Paisagem e romantismo como conductos da racionalidade moderna no III Reich

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Torres, Philippe Dias Leão
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Tecnologia e Ciências::Instituto de Geografia
Brasil
UERJ
Programa de Pós-Graduação em Geografia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/19807
Resumo: O presente trabalho tem por objetivo compreender o uso do romantismo como máscara no nazismo alemão para impor uma política de viés racionalista que seria exposta na paisagem. Em outras palavras, averiguar como se deu o uso da paisagem por parte do regime nazista, tendo em vista a filosofia romântica – a qual foi vinculada ao nazismo – e a racionalidade imperativa do início do século XX. Ao afirmar que há um uso da paisagem significa dizer que esta se torna ferramenta para determinados fins. Para tal, será preciso responder a um importante questionamento no que se refere ao conceito: de que paisagem o nazismo se apropria? Um arcabouço teórico para compreender a ligação do romantismo e do racionalismo com os conceitos de paisagem nas diferentes línguas – sobretudo a alemã, francesa e inglesa – será necessário. Objetivos específicos foram traçados para auxiliar a esta questão inicial. Identificar o papel e o uso da técnica e das ciências modernas no início do século XX e, sobretudo, no nazismo se faz importante à medida em que se parte da hipótese de que o nazismo absolutamente não é romântico. Ademais, inferir o impacto do romantismo como ferramenta de consolidação de um espírito nacional exposto na paisagem e atestar o uso do romantismo fundamentador de um mito unificador ligado ao solo. Como resultado é possível destacar, portanto, como o uso do romantismo serviu como máscara para uma política de paisagem racionalizante.
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