Qual o lugar do Ambulatório de Saúde Mental na RAPS?
| Ano de defesa: | 2018 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades::Instituto de Psicologia Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Psicanálise e Políticas Públicas |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/17746 |
Resumo: | O presente estudo discute o lugar do Ambulatório de Saúde Mental na Rede de Atenção Psicossocial, considerando a importância deste dispositivo na articulação com outros dispositivos da rede, tendo em vista as mudanças introduzidas pela Reforma Psiquiátrica. Essa discussão vem sendo colocada desde 2011 quando o Ministério da Saúde instituiu a Portaria 3088 que institui a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Nesta portaria, o Ambulatório não está incluído como dispositivo da Rede, porém esse serviço possui um histórico de acolhimento e tratamento de uma demanda em saúde mental no Município e está efetivamente presente e atuante em vários territórios. A partir de um exame das configurações que este dispositivo assume, desde o ambulatório tradicional, com hegemonia médica, até aqueles que incorporam as transformações introduzidas pela Reforma Psiquiátrica, pretendemos discutir a importância do trabalho desenvolvido nos Ambulatórios, privilegiando a clínica do sujeito como forma de nortear a sustentação de seu lugar na rede. |
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Qual o lugar do Ambulatório de Saúde Mental na RAPS?What is the place of the Mental Health Clinic at Raps?Public outpatient clinicMental healthReception clinicSubject. NetworkPsicologia clínicaSaúde mentalServiços de saúde mentalCIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIAO presente estudo discute o lugar do Ambulatório de Saúde Mental na Rede de Atenção Psicossocial, considerando a importância deste dispositivo na articulação com outros dispositivos da rede, tendo em vista as mudanças introduzidas pela Reforma Psiquiátrica. Essa discussão vem sendo colocada desde 2011 quando o Ministério da Saúde instituiu a Portaria 3088 que institui a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Nesta portaria, o Ambulatório não está incluído como dispositivo da Rede, porém esse serviço possui um histórico de acolhimento e tratamento de uma demanda em saúde mental no Município e está efetivamente presente e atuante em vários territórios. A partir de um exame das configurações que este dispositivo assume, desde o ambulatório tradicional, com hegemonia médica, até aqueles que incorporam as transformações introduzidas pela Reforma Psiquiátrica, pretendemos discutir a importância do trabalho desenvolvido nos Ambulatórios, privilegiando a clínica do sujeito como forma de nortear a sustentação de seu lugar na rede.The present study discusses the place of the Mental Health Outpatient Clinic in the Psychosocial Care Network, considering the importance of this device in the articulation with other network devices, in view of the changes introduced by the Psychiatric Reform. This discussion has been put in place since 2011 when the Ministry of Health established Portaria 3088 that establishes the Network of Psychosocial Attention (RAPS). In this ordinance, the Ambulatory is not included as a device of the Network, but this service has a history of reception and treatment of a mental health demand in the Municipality and is effectively present and active in several territories. From an examination of the configurations that this device assumes, from the traditional outpatient clinic with medical hegemony, to those that incorporate the transformations introduced by the Psychiatric Reform, we intend to discuss the importance of the work developed in Ambulatories, privileging the clinic of the subject as a form of guide the support of its place in the network.Universidade do Estado do Rio de JaneiroCentro de Educação e Humanidades::Instituto de PsicologiaBrasilUERJPrograma de Pós-Graduação em Psicanálise e Políticas PúblicasRinaldi, Doris Luzhttp://lattes.cnpq.br/7484982799065828Elia, Luciano da Fonsecahttp://lattes.cnpq.br/1400543114694350Couto, Richard Harrisonhttp://lattes.cnpq.br/3806500627644818Soares, Fabíola de Lima2022-05-17T13:16:24Z2018-06-06info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfSOARES, Fabíola de Lima. Qual o lugar do Ambulatório de Saúde Mental na RAPS?. 2018. 50 f. Dissertação (Mestrado em Psicanálise e Políticas Públicas) - Instituto de Psicologia, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2018.http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/17746porhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJinstname:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)instacron:UERJ2024-02-27T18:52:24Zoai:www.bdtd.uerj.br:1/17746Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bdtd.uerj.br/PUBhttps://www.bdtd.uerj.br:8443/oai/requestbdtd.suporte@uerj.bropendoar:29032024-02-27T18:52:24Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)false |
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