A joia, as mulheres divinas e a coroa de Santa Brígida : a joalheria como representante das singularidades das mulheres homenageadas nos sermões do século XVIII

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Galli, Marina dos Santos
Orientador(a): Duran, Maria Renata da Cruz [Orientador]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/9928
Resumo: Resumo: Atualmente já se tem esclarecido que o conhecimento científico não precisa ser indispensavelmente baseado em documentos tradicionais e meios de divulgação usuais, já que, dentro de uma sociedade e de sua vida cultural, diversas são suas partes importantes para a descoberta de seu funcionamento Dessa maneira, o presente trabalho se desenvolve a partir da coroa de Santa Brígida, joia com cinco pedras preciosas representantes de suas virtudes, descrita em sermão do século XVIII, mais específicamente do ano de 1737, pregado no Convento das Inglesinhas, em Lisboa Recurso muito comum entre os sermões católicos, o uso de alegorias como associações e representações das figuras sagradas e de suas qualidades foi empregado como forma de estabelecer uma ligação com seu leitor, ultrapassando o limite literal do texto Também, a joia, estudada a partir de seus diversos símbolos e significados, afirma a grandeza e a sublimidade das mulheres divinas representadas nesses textos Desta forma, mesmo que apenas descritos, esses objetos ganham certa fisicidade no imaginário do leitor que estabelece uma relação com os mesmos, possibilitando assim que esses também sejam estudados não só por seus recursos linguistícos, mas também como objetos da cultura material
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