirmed by increased nuclear labeling of 8-hydroguanosine (LC 5 mM) and Nrf2 (LC 2 mM) The immunocytochemical staining also revealed an increase in the nuclear staining of p53 (LC 5 mM) On the other hand, the same tested concentrations of LC were not able to induce cytotoxic, cytostatic effect or generate oxidative stress in NIH-3T3 murine fibroblast cells Our results indicate that LC is able to induce apoptosis in B16F1 melanoma cells and that this effect is promoted, at least in part, by the generation of oxidative stressporMelanomaCarnitinaEstresse oxidativoApoptosePatologia experimentalMelanomaCarnitineOxidative stressApoptosisExperimental pathologyEnvolvimento do estresse oxidativo no efeito citotóxico e citostático da L-carnitina nas células de melanoma murino B16F10info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMestradoPatologia ExperimentalCentro de Ciências BiológicasPrograma de Pós-Graduação em Patologia Experimental-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess4877vtls000232968SIMvtls000232968http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00023296864.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0002329687985.pdf123456789/2702 - 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Resumo: A L-carnitina (LC) é uma amina quaternária endógena que transporta ácidos graxos de cadeia longa para dentro da mitocôndria para a ß-oxidação De forma suplementar, esta molécula tem sido utilizada como antioxidante na doença de Alzheimer e na isquemia-reperfusão após AVC, em pacientes com câncer e caquexia, em atividades esportivas, na obesidade, dentre outros Seu efeito sobre células de câncer é pouco conhecido Há relatos de efeito citotóxico em células de hepatocarcinoma humano HepG2, no entanto não se sabe se esta molécula pode ser capaz de promover proliferação celular ou induzir citotoxicidade sobre outros tipos de células tumorais Por este motivo, este trabalho avaliou o efeito citotóxico da L-carnitina sobre células de melanoma murino B16F1 Este modelo foi escolhido uma vez que o melanoma é um tipo agressivo e letal de câncer Foram testadas concentrações de LC entre 1 e 2mM por 24h A partir LC 2 mM observamos uma diminuição do número de células e para LC 1 mM e 2 mM houve diminuição da viabilidade celular Houve um aumento nas células na fase S para a LC 5 mM e na fase G2 para LC 1 e 2 mM e aumento da apoptose para LC 2 mM Nas concentrações LC 1 e 2 mM observamos indução de estresse oxidativo, revelado por aumento de liperóxidos de membrana celular e dos níveis de glutationa, com redução da atividade da superóxido dismutase e da catalase O estresse oxidativo foi confirmado com o aumento da marcação nuclear de 8-hidroguanosina (LC 5 mM) e Nrf2 (LC 2 mM) O marcação imunocitoquímica também revelou aumento da marcação nuclear de p53 (LC 5 mM) Por outro lado, as mesmas as concentrações testadas de LC não foram capazes de induzir efeito citotóxico, citotostático ou gerar estresse oxidativo em células de fibroblasto murino NIH-3T3 Nossos resultados apontam que a LC é capaz induzir apoptose em células de melanoma B16F1 e que este efeito é promovido, pelo menos em parte, pela geração de estresse oxidativo |
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