O efeito do desenvolvimento da marcha nos padrões de alcance e da preensão manual em relação ao tamanho dos objetos
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Resumo: O objetivo do presente estudo foi analisar o efeito do desenvolvimento da marcha no alcance e na preensão manual em relação ao tamanho dos objetos O estudo contou com a participação de 18 bebês recrutados nos Centros Municipais de Educação Infantil da cidade de Cambé O experimento consistiu na análise do efeito do desenvolvimento da marcha no alcance e na preensão de três objetos com diferentes tamanhos (2 cm; 3,5 cm; 5 cm) em duas condições: sentado e em pé As variáveis de análise do alcance foram: índice de retilinearidade; média de velocidade; e pico de velocidade As variáveis de análise da preensão foram: mão utilizada para o alcance; número de dedos juntos com o polegar em contato com o objeto; e tipo de preensão (palmar, ou digital) Para análise estatística dos dados de alcance, utilizou-se o teste de Wilcoxon, Kruskall Wallis e U de Mann Whitney e para análise da preensão, utilizou-se o teste de qui-quadrado de independência, nos quais foram estabelecidos o nível de significância em ,5 Os resultados relacionados ao alcance indicaram que os bebês com menor tempo de experiência na marcha (grupo 1 e 2), apresentam menores médias de velocidade no alcançar na condição sentado, quando comparados aos bebês com maior tempo de experiência na marcha (grupo 3) Em relação ao tamanho dos objetos, os grupos 1 e 2 apresentaram menor média de velocidade no objeto grande (5 cm) Foram verificadas diferenças nos picos de velocidade intra grupos em relação ao tamanho dos objetos da condição sentado para condição em pé Quanto aos padrões de preensão, foram verificadas associações entre tipo de preensão em relação aos objetos, nos quais as frequências de preensão digital podem ser explicadas pelas preensões do objeto pequeno (2 cm) Foi verificado associação nos grupos 1 e 2 entre a mão utilizada para apreender o objeto entre as condições Verificou-se, também, associação no grupo 3, entre número de dedos utilizados para preensão em relação a objeto Conclui-se que a posição em pé e o tempo de experiência na marcha influenciaram no desempenho do alcançar e da preensão, em especial naqueles bebês que possuem menor tempo de experiência na marcha Da mesma forma, nos ajustes em relação ao tamanho do objeto, de forma mais expressiva nos objetos de tamanho intermediário e grande |
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Silva, Laísla Camila daTudella, Eloisa33f96e4f-335f-46cc-bccd-9fc8ff24e041-1Moura, Felipe Arrudacb66c01e-a079-4009-a468-f82bbaa31010-10f67b122-555c-4865-8084-de37fc781b572c560a66-cf3b-4b1a-bf41-acb9a7aa5439Marques, Inara [Orientador]Londrina2024-05-01T13:48:19Z2024-05-01T13:48:19Z2018.0030.07.2018https://repositorio.uel.br/handle/123456789/12094Resumo: O objetivo do presente estudo foi analisar o efeito do desenvolvimento da marcha no alcance e na preensão manual em relação ao tamanho dos objetos O estudo contou com a participação de 18 bebês recrutados nos Centros Municipais de Educação Infantil da cidade de Cambé O experimento consistiu na análise do efeito do desenvolvimento da marcha no alcance e na preensão de três objetos com diferentes tamanhos (2 cm; 3,5 cm; 5 cm) em duas condições: sentado e em pé As variáveis de análise do alcance foram: índice de retilinearidade; média de velocidade; e pico de velocidade As variáveis de análise da preensão foram: mão utilizada para o alcance; 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35 cm; 5 cm) under two conditions: sitting and standing Reach analysis variables were: rectilinearity index, average speed, and peak speed; the grasp analysis variables were: hand used for reach, number of fingers used with the thumb to contact the object, and type of grip (palmar or digital) Wilcoxon test, Kruskall Wallis and Mann Whitney U were used for statistical analysis of the reach data, Chi-square test of independence was used for the grip analysis, assuming the level of significance of 5 The results showed that babies with shorter experience in gaiting (group 1 and 2) had lower average speed on reach while sitting, when compared to babies with longer experience in gaiting (group 3) Regarding the size of the objects, groups 1 and 2 showed reduced average speed when tested with the large object (5 cm) Differences were also seen in the intra-group peak speed in relation to the size of the objects of the sitting and standing condition Regarding the grip patterns, association between grip type and size of the object were observed, in which digital grip frequency can be explained by small object (2 cm) usage In groups 1 and 2, an association between the hand used to grasping the object and the conditions could be observed Also, in group 3, there was an association between number of fingers used to grip and the object It is concluded that the standing position and experience in gait influence the performance of reaching and grasping, especially for those babies who have less experience in gait In a similar manner, the standing position and experience in gait affect the adjustment related to the size of the object, particularly in intermediate and large-sized objectsporEducação físicaCriançasDesenvolvimentoCapacidade motora nas criançasMarcha humanaPhysical educationChild developmentMotor ability in childrenGait in humansO efeito do desenvolvimento da marcha nos padrões de alcance e da preensão manual em relação ao tamanho dos objetosinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMestradoEducação FísicaCentro de Educação Física e EsportesPrograma de Pós-Graduação Associado em Educação Física UEM/UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess138841vtls000220130SIMvtls000220130http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00022013064.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0002201306229.pdf123456789/13402 - Mestrado - Educação FísicaORIGINAL6229.pdfapplication/pdf1491057https://repositorio.uel.br/bitstreams/574b3ba8-fe9c-4bb5-b544-149b60112563/download84addcdd9a09561e7033df00d5398b0dMD51LICENCElicence.txttext/plain263https://repositorio.uel.br/bitstreams/5cbd949f-eb4f-40fd-909c-a821708e0624/download753f376dfdbc064b559839be95ac5523MD52TEXT6229.pdf.txt6229.pdf.txtExtracted texttext/plain133038https://repositorio.uel.br/bitstreams/9342c623-b50a-4087-83b9-ae2ad38f9ce1/download5d7dc33c369ee2d257d3bb8788d59e2dMD53THUMBNAIL6229.pdf.jpg6229.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3765https://repositorio.uel.br/bitstreams/9355ebe5-71d7-456d-b7f5-15c34ddd4adb/downloadf8998d9e4ff0dac2f0da12059b769163MD54123456789/120942024-07-12 01:19:53.893open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/12094https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-07-12T04:19:53Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)false |
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Resumo: O objetivo do presente estudo foi analisar o efeito do desenvolvimento da marcha no alcance e na preensão manual em relação ao tamanho dos objetos O estudo contou com a participação de 18 bebês recrutados nos Centros Municipais de Educação Infantil da cidade de Cambé O experimento consistiu na análise do efeito do desenvolvimento da marcha no alcance e na preensão de três objetos com diferentes tamanhos (2 cm; 3,5 cm; 5 cm) em duas condições: sentado e em pé As variáveis de análise do alcance foram: índice de retilinearidade; média de velocidade; e pico de velocidade As variáveis de análise da preensão foram: mão utilizada para o alcance; número de dedos juntos com o polegar em contato com o objeto; e tipo de preensão (palmar, ou digital) Para análise estatística dos dados de alcance, utilizou-se o teste de Wilcoxon, Kruskall Wallis e U de Mann Whitney e para análise da preensão, utilizou-se o teste de qui-quadrado de independência, nos quais foram estabelecidos o nível de significância em ,5 Os resultados relacionados ao alcance indicaram que os bebês com menor tempo de experiência na marcha (grupo 1 e 2), apresentam menores médias de velocidade no alcançar na condição sentado, quando comparados aos bebês com maior tempo de experiência na marcha (grupo 3) Em relação ao tamanho dos objetos, os grupos 1 e 2 apresentaram menor média de velocidade no objeto grande (5 cm) Foram verificadas diferenças nos picos de velocidade intra grupos em relação ao tamanho dos objetos da condição sentado para condição em pé Quanto aos padrões de preensão, foram verificadas associações entre tipo de preensão em relação aos objetos, nos quais as frequências de preensão digital podem ser explicadas pelas preensões do objeto pequeno (2 cm) Foi verificado associação nos grupos 1 e 2 entre a mão utilizada para apreender o objeto entre as condições Verificou-se, também, associação no grupo 3, entre número de dedos utilizados para preensão em relação a objeto Conclui-se que a posição em pé e o tempo de experiência na marcha influenciaram no desempenho do alcançar e da preensão, em especial naqueles bebês que possuem menor tempo de experiência na marcha Da mesma forma, nos ajustes em relação ao tamanho do objeto, de forma mais expressiva nos objetos de tamanho intermediário e grande |
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