Brechas e Fissuras: As Territorialidades dos Cicloativistas no Espaço do Trânsito de Curitiba-PR.
| Ano de defesa: | 2021 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual de Ponta Grossa
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação Mestrado em Gestão do Território
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| Departamento: |
Departamento de Geociências
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://tede2.uepg.br/jspui/handle/prefix/3548 |
Resumo: | Esta pesquisa aborda as práticas espaciais dos cicloativistas de Curitiba-PR, procurando entender de que modo as mesmas afetam o espaço do trânsito e constituem as territorialidades desses sujeitos estratégicos. A abordagem utilizada é qualitativa e a ferramenta de coleta de informações é o formulário de entrevista semiestruturado. Enquanto método de seleção de informantes na pesquisa se utilizou a operação denominada “bola de neve”, (BARDIN, 2011) e que embora acabe direcionando os discursos, fez sentido com a pesquisa que trabalhou com os discursos ativistas e direcionados. Os discursos coletados foram pensados com base na análise de conteúdo (BARDIN, 2011), em que categorias foram selecionadas e trabalhadas conforme a proposta de entendimento das práticas espaciais e as territorialidades dos cicloativistas da capital paranaense. As análises das entrevistas trilharam a questão do poder (HAN 2015; 2018; 2019) espacializado nos territórios e a constituição das territorialidades. As práticas enunciadas nos discursos cicloativistas demonstraram um conteúdo de territorialidade multiescalar, desde o espaço do corpo (LIMA, 2015), do exemplo/presença cicloativa passando pelas microterritorialidades (HEIDRICH, 2013), até a possibilidade de influência no Nomoespaço do trânsito (GOMES, 2002). O foco na interpretação do fenômeno, abriu espaço para a utilização de autores de matizes teóricas diversas e que dialogam no texto a partir de uma intencionalidade autoral na expansão interpretativa dos conceitos em relação a complexidade do mundo factual. Por fim, a análise leva a crer que as práticas espaciais cicloativistas reivindicam não apenas espaços (auto)segregados como ciclovias e ciclofaixas, mas também a possibilidade de compartilhamento seguro das vias de circulação e o direito à cidade (BORJA 2003; LEFEBVRE, 2011). Para alcançar tais interesses, os cicloativistas se valem de suas práticas espaciais cotidianas e territoriais, contribuindo assim para a construção do espaço do trânsito. |
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As Territorialidades dos Cicloativistas no Espaço do Trânsito de Curitiba-PR. 2021. Dissertação (Mestrado em Gestão do Território) - Universidade Estadual de Ponta Grossa. Ponta Grossa. 2021.http://tede2.uepg.br/jspui/handle/prefix/3548Esta pesquisa aborda as práticas espaciais dos cicloativistas de Curitiba-PR, procurando entender de que modo as mesmas afetam o espaço do trânsito e constituem as territorialidades desses sujeitos estratégicos. A abordagem utilizada é qualitativa e a ferramenta de coleta de informações é o formulário de entrevista semiestruturado. Enquanto método de seleção de informantes na pesquisa se utilizou a operação denominada “bola de neve”, (BARDIN, 2011) e que embora acabe direcionando os discursos, fez sentido com a pesquisa que trabalhou com os discursos ativistas e direcionados. Os discursos coletados foram pensados com base na análise de conteúdo (BARDIN, 2011), em que categorias foram selecionadas e trabalhadas conforme a proposta de entendimento das práticas espaciais e as territorialidades dos cicloativistas da capital paranaense. As análises das entrevistas trilharam a questão do poder (HAN 2015; 2018; 2019) espacializado nos territórios e a constituição das territorialidades. As práticas enunciadas nos discursos cicloativistas demonstraram um conteúdo de territorialidade multiescalar, desde o espaço do corpo (LIMA, 2015), do exemplo/presença cicloativa passando pelas microterritorialidades (HEIDRICH, 2013), até a possibilidade de influência no Nomoespaço do trânsito (GOMES, 2002). O foco na interpretação do fenômeno, abriu espaço para a utilização de autores de matizes teóricas diversas e que dialogam no texto a partir de uma intencionalidade autoral na expansão interpretativa dos conceitos em relação a complexidade do mundo factual. Por fim, a análise leva a crer que as práticas espaciais cicloativistas reivindicam não apenas espaços (auto)segregados como ciclovias e ciclofaixas, mas também a possibilidade de compartilhamento seguro das vias de circulação e o direito à cidade (BORJA 2003; LEFEBVRE, 2011). Para alcançar tais interesses, os cicloativistas se valem de suas práticas espaciais cotidianas e territoriais, contribuindo assim para a construção do espaço do trânsito.This research addresses the spatial practices of cycle activists from Curitiba-PR, seeking to understand how these spatial practices affect the transit space and constitute the territoriality of these individuals. The approach used is that of Qualitative Geography and the information collection tool is the semi-structured interview form. As a method of selecting informants in the research, the “snowball” was used (BALDIN, 2011), which, although it ends up directing the speeches, made sense with the research that dealt with activist and targeted speeches. The collected speeches were analyzed based on the content analysis of (BARDIN, 2011), where categories were selected and worked on according to the proposal of understanding the spatial practices and territorialities of cycle activists in the capital of Paraná. The analysis of the interviews always had as a background the issue of power (HAN 2015; 2018; 2019), this power understood as spatialized power in territories and territorialities. The practices enunciated in the cyclo-activist discourses demonstrated a content of multi-scale territoriality, from the space of the body (LIMA, 2015), from the cycloactive example/presence through micro-territoriality (HEIDRICH, 2013), even the possibility of influence in the Nomospace of transit (GOMES, 2002). The focus on the interpretation of the phenomenon, opened space for the use of authors from different currents, and who dialogue in the text only to the extent of the interpretive capacity of their concepts. Finally, the analysis suggests that cycle-activist spatial practices demand not only segregated spaces, such as bicycle lanes and lanes, but also the possibility of safe sharing of roads and the right to the city (BORJA 2003; LEFEBVRE, 2011), and to achieve these interests, cycloactivists make use of their everyday spatial and territorial practices, thus contributing to the construction of the transit space.Submitted by arlindo kohlrausch (ajfk@uepg.br) on 2022-02-08T12:37:17Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Alexandre Brito Pinheiro.pdf: 3870755 bytes, checksum: 8ae69ef1d3eec3befdce6da29785fd11 (MD5)Made available in DSpace on 2022-02-08T12:37:17Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Alexandre Brito Pinheiro.pdf: 3870755 bytes, checksum: 8ae69ef1d3eec3befdce6da29785fd11 (MD5) Previous issue date: 2021-10-01Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorporUniversidade Estadual de Ponta GrossaPrograma de Pós-Graduação Mestrado em Gestão do TerritórioUEPGBrasilDepartamento de GeociênciasAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIASCicloativismoTerritorialidadesPráticas espaciaisEspaço do TrânsitoCycle activismTerritorialitiesSpatial practicesTransit SpaceBrechas e Fissuras: As Territorialidades dos Cicloativistas no Espaço do Trânsito de Curitiba-PR.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UEPGinstname:Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)instacron:UEPGLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81866http://tede2.uepg.br/jspui/bitstream/prefix/3548/3/license.txt43cd690d6a359e86c1fe3d5b7cba0c9bMD53CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8811http://tede2.uepg.br/jspui/bitstream/prefix/3548/2/license_rdfe39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34MD52ORIGINALAlexandre Brito Pinheiro.pdfAlexandre Brito Pinheiro.pdfdissertação completa em pdfapplication/pdf3870755http://tede2.uepg.br/jspui/bitstream/prefix/3548/1/Alexandre%20Brito%20Pinheiro.pdf8ae69ef1d3eec3befdce6da29785fd11MD51prefix/35482022-02-08 10:37:17.22oai:tede2.uepg.br:prefix/3548TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIApzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIApmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIG8gRGVwb3NpdGEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byAKcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIERlcG9zaXRhIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIAplIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIApWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgCm9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhbyBEZXBvc2l0YSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIApvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyAKT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgCkVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCgpPIERlcG9zaXRhIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIAphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://tede2.uepg.br/jspui/PUBhttp://tede2.uepg.br/oai/requestbicen@uepg.br||mv_fidelis@yahoo.com.bropendoar:2022-02-08T12:37:17Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UEPG - Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)false |
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Esta pesquisa aborda as práticas espaciais dos cicloativistas de Curitiba-PR, procurando entender de que modo as mesmas afetam o espaço do trânsito e constituem as territorialidades desses sujeitos estratégicos. A abordagem utilizada é qualitativa e a ferramenta de coleta de informações é o formulário de entrevista semiestruturado. Enquanto método de seleção de informantes na pesquisa se utilizou a operação denominada “bola de neve”, (BARDIN, 2011) e que embora acabe direcionando os discursos, fez sentido com a pesquisa que trabalhou com os discursos ativistas e direcionados. Os discursos coletados foram pensados com base na análise de conteúdo (BARDIN, 2011), em que categorias foram selecionadas e trabalhadas conforme a proposta de entendimento das práticas espaciais e as territorialidades dos cicloativistas da capital paranaense. As análises das entrevistas trilharam a questão do poder (HAN 2015; 2018; 2019) espacializado nos territórios e a constituição das territorialidades. As práticas enunciadas nos discursos cicloativistas demonstraram um conteúdo de territorialidade multiescalar, desde o espaço do corpo (LIMA, 2015), do exemplo/presença cicloativa passando pelas microterritorialidades (HEIDRICH, 2013), até a possibilidade de influência no Nomoespaço do trânsito (GOMES, 2002). O foco na interpretação do fenômeno, abriu espaço para a utilização de autores de matizes teóricas diversas e que dialogam no texto a partir de uma intencionalidade autoral na expansão interpretativa dos conceitos em relação a complexidade do mundo factual. Por fim, a análise leva a crer que as práticas espaciais cicloativistas reivindicam não apenas espaços (auto)segregados como ciclovias e ciclofaixas, mas também a possibilidade de compartilhamento seguro das vias de circulação e o direito à cidade (BORJA 2003; LEFEBVRE, 2011). Para alcançar tais interesses, os cicloativistas se valem de suas práticas espaciais cotidianas e territoriais, contribuindo assim para a construção do espaço do trânsito. |
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