Zhuangzi e a desconstrução da substancialidade nos paradoxos lógicos de Huizi

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Tsai, Plinio Marcos
Orientador(a): Santos, Eder Soares [Orientador]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/16205
Resumo: Resumo: A Filosofia Chinesa possui duas correntes de interpretação das coisas, uma é a substancialista, que se aproxima daquela substancialidade clássica da Filosofia Ocidental, enquanto que a outra corrente é da desconstrução da substancialidade, a afirmação de que as coisas são interdependentes e estão em um fluxo constante A primeira é defendida nos escritos de Huizi, a segunda é defendida nos escritos de Zhuangzi A primeira foi responsável pela instauração de uma ideologia que foi capaz de criar o primeiro império chinês, unificou a nação e estabeleceu um padrão de linguagem A segunda foi responsável também por um império que promoveu a maior integração cultural já vista na China antiga Zhuangzi escreve para demonstrar como a substancialidade expressa na lógica de Huizi pode ser desconstruída por meio do vazio de substancialidade e do fluxo-da-interdependência-em-curso Essa analise da desconstrução só é possível no Ocidente pela Filosofia Continental Contemporanea que se inicia em Heidegger, e se desdobra para seus sucessores como Derrida, e de conceitos importantes do precedessor dela, o filosofo Nietzche
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