Respostas autonômicas cardíacas durante e após esforço máximo em mulheres com fibromialgia
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | , |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual de Ponta Grossa
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciências Biomédicas
|
| Departamento: |
Setor de Ciências Biológicas e da Saúde
|
| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://tede2.uepg.br/jspui/handle/prefix/3095 |
Resumo: | A fibromialgia (FM) é uma doença reumática caracterizada por dor crônica generalizada. Acredita-se que indivíduos com FM apresentam uma disfunção autonômica, no entanto, não está claro se ocorrem respostas anormais da frequência cardíaca (FC) e da variabilidade da FC (VFC) ao esforço máximo em pacientes fibromiálgicos com desempenho físico semelhante aos indivíduos saudáveis. Assim, o objetivo deste estudo foi verificar a resposta de índices autonômicos cardíacos em repouso, durante e após um teste incremental máximo em mulheres com FM e comparar com mulheres saudáveis pareadas por características antropométricas e pelo desempenho físico no teste incremental. Inicialmente, foram recrutadas 20 mulheres com diagnóstico clínico de FM e 17 mulheres saudáveis. Em visita única ao laboratório, as participantes realizaram avaliação antropométrica e um teste incremental máximo no ciclossimulador. As participantes iniciaram o exercício com uma carga de trabalho de 15 watts e os pesquisadores aumentaram a potência em 15 watts a cada minuto até a exaustão. Após a realização das avaliações, os grupos foram pareados de acordo com as características físicas e pelo desempenho no teste incremental máximo. Dessa forma, a amostra do estudo incluiu 13 mulheres com diagnóstico de FM (idade: 46,2 ± 11,9 anos; índice de massa corporal - IMC: 27,4 ± 4,5 kg/m2) e 14 mulheres controles saudáveis (CON; idade: 47,1 ± 7,6 anos; IMC: 26,9 ± 3,5 kg/m2). A VFC foi monitorada continuamente em repouso e após (recuperação pós-exercício) o teste incremental máximo. Além disso, a resposta da FC durante o exercício foi avaliada pelo cálculo do percentual de reserva cronotrópica e a recuperação da FC foi calculada a partir da diferença na FC após 30, 60, 120 e 180 segundos de recuperação em relação à FC pico. Em repouso, o índice parassimpático RMSSD foi menor no grupo FM em comparação ao grupo CON (FM: 20,2 ± 8,3 ms vs. CON: 29,3 ± 13,7 ms; p = 0,009). No teste incremental máximo, a resposta de reserva cronotrópica foi significativamente menor no grupo FM (78,3 ± 12,2%) em comparação ao grupo CON (87,7 ± 8,2%; p = 0,025). A recuperação da FC ocorreu mais lentamente após o exercício no grupo FM aos 30s (FM: 19,1 ± 7,9 bpm vs. CON: 27,4 ± 10,1 bpm; p = 0,026) e 180s (FM: 51,5 ± 12,8 bpm vs. CON: 60,7 ± 11,4 bpm; p = 0,058) em comparação ao grupo CON. Entretanto, não houve diferença significante entre os grupos para os índices da VFC após o exercício (p > 0,05). Esses achados sugerem que mulheres com FM apresentam menor tônus vagal cardíaco em repouso e respostas cronotrópicas reduzidas durante e após o exercício, mesmo com desempenho físico semelhante a mulheres saudáveis. |
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Respostas autonômicas cardíacas durante e após esforço máximo em mulheres com fibromialgia. 2020. Dissertação (Mestrado em Ciências Biomédicas) – Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa, 2020.http://tede2.uepg.br/jspui/handle/prefix/3095A fibromialgia (FM) é uma doença reumática caracterizada por dor crônica generalizada. Acredita-se que indivíduos com FM apresentam uma disfunção autonômica, no entanto, não está claro se ocorrem respostas anormais da frequência cardíaca (FC) e da variabilidade da FC (VFC) ao esforço máximo em pacientes fibromiálgicos com desempenho físico semelhante aos indivíduos saudáveis. Assim, o objetivo deste estudo foi verificar a resposta de índices autonômicos cardíacos em repouso, durante e após um teste incremental máximo em mulheres com FM e comparar com mulheres saudáveis pareadas por características antropométricas e pelo desempenho físico no teste incremental. Inicialmente, foram recrutadas 20 mulheres com diagnóstico clínico de FM e 17 mulheres saudáveis. Em visita única ao laboratório, as participantes realizaram avaliação antropométrica e um teste incremental máximo no ciclossimulador. As participantes iniciaram o exercício com uma carga de trabalho de 15 watts e os pesquisadores aumentaram a potência em 15 watts a cada minuto até a exaustão. Após a realização das avaliações, os grupos foram pareados de acordo com as características físicas e pelo desempenho no teste incremental máximo. Dessa forma, a amostra do estudo incluiu 13 mulheres com diagnóstico de FM (idade: 46,2 ± 11,9 anos; índice de massa corporal - IMC: 27,4 ± 4,5 kg/m2) e 14 mulheres controles saudáveis (CON; idade: 47,1 ± 7,6 anos; IMC: 26,9 ± 3,5 kg/m2). A VFC foi monitorada continuamente em repouso e após (recuperação pós-exercício) o teste incremental máximo. Além disso, a resposta da FC durante o exercício foi avaliada pelo cálculo do percentual de reserva cronotrópica e a recuperação da FC foi calculada a partir da diferença na FC após 30, 60, 120 e 180 segundos de recuperação em relação à FC pico. Em repouso, o índice parassimpático RMSSD foi menor no grupo FM em comparação ao grupo CON (FM: 20,2 ± 8,3 ms vs. CON: 29,3 ± 13,7 ms; p = 0,009). No teste incremental máximo, a resposta de reserva cronotrópica foi significativamente menor no grupo FM (78,3 ± 12,2%) em comparação ao grupo CON (87,7 ± 8,2%; p = 0,025). A recuperação da FC ocorreu mais lentamente após o exercício no grupo FM aos 30s (FM: 19,1 ± 7,9 bpm vs. CON: 27,4 ± 10,1 bpm; p = 0,026) e 180s (FM: 51,5 ± 12,8 bpm vs. CON: 60,7 ± 11,4 bpm; p = 0,058) em comparação ao grupo CON. Entretanto, não houve diferença significante entre os grupos para os índices da VFC após o exercício (p > 0,05). Esses achados sugerem que mulheres com FM apresentam menor tônus vagal cardíaco em repouso e respostas cronotrópicas reduzidas durante e após o exercício, mesmo com desempenho físico semelhante a mulheres saudáveis.Fibromyalgia (FM) is a rheumatic disease characterized by widespread chronic pain. It is believed that patients with FM have an autonomic dysfunction. However, it is not clear whether abnormal heart rate (HR) and HR variability (HRV) responses to maximal effort occur even in FM patients with similar physical performance to healthy individuals. Thus, the aim of this study was to verify the response of cardiac autonomic indexes at baseline, during and after a maximal incremental test in women with FM and to compare those with healthy women matched by anthropometric characteristics and physical performance on incremental test. Initially, twenty women diagnosed with FM and seventeen healthy women were recruited. In a single visit to the laboratory, the participants performed anthropometric evaluation and a maximal incremental test. Participants started the exercise with an initial workload of 15 watts, and the researchers increased the power 15 watts every minute until exhaustion. After all evaluations, the two groups were matched according to their physical characteristics and performance in the maximal incremental test. Thus, the study sample included 13 women diagnosed with FM (age: 46.2 ± 11.9 years; body mass index - BMI: 27.4 ± 4.5 kg/m2) and 14 healthy control women (CON: age: 47.1 ± 7.6 years; BMI: 26.9 ± 3.5 kg/m2). The HRV was continuously monitored at baseline and after (post-exercise recovery) the maximal incremental test. In addition, the HR response during exercise was evaluated through the chronotropic reserve and HR recovery was calculated as the difference in HR after 30, 60, 120, and 180 seconds of recovery in relation to peak HR during exercise. At baseline, the FM group had significantly lower parasympathetic index RMSSD compared to CON group (FM: 20.2 ± 8.3 ms vs. CON: 29.3 ± 13.7 ms; p = 0.009). On maximal incremental test, the chronotropic reserve response was significantly lower in the FM group (78.3 ± 12.2%) compared to the CON group (87.7 ± 8.2%; p = 0.025). The HR recovery were lower in the FM group after 30s (FM: 19.1 ± 7.9 bpm vs. CON: 27.4 ± 10.1 bpm; p = 0.026) and 180s (FM: 51. 5 ± 12.8 bpm vs. CON: 60.7 ± 11.4 bpm; p = 0.058) compared to the CON group. However, there was no significant difference between groups for HRV indexes on post-exercise recovery (p > 0.05). These findings suggest that women with FM have lower vagal tonus at baseline and reduced chronotropic responses during and after exercise, even with similar physical performance to healthy women.Submitted by Angela Maria de Oliveira (amolivei@uepg.br) on 2020-05-29T18:26:28Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Julio Cezar Schamne.pdf: 1456163 bytes, checksum: d955fca748dc7d1e481a16ec7101fd49 (MD5)Made available in DSpace on 2020-05-29T18:26:28Z (GMT). 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Schamne, Julio Cezar |
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Okuno, Nilo Massaru Kanunfre, Carla Cristine Silva, Adriano Eduardo Lima da |
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CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE Fibromialgia disautonomia variabilidade de frequência cardíaca teste incremental Fibromyalgia autonomic disfunction heart rate variability incremental test |
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Fibromialgia disautonomia variabilidade de frequência cardíaca teste incremental Fibromyalgia autonomic disfunction heart rate variability incremental test |
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A fibromialgia (FM) é uma doença reumática caracterizada por dor crônica generalizada. Acredita-se que indivíduos com FM apresentam uma disfunção autonômica, no entanto, não está claro se ocorrem respostas anormais da frequência cardíaca (FC) e da variabilidade da FC (VFC) ao esforço máximo em pacientes fibromiálgicos com desempenho físico semelhante aos indivíduos saudáveis. Assim, o objetivo deste estudo foi verificar a resposta de índices autonômicos cardíacos em repouso, durante e após um teste incremental máximo em mulheres com FM e comparar com mulheres saudáveis pareadas por características antropométricas e pelo desempenho físico no teste incremental. Inicialmente, foram recrutadas 20 mulheres com diagnóstico clínico de FM e 17 mulheres saudáveis. Em visita única ao laboratório, as participantes realizaram avaliação antropométrica e um teste incremental máximo no ciclossimulador. As participantes iniciaram o exercício com uma carga de trabalho de 15 watts e os pesquisadores aumentaram a potência em 15 watts a cada minuto até a exaustão. Após a realização das avaliações, os grupos foram pareados de acordo com as características físicas e pelo desempenho no teste incremental máximo. Dessa forma, a amostra do estudo incluiu 13 mulheres com diagnóstico de FM (idade: 46,2 ± 11,9 anos; índice de massa corporal - IMC: 27,4 ± 4,5 kg/m2) e 14 mulheres controles saudáveis (CON; idade: 47,1 ± 7,6 anos; IMC: 26,9 ± 3,5 kg/m2). A VFC foi monitorada continuamente em repouso e após (recuperação pós-exercício) o teste incremental máximo. Além disso, a resposta da FC durante o exercício foi avaliada pelo cálculo do percentual de reserva cronotrópica e a recuperação da FC foi calculada a partir da diferença na FC após 30, 60, 120 e 180 segundos de recuperação em relação à FC pico. Em repouso, o índice parassimpático RMSSD foi menor no grupo FM em comparação ao grupo CON (FM: 20,2 ± 8,3 ms vs. CON: 29,3 ± 13,7 ms; p = 0,009). No teste incremental máximo, a resposta de reserva cronotrópica foi significativamente menor no grupo FM (78,3 ± 12,2%) em comparação ao grupo CON (87,7 ± 8,2%; p = 0,025). A recuperação da FC ocorreu mais lentamente após o exercício no grupo FM aos 30s (FM: 19,1 ± 7,9 bpm vs. CON: 27,4 ± 10,1 bpm; p = 0,026) e 180s (FM: 51,5 ± 12,8 bpm vs. CON: 60,7 ± 11,4 bpm; p = 0,058) em comparação ao grupo CON. Entretanto, não houve diferença significante entre os grupos para os índices da VFC após o exercício (p > 0,05). Esses achados sugerem que mulheres com FM apresentam menor tônus vagal cardíaco em repouso e respostas cronotrópicas reduzidas durante e após o exercício, mesmo com desempenho físico semelhante a mulheres saudáveis. |
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2020 |
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SCHAMNE, Julio Cezar. Respostas autonômicas cardíacas durante e após esforço máximo em mulheres com fibromialgia. 2020. Dissertação (Mestrado em Ciências Biomédicas) – Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa, 2020. |
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