Efeito do ácido fólico na modulação do comportamento de ansiedade-símile em ratos
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Resumo: Os transtornos de ansiedade têm apresentado alta prevalência ao longo da vida e interfere acentuadamente no desempenho do indivíduo em diversas atividades, além de estarem associados a custos a saúde pública O ácido fólico (AF) desempenha papel como cofator de vários processos biológicos e parece modular alguns distúrbios psiquiátricos No entanto, não há estudos que avaliam o efeito da AF em modelos de ansiedade O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da adminstração de AF em ratos submetidos aos testes do Labirinto em Cruz Elevado (LCE) e Campo Aberto (CA), modelos etológicos de ansiedade, bem como sua modulação no comportamento semelhante à ansiedade induzida por estresse de restrição Assim, ratos Wistar (65 dias de idade) receberam AF 2,5, 5, 1 ou 5 mg/Kg ou solução salina (NaCl a ,9%) ip durante três dias consecutivos, 48h, 24h e 5h antes do LCE e CA, com base nos resultados destes experimentos os animais tiveram o sangue coletado para dosagem de corticosterona No segundo momento, AF foi administrado em dose única 1h antes dos testes comportamentais Para o estresse agudo os ratos foram submetidos a uma sessão de estresse em um tubo de restrição por 2h, no estresse repetido foram submetidos a restrição de 2h/14 dias consecutivos, ambos os grupos foram avaliados no LCE e CA 24h após a última sessão de estresse, foram realizadas coletas sanguineas para posterior dosagem de corticosterona plasmática Por fim, animais submetidos ao estresse de restrição agudo receberam administração repetida de AF (2,5, 5, 1 e 5 mg/Kg, ip) antes dos testes comportamentais Nossos achados observaram efeito ansiogênico do AF no CA apenas quando foi administrado repetidamente, este comportamento não foi acompanhado de alteração na concentração de corticosterona plasmática A administração única ou repetidade de AF diminuiu a atividade locomotora de forma dose-dependente no CA O estresse de restrição agudo causou efeito ansiogênico-símile em ambos os modelos, no entanto esses resultados não foram alterados pela administração repetida de AF O estresse repedido não alterou o comportamento observado no LCE e CA Não foram observadas alterações nas dosagens de corticosterona 24h após o estresse agudo ou repetido Nosso trabalho aponta para a modulação do AF no comportamento relacionado a ansiedade e atividade locomotora; entretanto, outros estudos são necessários para entender quais os mecanismos envolvidos |
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entretanto, outros estudos são necessários para entender quais os mecanismos envolvidosTese (Doutorado em Ciências Fisiológicas) - Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências Biológicas, Programa Multicêntrico de Pós-Graduação em Ciências FisiológicasAbstract: Anxiety disorders have a high prevalence throughout life and strongly interfere with the performance of the individual in various activities, as well as being associated with costs to public health Folic acid (FA), is a vitamin B complex that has a role as cofactor of several biological processes and demonstrates an apparent modulation in some psychiatric disorders However, there is few study that evaluates the effect of FA in models of anxiety The goal of this work was to evaluate the effect of FA in rats submitted to the elevated plus maze (EPM) and open field (OF), tests ethological models of anxiety, and its modulation in restraint stress-induced anxiety-like behavior Thus, Wistar rats (65 days age) received AF 25, 5, 1 or 5 mg/kg or saline (9% NaCl) ip for three consecutive days, 48h, 24h and 5h before EPM and OF test, based on the results of these experiments the animals had their blood collected for corticosterone dosing At the second moment, FA was given in a single dose 1h before the behavioral tests For acute stress the rats were submitted to a stress session in a restraint tube for 2h, in repeated stress they were subjected to restraint for 2h/14 consecutive days, both groups were evaluated in the LCE and CA 24h after the last stress session, blood samples for subsequent plasma corticosterone dosage were performed Finally, animals subjected to acute restraint stress received repeated administration of FA (25, 5, 1 and 5 mg / kg, ip) before behavioral tests Our findings observed an anxiogenic effect of FA on OF only repeated administration, this behavior was not accompanied by changes in plasma corticosterone concentration Single or repeated administration of FA decreased dose-dependent locomotor activity in OF Acute restraint stress caused an anxiogenic-like effect in both models; however, these results were not altered by repeated administration of FA Repeated stress did not cause behavioral changes in the EPM and OF No change in corticosterone concentration were observed 24h after acute or repeated stress Our work points to FA modulation in anxiety-related behavior and locomotor activity; however, further studies are needed to understand the mechanisms involvedporVitamina MAnsiedadeRato como animal de laboratórioEfeito do estresseFolic acidAnxietyRats as laboratory animalsEffect of stress onEfeito do ácido fólico na modulação do comportamento de ansiedade-símile em ratosinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisDoutoradoCiências FisiológicasCentro de Ciências BiológicasPrograma Multicêntrico de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess131252vtls000229647SIMvtls000229647http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00022964764.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0002296477512.pdf123456789/1901 - Doutorado - Multicêntrico em Ciências FisiológicasORIGINAL7512.pdfapplication/pdf1326184https://repositorio.uel.br/bitstreams/0d0e137d-74d5-4ff3-8f34-116d6cf2f76f/download9564dffaba42e0db5ee7d377169f95e8MD51LICENCElicence.txttext/plain263https://repositorio.uel.br/bitstreams/6a61f270-c87f-4cf3-b03e-9d6f14e9bfe1/download753f376dfdbc064b559839be95ac5523MD52TEXT7512.pdf.txt7512.pdf.txtExtracted texttext/plain100191https://repositorio.uel.br/bitstreams/ff2b0bd9-6b90-4168-bf2f-0826f1f3e4df/downloade6aa0a0339d678e163e82a4a6175774bMD53THUMBNAIL7512.pdf.jpg7512.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3515https://repositorio.uel.br/bitstreams/c044ef1b-f75a-4403-82d2-ddf33b1355ec/download3da249e02d044ae9034bbb815d7910b1MD54123456789/115982024-07-12 01:20:02.748open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/11598https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-07-12T04:20:02Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)false |
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Resumo: Os transtornos de ansiedade têm apresentado alta prevalência ao longo da vida e interfere acentuadamente no desempenho do indivíduo em diversas atividades, além de estarem associados a custos a saúde pública O ácido fólico (AF) desempenha papel como cofator de vários processos biológicos e parece modular alguns distúrbios psiquiátricos No entanto, não há estudos que avaliam o efeito da AF em modelos de ansiedade O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da adminstração de AF em ratos submetidos aos testes do Labirinto em Cruz Elevado (LCE) e Campo Aberto (CA), modelos etológicos de ansiedade, bem como sua modulação no comportamento semelhante à ansiedade induzida por estresse de restrição Assim, ratos Wistar (65 dias de idade) receberam AF 2,5, 5, 1 ou 5 mg/Kg ou solução salina (NaCl a ,9%) ip durante três dias consecutivos, 48h, 24h e 5h antes do LCE e CA, com base nos resultados destes experimentos os animais tiveram o sangue coletado para dosagem de corticosterona No segundo momento, AF foi administrado em dose única 1h antes dos testes comportamentais Para o estresse agudo os ratos foram submetidos a uma sessão de estresse em um tubo de restrição por 2h, no estresse repetido foram submetidos a restrição de 2h/14 dias consecutivos, ambos os grupos foram avaliados no LCE e CA 24h após a última sessão de estresse, foram realizadas coletas sanguineas para posterior dosagem de corticosterona plasmática Por fim, animais submetidos ao estresse de restrição agudo receberam administração repetida de AF (2,5, 5, 1 e 5 mg/Kg, ip) antes dos testes comportamentais Nossos achados observaram efeito ansiogênico do AF no CA apenas quando foi administrado repetidamente, este comportamento não foi acompanhado de alteração na concentração de corticosterona plasmática A administração única ou repetidade de AF diminuiu a atividade locomotora de forma dose-dependente no CA O estresse de restrição agudo causou efeito ansiogênico-símile em ambos os modelos, no entanto esses resultados não foram alterados pela administração repetida de AF O estresse repedido não alterou o comportamento observado no LCE e CA Não foram observadas alterações nas dosagens de corticosterona 24h após o estresse agudo ou repetido Nosso trabalho aponta para a modulação do AF no comportamento relacionado a ansiedade e atividade locomotora; entretanto, outros estudos são necessários para entender quais os mecanismos envolvidos |
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