Comportamento térmico de argamassas expandidas pela incorporação de alumínio reciclado
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Resumo: A eficiência energética e o conforto térmico do ambiente construído envolvem, de maneira implícita, o consumo de energia Quanto mais eficiente for a edificação, menor será o consu-mo de energia para operá-la e menor o impacto causado O objetivo desse estudo foi verificar o efeito expansor da incorporação de partículas de alumínio reciclado em argamassas de ci-mento Portland e o comportamento dessas frente à radiação solar Para tal, foi usada uma matriz de cimento e agregado miúdo, traço em massa 1:3, com incorporação de 1% de partículas de alumínio em relação à massa total de materiais Foram desenvolvidas argamassas com areia natural de rio, areia de basalto e areia de escória de aciaria elétrica, com e sem partículas de alumínio reciclado Utilizaram-se corpos de prova cilíndricos (5 x 1 mm) para os ensaios de resistência mecânica à compressão, massa específica, índice de vazios e absorção; corpos de prova cilíndricos (25 x 5 mm) para determinar a transferência de calor pelo Método da Placa Quente Protegida, análise dos componentes químicos pela Microscopia Ele-trônica de Varredura e para a análise da porosidade por micro tomografia; corpos de prova retangulares (15 x 3 x 2,5 cm) para analisar a carbonatação Para quantificar a transferência de calor por condução foram usados protótipos em concreto com tampa (5 x 5 x 5 cm) revestidos com as argamassas estudadas, sujeitos à radiação solar Os resultados revelaram que o emprego desses resíduos é viável para produção de argamassa de revestimento, sendo que o papel das partículas de alumínio foi fundamental na expansão pela liberação de hidro-gênio devido à alcalinidade das argamassas A resistência mecânica média à compressão aos 28 dias das argamassas sem alumínio foi de 3 MPa, enquanto que, das argamassas com a adição de partículas de alumínio foi da ordem de 1/3 desse valor, ou seja, 1 MPa Considerando que uma argamassa convencional de revestimento apresenta uma resistência à compressão da ordem de 5,6 MPa aos 28 dias, conclui-se que os valores obtidos foram mais do que satisfatórios para esse fim No que se refere à transferência de calor nas paredes revestidas com as argamassas estudadas, verificou-se que todas apresentaram potencial de absorção e transferência da energia solar, muito embora isso tenha sido mais evidente na argamassa com resíduo de basalto, uma vez que nesse caso não houve um consumo tão intenso do alumínio como nas outras argamassas, o que possibilitou a esse compósito, maior capacidade de condução de calor As argamassas com areia de aciaria e areia de rio, com incorporação de alumí-nio, apresentaram maior capacidade de conservação da temperatura da água contida nos protótipos O estudo tornou possível identificar e atestar o potencial das argamassas expansivas produzidas na pesquisa para revestimento na construção civil em função de seu desempenho térmico frente à radiação solar, como condutor ou isolante, bem como, viabilizar o uso do alumínio reciclado, da areia de basalto e da areia de escória de aciaria elétrica na produção de argamassas de revestimento |
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cylindrical specimens (25 x 5 mm) to determine heat transfer by the Protected Hot Plate Method, chemical content analysis by Electronic Microscopy and for the porosity analysis by micro tomography; and rectangular specimens (15 x 3 x 25 cm) to analyze carbonation To quantify heat transfer by conduction, concrete prototypes with covers (5 x 5 x 5 cm) coated with the studied mortars were used and subject to solar radiation Results showed that the use of these residues is viable for the production of grout mortar mixes, since the role played by the aluminum particles was essen-tial for an expansion for hydrogen liberation due to the mortars’ alkalinity Average mechani-cal resistance to compression at 28 days for mortars without aluminum was in the order of 1/3 of this value, ie,1 MPa Considering that a conventional grout mortar shows resistance to compression in the order of 56 MPa at 28 days, it was concluded that the values obtained were more than satisfactory for this purpose As for heat transfer on the walls coated with the studied mortar mixes, it was verified that they all showed absorption potential and solar ener-gy transfer, although this was more evident in the mortar with basalt sand, since, in this case, aluminum consumption was not so intense as in the other mortar mixes, giving this composite greater heat conduction capacity Mortar mixes prepared with slag and river sands and with aluminum incorporation, showed greater temperature conservation capacity of the water con-tained in the prototypes The study made possible to identify and attest the potential of expan-sive mortar mixes produced by this research for civil construction coating due to their thermal performance under solar radiation, as a conductor or insulator, as well as makes possible the use of recycled aluminum, basalt and electrical arc furnace slag sands in the production of mortar coatingsporArgamassaAlumínioEquilíbrio térmico (Engenharia)MortarAluminiumHeat balance (Engineering)Comportamento térmico de argamassas expandidas pela incorporação de alumínio recicladoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMestradoEngenharia de Edificações e SaneamentoCentro de Tecnologia e UrbanismoPrograma de Pós-Graduação em Edificações e Saneamento-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess166979vtls000206237SIMvtls000206237http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00020623764.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0002062374548.pdf123456789/20702 - Mestrado - Engenharia CivilORIGINAL4548.pdfapplication/pdf5794972https://repositorio.uel.br/bitstreams/b2066a88-5295-4c39-af05-6b60cce2afc5/downloadf51327ae2351670bb5599fd58e9fd95dMD51LICENCElicence.txttext/plain263https://repositorio.uel.br/bitstreams/6726ae69-4132-43b2-8332-bd69602f0b93/download753f376dfdbc064b559839be95ac5523MD52TEXT4548.pdf.txt4548.pdf.txtExtracted texttext/plain411655https://repositorio.uel.br/bitstreams/d1f79619-3806-44c1-8355-97cfc562667f/download4018e759202dc8c46f3bbb8ec62bb22aMD53THUMBNAIL4548.pdf.jpg4548.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3635https://repositorio.uel.br/bitstreams/27413256-e8c0-4613-b4a0-64ce626f42e4/downloadc6f63230d64e89e91e781568129a3968MD54123456789/145582024-07-12 01:19:48.86open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/14558https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-07-12T04:19:48Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)false |
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Resumo: A eficiência energética e o conforto térmico do ambiente construído envolvem, de maneira implícita, o consumo de energia Quanto mais eficiente for a edificação, menor será o consu-mo de energia para operá-la e menor o impacto causado O objetivo desse estudo foi verificar o efeito expansor da incorporação de partículas de alumínio reciclado em argamassas de ci-mento Portland e o comportamento dessas frente à radiação solar Para tal, foi usada uma matriz de cimento e agregado miúdo, traço em massa 1:3, com incorporação de 1% de partículas de alumínio em relação à massa total de materiais Foram desenvolvidas argamassas com areia natural de rio, areia de basalto e areia de escória de aciaria elétrica, com e sem partículas de alumínio reciclado Utilizaram-se corpos de prova cilíndricos (5 x 1 mm) para os ensaios de resistência mecânica à compressão, massa específica, índice de vazios e absorção; corpos de prova cilíndricos (25 x 5 mm) para determinar a transferência de calor pelo Método da Placa Quente Protegida, análise dos componentes químicos pela Microscopia Ele-trônica de Varredura e para a análise da porosidade por micro tomografia; corpos de prova retangulares (15 x 3 x 2,5 cm) para analisar a carbonatação Para quantificar a transferência de calor por condução foram usados protótipos em concreto com tampa (5 x 5 x 5 cm) revestidos com as argamassas estudadas, sujeitos à radiação solar Os resultados revelaram que o emprego desses resíduos é viável para produção de argamassa de revestimento, sendo que o papel das partículas de alumínio foi fundamental na expansão pela liberação de hidro-gênio devido à alcalinidade das argamassas A resistência mecânica média à compressão aos 28 dias das argamassas sem alumínio foi de 3 MPa, enquanto que, das argamassas com a adição de partículas de alumínio foi da ordem de 1/3 desse valor, ou seja, 1 MPa Considerando que uma argamassa convencional de revestimento apresenta uma resistência à compressão da ordem de 5,6 MPa aos 28 dias, conclui-se que os valores obtidos foram mais do que satisfatórios para esse fim No que se refere à transferência de calor nas paredes revestidas com as argamassas estudadas, verificou-se que todas apresentaram potencial de absorção e transferência da energia solar, muito embora isso tenha sido mais evidente na argamassa com resíduo de basalto, uma vez que nesse caso não houve um consumo tão intenso do alumínio como nas outras argamassas, o que possibilitou a esse compósito, maior capacidade de condução de calor As argamassas com areia de aciaria e areia de rio, com incorporação de alumí-nio, apresentaram maior capacidade de conservação da temperatura da água contida nos protótipos O estudo tornou possível identificar e atestar o potencial das argamassas expansivas produzidas na pesquisa para revestimento na construção civil em função de seu desempenho térmico frente à radiação solar, como condutor ou isolante, bem como, viabilizar o uso do alumínio reciclado, da areia de basalto e da areia de escória de aciaria elétrica na produção de argamassas de revestimento |
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