Experiência(s) na contramão da colonialidade: as performances de Flávio de Carvalho em diálogo com escritas insurgentes
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Este é um estudo sobre as performances Experiência nº2, o Teatro da Experiência e a Experiência nº3, que foram realizadas pelo artista brasileiro Flávio de Carvalho (1899-1973). Ao investigar os registros de escritas e imagens dessa tríade de trabalhos, considerando o seu contexto, os modernismos, na primeira metade do século XX, e as influências de ideias do surrealismo e da antropofagia nas propostas do artista, compreendi que, em Flávio de Carvalho, a detecção da colonialidade e a tentativa de combatê-la permeiam suas ações, proposições e enfrentamentos. Este combate também se relaciona ao trânsito entre territórios expressivos, que borra seus limites, e à transversalidade, pois perpassa os campos da arte, da filosofia, da psicologia, da história e da sociologia, fundindo a arte e a vida ao ponto de que essa possa ser observada como um grande experimento, como um amplo território de possibilidades. As Experiências são, aqui, entendidas como acontecimentos de relevância em seu caráter experimental e de exercício de crítica contra as forças coloniais. A atualidade dessa crítica está no fato de que as ações por ele propostas são como experiências de um fim não havido, uma vez que elas permanecem reverberando e o combate à colonialidade continua sendo necessário e urgente. |
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Ao investigar os registros de escritas e imagens dessa tríade de trabalhos, considerando o seu contexto, os modernismos, na primeira metade do século XX, e as influências de ideias do surrealismo e da antropofagia nas propostas do artista, compreendi que, em Flávio de Carvalho, a detecção da colonialidade e a tentativa de combatê-la permeiam suas ações, proposições e enfrentamentos. Este combate também se relaciona ao trânsito entre territórios expressivos, que borra seus limites, e à transversalidade, pois perpassa os campos da arte, da filosofia, da psicologia, da história e da sociologia, fundindo a arte e a vida ao ponto de que essa possa ser observada como um grande experimento, como um amplo território de possibilidades. As Experiências são, aqui, entendidas como acontecimentos de relevância em seu caráter experimental e de exercício de crítica contra as forças coloniais. A atualidade dessa crítica está no fato de que as ações por ele propostas são como experiências de um fim não havido, uma vez que elas permanecem reverberando e o combate à colonialidade continua sendo necessário e urgente.This is a study about the performances Experiência nº 2, the Teatro da Experiência and Experiência nº3, which were performed by the Brazilian artist Flávio de Carvalho (1899-1973). When investigating the records of writings and images of this triad of works, considering its context, modernisms, in the first half of the twentieth century, and the influences of surrealism and anthropophagy ideas in the artist’s proposals, I understood that in Flavio de Carvalho, the detection of coloniality and the attempt to combat it permeate their actions, propositions and confrontations. This combat also relates to the transit between expressive territories, which erases its limits, and to transversality, because it crosses the fields of art, philosophy, psychology, history and sociology, fusing art and life to the point that it can be seen as a great experiment, as a vast territory of possibilities. The Experiences are understood here as events of relevance in their experimental character and exercise of criticism against colonial forces. The actuality of this criticism is in the fact that the actions proposed by him are like experiences of an end there, since they remain reverberating and the fight against coloniality remains necessary and urgent.porLingüística, Letras e Artes - LetrasLingüística, Letras e Artes - LetrasFlávio de CarvalhoExperiencePerformanceColonialityBrazilian theaterMemoryinfancyFlávio de CarvalhoExperiênciaPerformanceColonialidadeTeatro brasileiroMemóriaInfânciaExperiência(s) na contramão da colonialidade: as performances de Flávio de Carvalho em diálogo com escritas insurgentesExperience(s) in wrong way of coloniality: the performances of Flávio de Carvalho in dialogue with insurgent writingsinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisCLCH - Departamento de Letras Vernáculas e ClássicasPrograma de Pós-Graduação em LetrasUniversidade Estadual de Londrina - UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccessDoutoradoCentro de Letras e Ciências HumanasORIGINALLA_LET_Dr_2024_Ribeiro_Ana_C.pdfLA_LET_Dr_2024_Ribeiro_Ana_C.pdfTexto completo. 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Este é um estudo sobre as performances Experiência nº2, o Teatro da Experiência e a Experiência nº3, que foram realizadas pelo artista brasileiro Flávio de Carvalho (1899-1973). Ao investigar os registros de escritas e imagens dessa tríade de trabalhos, considerando o seu contexto, os modernismos, na primeira metade do século XX, e as influências de ideias do surrealismo e da antropofagia nas propostas do artista, compreendi que, em Flávio de Carvalho, a detecção da colonialidade e a tentativa de combatê-la permeiam suas ações, proposições e enfrentamentos. Este combate também se relaciona ao trânsito entre territórios expressivos, que borra seus limites, e à transversalidade, pois perpassa os campos da arte, da filosofia, da psicologia, da história e da sociologia, fundindo a arte e a vida ao ponto de que essa possa ser observada como um grande experimento, como um amplo território de possibilidades. As Experiências são, aqui, entendidas como acontecimentos de relevância em seu caráter experimental e de exercício de crítica contra as forças coloniais. A atualidade dessa crítica está no fato de que as ações por ele propostas são como experiências de um fim não havido, uma vez que elas permanecem reverberando e o combate à colonialidade continua sendo necessário e urgente. |
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