O café no Paraná : do modelo tradicional manual ao adensado mecanizado
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Resumo: Na década de 6, o Paraná possuía uma área de 1,8 milhões de hectares de café (Coffea arabica L), o maior maciço com cultivo agrícola perene do mundo O norte do Paraná participou com área cultivada de café no estado, superior a 9 hectares até o inicio de 197 A estimativa atual da área cultivada com café no Paraná é de 53 mil hectares Esta redução é reflexo da forte crise de renda que os cafeicultores sofreram na última década, sendo agravada em 213 onde os preços recebidos ficaram abaixo do custo de produção, aliada à dificuldade em gerenciar atividade com grande dependência de mão de obra e as geadas que atingiram a maioria das lavouras Por um longo período o café foi o principal gerador de riquezas para o Paraná, propiciando a fixação do trabalhador no meio rural e contribuindo para coroar com êxito o modelo de colonização, tornando as pequenas e médias propriedades economicamente viáveis numa época de poucas alternativas agrícolas O novo modelo de cafeicultura adensada implantado no estado atendeu as finalidades de diversificação agrícola, maior oferta de empregos rurais e aumento da fonte de renda das propriedades, com comprovada melhoria de produtividade em relação à cafeicultura tradicional Porém este modelo não considerou a necessidade de mecanizar as lavouras, que aliado a escassez de mão de obra, a uma produtividade média abaixo do potencial produtivo e a deficiente organização do setor, dificultaram o avanço da atividade no estado A mecanização do cafezal se justifica pelo alto custo da mão de obra, em especial na colheita, tornando o desenvolvimento da cafeicultura dependente desta tecnologia, fato que foi desconsiderado no Paraná até a última década O foco na proposta da cafeicultura adensada foi a busca pela produtividade e qualidade, ocupando a mão de obra supostamente disponível oriunda de outras culturas decadentes nas pequenas cidades Com isto, as áreas de cultivo foram diminuindo a cada safra agrícola, mesmo sem a ocorrência de fatores climáticos e fitossanitários relevantes e negativos à cultura do café Este trabalho tem como objetivos levantar informações do setor cafeeiro no Paraná, diagnosticar se os incentivos a expansão do café o levaram a ser uma atividade dependente da mão de obra e inviável no atual contexto e identificar novas potencialidades e oportunidades para a atividade Para obtenção das variáveis, a pesquisa foi fundamentada num estudo de caso, com levantamento de dados oficiais, aplicação de uma entrevista estruturada qualitativa junto a todos os setores da cadeia produtiva do café no Paraná e elaboração de três artigos relacionados ao tema Concluiu-se que a cafeicultura no Paraná é uma atividade em declínio, mas com potencial de recuperação frente às oportunidades presentes no estado e que políticas públicas em diversas áreas para setor são necessárias para a retomada do café, principalmente de apoio a mecanização cafeeira para redução de custos e modernização do modelo adensado |
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Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em AgronomiaAbstract: In the 6s, Parana had an area of 18 million hectares of coffee (Coffea arabica L), the most massive with perennial agricultural crop in the world The northern Paraná participated with acreage of coffee in the state, over 9, hectares at the beginning of 197 The current estimation of area cultivated with coffee in Paraná is of 53, hectares This reduction reflects the strong income crisis that farmers have suffered in the last decade, being aggravated in 213 where incoming prices were below the cost of production, combined with a management difficulty with heavy reliance on labor and frosts that reached most coffee crops For a long time, the coffee has been the major wealth generator for Paraná, providing worker fixation in rural areas and contributing to crown the colonization model successfully, making small and medium-sized economically viable properties at a time of few agricultural alternatives The new dense coffee growing model implemented in the state met the objectives of agricultural diversification, increased supply of rural jobs and increased the source of income in the properties with proven productivity improvement over traditional coffee But this model did not consider the need to mechanize the crops, which combined with labor shortages, the average yield below the productive potential and poor organization of the sector, hampered the progress of activity in the state The mechanization of the plantation is justified by the high cost of labor, especially in harvest, making the development of this technology dependent on coffee, a fact that has been disregarded in Paraná until the last decade The focus in the proposal of dense coffee was the search for productivity and quality, occupying the manpower available supposedly coming from other decadent cultures in small towns As such, these croplands were decreasing within every harvest, even without the occurrence of climatic factors and relevant phytosanitary and negative to the coffee culture This study aims to gather information regarding the coffee sector in Paraná, diagnose whether the incentives for coffee expansion led to a hand-dependent activity of work and unworkable in the current context and identify new potential and opportunities for the activity To obtain the variables, the research was based on a case study, with a survey of official data, applying qualitative structured interviews within all sectors of the productive chain of the coffee in Paraná and the preparation of three articles related to the topic It has been concluded that the coffee in Paraná is a declining activity, but with potential for forward recovery opportunities present in the state and that public policies in various fields are needed for the coffee to recover, mainly to support coffee mechanization to reduce costs and modernizing the dense modelporCaféParanáMecanização agrícolaPolítica cafeeiraTrabalhadores ruraisParanáAgricultural mechanizationAgricultural laboresCoffeeO café no Paraná : do modelo tradicional manual ao adensado mecanizadoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMestradoAgronomiaCentro de Ciências AgráriasPrograma de Pós-graduação em Agronomia-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess177817vtls000209342SIMvtls000209342http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00020934264.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0002093424841.pdf123456789/502 - 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Resumo: Na década de 6, o Paraná possuía uma área de 1,8 milhões de hectares de café (Coffea arabica L), o maior maciço com cultivo agrícola perene do mundo O norte do Paraná participou com área cultivada de café no estado, superior a 9 hectares até o inicio de 197 A estimativa atual da área cultivada com café no Paraná é de 53 mil hectares Esta redução é reflexo da forte crise de renda que os cafeicultores sofreram na última década, sendo agravada em 213 onde os preços recebidos ficaram abaixo do custo de produção, aliada à dificuldade em gerenciar atividade com grande dependência de mão de obra e as geadas que atingiram a maioria das lavouras Por um longo período o café foi o principal gerador de riquezas para o Paraná, propiciando a fixação do trabalhador no meio rural e contribuindo para coroar com êxito o modelo de colonização, tornando as pequenas e médias propriedades economicamente viáveis numa época de poucas alternativas agrícolas O novo modelo de cafeicultura adensada implantado no estado atendeu as finalidades de diversificação agrícola, maior oferta de empregos rurais e aumento da fonte de renda das propriedades, com comprovada melhoria de produtividade em relação à cafeicultura tradicional Porém este modelo não considerou a necessidade de mecanizar as lavouras, que aliado a escassez de mão de obra, a uma produtividade média abaixo do potencial produtivo e a deficiente organização do setor, dificultaram o avanço da atividade no estado A mecanização do cafezal se justifica pelo alto custo da mão de obra, em especial na colheita, tornando o desenvolvimento da cafeicultura dependente desta tecnologia, fato que foi desconsiderado no Paraná até a última década O foco na proposta da cafeicultura adensada foi a busca pela produtividade e qualidade, ocupando a mão de obra supostamente disponível oriunda de outras culturas decadentes nas pequenas cidades Com isto, as áreas de cultivo foram diminuindo a cada safra agrícola, mesmo sem a ocorrência de fatores climáticos e fitossanitários relevantes e negativos à cultura do café Este trabalho tem como objetivos levantar informações do setor cafeeiro no Paraná, diagnosticar se os incentivos a expansão do café o levaram a ser uma atividade dependente da mão de obra e inviável no atual contexto e identificar novas potencialidades e oportunidades para a atividade Para obtenção das variáveis, a pesquisa foi fundamentada num estudo de caso, com levantamento de dados oficiais, aplicação de uma entrevista estruturada qualitativa junto a todos os setores da cadeia produtiva do café no Paraná e elaboração de três artigos relacionados ao tema Concluiu-se que a cafeicultura no Paraná é uma atividade em declínio, mas com potencial de recuperação frente às oportunidades presentes no estado e que políticas públicas em diversas áreas para setor são necessárias para a retomada do café, principalmente de apoio a mecanização cafeeira para redução de custos e modernização do modelo adensado |
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