Sororidade e redes sociais: a possibilidade de uma aliança entre mulheres dentro das redes digitais
| Ano de defesa: | 2023 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | , |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual da Paraíba
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Serviço Social - PPGSS
|
| Departamento: |
Centro de Ciências Sociais e Aplicadas - CCSA
Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa - PRPGP |
| País: |
BR
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.uepb.edu.br/handle/123456789/74832 |
Resumo: | O presente trabalho analisou de que forma acontece a prática de sororidade entre mulheres através do grupo virtual Vamos Juntas de Campina Grande - PB. Para isso, tivemos os seguintes objetivos específicos: investigar como se deu o processo de constituição do grupo; verificar se o grupo se configura como um meio de ativismo social na internet, defendendo bandeiras do feminismo; entender por que as mulheres buscaram construir uma aliança através desse espaço; conhecer as principais demandas que chegam ao grupo; identificar o conteúdo das postagens com maior interação; realizar revisão bibliográfica acerca da sororidade. A inquietação para a pesquisa se deu pela escassez de estudos sobre a prática da sororidade, a importância que esse termo assume no feminismo contemporâneo, a dimensão que as redes sociais têm ganhado na vida das mulheres que buscam se unir e conhecer as maiores necessidades de quem integra esse espaço. Realizamos pesquisa do tipo descritivo-analítica, com abordagem quanti-qualitativa. A coleta de campo foi feita em dois momentos: através da utilização de entrevista do tipo semiestruturada realizada, por gravação de áudio via WhatsApp e por escrito, com as administradoras do grupo Vamos Juntas; e através da verificação do conteúdo das mensagens postadas pelas integrantes no grupo. Tomamos como referência as publicações de agosto, setembro e outubro de 2022. A técnica utilizada para o tratamento dos dados foi a análise de conteúdo temática. A investigação nos revelou que o grupo Vamos Juntas passou por uma reconfiguração e as demandas de violências domésticas passaram a ser tratadas de forma privada. Apesar dessa reconfiguração, o grupo resiste e se configura como um espaço seguro e de acolhimento. A prática da sororidade no grupo ocorre a partir de várias demandas: quando as integrantes buscam e oferecem serviços; quando existe a prestação voluntária de esclarecimentos jurídicos; quando há cuidado ao indicar moradia e transportes para as mulheres; no encaminhamento de doações de roupas, alimentos, móveis etc. A incidência de ativismo feminista aparece principalmente, nas postagens relacionadas a política partidária, porém ele é pequeno comparado as demais demandas. O número de curtidas e comentários das postagens é pequeno comparado a quantidade de participantes do grupo. Concluímos que a sororidade se manifestou relativamente ativa, porém ela é considerada fraca quando analisada pelo viés da interação. |
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2023-11-20T12:00:51Z2026-03-02T16:47:11Z2023-03-31ANGELIM, Maria Roberta M. Sororidade e redes sociais: a possibilidade de uma aliança entre mulheres dentro das redes digitais 2023. 85 f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Serviço Social - PPGSS) - Universidade Estadual da Paraíba, Campina Grande.2023https://repositorio.uepb.edu.br/handle/123456789/7483224004014015P4application/pdfUniversidade Estadual da ParaíbaPrograma de Pós-Graduação em Serviço Social - PPGSSUEPBBRCentro de Ciências Sociais e Aplicadas - CCSAPró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa - PRPGPCIENCIAS SOCIAIS APLICADASSororidadeFeminismoFacebookVamos JuntasSororidade e redes sociais: a possibilidade de uma aliança entre mulheres dentro das redes digitaisThe practice of sorority among women in the virtual group "Vamos Juntas" from Campina Grande, PB.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisVelôso, Thelmahttp://lattes.cnpq.br/1954214035034995Rodrigues, Adrianahttp://lattes.cnpq.br/7244223683025080Santiago, Idalina I.M. F. L.http://lattes.cnpq.br/9993459692120000Angelim, Maria Roberta MedeirosO presente trabalho analisou de que forma acontece a prática de sororidade entre mulheres através do grupo virtual Vamos Juntas de Campina Grande - PB. Para isso, tivemos os seguintes objetivos específicos: investigar como se deu o processo de constituição do grupo; verificar se o grupo se configura como um meio de ativismo social na internet, defendendo bandeiras do feminismo; entender por que as mulheres buscaram construir uma aliança através desse espaço; conhecer as principais demandas que chegam ao grupo; identificar o conteúdo das postagens com maior interação; realizar revisão bibliográfica acerca da sororidade. A inquietação para a pesquisa se deu pela escassez de estudos sobre a prática da sororidade, a importância que esse termo assume no feminismo contemporâneo, a dimensão que as redes sociais têm ganhado na vida das mulheres que buscam se unir e conhecer as maiores necessidades de quem integra esse espaço. Realizamos pesquisa do tipo descritivo-analítica, com abordagem quanti-qualitativa. A coleta de campo foi feita em dois momentos: através da utilização de entrevista do tipo semiestruturada realizada, por gravação de áudio via WhatsApp e por escrito, com as administradoras do grupo Vamos Juntas; e através da verificação do conteúdo das mensagens postadas pelas integrantes no grupo. Tomamos como referência as publicações de agosto, setembro e outubro de 2022. A técnica utilizada para o tratamento dos dados foi a análise de conteúdo temática. A investigação nos revelou que o grupo Vamos Juntas passou por uma reconfiguração e as demandas de violências domésticas passaram a ser tratadas de forma privada. Apesar dessa reconfiguração, o grupo resiste e se configura como um espaço seguro e de acolhimento. A prática da sororidade no grupo ocorre a partir de várias demandas: quando as integrantes buscam e oferecem serviços; quando existe a prestação voluntária de esclarecimentos jurídicos; quando há cuidado ao indicar moradia e transportes para as mulheres; no encaminhamento de doações de roupas, alimentos, móveis etc. A incidência de ativismo feminista aparece principalmente, nas postagens relacionadas a política partidária, porém ele é pequeno comparado as demais demandas. O número de curtidas e comentários das postagens é pequeno comparado a quantidade de participantes do grupo. Concluímos que a sororidade se manifestou relativamente ativa, porém ela é considerada fraca quando analisada pelo viés da interação.BACCI, C. A. 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O presente trabalho analisou de que forma acontece a prática de sororidade entre mulheres através do grupo virtual Vamos Juntas de Campina Grande - PB. Para isso, tivemos os seguintes objetivos específicos: investigar como se deu o processo de constituição do grupo; verificar se o grupo se configura como um meio de ativismo social na internet, defendendo bandeiras do feminismo; entender por que as mulheres buscaram construir uma aliança através desse espaço; conhecer as principais demandas que chegam ao grupo; identificar o conteúdo das postagens com maior interação; realizar revisão bibliográfica acerca da sororidade. A inquietação para a pesquisa se deu pela escassez de estudos sobre a prática da sororidade, a importância que esse termo assume no feminismo contemporâneo, a dimensão que as redes sociais têm ganhado na vida das mulheres que buscam se unir e conhecer as maiores necessidades de quem integra esse espaço. Realizamos pesquisa do tipo descritivo-analítica, com abordagem quanti-qualitativa. A coleta de campo foi feita em dois momentos: através da utilização de entrevista do tipo semiestruturada realizada, por gravação de áudio via WhatsApp e por escrito, com as administradoras do grupo Vamos Juntas; e através da verificação do conteúdo das mensagens postadas pelas integrantes no grupo. Tomamos como referência as publicações de agosto, setembro e outubro de 2022. A técnica utilizada para o tratamento dos dados foi a análise de conteúdo temática. A investigação nos revelou que o grupo Vamos Juntas passou por uma reconfiguração e as demandas de violências domésticas passaram a ser tratadas de forma privada. Apesar dessa reconfiguração, o grupo resiste e se configura como um espaço seguro e de acolhimento. A prática da sororidade no grupo ocorre a partir de várias demandas: quando as integrantes buscam e oferecem serviços; quando existe a prestação voluntária de esclarecimentos jurídicos; quando há cuidado ao indicar moradia e transportes para as mulheres; no encaminhamento de doações de roupas, alimentos, móveis etc. A incidência de ativismo feminista aparece principalmente, nas postagens relacionadas a política partidária, porém ele é pequeno comparado as demais demandas. O número de curtidas e comentários das postagens é pequeno comparado a quantidade de participantes do grupo. Concluímos que a sororidade se manifestou relativamente ativa, porém ela é considerada fraca quando analisada pelo viés da interação. |
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2023 |
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ANGELIM, Maria Roberta M. Sororidade e redes sociais: a possibilidade de uma aliança entre mulheres dentro das redes digitais 2023. 85 f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Serviço Social - PPGSS) - Universidade Estadual da Paraíba, Campina Grande.2023 |
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