Paisagem e romantismo como conductos da racionalidade moderna no III Reich
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Tecnologia e Ciências::Instituto de Geografia Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Geografia |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/19807 |
Resumo: | O presente trabalho tem por objetivo compreender o uso do romantismo como máscara no nazismo alemão para impor uma política de viés racionalista que seria exposta na paisagem. Em outras palavras, averiguar como se deu o uso da paisagem por parte do regime nazista, tendo em vista a filosofia romântica – a qual foi vinculada ao nazismo – e a racionalidade imperativa do início do século XX. Ao afirmar que há um uso da paisagem significa dizer que esta se torna ferramenta para determinados fins. Para tal, será preciso responder a um importante questionamento no que se refere ao conceito: de que paisagem o nazismo se apropria? Um arcabouço teórico para compreender a ligação do romantismo e do racionalismo com os conceitos de paisagem nas diferentes línguas – sobretudo a alemã, francesa e inglesa – será necessário. Objetivos específicos foram traçados para auxiliar a esta questão inicial. Identificar o papel e o uso da técnica e das ciências modernas no início do século XX e, sobretudo, no nazismo se faz importante à medida em que se parte da hipótese de que o nazismo absolutamente não é romântico. Ademais, inferir o impacto do romantismo como ferramenta de consolidação de um espírito nacional exposto na paisagem e atestar o uso do romantismo fundamentador de um mito unificador ligado ao solo. Como resultado é possível destacar, portanto, como o uso do romantismo serviu como máscara para uma política de paisagem racionalizante. |
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Paisagem e romantismo como conductos da racionalidade moderna no III ReichLandscape and romanticism as conduits of modern rationality in the Third ReichRomantismoNazismoIII ReichAlemanhaPaisagemRomanticismGermantLandscapeCIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIA::GEOGRAFIA HUMANA::GEOGRAFIA POLITICAO presente trabalho tem por objetivo compreender o uso do romantismo como máscara no nazismo alemão para impor uma política de viés racionalista que seria exposta na paisagem. Em outras palavras, averiguar como se deu o uso da paisagem por parte do regime nazista, tendo em vista a filosofia romântica – a qual foi vinculada ao nazismo – e a racionalidade imperativa do início do século XX. Ao afirmar que há um uso da paisagem significa dizer que esta se torna ferramenta para determinados fins. Para tal, será preciso responder a um importante questionamento no que se refere ao conceito: de que paisagem o nazismo se apropria? Um arcabouço teórico para compreender a ligação do romantismo e do racionalismo com os conceitos de paisagem nas diferentes línguas – sobretudo a alemã, francesa e inglesa – será necessário. Objetivos específicos foram traçados para auxiliar a esta questão inicial. Identificar o papel e o uso da técnica e das ciências modernas no início do século XX e, sobretudo, no nazismo se faz importante à medida em que se parte da hipótese de que o nazismo absolutamente não é romântico. Ademais, inferir o impacto do romantismo como ferramenta de consolidação de um espírito nacional exposto na paisagem e atestar o uso do romantismo fundamentador de um mito unificador ligado ao solo. Como resultado é possível destacar, portanto, como o uso do romantismo serviu como máscara para uma política de paisagem racionalizante.The objective of this study aims to understand the use of romanticism as a mask in National Socialism to impose a policy of rationalist bias that would be exposed in the landscape. In other words, to investigate how the landscape was used by the Nazi regime, in view of the romantic philosophy – which was linked to Nazism – and the imperative rationality of the beginning of the 20th century. By stating that there is a use of the landscape it means to say that it becomes a tool for certain purposes. To do this, it will be necessary to answer an important question regarding the concept: from what landscape have Nazism appropriated? In other words, it will take a theoretical framework to understand the connection between romanticism and rationalism with the concepts of landscape in different languages – especially German, French and English. Specific objectives have been outlined to assist this initial question. Identifying the role and use of technique and modern sciences in the early 20th century and, above all, in Nazism, becomes important as we start from the hypothesis that Nazis were absolutely not romantic. Furthermore, to infer the impact of romanticism as a tool for consolidating a national spirit exposed in the landscape. In other words, attest to the use of the founding romanticism of a unifying myth connected to the ground.Universidade do Estado do Rio de JaneiroCentro de Tecnologia e Ciências::Instituto de GeografiaBrasilUERJPrograma de Pós-Graduação em GeografiaFernandes, Ulisses da Silvahttp://lattes.cnpq.br/2728116804299922Fernandes, Ulisses da SilvaLamego, Mariana AraújoSilva, Carlos Alberto Franco daTorres, Philippe Dias Leão2023-06-20T15:03:06Z2020-03-04info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfTORRES, Philippe Dias Leão. Paisagem e romantismo como conductos da racionalidade moderna no III Reich. 2020. 95 f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Geografia) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2020.http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/19807porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJinstname:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)instacron:UERJ2023-06-20T15:03:06Zoai:www.bdtd.uerj.br:1/19807Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bdtd.uerj.br/PUBhttps://www.bdtd.uerj.br:8443/oai/requestbdtd.suporte@uerj.bropendoar:29032023-06-20T15:03:06Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)false |
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O presente trabalho tem por objetivo compreender o uso do romantismo como máscara no nazismo alemão para impor uma política de viés racionalista que seria exposta na paisagem. Em outras palavras, averiguar como se deu o uso da paisagem por parte do regime nazista, tendo em vista a filosofia romântica – a qual foi vinculada ao nazismo – e a racionalidade imperativa do início do século XX. Ao afirmar que há um uso da paisagem significa dizer que esta se torna ferramenta para determinados fins. Para tal, será preciso responder a um importante questionamento no que se refere ao conceito: de que paisagem o nazismo se apropria? Um arcabouço teórico para compreender a ligação do romantismo e do racionalismo com os conceitos de paisagem nas diferentes línguas – sobretudo a alemã, francesa e inglesa – será necessário. Objetivos específicos foram traçados para auxiliar a esta questão inicial. Identificar o papel e o uso da técnica e das ciências modernas no início do século XX e, sobretudo, no nazismo se faz importante à medida em que se parte da hipótese de que o nazismo absolutamente não é romântico. Ademais, inferir o impacto do romantismo como ferramenta de consolidação de um espírito nacional exposto na paisagem e atestar o uso do romantismo fundamentador de um mito unificador ligado ao solo. Como resultado é possível destacar, portanto, como o uso do romantismo serviu como máscara para uma política de paisagem racionalizante. |
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