Trajetórias e preditores da aptidão cardiorrespiratória entre a infância e a idade adulta: um estudo longitudinal de 22 anos
| Ano de defesa: | 2025 |
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Resumo: | Objetivo: Descrever as trajetórias da ACR da infância até a idade adulta e identificar seus preditores ao longo do tempo. Métodos: O presente estudo faz parte de um banco de dados intitulado “Aptidão física e prática de esportes na infância e adolescência e fatores de risco biológicos e comportamentais em adultos: um estudo longitudinal de 15 anos”. Para a infância (n = 205), para a adolescência (n = 168) que possuíam pelo menos três avaliações completas. Para este estudo participaram 70 sujeitos, de ambos os sexos, com idade entre 26 e 31 anos, que realizaram os testes de ACR, possuíam medidas antropométricas (massa corporal, estatura e dobras cutâneas) e comportamentais (atividade física) da fase I (sete a 14 anos) e II (21 a 25 anos). Durante a FASE I foi realizado o teste de corrida e/ou caminhada de nove minutos e FASE II o teste Shuttle-run 20 meters. Para a FASE III o protocolo de Bruce para esteira rolante foi realizado. Como medida da ACR a potência (watts) da corrida foi calculada pela presente fórmula: [(massa corporal x distância percorrida) /tempo total em segundos]. Para identificação das trajetórias da ACR foi utilizado um plug-in TRAJ para análise de trajetória baseada em grupos no pacote estatístico Stata 15.1. A equação de estimativa generalizada (GEE), controlada por sexo, pico de velocidade de crescimento (PVC) na infância e atividade física moderada-vigorosa (AFMV) na idade adulta também foi realizada para comparar os grupos, as idades e a interação grupo/idade para os diferentes grupos identificados. Utilizou-se a correlação de Pearson entre a ACR e as possíveis variáveis preditoras e aquelas que apresentarem P <0,20 entraram nos modelos de regressão a partir do método forward para observar a associação nas faixas etárias. Resultados: A partir das análises de trajetórias para a infância, adolescência e idade adulta três grupos foram identificados (baixa, média e alta ACR) e por meio da GEE observou-se que para as faixas etárias observadas foram estatisticamente diferentes (P<0,001) para o fator grupo, tempo e a interação grupo/tempo. Para o estudo longitudinal de 22 anos dois grupos foram identificados e diferentes estatisticamente (P<0,001) no grupo (?² = 104,676), na idade (?² = 2566,981) e na interação (?² = 89,796). Como principais preditores da infância temos IMC e estatura (R2=0,44) para alta ACR aos 10 anos, durante a adolescência o sexo, a maturação e a estatura (R2=0,77) para alta ACR aos 13 anos e durante a idade adulta temos o sexo, IMC e AFMV uma média ACR (R2=0,82). Conclusão: conclui-se que a ACR apresenta três padrões de desenvolvimento entre a infância e a idade adulta. Sendo seu desenvolvimento positivo durante as primeiras décadas da vida. Identificou-se também uma redução nos valores da ACR a partir dos 23 anos de idade E o sexo, o IMC e a estatura explicam os diferentes grupos de ACR ao longo do tempo. |
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Para este estudo participaram 70 sujeitos, de ambos os sexos, com idade entre 26 e 31 anos, que realizaram os testes de ACR, possuíam medidas antropométricas (massa corporal, estatura e dobras cutâneas) e comportamentais (atividade física) da fase I (sete a 14 anos) e II (21 a 25 anos). Durante a FASE I foi realizado o teste de corrida e/ou caminhada de nove minutos e FASE II o teste Shuttle-run 20 meters. Para a FASE III o protocolo de Bruce para esteira rolante foi realizado. Como medida da ACR a potência (watts) da corrida foi calculada pela presente fórmula: [(massa corporal x distância percorrida) /tempo total em segundos]. Para identificação das trajetórias da ACR foi utilizado um plug-in TRAJ para análise de trajetória baseada em grupos no pacote estatístico Stata 15.1. A equação de estimativa generalizada (GEE), controlada por sexo, pico de velocidade de crescimento (PVC) na infância e atividade física moderada-vigorosa (AFMV) na idade adulta também foi realizada para comparar os grupos, as idades e a interação grupo/idade para os diferentes grupos identificados. Utilizou-se a correlação de Pearson entre a ACR e as possíveis variáveis preditoras e aquelas que apresentarem P <0,20 entraram nos modelos de regressão a partir do método forward para observar a associação nas faixas etárias. Resultados: A partir das análises de trajetórias para a infância, adolescência e idade adulta três grupos foram identificados (baixa, média e alta ACR) e por meio da GEE observou-se que para as faixas etárias observadas foram estatisticamente diferentes (P<0,001) para o fator grupo, tempo e a interação grupo/tempo. Para o estudo longitudinal de 22 anos dois grupos foram identificados e diferentes estatisticamente (P<0,001) no grupo (?² = 104,676), na idade (?² = 2566,981) e na interação (?² = 89,796). Como principais preditores da infância temos IMC e estatura (R2=0,44) para alta ACR aos 10 anos, durante a adolescência o sexo, a maturação e a estatura (R2=0,77) para alta ACR aos 13 anos e durante a idade adulta temos o sexo, IMC e AFMV uma média ACR (R2=0,82). Conclusão: conclui-se que a ACR apresenta três padrões de desenvolvimento entre a infância e a idade adulta. Sendo seu desenvolvimento positivo durante as primeiras décadas da vida. Identificou-se também uma redução nos valores da ACR a partir dos 23 anos de idade E o sexo, o IMC e a estatura explicam os diferentes grupos de ACR ao longo do tempo.Objective: To describe the trajectories of CRF from childhood to adulthood and identify its predictors over time. Methods: This study is part of a database entitled “Physical fitness and sports practice in childhood and adolescence and biological and behavioral risk factors in adults: a 15-year longitudinal study”. For childhood (n = 205), for adolescence (n = 168) that had at least three complete assessments. Seventy subjects of both sexes, aged between 26 and 31 years, participated in this study. They performed the ACR tests, had anthropometric measurements (body mass, height and skin folds) and behavioral (physical activity) from phase I (seven to 14 years) and II (21 to 25 years). During PHASE I, the nine-minute run and/or walk test was performed and PHASE II, the 20-meter shuttle-run test. For PHASE III, the Bruce protocol for treadmill was performed. As a measure of ACR, the power (watts) of the run was calculated by the following formula: [(body mass x distance covered) / total time in seconds]. To identify CRF trajectories, a TRAJ plug-in for group-based trajectory analysis in the Stata 15.1 statistical package was used. The generalized estimating equation (GEE), controlled for sex, peak height velocity (PVC) in childhood and moderate-vigorous physical activity (MVPA) in adulthood, was also performed to compare groups, ages and group/age interaction for the distinct groups identified. Pearson's correlation was used between CRF and possible predictor variables, and those that presented P <0,20 were entered into the regression models using the forward method to observe the association in the age groups. Results: From the analysis of trajectories for childhood, adolescence and adulthood, three groups were identified (low, medium and high ACR) and through GEE it was observed that for the observed age groups they were statistically different (P<0,001) for the group factor, time and group/time interaction. For the 22-year longitudinal study, two groups were identified and statistically different (P<0,001) in the group (?² = 104,676), in age (?² = 2566,981) and in the interaction (?² = 89.796). As the main predictors of childhood, we have BMI and height (R2=0,44) for high CRF at 10 years old, during adolescence, sex, maturation and height (R2=0,77) for high CRF at 13 years old and during adulthood, we have sex, BMI and MVPA, an average CRF (R2=0,82). Conclusion: It is concluded that CRF presents three development patterns between childhood and adulthood. Its development is positive during the first decades of life. A reduction in CRF values was also identified from the age of 23. And sex, BMI and height explain the different CRF groups over time.porCiências da Saúde - Educação FísicaCiências da Saúde - Educação FísicaPhysical FitnessChildrenAdultsAnthropometryLongitudinal StudiesAptidão FísicaCriançasAdultosAntropometriaEstudos longitudinaisTrajetórias e preditores da aptidão cardiorrespiratória entre a infância e a idade adulta: um estudo longitudinal de 22 anosTrajectories and predictors of cardiorespiratory fitness between childhood and adulthood: a 22-year longitudinal studyinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisCEFE - Departamento de Educação FísicaPrograma de Pós-Graduação Associado em Educação Física UEM/UELUniversidade Estadual de Londrina - UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccessMestrado AcadêmicoCentro de Educação Física e EsportesORIGINALCS_EDF_Me_2025_Albertuni_Gabriel_M.pdfCS_EDF_Me_2025_Albertuni_Gabriel_M.pdfTexto completo. 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