Accordi processuali nei settori regolati: il ruolo delle autorità amministrative indipendenti
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso embargado |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Direito
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| Departamento: |
Centro de Ciências Sociais::Faculdade de Direito
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
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| Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/25104 |
Resumo: | Este trabalho tem como objetivo analisar o papel das agências reguladoras no âmbito das convenções processuais, tanto na fase pré-processual quanto durante o curso do processo judicial, com especial atenção aos limites e à extensão jurídica dessa atuação. A pesquisa adota uma abordagem teórico-dogmática, fundamentada na análise bibliográfica e documental, com estudo da doutrina, da legislação e da jurisprudência nacionais e estrangeiras, em particular dos ordenamentos brasileiro e italiano. O estudo divide-se em duas partes. A primeira, de natureza processual, resgata a origem histórica das convenções processuais desde a litis contestatio romana e acompanha a evolução do processo civil até o modelo cooperativo contemporâneo; analisa, ainda, o tratamento das convenções processuais nos ordenamentos jurídicos atuais, em especial no ordenamento brasileiro, com destaque para a cláusula geral do artigo 190 do Código de Processo Civil e para o papel do juiz no controle da validade desses acordos. A segunda parte, de cunho administrativo, investiga a origem, as funções e os limites de atuação das agências reguladoras nos contextos brasileiro e italiano, destacando seu papel técnico, fiscalizador, sancionatório e normativo, entre outros. Diferencia-se a autonomia contratual nos âmbitos público e privado, com ênfase nos contratos celebrados em setores regulados. Constatou-se que, nos setores regulados, as convenções processuais devem considerar as especificidades do regime jurídico público, no qual a autonomia das partes é mitigada. A agência reguladora pode atuar na fase pré-processual, influenciando diretamente a redação das cláusulas contratuais com conteúdo processual, exercendo poder normativo e fiscalizatório; como parte legítima em ações judiciais, nos casos de legitimação extraordinária; ou como amicus curiae, prestando auxílio técnico ao juízo e zelando pela validade das convenções. A colaboração técnica dessas entidades contribui para a segurança jurídica, a eficiência procedimental e a proteção do interesse público. Conclui-se que a participação das agências reguladoras nas convenções processuais é legítima, necessária e plenamente compatível com os princípios da transparência, cooperação e efetividade que norteiam o processo civil contemporâneo e o direito administrativo. |
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Sassani, Bruno NicolaSchenk, Leonardo FariaCardilli, RiccardoLicci, PaolaHill, Flávia PereiraBachini, Lilian Ignaciolibachini@hotmail.com2025-12-01T15:27:35Z2027-08-202025-06-26BACHINI, Lilian Ignacio. Accordi processuali nei settori regolati: il ruolo delle autorità amministrative indipendenti. 2025. 180 f. Tese (Doutorado em Direito) - Faculdade de Direito, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2025.http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/25104Este trabalho tem como objetivo analisar o papel das agências reguladoras no âmbito das convenções processuais, tanto na fase pré-processual quanto durante o curso do processo judicial, com especial atenção aos limites e à extensão jurídica dessa atuação. A pesquisa adota uma abordagem teórico-dogmática, fundamentada na análise bibliográfica e documental, com estudo da doutrina, da legislação e da jurisprudência nacionais e estrangeiras, em particular dos ordenamentos brasileiro e italiano. O estudo divide-se em duas partes. A primeira, de natureza processual, resgata a origem histórica das convenções processuais desde a litis contestatio romana e acompanha a evolução do processo civil até o modelo cooperativo contemporâneo; analisa, ainda, o tratamento das convenções processuais nos ordenamentos jurídicos atuais, em especial no ordenamento brasileiro, com destaque para a cláusula geral do artigo 190 do Código de Processo Civil e para o papel do juiz no controle da validade desses acordos. A segunda parte, de cunho administrativo, investiga a origem, as funções e os limites de atuação das agências reguladoras nos contextos brasileiro e italiano, destacando seu papel técnico, fiscalizador, sancionatório e normativo, entre outros. Diferencia-se a autonomia contratual nos âmbitos público e privado, com ênfase nos contratos celebrados em setores regulados. 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Conclui-se que a participação das agências reguladoras nas convenções processuais é legítima, necessária e plenamente compatível com os princípios da transparência, cooperação e efetividade que norteiam o processo civil contemporâneo e o direito administrativo.Il presente lavoro ha lo scopo di analizzare il ruolo delle agenzie di regolazione nell'ambito degli accordi processuali, sia nella fase preprocessuale sia anche durante lo svolgimento del processo giudiziario, con particolare attenzione ai limiti e all’ambito giuridico della loro partecipazione. La ricerca adotta un approccio teorico-dogmatico, basato sull'analisi bibliografica e documentale, con riferimento alla dottrina, alla legislazione e alla giurisprudenza nazionali e straniere, in particolare degli ordinamenti brasiliano e italiano. Lo studio si suddivide in due parti. La prima, di natura processuale, ripercorre l'origine storica degli accordi processuali a partire dalla litis contestatio romana e segue l'evoluzione del processo civile fino al modello cooperativo contemporaneo; essa analizza inoltre il trattamento degli accordi processuali negli ordinamenti giuridici attuali, con particolare riferimento all’ordinamento brasiliano, evidenziando la clausola generale dell’articolo 190 del Codice di procedura civile brasiliano e al ruolo del giudice nel controllo della validità di tali accordi. La seconda parte, di natura amministrativa, indaga l'origine, le funzioni e i limiti dell'azione delle agenzie di regolazione nei contesti brasiliano e italiano, sottolineando il loro ruolo tecnico, di controllo, sanzionatorio e normativo, tra gli altri. Si distingue l'autonomia contrattuale in ambito pubblico e privato, con particolare attenzione ai contratti stipulati in settori regolati. I risultati cui si è giunti dimostrano che l'azione delle agenzie di regolazione può svolgersi in qualità di enti regolatori, parti legittimate o amicus curiae, e ciò risulta fondamentale per garantire la conformità degli accordi processuali ai principi del diritto regolamentare e del processo civile. La collaborazione tecnica di tali enti contribuisce alla certezza del diritto, all'efficienza processuale e alla tutela dell'interesse pubblico. Si conclude, dunque, che la partecipazione delle agenzie di regolazione agli accordi processuali è legittima, necessaria e pienamente compatibile con i principi di trasparenza, cooperazione ed efficacia che guidano il processo civile contemporaneo e il diritto amministrativo.Submitted by Marcela Rodrigues de Souza CCS/C (bdtdccsc@gmail.com) on 2025-12-01T14:44:35Z No. of bitstreams: 4 Tese - Lilian Ignacio Bachini - 2025 - Completa.pdf: 3769112 bytes, checksum: 198332077de5cc68666bea72daf3c1a2 (MD5) Tese - Lilian Ignacio Bachini - 2025 - Parcial.pdf: 771295 bytes, checksum: 92fecfdf4ca9880d7a46283ddace36f0 (MD5) Termo - Lilian Ignacio Bachini - 2025.pdf: 5551855 bytes, checksum: dc19f56ef1d0f0adb7b66d2a2c59dcd0 (MD5) CRN - Lilian Ignacio Bachini - 2025.pdf: 283242 bytes, checksum: 11548d712cd61757fd5775b1258042be (MD5)Approved for entry into archive by Djalma Pereira Bernardes CCS/C (ccsc@uerj.br) on 2025-12-01T15:27:35Z (GMT) No. of bitstreams: 4 Tese - Lilian Ignacio Bachini - 2025 - Completa.pdf: 3769112 bytes, checksum: 198332077de5cc68666bea72daf3c1a2 (MD5) Tese - Lilian Ignacio Bachini - 2025 - Parcial.pdf: 771295 bytes, checksum: 92fecfdf4ca9880d7a46283ddace36f0 (MD5) Termo - Lilian Ignacio Bachini - 2025.pdf: 5551855 bytes, checksum: dc19f56ef1d0f0adb7b66d2a2c59dcd0 (MD5) CRN - Lilian Ignacio Bachini - 2025.pdf: 283242 bytes, checksum: 11548d712cd61757fd5775b1258042be (MD5)Made available in DSpace on 2025-12-01T15:27:35Z (GMT). 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