Desempenho do sprint em velocistas brasileiros de alto rendimento : variabilidade de movimento, coordenação e efeito de diferentes protocolos de aquecimento no desempenho

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Moura, Túlio Bernardo Macedo Alfano
Orientador(a): Moura, Felipe Arruda [Orientador]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/10019
Resumo: Resumo: O sprint é uma atividade extensivamente pesquisada na literatura No entanto, a diversidade de métodos, amostras e intervenções utilizadas dificulta a aplicação de práticas especificamente voltadas à atletas velocistas de alto rendimento no atletismo Portanto, compreender como variáveis biomecânicas e fatores intervenientes atrelados ao desempenho, como o aquecimento, influenciam a corrida de atletas de alto rendimento pode auxiliar na adoção de práticas que visem melhores desempenhos Assim, o objetivo desta tese foi caracterizar o sprint de atletas brasileiros velocistas de alto rendimento, com relação às diferentes fases da corrida de velocidade, variabilidade de movimento por método de análise não-linear e coordenação, além de verificar o efeito de diferentes protocolos de atividade condicionante sobre o sprint de velocistas brasileiros de elite Para isto, foram realizadas 4 etapas, a saber: 1- Realização de uma Revisão Sistemática sobre os fatores intervenientes no sprint, de acordo com a fase de corrida; 2- Caracterização da variabilidade de movimento e coordenação no sprint em atletas de diferentes níveis no sprint; 3- Identificação dos métodos de aquecimento adotados por treinadores brasileiros de elite na prova dos 1 metros rasos; 4- Análise do efeito de diferentes atividades condicionantes no sprint de velocistas na modalidade de atletismo A Revisão Sistemática foi realizada de acordo com os protocolos do PRISMA e caracterizou variáveis cinemáticas e dinâmicas em cada fase do sprint Na etapa 2, 14 atletas homens (286 ± 41 anos, 175 ± 7 m, 6864 ± 721 Kg, tempo nos 1 metros = 169 ~ 117s) realizaram três sprints de 5 metros Os indivíduos foram divididos em dois grupos, de acordo com o melhor tempo alcançado A variabilidade de movimento das articulações do quadril, joelho e tornozelo foram mensuradas por meio da entropia, enquanto o padrão de coordenação foi verificado por meio da técnica de Vector Coding Foi verificado que atletas mais lentos apresentaram maior variabilidade de movimento para a articulação do joelho, quando comparados aos seus pares mais rápidos No entanto, não foram identificadas diferenças coordenativas entre os grupos Na etapa 3 foi identificado os protocolos de aquecimento adotados por treinadores brasileiros de elite na prova dos 1 metros rasos por meio de um questionário Os treinadores reportaram utilizar corrida de intensidade leve, alongamento dinâmico, exercícios coordenativos e sprints no aquecimento, sendo semelhante em competições-alvo e não-alvo Além disto, os profissionais entrevistados não utilizam exercícios com pesos durante a rotina de aquecimento Por conseguinte, na etapa 4, participaram 13 atletas homens (257 ± 49 anos; 7369 ± 926 kg; 178 ± 6 m; tempo nos 1 m: 157 ~ 117) em período competitivo Foi avaliado o efeito de duas atividades condicionantes (Jump Squat com Optimum Power Load e Jump Squat com 8%RM) sobre o salto vertical, sprint de 5 metros e propriedades contráteis dos músculos Reto Femoral e Bíceps Femoral As atividades condicionantes não melhoraram o desempenho subsequente nas variáveis analisadas No entanto, foram verificadas mudanças individuais nas variáveis CMJ e sprint, sem distinção de exercício de aquecimento e intervalo entre atividade condicionante e tarefa subsequente Portanto, nesta tese, foi encontrado que as variáveis biomecânicas apresentam diferentes influências de acordo com a fase do sprint analisada Além disto, a coordenação de membros inferiores foi similar mesmo em sprinters de diferentes níveis de desempenho, enquanto a variabilidade de movimento foi maior para articulação do joelho em sprinters mais lentos, sendo justificada pela tentativa do sistema motor em se adaptar às magnitudes das forças externas durante a progressão de passos na corrida Por conseguinte, a adoção de atividades condicionantes que potencializem o desempenho subsequente no sprint deve ser utilizada considerando possíveis mudanças individuais
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2- Caracterização da variabilidade de movimento e coordenação no sprint em atletas de diferentes níveis no sprint; 3- Identificação dos métodos de aquecimento adotados por treinadores brasileiros de elite na prova dos 1 metros rasos; 4- Análise do efeito de diferentes atividades condicionantes no sprint de velocistas na modalidade de atletismo A Revisão Sistemática foi realizada de acordo com os protocolos do PRISMA e caracterizou variáveis cinemáticas e dinâmicas em cada fase do sprint Na etapa 2, 14 atletas homens (286 ± 41 anos, 175 ± 7 m, 6864 ± 721 Kg, tempo nos 1 metros = 169 ~ 117s) realizaram três sprints de 5 metros Os indivíduos foram divididos em dois grupos, de acordo com o melhor tempo alcançado A variabilidade de movimento das articulações do quadril, joelho e tornozelo foram mensuradas por meio da entropia, enquanto o padrão de coordenação foi verificado por meio da técnica de Vector Coding Foi verificado que atletas mais lentos apresentaram maior variabilidade de movimento para a articulação do joelho, quando comparados aos seus pares mais rápidos No entanto, não foram identificadas diferenças coordenativas entre os grupos Na etapa 3 foi identificado os protocolos de aquecimento adotados por treinadores brasileiros de elite na prova dos 1 metros rasos por meio de um questionário Os treinadores reportaram utilizar corrida de intensidade leve, alongamento dinâmico, exercícios coordenativos e sprints no aquecimento, sendo semelhante em competições-alvo e não-alvo Além disto, os profissionais entrevistados não utilizam exercícios com pesos durante a rotina de aquecimento Por conseguinte, na etapa 4, participaram 13 atletas homens (257 ± 49 anos; 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2- Characterization of movement variability and coordination in the sprint of athletes with different performance levels; 3- Identification of warm-up methods adopted by Brazilian sprint coaches; 4- Analysis of the conditioning activities effects on sprint The Systematic Review was performed according to PRISMA guidelines and characterized the dynamic and kinematic variables in each sprint phase In the study 2, 14 men athletes (286 ± 41 years, 175 ± 7 m, 6864 ± 721 Kg, 1 m mark = 169 ~ 117s) performed three 5-m sprints The subjects were divided in two groups, according to the best mark in the task The movement variability in the hip, knee and ankle joints were measured by Sample Entropy, whilst the coordination pattern was verified by Vector Coding technique Was verified that slower athletes presented great movement variability in the knee joint, compared to faster athletes However, were not identified differences in coordination between groups In the study 3, the warm-up protocols adopted by sprinters coaches were identified The coaches reported utilize jogging, dynamic stretching, coordinative running exercises and sprints during the warm-up, being similar in events with different levels In addition, the coaches do not use free-weight exercises during the warm-up routine Consequently, in the study 4, 13 men athletes (257 ± 49 years; 7369 ± 926 kg; 178 ± 6 m; 1 m mark: 157 ~ 117) in competitive period, participated Was verified the effect of 2 conditioning activities (Jump Squat with Optimum Power Load and Jump Squat with 8%RM) on vertical jump, 5-m sprint and contractile properties of Rectus Femoris and Biceps Femoris muscles The conditioning activities does not improve the subsequent performance in the variables analyzed Nevertheless, were verified individual changes in the CMJ and sprint, without conditioning activity and interval distinction Therefore, in this thesis, was found that biomechanical variables presented different influences according to the sprint phase Further, the lower limbs coordination was similar between sprinters with different performance levels, whilst the movement variability was greater to knee joint in slower sprinters, justified by the attempt of motor system to adjust the external forces magnitudes during the running progression Consequently, the adoption of conditioning activities that potentiate the subsequent sprint performance it must be utilized considering possible individual changesporAtletismoSprintEntropiaVariabilidadeBiomecânicaAthleticsSprintingEntropyVariabilityBiomechanicsDesempenho do sprint em velocistas brasileiros de alto rendimento : variabilidade de movimento, coordenação e efeito de diferentes protocolos de aquecimento no desempenhoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisDoutoradoEducação FísicaCentro de Educação Física e EsportesPrograma de Pós-Graduação Associado em Educação Física UEM/UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess2668vtls000236534SIMvtls000236534http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00023653464.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0002365348696.pdf123456789/13301 - Doutorado - Educação FísicaORIGINAL8696.pdfapplication/pdf1846254https://repositorio.uel.br/bitstreams/fb553933-6c99-42e6-bb06-bbfe73cd5836/download571add5a41a6ab58a7aef868f1d771f1MD51LICENCElicence.txttext/plain263https://repositorio.uel.br/bitstreams/2066c45a-d3df-40b0-8b46-ed4f798e1cbd/download753f376dfdbc064b559839be95ac5523MD52TEXT8696.pdf.txt8696.pdf.txtExtracted texttext/plain248697https://repositorio.uel.br/bitstreams/0b1006cc-df42-40c9-9fc2-f0571ab1d5b2/download906c194859f006d317c3fe1ae3a961c1MD53THUMBNAIL8696.pdf.jpg8696.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg4138https://repositorio.uel.br/bitstreams/10cda327-7992-4ee7-92e7-95bf0010f917/download16d9c78649efabb28feb70e28fbe3cd1MD54123456789/100192024-07-12 01:19:50.865open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/10019https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-07-12T04:19:50Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)false
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description Resumo: O sprint é uma atividade extensivamente pesquisada na literatura No entanto, a diversidade de métodos, amostras e intervenções utilizadas dificulta a aplicação de práticas especificamente voltadas à atletas velocistas de alto rendimento no atletismo Portanto, compreender como variáveis biomecânicas e fatores intervenientes atrelados ao desempenho, como o aquecimento, influenciam a corrida de atletas de alto rendimento pode auxiliar na adoção de práticas que visem melhores desempenhos Assim, o objetivo desta tese foi caracterizar o sprint de atletas brasileiros velocistas de alto rendimento, com relação às diferentes fases da corrida de velocidade, variabilidade de movimento por método de análise não-linear e coordenação, além de verificar o efeito de diferentes protocolos de atividade condicionante sobre o sprint de velocistas brasileiros de elite Para isto, foram realizadas 4 etapas, a saber: 1- Realização de uma Revisão Sistemática sobre os fatores intervenientes no sprint, de acordo com a fase de corrida; 2- Caracterização da variabilidade de movimento e coordenação no sprint em atletas de diferentes níveis no sprint; 3- Identificação dos métodos de aquecimento adotados por treinadores brasileiros de elite na prova dos 1 metros rasos; 4- Análise do efeito de diferentes atividades condicionantes no sprint de velocistas na modalidade de atletismo A Revisão Sistemática foi realizada de acordo com os protocolos do PRISMA e caracterizou variáveis cinemáticas e dinâmicas em cada fase do sprint Na etapa 2, 14 atletas homens (286 ± 41 anos, 175 ± 7 m, 6864 ± 721 Kg, tempo nos 1 metros = 169 ~ 117s) realizaram três sprints de 5 metros Os indivíduos foram divididos em dois grupos, de acordo com o melhor tempo alcançado A variabilidade de movimento das articulações do quadril, joelho e tornozelo foram mensuradas por meio da entropia, enquanto o padrão de coordenação foi verificado por meio da técnica de Vector Coding Foi verificado que atletas mais lentos apresentaram maior variabilidade de movimento para a articulação do joelho, quando comparados aos seus pares mais rápidos No entanto, não foram identificadas diferenças coordenativas entre os grupos Na etapa 3 foi identificado os protocolos de aquecimento adotados por treinadores brasileiros de elite na prova dos 1 metros rasos por meio de um questionário Os treinadores reportaram utilizar corrida de intensidade leve, alongamento dinâmico, exercícios coordenativos e sprints no aquecimento, sendo semelhante em competições-alvo e não-alvo Além disto, os profissionais entrevistados não utilizam exercícios com pesos durante a rotina de aquecimento Por conseguinte, na etapa 4, participaram 13 atletas homens (257 ± 49 anos; 7369 ± 926 kg; 178 ± 6 m; tempo nos 1 m: 157 ~ 117) em período competitivo Foi avaliado o efeito de duas atividades condicionantes (Jump Squat com Optimum Power Load e Jump Squat com 8%RM) sobre o salto vertical, sprint de 5 metros e propriedades contráteis dos músculos Reto Femoral e Bíceps Femoral As atividades condicionantes não melhoraram o desempenho subsequente nas variáveis analisadas No entanto, foram verificadas mudanças individuais nas variáveis CMJ e sprint, sem distinção de exercício de aquecimento e intervalo entre atividade condicionante e tarefa subsequente Portanto, nesta tese, foi encontrado que as variáveis biomecânicas apresentam diferentes influências de acordo com a fase do sprint analisada Além disto, a coordenação de membros inferiores foi similar mesmo em sprinters de diferentes níveis de desempenho, enquanto a variabilidade de movimento foi maior para articulação do joelho em sprinters mais lentos, sendo justificada pela tentativa do sistema motor em se adaptar às magnitudes das forças externas durante a progressão de passos na corrida Por conseguinte, a adoção de atividades condicionantes que potencializem o desempenho subsequente no sprint deve ser utilizada considerando possíveis mudanças individuais
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