Zooplâncton como indicador de estado trófico em reservatórios no semiárido

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Silva, Lays Tamara Dantas da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual da Paraíba
Ecologia e Conservação
BR
UEPB
Mestrado em Ecologia e Conservação
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede.bc.uepb.edu.br/tede/jspui/handle/tede/1902
Resumo: Com o objetivo de utilizar o zooplâncton como ferramenta de indicação do estado trófico em reservatórios do semiárido foi realizada uma análise da composição, densidade e distribuição espaço-temporal do zooplâncton em relação aos indicadores tróficos, em três reservatórios (Namorados, Taperoá II e Soledade) da sub-bacia do rio Taperoá. As coletas foram realizadas em jan/12 e mai/12, em três pontos (captação de água, porção central e montante). O reservatório Soledade foi, em geral, considerado eutrófico. Taperoá II variou de oligotrófico a eutrófico. E Namorados foi, em geral, oligotrófico. Foram encontradas 35 espécies de zooplâncton, sendo 27 espécies de Rotifera, 3 espécies de Cladocera e 5 espécies de Copepoda. Com relação ao estado trófico, 10 espécies ocorreram exclusivamente em pontos oligotróficos, duas em pontos mesotróficos e três em pontos eutróficos. Vale salientar que sete espécies foram ausentes em apenas um estado trófico; destas, duas não ocorreram em pontos oligotróficos; uma não ocorreu em pontos mesotróficos; e quatro não ocorreram em pontos eutróficos. Os pontos oligotróficos apresentaram a menor densidade média (419 ind.L1), seguido dos mesotróficos (857 ind.L-1) e eutróficos (1202 ind.L-1). Nos diferentes estados tróficos, Rotifera foi o grupo dominante, seguido de Copepoda e Cladocera, exceto em jan/12 nos pontos oligotróficos, onde a abundância relativa de Copepoda foi maior que a de Rotifera. As espécies B. calyciflorus, B. urceolaris e T. decipiens podem ser utilizadas como indicadores de ambientes eutrofizados, e as espécies H. mira e K. cochlearis podem ser utilizadas como indicadoras de ambientes oligotróficos e/ou mesotróficos.
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