Efeitos da perda ponderal sobre função vascular, sistema nervoso autonômico e biomarcadores metabólicos em obesos com saúde cardiovascular moderada e baixa
| Ano de defesa: | 2022 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro Biomédico::Faculdade de Ciências Médicas Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/22613 |
Resumo: | Segundo a American Heart Association, a maioria dos eventos cardiovasculares pode ser evitada através da adesão de oito comportamentos (tabagismo, atividade física, dieta e saúde do sono) e fatores de saúde (Índice de Massa Corporal (IMC), colesterol não-HDL, pressão arterial e hemoglobina glicada), refletindo a classificação de saúde cardiovascular (SCV) em alta, moderada e baixa. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da perda ponderal na função vascular, tônus simpático, biomarcadores metabólicos e inflamatórios em obesos com SCV moderada e baixa. Foi realizado um estudo prospectivo de intervenção, sendo selecionados pacientes de ambos os sexos, com idade entre 40 e 70 anos, IMC ≥30 e <40kg/m², instruídos a seguir uma dieta hipocalórica (redução de 800kcal/dia) por 16 semanas. Nos períodos basal, após oito e 16 semanas de intervenção nutricional os pacientes foram submetidos à avaliação da hemodinâmica central e rigidez arterial por oscilometria (Mobil-O-Graph®), sistema autonômico pela variabilidade da frequência cardíaca (Polar® RS800), e reatividade microvascular por meio do sistema de laser com contraste de imagem (Pericam®). O estudo do sono foi realizado nos períodos basal e após 16 semanas de intervenção com um dispositivo domiciliar (Watch-PAT 200®), assim como a dilatação mediada por fluxo (DMF) na arterial braquial. A espessura média-intimal foi avaliada apenas no período basal a partir da ultrassonografia das carótidas. Foram incluídos 82 pacientes, sendo 75% do sexo feminino, com média de idade de 50 nas mulheres e 55 anos nos homens, divididos em dois grupos com base na classificação da SCV no período basal: SCV moderada (escore SCV ≥ 50 ≤ 79 pontos, n=47); e SCV baixa (escore SCV ≤ 49, n=35). O escore de SCV foi calculado a partir da média da pontuação das oito métricas. No período basal as pressões sistólicas periférica (119±10 vs 125±15 mmHg, p=0,048) e central (111±10 vs 118±15 mmHg; p=0,016) foram significativamente maiores no grupo SCV baixa, que também apresentou menor DMF (9,24±5,41 vs 6,79±4,74%, p=0,043) comparado ao grupo SCV moderada. Após oito semanas de intervenção nutricional, apenas o grupo SCV baixa apresentou diminuição nas pressões periférica (131±15 vs 122±17 mmHg, p<0,001), e central (119±15 vs 113±12 mmHg, p=0,049), e aumento da condutância vascular cutânea pós-hiperemia reativa (0,99±0,28 vs 1,08±0,28 UAP/mmHg, p=0,039). O grupo SCV moderada obteve aumento do intervalo RR (933±130 vs 994±131 bpm, p=0,006) neste mesmo período de intervenção. Após 16 semanas de intervenção o grupo SCV moderada, com redução de 4,1% de peso, diminuiu o escore de risco de Framingham (7,8±7,6 vs 7,0±6,8 %, p=0,024), relação colesterol/HDL-c (4,0±0,9 vs 3,8±0,9, p=0,030), e índice aterogênico do plasma (0,01±0,22 vs -0,08±0,20, p=0,004). Já o grupo SCV baixa, com redução de 5,1% de peso, mostrou diminuição na idade vascular (62±13 vs 58±14 anos, p=0,023), insulina (20±11 vs 14±9 mcU/ml, p=0,002) e HOMA-IR (4,4±2,4 vs 3,1±2,0, p=0,002). Os dois grupos reduziram significativamente a proteína C reativa (-0,18 vs -0,25 mg/dl). Em conclusão, os maiores benefícios da intervenção nutricional ocorreram no grupo de saúde cardiovascular baixa, que apresentou melhora da resistência à insulina e redução da pressão arterial periférica e central, com melhora da função endotelial já a partir de 8 semanas. O grupo com saúde cardiovascular moderada necessitou de um tempo maior de intervenção nutricional para mostrar benefícios vasculares e pressóricos, com melhora do perfil lipídico |
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Efeitos da perda ponderal sobre função vascular, sistema nervoso autonômico e biomarcadores metabólicos em obesos com saúde cardiovascular moderada e baixaEffects of weight loss on vascular function, autonomic nervous system and metabolic biomarkers in obese subjects with moderate and low cardiovascular healthObesidadePressão arterialRigidez vascularFunção endotelialSaúde cardiovascularPerda ponderalRigidez arterialObesityCardiovascular HealthWeight LossArterial stiffnessEndothelial functionCIENCIAS DA SAUDE::MEDICINACIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA::CLINICA MEDICA::CARDIOLOGIASegundo a American Heart Association, a maioria dos eventos cardiovasculares pode ser evitada através da adesão de oito comportamentos (tabagismo, atividade física, dieta e saúde do sono) e fatores de saúde (Índice de Massa Corporal (IMC), colesterol não-HDL, pressão arterial e hemoglobina glicada), refletindo a classificação de saúde cardiovascular (SCV) em alta, moderada e baixa. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da perda ponderal na função vascular, tônus simpático, biomarcadores metabólicos e inflamatórios em obesos com SCV moderada e baixa. Foi realizado um estudo prospectivo de intervenção, sendo selecionados pacientes de ambos os sexos, com idade entre 40 e 70 anos, IMC ≥30 e <40kg/m², instruídos a seguir uma dieta hipocalórica (redução de 800kcal/dia) por 16 semanas. Nos períodos basal, após oito e 16 semanas de intervenção nutricional os pacientes foram submetidos à avaliação da hemodinâmica central e rigidez arterial por oscilometria (Mobil-O-Graph®), sistema autonômico pela variabilidade da frequência cardíaca (Polar® RS800), e reatividade microvascular por meio do sistema de laser com contraste de imagem (Pericam®). O estudo do sono foi realizado nos períodos basal e após 16 semanas de intervenção com um dispositivo domiciliar (Watch-PAT 200®), assim como a dilatação mediada por fluxo (DMF) na arterial braquial. A espessura média-intimal foi avaliada apenas no período basal a partir da ultrassonografia das carótidas. Foram incluídos 82 pacientes, sendo 75% do sexo feminino, com média de idade de 50 nas mulheres e 55 anos nos homens, divididos em dois grupos com base na classificação da SCV no período basal: SCV moderada (escore SCV ≥ 50 ≤ 79 pontos, n=47); e SCV baixa (escore SCV ≤ 49, n=35). O escore de SCV foi calculado a partir da média da pontuação das oito métricas. No período basal as pressões sistólicas periférica (119±10 vs 125±15 mmHg, p=0,048) e central (111±10 vs 118±15 mmHg; p=0,016) foram significativamente maiores no grupo SCV baixa, que também apresentou menor DMF (9,24±5,41 vs 6,79±4,74%, p=0,043) comparado ao grupo SCV moderada. Após oito semanas de intervenção nutricional, apenas o grupo SCV baixa apresentou diminuição nas pressões periférica (131±15 vs 122±17 mmHg, p<0,001), e central (119±15 vs 113±12 mmHg, p=0,049), e aumento da condutância vascular cutânea pós-hiperemia reativa (0,99±0,28 vs 1,08±0,28 UAP/mmHg, p=0,039). O grupo SCV moderada obteve aumento do intervalo RR (933±130 vs 994±131 bpm, p=0,006) neste mesmo período de intervenção. Após 16 semanas de intervenção o grupo SCV moderada, com redução de 4,1% de peso, diminuiu o escore de risco de Framingham (7,8±7,6 vs 7,0±6,8 %, p=0,024), relação colesterol/HDL-c (4,0±0,9 vs 3,8±0,9, p=0,030), e índice aterogênico do plasma (0,01±0,22 vs -0,08±0,20, p=0,004). Já o grupo SCV baixa, com redução de 5,1% de peso, mostrou diminuição na idade vascular (62±13 vs 58±14 anos, p=0,023), insulina (20±11 vs 14±9 mcU/ml, p=0,002) e HOMA-IR (4,4±2,4 vs 3,1±2,0, p=0,002). Os dois grupos reduziram significativamente a proteína C reativa (-0,18 vs -0,25 mg/dl). Em conclusão, os maiores benefícios da intervenção nutricional ocorreram no grupo de saúde cardiovascular baixa, que apresentou melhora da resistência à insulina e redução da pressão arterial periférica e central, com melhora da função endotelial já a partir de 8 semanas. O grupo com saúde cardiovascular moderada necessitou de um tempo maior de intervenção nutricional para mostrar benefícios vasculares e pressóricos, com melhora do perfil lipídicoAccording to the American Heart Association, most cardiovascular events can be prevented through adherence to eight behavior (smoking, physical activity, diet, and sleep health) and health factors (Body Mass Index (BMI), non-HDL-cholesterol, blood pressure and glycated hemoglobin), reflecting the classification of cardiovascular health (CVH) as high, moderate and low. This study aimed to evaluate the effects of weight loss on vascular function, sympathetic tone, metabolic and inflammatory biomarkers in obese subjects with moderate and low CVH. A prospective intervention study was conducted with patients of both sexes, aged between 40 and 70 years, BMI ≥30 and <40kg/m², instructed to follow a low-calorie diet (800kcal/day reduction) for 16 weeks. At baseline, after eight and 16 weeks of nutritional intervention, patients underwent assessment of central hemodynamics and arterial stiffness by oscillometry (Mobil-O-Graph®), autonomic system by heart rate variability (Polar® RS800), and microvasculature reactivity using the laser system contrast image (LSCI,Pericam®). The sleep study was performed at baseline and after 16 weeks of intervention with a home device (Watch-PAT 200®), as well as brachial artery flow-mediated dilation (FMD). The intima-media thickness was evaluated only in the baseline period from carotid ultrasound. Eighty-two patients were included, 75% female, with a mean age of 50 for women and 55 years for men, divided into two groups based on the CVH classification at baseline: moderate CVH (CVH score ≥ 50 ≤ 79 points, n=47); and low CVH (CVH score ≤ 49, n=35). The CVH score was calculated from the average score of the eight metrics. At baseline, peripheral (119±10 vs 125±15 mmHg, p=0.048) and central (111±10 vs 118±15 mmHg; p=0.016) systolic pressures were significantly higher in the low CVH group, which also had lower FMD (9.24±5.41 vs 6.79±4.74%, p=0.043) compared to the moderate CVH group. After eight weeks of nutritional intervention, only the low CVH group showed a decrease in peripheral (131±15 vs 122±17 mmHg, p<0.001) and central (119±15 vs 113±12 mmHg, p=0.049) pressures and increased cutaneous vascular conductance after reactive hyperemia (0.99±0.28 vs 1.08±0.28 UAP/mmHg, p=0.039). The moderate CVH group had an increase in the RR interval (933±130 vs 994±131 bpm, p=0.006) in the same intervention period. After 16 weeks of intervention, the moderate CVH group, with a 4.1% weight loss, decreased the Framingham risk score (7.8±7.6 vs 7.0±6.8%, p=0.024), cholesterol/HDL-c ratio (4.0±0.9 vs 3.8±0.9, p=0.030), and atherogenic index of plasma (0.01±0.22 vs -0.08±0.20, p=0.004). The low CVH group, with a 5.1% weight loss, showed a decrease in vascular age (62±13 vs 58±14 years, p=0.023), insulin (20±11 vs 14±9 mcU/ml, p=0.002) and HOMA-IR (4.4±2.4 vs 3.1±2.0, p=0.002). Both groups significantly reduced C-reactive protein (-0.18 vs -0.25 mg/dl). In conclusion, the greatest benefits of the nutritional intervention occurred in the low cardiovascular health group, which showed improvement in insulin resistance and a reduction in peripheral and central blood pressure, with improvement in endothelial function as early as 8 weeks. The group with moderate cardiovascular health required a longer period of nutritional intervention to show vascular and blood pressure benefits, with an improvement in the lipid profileCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESUniversidade do Estado do Rio de JaneiroCentro Biomédico::Faculdade de Ciências MédicasBrasilUERJPrograma de Pós-Graduação em Ciências MédicasNeves, Mario Fritsch Toroshttp://lattes.cnpq.br/4057939698550381Klein, Márcia Regina Simas Torreshttp://lattes.cnpq.br/8755810383117085Rosa, Glorimarhttp://lattes.cnpq.br/4825424661783512Barros, Celia Cohenhttp://lattes.cnpq.br/1329907089789910Aguiar, Luiz Guilherme Kraemer dehttp://lattes.cnpq.br/8595649779399114Portugal, Mariana Ribeiro Costahttp://lattes.cnpq.br/6390923179474064Cunha, Michelle Rabello da2024-08-09T18:37:58Z2022-11-08info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfCUNHA, Michelle Rabello da. Efeitos da perda ponderal sobre função vascular, sistema nervoso autonômico e biomarcadores metabólicos em obesos com saúde cardiovascular moderada e baixa. 2022. 135 f. Tese (Doutorado em Ciências Médicas) – Faculdade de Ciências Médicas, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2022.http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/22613porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJinstname:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)instacron:UERJ2024-08-09T18:37:58Zoai:www.bdtd.uerj.br:1/22613Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bdtd.uerj.br/PUBhttps://www.bdtd.uerj.br:8443/oai/requestbdtd.suporte@uerj.bropendoar:29032024-08-09T18:37:58Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)false |
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Segundo a American Heart Association, a maioria dos eventos cardiovasculares pode ser evitada através da adesão de oito comportamentos (tabagismo, atividade física, dieta e saúde do sono) e fatores de saúde (Índice de Massa Corporal (IMC), colesterol não-HDL, pressão arterial e hemoglobina glicada), refletindo a classificação de saúde cardiovascular (SCV) em alta, moderada e baixa. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da perda ponderal na função vascular, tônus simpático, biomarcadores metabólicos e inflamatórios em obesos com SCV moderada e baixa. Foi realizado um estudo prospectivo de intervenção, sendo selecionados pacientes de ambos os sexos, com idade entre 40 e 70 anos, IMC ≥30 e <40kg/m², instruídos a seguir uma dieta hipocalórica (redução de 800kcal/dia) por 16 semanas. Nos períodos basal, após oito e 16 semanas de intervenção nutricional os pacientes foram submetidos à avaliação da hemodinâmica central e rigidez arterial por oscilometria (Mobil-O-Graph®), sistema autonômico pela variabilidade da frequência cardíaca (Polar® RS800), e reatividade microvascular por meio do sistema de laser com contraste de imagem (Pericam®). O estudo do sono foi realizado nos períodos basal e após 16 semanas de intervenção com um dispositivo domiciliar (Watch-PAT 200®), assim como a dilatação mediada por fluxo (DMF) na arterial braquial. A espessura média-intimal foi avaliada apenas no período basal a partir da ultrassonografia das carótidas. Foram incluídos 82 pacientes, sendo 75% do sexo feminino, com média de idade de 50 nas mulheres e 55 anos nos homens, divididos em dois grupos com base na classificação da SCV no período basal: SCV moderada (escore SCV ≥ 50 ≤ 79 pontos, n=47); e SCV baixa (escore SCV ≤ 49, n=35). O escore de SCV foi calculado a partir da média da pontuação das oito métricas. No período basal as pressões sistólicas periférica (119±10 vs 125±15 mmHg, p=0,048) e central (111±10 vs 118±15 mmHg; p=0,016) foram significativamente maiores no grupo SCV baixa, que também apresentou menor DMF (9,24±5,41 vs 6,79±4,74%, p=0,043) comparado ao grupo SCV moderada. Após oito semanas de intervenção nutricional, apenas o grupo SCV baixa apresentou diminuição nas pressões periférica (131±15 vs 122±17 mmHg, p<0,001), e central (119±15 vs 113±12 mmHg, p=0,049), e aumento da condutância vascular cutânea pós-hiperemia reativa (0,99±0,28 vs 1,08±0,28 UAP/mmHg, p=0,039). O grupo SCV moderada obteve aumento do intervalo RR (933±130 vs 994±131 bpm, p=0,006) neste mesmo período de intervenção. Após 16 semanas de intervenção o grupo SCV moderada, com redução de 4,1% de peso, diminuiu o escore de risco de Framingham (7,8±7,6 vs 7,0±6,8 %, p=0,024), relação colesterol/HDL-c (4,0±0,9 vs 3,8±0,9, p=0,030), e índice aterogênico do plasma (0,01±0,22 vs -0,08±0,20, p=0,004). Já o grupo SCV baixa, com redução de 5,1% de peso, mostrou diminuição na idade vascular (62±13 vs 58±14 anos, p=0,023), insulina (20±11 vs 14±9 mcU/ml, p=0,002) e HOMA-IR (4,4±2,4 vs 3,1±2,0, p=0,002). Os dois grupos reduziram significativamente a proteína C reativa (-0,18 vs -0,25 mg/dl). Em conclusão, os maiores benefícios da intervenção nutricional ocorreram no grupo de saúde cardiovascular baixa, que apresentou melhora da resistência à insulina e redução da pressão arterial periférica e central, com melhora da função endotelial já a partir de 8 semanas. O grupo com saúde cardiovascular moderada necessitou de um tempo maior de intervenção nutricional para mostrar benefícios vasculares e pressóricos, com melhora do perfil lipídico |
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