Avaliação da densidade mineral óssea com bioimpedância: estudo de viabilidade

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Albuquerque, Diogo de Azevedo Resende de lattes
Orientador(a): Scherer, Daniel lattes
Banca de defesa: Castelo Branco, Rodolfo Ramos lattes, Souza, Mônica Vinhas de lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso embargado
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual da Paraíba
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação Profissional em Ciência e Tecnologia em Saúde - PPGCTS
Departamento: Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa - PRPGP
País: BR
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.uepb.edu.br/handle/123456789/72940
Resumo: Osteoporosis is characterized by the alteration of bone microarchitecture and, consequently, a decrease in bone mineral density, a factor that results in a significant increase in fracture risk. Despite the clinical and epidemiological relevance of this disease, there is no cost-effective method for screening. Dual-energy X-ray absorptiometry (DXA) is the diagnostic method of choice, although its application is restricted to specific groups. While it is the reference standard, DXA has a low predictive capacity for fractures in asymptomatic patients, as 80% of bone fragility fractures occur in individuals with a T-score above -2.5, the threshold for an osteoporosis diagnosis. In this context, it is necessary to evaluate more accessible and effective complementary tests. Bioelectrical impedance analysis (BIA) has emerged as a useful tool for screening and diagnosing bone mineral density (DMO), with potential advantages over DXA. Based on this possibility, a systematic review was conducted to investigate the association between bioelectrical parameters—such as resistance (R), reactance (Xc), phase angle (PhA) and DMOvalues. Seventeenth studies were analyzed in which the direct measurement of DMO by BIA was evaluated using various parameters, including impedance (Z), resistance (R), reactance (Xc) and phase angle (PhA). The results of the review show statistically significant correlations between DMO values measured by DXA and BIA. Despite these findings, BIA can present significant limitations in quantitative accuracy compared to DXA for the direct estimation of bone mass due to systematic and proportional biases, as well as wide individual variability. Nevertheless, multifactorial predictive equations and the phase angle (at 50 kHz) demonstrate potential for high precision, suggesting greater applicability as a complementary screening tool, especially in at-risk populations and in contexts with limited resources.
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While it is the reference standard, DXA has a low predictive capacity for fractures in asymptomatic patients, as 80% of bone fragility fractures occur in individuals with a T-score above -2.5, the threshold for an osteoporosis diagnosis. In this context, it is necessary to evaluate more accessible and effective complementary tests. Bioelectrical impedance analysis (BIA) has emerged as a useful tool for screening and diagnosing bone mineral density (DMO), with potential advantages over DXA. Based on this possibility, a systematic review was conducted to investigate the association between bioelectrical parameters—such as resistance (R), reactance (Xc), phase angle (PhA) and DMOvalues. Seventeenth studies were analyzed in which the direct measurement of DMO by BIA was evaluated using various parameters, including impedance (Z), resistance (R), reactance (Xc) and phase angle (PhA). The results of the review show statistically significant correlations between DMO values measured by DXA and BIA. Despite these findings, BIA can present significant limitations in quantitative accuracy compared to DXA for the direct estimation of bone mass due to systematic and proportional biases, as well as wide individual variability. Nevertheless, multifactorial predictive equations and the phase angle (at 50 kHz) demonstrate potential for high precision, suggesting greater applicability as a complementary screening tool, especially in at-risk populations and in contexts with limited resources.A osteoporose é caracterizada pela alteração da microarquitetura óssea e, consequentemente, a diminuição da densidade mineral óssea, fator que resulta no aumento significativo do risco de fraturas. Apesar da relevância clínica e epidemiológica dessa enfermidade, não há método custo- efetivo para a realização de rastreamento, sendo a densitometria por raios-X de dupla energia (DXA) o método diagnóstico de escolha, ainda que sua aplicação seja restrita a grupos específicos. Embora seja o exame de referência, a DXA apresenta baixa capacidade preditiva para fraturas em pacientes assintomáticos, pois 80% das fraturas por fragilidade óssea ocorrem em indivíduos com T-escore superior a -2,5, limite para diagnóstico da osteoporose. Nesse contexto, é preciso avaliar exames complementares mais acessíveis e eficazes. A bioimpedância elétrica (BIA) tem se destacado como uma ferramenta útil para o rastreamento e diagnóstico da densidade mineral óssea (DMO), com potenciais vantagens em relação à DXA. A partir dessa possibilidade, realizou-se uma revisão sistemática para investigar a associação entre os parâmetros bioelétricos, como resistência (R), reatância (Xc), ângulo de fase (PhA) e os valores de DMO. Foram analisados 17 estudos, nos quais foi avaliada a aferição direta de DMO aferição direta de DMO pela BIA, através de diversos parâmetros como impedância (Z), resistência (R), reatância (Xc) e ângulo de fase (PhA). Os resultados da revisão evidenciam correlações com significância estatística entre as DMOs aferidas por DXA e BIA. Apesar dos achados, a BIA pode apresentar limitações importantes de acurácia quantitativa em comparação ao DXA para estimativa direta de massa óssea devido a vieses sistemáticos e proporcionais, e ampla variabilidade individual. Ainda assim, equações preditivas multifatoriais e o ângulo de phase (à frequência de 50kHz) demonstram potencial para alta precisão, sugerindo maior aplicabilidade como ferramenta complementar para rastreio, especialmente, em populações de risco e contextos com recursos limitados.application/pdfUniversidade Estadual da ParaíbaPrograma de Pós-Graduação Profissional em Ciência e Tecnologia em Saúde - PPGCTSUEPBBRPró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa - PRPGPPró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa - PRPGPCIENCIAS DA SAUDEENGENHARIA BIOMEDICAENGENHARIA BIOMEDICABioimpedânciaDensidade mieneral ósseaOsteoporoseBioimpedância elétricaÂngulo de faseAvaliação da densidade mineral óssea com bioimpedância: estudo de viabilidadeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisCastelo Branco, Rodolfo Ramoshttps://orcid.org/0000-0003-4805-9135http://lattes.cnpq.br/3083529477144320Souza, Mônica Vinhas dehttp://lattes.cnpq.br/4277467971905600Scherer, Danielhttp://lattes.cnpq.br/9876878380575511https://orcid.org/0000-0003-2844-1919http://lattes.cnpq.br/0477434327435135/Albuquerque, Diogo de Azevedo Resende deinfo:eu-repo/semantics/embargoedAccessporreponame:Repositório Institucional da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)instname:Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)instacron:UEPBLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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