Construção de Proposta Didática sobre Desastres Naturais: a Fotografia e o Mapeamento Colaborativo no Ensino de Geografia no Ensino Médio de Aracruz-ES
| Ano de defesa: | 2024 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Tecnologia e Ciências::Instituto de Geografia Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Ensino de Geografia |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/22615 |
Resumo: | As representações espaciais desempenham um papel crucial no Ensino de Geografia, funcionando como ferramentas fundamentais para o desenvolvimento do pensamento e raciocínio geográficos. Utilizando mapas, croquis, imagens de satélite e fotografias, é possível analisar e compreender a interação e a posição dos elementos geográficos ao longo do tempo. A introdução das geotecnologias e do mapeamento colaborativo no ensino intensifica essa capacidade, destacando aspectos cotidianos de diferentes grupos sociais. Dessa forma, este estudo aborda a construção de uma sequência didática para a 3ª série do Ensino Médio, utilizando recursos geotecnológicos e multimodais para examinar a espacialização das áreas de risco em Aracruz, ES, Brasil. O objetivo é relatar a elaboração da proposta e identificar indicadores do desenvolvimento do pensamento e raciocínio geográficos nos estudantes. Inicialmente a pesquisa envolveu uma revisão bibliográfica sobre Geografia Física no currículo escolar, pensamento e raciocínio geográficos, desastres naturais, movimentos de massa, escorregamentos, inundações e a constituição histórico-geográfica do município. A proposta educativa foi dividida em cinco módulos, onde os dois primeiros focaram no aprofundamento e na revisão de conceitos. O terceiro módulo envolveu conteúdo factual, mapeamento colaborativo e formulação de hipóteses. O quarto módulo trabalhou com cartografia temática e correlacionou a espacialização das áreas de risco com características físicas e socioeconômicas. O quinto módulo, não aplicado, visava analisar o fenômeno em diferentes escalas e consolidar a aprendizagem. Os resultados mostraram a dificuldade dos estudantes em dominar conceitos e interpretar dados de várias fontes, além da necessidade de melhorias na infraestrutura escolar e na disponibilidade de equipamentos e recursos. Muitos alunos concluintes do Ensino Médio demonstraram falta de base sólida na leitura e interpretação de mapas. Entretanto, a atividade de mapeamento colaborativo teve efeitos positivos, pois a maior parte dos alunos conseguiu registrar fotografias de áreas de alto risco, relatar observações de campo e fomentar discussões sobre a percepção do lugar e o processo de apropriação do espaço. Assim, embora não seja possível afirmar que todos os estudantes tenham alcançado uma aprendizagem significativa e desenvolvido o raciocínio geográfico, foi possível observar uma aquisição de conhecimento sobre o lugar onde vivem e a compreensão da localização e ocorrência de fatos e fenômenos relacionados às áreas de risco em Aracruz. Assim, este estudo reforça a importância da Geografia Física e de atividades educativas que permitam aos estudantes realizar múltiplas leituras da realidade, contribuindo para um melhor entendimento e engajamento com o meio em que estão inseridos. |
| id |
UERJ_553d0e37be6661a208e71aa1bd96d4f7 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:www.bdtd.uerj.br:1/22615 |
| network_acronym_str |
UERJ |
| network_name_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Construção de Proposta Didática sobre Desastres Naturais: a Fotografia e o Mapeamento Colaborativo no Ensino de Geografia no Ensino Médio de Aracruz-ESConstruction of didactic proposal on natural disasters: photography and collaborative mapping in geography education in high school of Aracruz-ES, BrazilDidactic proposalLandslidesPhysical geographyProposta didáticaEscorregamentosGeografia físicaCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::ENSINO-APRENDIZAGEM::METODOS E TECNICAS DE ENSINOAs representações espaciais desempenham um papel crucial no Ensino de Geografia, funcionando como ferramentas fundamentais para o desenvolvimento do pensamento e raciocínio geográficos. Utilizando mapas, croquis, imagens de satélite e fotografias, é possível analisar e compreender a interação e a posição dos elementos geográficos ao longo do tempo. A introdução das geotecnologias e do mapeamento colaborativo no ensino intensifica essa capacidade, destacando aspectos cotidianos de diferentes grupos sociais. Dessa forma, este estudo aborda a construção de uma sequência didática para a 3ª série do Ensino Médio, utilizando recursos geotecnológicos e multimodais para examinar a espacialização das áreas de risco em Aracruz, ES, Brasil. O objetivo é relatar a elaboração da proposta e identificar indicadores do desenvolvimento do pensamento e raciocínio geográficos nos estudantes. Inicialmente a pesquisa envolveu uma revisão bibliográfica sobre Geografia Física no currículo escolar, pensamento e raciocínio geográficos, desastres naturais, movimentos de massa, escorregamentos, inundações e a constituição histórico-geográfica do município. A proposta educativa foi dividida em cinco módulos, onde os dois primeiros focaram no aprofundamento e na revisão de conceitos. O terceiro módulo envolveu conteúdo factual, mapeamento colaborativo e formulação de hipóteses. O quarto módulo trabalhou com cartografia temática e correlacionou a espacialização das áreas de risco com características físicas e socioeconômicas. O quinto módulo, não aplicado, visava analisar o fenômeno em diferentes escalas e consolidar a aprendizagem. Os resultados mostraram a dificuldade dos estudantes em dominar conceitos e interpretar dados de várias fontes, além da necessidade de melhorias na infraestrutura escolar e na disponibilidade de equipamentos e recursos. Muitos alunos concluintes do Ensino Médio demonstraram falta de base sólida na leitura e interpretação de mapas. Entretanto, a atividade de mapeamento colaborativo teve efeitos positivos, pois a maior parte dos alunos conseguiu registrar fotografias de áreas de alto risco, relatar observações de campo e fomentar discussões sobre a percepção do lugar e o processo de apropriação do espaço. Assim, embora não seja possível afirmar que todos os estudantes tenham alcançado uma aprendizagem significativa e desenvolvido o raciocínio geográfico, foi possível observar uma aquisição de conhecimento sobre o lugar onde vivem e a compreensão da localização e ocorrência de fatos e fenômenos relacionados às áreas de risco em Aracruz. Assim, este estudo reforça a importância da Geografia Física e de atividades educativas que permitam aos estudantes realizar múltiplas leituras da realidade, contribuindo para um melhor entendimento e engajamento com o meio em que estão inseridos.Spatial representations play a crucial role in Geography Education, serving as fundamental tools for developing geographical thinking and reasoning. By using maps, sketches, satellite images, and photographs, one can analyze and understand the interaction and positioning of geographical elements over time. The introduction of geotechnologies and collaborative mapping in education enhances this ability, highlighting everyday aspects of different social groups. This study examines the construction of a didactic sequence for the 12th grade, using technological and multimodal resources to investigate the spatialization of risk areas in Aracruz, ES, Brazil. The objective is to report on the development of the proposal and identify indicators of the development of geographical thinking and reasoning in students. Initially, the research involved a literature review on Physical Geography in the school curriculum, geographical thinking and reasoning, natural disasters, mass movements, landslides, floods, and the historical-geographical constitution of the municipality. The educational proposal was divided into five modules. The first two focused on deepening and reviewing concepts. The third module involved factual content, collaborative mapping, and hypothesis formulation. The fourth module worked with thematic cartography, correlating the spatialization of risk areas with socioeconomic characteristics. The fifth module, which was not applied, aimed to analyze the phenomenon at different scales and consolidate learning. The results showed that students had difficulties mastering concepts and interpreting data from various sources. Additionally, there was a need for improvements in school infrastructure and the availability of equipment and resources. Many high school graduates lacked a solid foundation in reading and interpreting maps, which compromised the development of geographical thinking and reasoning. However, the collaborative mapping activity had positive effects, as some students were able to take photographs of high-risk areas, report field observations, and foster discussions about place perception and space appropriation. While it cannot be claimed that all students achieved significant learning and developed geographical reasoning, it was possible to observe an acquisition of knowledge about the place where they live and an understanding of the location and occurrence of facts and phenomena related to risk areas in Aracruz. Thus, this study reinforces the importance of Physical Geography and educational activities that allow students to perform multiple readings of reality, contributing to a better understanding and engagement with the environment in which they live.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESUniversidade do Estado do Rio de JaneiroCentro de Tecnologia e Ciências::Instituto de GeografiaBrasilUERJPrograma de Pós-Graduação em Ensino de GeografiaCosta, Alexander de Sá Tobias daDuarte, Ronaldo GoularRizzatti, MauricioTotola, Raiane2024-08-09T21:50:42Z2024-06-10info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfTOTOLA, Raiane. Construção de Proposta Didática sobre Desastres Naturais: a Fotografia e o Mapeamento Colaborativo no Ensino de Geografia no Ensino Médio de Aracruz-ES. 2024. 190 f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Geografia em Rede - PROFGEO) - Instituto de Geografia, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2024.http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/22615porACSELRAD, H. Cartografias sociais e território. Rio de Janeiro: IPPUR/UFRJ, 2008. ANDREIS, A. M.; CALLAI, H. C.. Alicerces às aulas: princípios, conceitos e categorias geográficas. Revista ensino de geografia (RECIFE), v. 2, n. 3, 2019. AFONSO, A. E. Contribuições da Geografia Física para o ensino e aprendizagem geográfica na educação básica. Revista Educação Geográfica em Foco, v. 1, n. 2, 2017. ALVALÁ, R. C. S.; BARBIERI, A. F. Desastres naturais. In: Mudanças climáticas em rede: um olhar interdisciplinar. São José dos Campos, SP: INPE, v. 1, p. 203-230, 2017. ARMOND, N. B.; AFONSO, A. E. Da Geografia Física a Geografia (Sócio)Ambiental e seu "retorno": a Geografia: breves reflexões sobre mutações epistemológicas e o campo científico. In: XVI ENG - Encontro Nacional de Geógrafos, 2010, Porto Alegre. Anais do XVI Encontro Nacional de Geógrafos. Porto Alegre: AGB Porto Alegre, 2010. AUSUBEL, D. P. Aquisição e Retenção de Conhecimento: Uma Perspectiva Cognitiva. Lisboa: Paralelo Editora, 2000. AZEVEDO, R.M; STEINKE, V.; LEITE, C. M. C. A fotografia como recurso lúdico para o Ensino de Geografia. IN STEINKE, V. A.; REIS JUNIOR, D. F.; COSTA, E.B. (org.). Geografia e fotografia: apontamentos teóricos e metodológicos. Brasília: LAGIM-UNB, 2014. BACHELARD, G. A formação do espírito científico: contribuição para uma psicanálise do conhecimento. 1996 (reimpressão). Rio de Janeiro: Contraponto. 2005. 316p. BARDIN. L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977. BARTOLY, F. Debates e perspectivas do lugar na Geografia. GEOgraphia, v. 13, n. 26, p. 66-91, 2011. BATISTA, N. L.; BECKER, E. L. S.; CASSOL, R. Mapas híbridos e multimodais: em busca de multiletramentos na Cartografia Escolar. In: Pesquisar - Revista de Estudos e Pesquisas em Ensino de Geografia, v. 5, p. 19-35, 2018. BERMUDES, W. L.; SANTANA, B. T.; BRAGA, J. H. O.; SOUZA, P. H. Tipos de escalas utilizadas em pesquisas e suas aplicações. Revista Vértices, [S. l.], v. 18, n. 2, p. 7–20, 2016. Disponível em https://editoraessentia.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/1809-2667.v18n216-01. Acesso em 01 mar. de 2023. BISPO, M. A Concepção de Natureza na Geografia e a Relação com a Educação Ambiental. Revista Terceiro Incluido. O NUPEAT–IESA–UFG, v.2, n.1, jan./jun./2012, p.41–55, Artigo 19. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão Final. Brasília: MEC, 2018. BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Regional. Classificação e Codificação Brasileira de Desastres – COBRADE [Ilustração]. Brasília, 2012. Disponível em: https://www.gov.br/mdr/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/protecao-e-defesa-civil-sedec/DOCU_cobrade2.pdf>. Acesso em 11 fev. 2023. BERMUDES, W. L.; SANTANA, B. T.; BRAGA, J. H. O.; SOUZA, P. H. Tipos de escalas utilizadas em pesquisas e suas aplicações. Revista Vértices, [S. l.], v. 18, n. 2, p. 7–20, 2016. DOI: 10.19180/1809-2667.v18n216-01. Disponível em: https://editoraessentia.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/1809-2667.v18n216-01. Acesso em: 01 mar. 2023. BRAVO, J. V. M.; SLUTER, C. R. O Mapeamento Colaborativo: seu surgimento, suas características e o funcionamento das plataformas. Revista Brasileira de Geografia Física, v. 11, n. 5, p. 1902-1916, 2018. CANTELLI, J. R.; FORNAZIEIRO, M. P. A.; MARCUCCI, J. C. Natureza, meio ambiente e sustentabilidade: revisão histórica dos conceitos e suas correlações na ciência geográfica. UNESP–Rio Claro, 2019. CARDOSO, C; SILVA, M. S.; GUERRA, A. J. T.. Geografia e os riscos socioambientais. Editora Bertrand Brasil, 2020. CARVALHO, M. Chuva causa deslizamento na Rocinha e assusta moradores; vídeo. ENFOCO, 2023. Disponível em: https://enfoco.com.br/noticias/cidades/chuva-causa-deslizamento-na-rocinha-e-assusta-moradores-video-98964?d=1. . Acesso em 01 de novembro 2023 CASTELLAR, S. M. V.; PAULA, I. R. O papel do pensamento espacial na construção do raciocínio geográfico. Revista Brasileira de Educação em Geografia, [S.l.], v. 10, n. 19, p. 294–322, 2020. CASTRO, A. L. C. Glossário de defesa civil: estudo de riscos e medicina de desastres. Brasília: MPO/Departamento de Defesa Civil, 1998. CASTRO, A. L. C. Manual de planejamento em defesa civil. Vol.1. Brasília: Ministério da Integração Nacional/Departamento de Defesa Civil, 1999. CASTRO, I. E.; GOMES, P. C. da C.; CORRÊA, R. L. Olhares geográficos: modos de ver e viver o espaço. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012. CHIPPENDALE, P.; ZANIN, M.; ANDREATTA, C. Collective photography. In: Conference for Visual Media Production. IEEE, 2009. p. 188-194. CORRÊA, R. L. Espaço: um conceito-chave da Geografia. In: CASTRO, I. E.. et al (Orgs.) Geografia: Conceitos e Temas. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2021, 20 ed. p. 15-48 CAVALCANTI, L. de S. Pensar Pela Geografia: Ensino e Relevância Social. Goiânia: C&A. Alfa Comunicação, 2019. CLIMATEMPO. São Paulo: Climatempo [ilustração]. Disponível em: http://www.climatempo.com.br. COMPANHIA DE PESQUISA DE RECURSOS MINERAIS (CPRM).. Setorização de áreas de risco geológico: Aracruz-ES [dados vetoriais]. 2021. Disponível em: https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/19442.2. Acesso em 22 jan. 2023. DOLZ, J.; NOVERRAZ, M.; SCHNEUWLY, B. Sequências didáticas para o oral e a escrita: apresentação de um procedimento. In: SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. e colaboradores. Gêneros orais e escritos da escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004. p. 81-108. DUARTE, R. G. A Cartografia Escolar e o Pensamento (Geo)Espacial: Alicerces da Educação Geográfica. In: ASCENÇÃO, V. R. et al. Conhecimentos da Geografia: Percursos de Formação Docente e Práticas na Educação Básica. Belo Horizonte: IGC, 2017. p. 28-52. DUBEUX, M. H. S.; SOUZA, I. P. de. Organização do trabalho pedagógico por sequências didáticas. In: BRASIL; Pacto nacional pela alfabetização na idade certa: planejando a alfabetização; integrando diferentes áreas do conhecimento: projetos didáticos e sequências didáticas. Ano 01, unidade 06. Brasília: MEC, SEB, 2012. ESPÍRITO SANTO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Assessoria de Apoio Curricular e Educação Ambiental. Currículo do Espírito Santo. Vitória: AE11/SEDU, 2022. Disponível em: https://curriculo.sedu.es.gov.br. Acesso em fev. 2023. FERREIRA, L.A. A culpa não é da chuva. Tragédia anunciada que não querem ver. O DIA, 2023. Disponível em https://odia.ig.com.br/colunas/luiz-andre-ferreira/2023/02/6581216-a-culpa-da-tragedia-no-litoral-paulista-nao-e-da-chuva.html. Acesso em 28 Ago. 2023. FOLHA DE S. PAULO . Deslizamento mata sete e fere oito no ES . 23 de nov. 1996. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1996/11/23/cotidiano/9.html. Acesso em 03 dez. 2022. FOLHA DO LITORAL. Nomes estranhos e os que não pegam em Aracruz. 04 Fev. 2021. Disponível em https://folhalitoral.com.br/nomes-estranhos-e-os-que-nao-pegam-em-aracruz/. Acesso em 30 de nov. 2023. GERSMEHL, P. Teaching geography. Guilford Publications, 2014. GIRARDI, G. Modos de ler mapas e suas políticas espaciais. Espaço e Cultura, [S.l.], p. 85-110, 2014. GOBBO, E. D. Aracruz é a cidade com maior número de desalojados e desabrigados. Disponível em: https://www.seculodiario.com.br/cidades/dezessete-dos-20-bairros-de-viana-foram-atingidos-pelas-chuvas. Acesso em 02 de Jan. 2023. GOODCHILD, M. F. Citizens as sensors: the world of volunteered geography. GeoJournal, v. 69, p. 211-221, 2007. GOMES, M. de F. V. B. Cartografia Social e Geografia Escolar: aproximações e possibilidades. Revista Brasileira de Educação em Geografia, Campinas, v. 7, n. 13, p. 97-110, jan./jun., 2. 2017. GOMES, P. C. C. O lugar do olhar: elementos para uma Geografia da visibilidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2013. _________________ . Quadros Geográficos: Uma forma de ver, uma forma de pensar. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2017. GORYUSHINA, E. Natural Hazards: Theoretical Elaboration And Integration With Social Sciences. IN Conference International Scientific Congress KNOWLEDGE, MAN AND CIVILIZATION - ISCKMC 2020. 2021. p.2073-2077. disponível em https://www.europeanproceedings.com/files/data/article/10064/13969/article_10064_13969_pdf_100.pdf. Acesso em fev. 2023. HAESBAERT, R. REGIÃO. GEOgraphia, v. 21, n. 45, p. 117-120, 7 jun. 2019. _________________. Viver no limite: território e multi/ transterritorialidade em tempos de in-segurança e contenção. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2014. INSTITUTO CAPIXABA DE PESQUISA, ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL (INCAPER) . Programa de Assistência \técnica e Extensão Rural 2020-2023: Aracruz. 2021. 52p. Disponível em: https://incaper.es.gov.br/media/incaper/proater/municipios/Aracruz.pdf. Acesso em Fev. 2023. INSTITUTO DE DEFESA AGROPECUÁRIA E FLORESTAL DO ESPÍRITO SANTO (IDAF). Mapa das Zonas Naturais do Espírito Santo [Ilustração], 2016. Disponível em: https://idaf.es.gov.br/mapas-do-espirito-santo. Acesso em 05 mai. 2023. INSTITUTO JONES DOS SANTOS NEVES (IJSN). IJSN-BAIRROS-ES [dados vetoriais]. 2012/2020. Disponível em: https://ide.geobases.es.gov.br/layers/geonode:ijsn_limite_bairro_2020_UTF8. Acesso em 17 jun. 2023. INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS - INPE. Topodata - Banco de Dados Geomórfométricos do Brasil, 2008. Disponivel em: http://www.dsr.inpe.br/topodata/index.php. Acesso em jan. 2023. SERVIÇO GEOLÓGICO BRASILEIRO (SBG). Mapa Online: prevenção de desastres [shapefiles]. [S.D]. Disponível em: https://geoportal.sgb.gov.br/desastres/. Acesso em 17 jun. 2023. KOBIYAMA, M. et al. Prevenção de desastres naturais: conceitos básicos. Curitiba: Organic Trading, 2006. LINS, C.; STEINKE, V.A. Notas Introdutórias para a Produção Fotogeográfica. IN STEINKE, V. A.; REIS JUNIOR, D. F.; COSTA, E.B. (org.). Geografia e fotografia: apontamentos teóricos e metodológicos. Brasília: LAGIM-UNB, 2014. LOBATO, R. L. Multiletramentos na Cartografia. Rio de Janeiro, 2020. Tese (Doutorado em Geografia) – Programa de Pós-Graduação em Geografia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2020. MARCANDALI, S.; MARAR, J.; SILVA, E. de O. Através da Imagem: A Evolução da Fotografia e a Democratização Profissional com a Ascensão Tecnológica. Perspectivas imagéticas, p. 48, 2019. MACHADO, J. C. E. A sequência didática como estratégia para aprendizagem dos processos físicos nas aulas de Geografia do ciclo II do ensino fundamental. 2013. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo. MARCELINO, E. V. Desastres naturais e geotecnologias: conceitos básicos - Caderno Didático nº 1. Santa Maria, RS: INPE. 2008. v. 1, 40 p. MOREIRA, M. A. Teorias de aprendizagem. 1. ed. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária, 1999. MOREIRA, R. Pensar e ser em Geografia. São Paulo: Contexto, 2007. NASCIMENTO, R. A.; STEINKE, V. A. Apontamentos Teóricos para a Relação entre Paisagem e Fotografia na Geografia. RA’EGA, Curitiba, v. 44, p. 73-87, jan./jun. 2022. NOVAES, A. R. Uma geografia visual? Contribuições para o uso das imagens na difusão do conhecimento geográfico. Espaço e cultura, n. 30, p. 6-18, 2011. ORRICO, C.M.B. A industrialização recente de Aracruz (dissertação de mestrado). UFES. 2010. Disponível em https://core.ac.uk/download/pdf/161366729.pdf. Acesso em jan. 2023. PIRES, E. G., VALLERIUS, D. M. As Metodologias Ativas no Processo de Ensino- Aprendizagem: Alguns Olhares Para Além da Cartografia. In: PAULA, E. M. S. et al. Geografia física e geotecnologias: propostas de ensino- aprendizagem. 2021 . PORTELA, M. O. B.. A BNCC para o ensino de Geografia: a proposta das ciências humanas e da interdisciplinaridade. OKARA: Geografia em debate, v. 12, n. 1, 2018. PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACRUZ. Defesa Civil de Aracruz alerta para risco alto de deslizamento de encostas. Disponível em: https://www.aracruz.es.gov.br/noticias/9734-defesa-civil-de-aracruz-alerta-para-risco-alto-de-deslizamento-de-encostas. Acesso em 02 de Jan. 2023. RECKZIEGEl, B. W. ; ROBAINA, L. E. S. Riscos geológico- geomorfológicos: revisão conceitual. Ciência e Natura, vol. 27, núm. 2, 2005, p. 65-84. RIBEIRO, R. M. O mapeamento colaborativo como recurso pedagógico nas aulas de Geografia. Educação & Realidade, v. 42, n. 3, p. 1013-1030, 2017. RIZZATTI, M.; BATISTA, N. L.; CASSOL, R. As geotecnologias como possibilidade metodológica para o ensino de temáticas físico-naturais na educação básica. Para Onde!?, v. 12, n. 2, p. 11-20, 2019. ROJO, R. Pedagogia dos multiletramentos: diversidade cultural e de linguagens na escola. IN ROJO, R.; MOURA, E. Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola Editorial, 2012. ROSA, R. Geotecnologias na Geografia aplicada. Revista do Departamento de Geografia, 16, p. 81-90, 2005. SADLER, D. R. Formative assessment and the design of instructional systems. Instructional Science, v. 18, p. 145-165, 1989. SANTOS, M. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. 2. reimpr. São Paulo: USP, v. 1, 2006. SILVA, P. A.; ASCENÇÃO, V. O. R.; VALADÃO, R. C. Por uma construção do raciocínio geográfico para além do pensamento espacial (spatial thinking). 5º Colóquio Internacional da Rede Latino-americana de Investigadores de Didática de Geografia, p. 73, 2018. SILVA, E. A. As metodologias qualitativas de investigação nas Ciências Sociais. Revista Angolana de Sociologia, vol. 12, 2013. Disponível em http://journals.openedition.org/ras/740 ; DOI: https://doi.org/10.4000/ras.740. Acesso em jan. 2023. SILVA, L. L. S.. Desafios e possibilidades da Geografia no contexto do Novo Ensino Médio. p. 97-120. IN BRISKIEVICZ, D. A.; STEIDEL,R. (Org.). O novo ensino médio: desafios e possibilidades. Curitiba: Appris, 2018. 139 p. SILVA, A. C.; RANGEL, L.A. As potencialidades e dificuldades da abordagem de contepudos geomorfológicos no Ensino Básico. IN CARDOSO, C.; SILVA, M. S.; GUERRA, A. J. T.(ORG). Geografia e os riscos socioambientais. Editora Bertrand Brasil, 2020. SIMIELLI, M. E. Cartografia e ensino. Tese (Livre-docência). Departamento de Geografia, Universidade do Estado de São Paulo. São Paulo, 1996. SIMIELLI, M. E. R. Cartografia no ensino fundamental e médio. A geografia na sala de aula. 8. ed., 3. reimpr. São Paulo: Contexto, 2010. SANTOS, M. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2006. Temporal causa 40 mortes, deixa desabrigados e fecha estradas no Litoral Norte de SP. G1, 2023. Disponível em: https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2023/02/19/chuva-bloqueia-rodovias-cancela-carnaval-e-provoca-alagamentos-em-cidades-do-litoral-de-sao-paulo.ghtml. Acesso em 20 fev. 2023. TRAVASSOS, Luiz Eduardo Panisset. A fotografia como instrumento de auxílio no ensino da Geografia. Revista de Biologia e Ciências da Terra, v. 1, n. 2, p. 1-2, 2001. TOMINAGA, Lídia Keiko; SANTORO, J.; AMARAL, R.. Desastres naturais. São Paulo: Editora Instituto Geológico. 3 ed., 2015. ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998. 224 p.info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJinstname:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)instacron:UERJ2024-10-14T19:59:52Zoai:www.bdtd.uerj.br:1/22615Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bdtd.uerj.br/PUBhttps://www.bdtd.uerj.br:8443/oai/requestbdtd.suporte@uerj.bropendoar:29032024-10-14T19:59:52Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)false |
| dc.title.none.fl_str_mv |
Construção de Proposta Didática sobre Desastres Naturais: a Fotografia e o Mapeamento Colaborativo no Ensino de Geografia no Ensino Médio de Aracruz-ES Construction of didactic proposal on natural disasters: photography and collaborative mapping in geography education in high school of Aracruz-ES, Brazil |
| title |
Construção de Proposta Didática sobre Desastres Naturais: a Fotografia e o Mapeamento Colaborativo no Ensino de Geografia no Ensino Médio de Aracruz-ES |
| spellingShingle |
Construção de Proposta Didática sobre Desastres Naturais: a Fotografia e o Mapeamento Colaborativo no Ensino de Geografia no Ensino Médio de Aracruz-ES Totola, Raiane Didactic proposal Landslides Physical geography Proposta didática Escorregamentos Geografia física CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::ENSINO-APRENDIZAGEM::METODOS E TECNICAS DE ENSINO |
| title_short |
Construção de Proposta Didática sobre Desastres Naturais: a Fotografia e o Mapeamento Colaborativo no Ensino de Geografia no Ensino Médio de Aracruz-ES |
| title_full |
Construção de Proposta Didática sobre Desastres Naturais: a Fotografia e o Mapeamento Colaborativo no Ensino de Geografia no Ensino Médio de Aracruz-ES |
| title_fullStr |
Construção de Proposta Didática sobre Desastres Naturais: a Fotografia e o Mapeamento Colaborativo no Ensino de Geografia no Ensino Médio de Aracruz-ES |
| title_full_unstemmed |
Construção de Proposta Didática sobre Desastres Naturais: a Fotografia e o Mapeamento Colaborativo no Ensino de Geografia no Ensino Médio de Aracruz-ES |
| title_sort |
Construção de Proposta Didática sobre Desastres Naturais: a Fotografia e o Mapeamento Colaborativo no Ensino de Geografia no Ensino Médio de Aracruz-ES |
| author |
Totola, Raiane |
| author_facet |
Totola, Raiane |
| author_role |
author |
| dc.contributor.none.fl_str_mv |
Costa, Alexander de Sá Tobias da Duarte, Ronaldo Goular Rizzatti, Mauricio |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Totola, Raiane |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Didactic proposal Landslides Physical geography Proposta didática Escorregamentos Geografia física CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::ENSINO-APRENDIZAGEM::METODOS E TECNICAS DE ENSINO |
| topic |
Didactic proposal Landslides Physical geography Proposta didática Escorregamentos Geografia física CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::ENSINO-APRENDIZAGEM::METODOS E TECNICAS DE ENSINO |
| description |
As representações espaciais desempenham um papel crucial no Ensino de Geografia, funcionando como ferramentas fundamentais para o desenvolvimento do pensamento e raciocínio geográficos. Utilizando mapas, croquis, imagens de satélite e fotografias, é possível analisar e compreender a interação e a posição dos elementos geográficos ao longo do tempo. A introdução das geotecnologias e do mapeamento colaborativo no ensino intensifica essa capacidade, destacando aspectos cotidianos de diferentes grupos sociais. Dessa forma, este estudo aborda a construção de uma sequência didática para a 3ª série do Ensino Médio, utilizando recursos geotecnológicos e multimodais para examinar a espacialização das áreas de risco em Aracruz, ES, Brasil. O objetivo é relatar a elaboração da proposta e identificar indicadores do desenvolvimento do pensamento e raciocínio geográficos nos estudantes. Inicialmente a pesquisa envolveu uma revisão bibliográfica sobre Geografia Física no currículo escolar, pensamento e raciocínio geográficos, desastres naturais, movimentos de massa, escorregamentos, inundações e a constituição histórico-geográfica do município. A proposta educativa foi dividida em cinco módulos, onde os dois primeiros focaram no aprofundamento e na revisão de conceitos. O terceiro módulo envolveu conteúdo factual, mapeamento colaborativo e formulação de hipóteses. O quarto módulo trabalhou com cartografia temática e correlacionou a espacialização das áreas de risco com características físicas e socioeconômicas. O quinto módulo, não aplicado, visava analisar o fenômeno em diferentes escalas e consolidar a aprendizagem. Os resultados mostraram a dificuldade dos estudantes em dominar conceitos e interpretar dados de várias fontes, além da necessidade de melhorias na infraestrutura escolar e na disponibilidade de equipamentos e recursos. Muitos alunos concluintes do Ensino Médio demonstraram falta de base sólida na leitura e interpretação de mapas. Entretanto, a atividade de mapeamento colaborativo teve efeitos positivos, pois a maior parte dos alunos conseguiu registrar fotografias de áreas de alto risco, relatar observações de campo e fomentar discussões sobre a percepção do lugar e o processo de apropriação do espaço. Assim, embora não seja possível afirmar que todos os estudantes tenham alcançado uma aprendizagem significativa e desenvolvido o raciocínio geográfico, foi possível observar uma aquisição de conhecimento sobre o lugar onde vivem e a compreensão da localização e ocorrência de fatos e fenômenos relacionados às áreas de risco em Aracruz. Assim, este estudo reforça a importância da Geografia Física e de atividades educativas que permitam aos estudantes realizar múltiplas leituras da realidade, contribuindo para um melhor entendimento e engajamento com o meio em que estão inseridos. |
| publishDate |
2024 |
| dc.date.none.fl_str_mv |
2024-08-09T21:50:42Z 2024-06-10 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
TOTOLA, Raiane. Construção de Proposta Didática sobre Desastres Naturais: a Fotografia e o Mapeamento Colaborativo no Ensino de Geografia no Ensino Médio de Aracruz-ES. 2024. 190 f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Geografia em Rede - PROFGEO) - Instituto de Geografia, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2024. http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/22615 |
| identifier_str_mv |
TOTOLA, Raiane. Construção de Proposta Didática sobre Desastres Naturais: a Fotografia e o Mapeamento Colaborativo no Ensino de Geografia no Ensino Médio de Aracruz-ES. 2024. 190 f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Geografia em Rede - PROFGEO) - Instituto de Geografia, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2024. |
| url |
http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/22615 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.relation.none.fl_str_mv |
ACSELRAD, H. Cartografias sociais e território. Rio de Janeiro: IPPUR/UFRJ, 2008. ANDREIS, A. M.; CALLAI, H. C.. Alicerces às aulas: princípios, conceitos e categorias geográficas. Revista ensino de geografia (RECIFE), v. 2, n. 3, 2019. AFONSO, A. E. Contribuições da Geografia Física para o ensino e aprendizagem geográfica na educação básica. Revista Educação Geográfica em Foco, v. 1, n. 2, 2017. ALVALÁ, R. C. S.; BARBIERI, A. F. Desastres naturais. In: Mudanças climáticas em rede: um olhar interdisciplinar. São José dos Campos, SP: INPE, v. 1, p. 203-230, 2017. ARMOND, N. B.; AFONSO, A. E. Da Geografia Física a Geografia (Sócio)Ambiental e seu "retorno": a Geografia: breves reflexões sobre mutações epistemológicas e o campo científico. In: XVI ENG - Encontro Nacional de Geógrafos, 2010, Porto Alegre. Anais do XVI Encontro Nacional de Geógrafos. Porto Alegre: AGB Porto Alegre, 2010. AUSUBEL, D. P. Aquisição e Retenção de Conhecimento: Uma Perspectiva Cognitiva. Lisboa: Paralelo Editora, 2000. AZEVEDO, R.M; STEINKE, V.; LEITE, C. M. C. A fotografia como recurso lúdico para o Ensino de Geografia. IN STEINKE, V. A.; REIS JUNIOR, D. F.; COSTA, E.B. (org.). Geografia e fotografia: apontamentos teóricos e metodológicos. Brasília: LAGIM-UNB, 2014. BACHELARD, G. A formação do espírito científico: contribuição para uma psicanálise do conhecimento. 1996 (reimpressão). Rio de Janeiro: Contraponto. 2005. 316p. BARDIN. L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977. BARTOLY, F. Debates e perspectivas do lugar na Geografia. GEOgraphia, v. 13, n. 26, p. 66-91, 2011. BATISTA, N. L.; BECKER, E. L. S.; CASSOL, R. Mapas híbridos e multimodais: em busca de multiletramentos na Cartografia Escolar. In: Pesquisar - Revista de Estudos e Pesquisas em Ensino de Geografia, v. 5, p. 19-35, 2018. BERMUDES, W. L.; SANTANA, B. T.; BRAGA, J. H. O.; SOUZA, P. H. Tipos de escalas utilizadas em pesquisas e suas aplicações. Revista Vértices, [S. l.], v. 18, n. 2, p. 7–20, 2016. Disponível em https://editoraessentia.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/1809-2667.v18n216-01. Acesso em 01 mar. de 2023. BISPO, M. A Concepção de Natureza na Geografia e a Relação com a Educação Ambiental. Revista Terceiro Incluido. O NUPEAT–IESA–UFG, v.2, n.1, jan./jun./2012, p.41–55, Artigo 19. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão Final. Brasília: MEC, 2018. BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Regional. Classificação e Codificação Brasileira de Desastres – COBRADE [Ilustração]. Brasília, 2012. Disponível em: https://www.gov.br/mdr/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/protecao-e-defesa-civil-sedec/DOCU_cobrade2.pdf>. Acesso em 11 fev. 2023. BERMUDES, W. L.; SANTANA, B. T.; BRAGA, J. H. O.; SOUZA, P. H. Tipos de escalas utilizadas em pesquisas e suas aplicações. Revista Vértices, [S. l.], v. 18, n. 2, p. 7–20, 2016. DOI: 10.19180/1809-2667.v18n216-01. Disponível em: https://editoraessentia.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/1809-2667.v18n216-01. Acesso em: 01 mar. 2023. BRAVO, J. V. M.; SLUTER, C. R. O Mapeamento Colaborativo: seu surgimento, suas características e o funcionamento das plataformas. Revista Brasileira de Geografia Física, v. 11, n. 5, p. 1902-1916, 2018. CANTELLI, J. R.; FORNAZIEIRO, M. P. A.; MARCUCCI, J. C. Natureza, meio ambiente e sustentabilidade: revisão histórica dos conceitos e suas correlações na ciência geográfica. UNESP–Rio Claro, 2019. CARDOSO, C; SILVA, M. S.; GUERRA, A. J. T.. Geografia e os riscos socioambientais. Editora Bertrand Brasil, 2020. CARVALHO, M. Chuva causa deslizamento na Rocinha e assusta moradores; vídeo. ENFOCO, 2023. Disponível em: https://enfoco.com.br/noticias/cidades/chuva-causa-deslizamento-na-rocinha-e-assusta-moradores-video-98964?d=1. . Acesso em 01 de novembro 2023 CASTELLAR, S. M. V.; PAULA, I. R. O papel do pensamento espacial na construção do raciocínio geográfico. Revista Brasileira de Educação em Geografia, [S.l.], v. 10, n. 19, p. 294–322, 2020. CASTRO, A. L. C. Glossário de defesa civil: estudo de riscos e medicina de desastres. Brasília: MPO/Departamento de Defesa Civil, 1998. CASTRO, A. L. C. Manual de planejamento em defesa civil. Vol.1. Brasília: Ministério da Integração Nacional/Departamento de Defesa Civil, 1999. CASTRO, I. E.; GOMES, P. C. da C.; CORRÊA, R. L. Olhares geográficos: modos de ver e viver o espaço. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012. CHIPPENDALE, P.; ZANIN, M.; ANDREATTA, C. Collective photography. In: Conference for Visual Media Production. IEEE, 2009. p. 188-194. CORRÊA, R. L. Espaço: um conceito-chave da Geografia. In: CASTRO, I. E.. et al (Orgs.) Geografia: Conceitos e Temas. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2021, 20 ed. p. 15-48 CAVALCANTI, L. de S. Pensar Pela Geografia: Ensino e Relevância Social. Goiânia: C&A. Alfa Comunicação, 2019. CLIMATEMPO. São Paulo: Climatempo [ilustração]. Disponível em: http://www.climatempo.com.br. COMPANHIA DE PESQUISA DE RECURSOS MINERAIS (CPRM).. Setorização de áreas de risco geológico: Aracruz-ES [dados vetoriais]. 2021. Disponível em: https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/19442.2. Acesso em 22 jan. 2023. DOLZ, J.; NOVERRAZ, M.; SCHNEUWLY, B. Sequências didáticas para o oral e a escrita: apresentação de um procedimento. In: SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. e colaboradores. Gêneros orais e escritos da escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004. p. 81-108. DUARTE, R. G. A Cartografia Escolar e o Pensamento (Geo)Espacial: Alicerces da Educação Geográfica. In: ASCENÇÃO, V. R. et al. Conhecimentos da Geografia: Percursos de Formação Docente e Práticas na Educação Básica. Belo Horizonte: IGC, 2017. p. 28-52. DUBEUX, M. H. S.; SOUZA, I. P. de. Organização do trabalho pedagógico por sequências didáticas. In: BRASIL; Pacto nacional pela alfabetização na idade certa: planejando a alfabetização; integrando diferentes áreas do conhecimento: projetos didáticos e sequências didáticas. Ano 01, unidade 06. Brasília: MEC, SEB, 2012. ESPÍRITO SANTO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Assessoria de Apoio Curricular e Educação Ambiental. Currículo do Espírito Santo. Vitória: AE11/SEDU, 2022. Disponível em: https://curriculo.sedu.es.gov.br. Acesso em fev. 2023. FERREIRA, L.A. A culpa não é da chuva. Tragédia anunciada que não querem ver. O DIA, 2023. Disponível em https://odia.ig.com.br/colunas/luiz-andre-ferreira/2023/02/6581216-a-culpa-da-tragedia-no-litoral-paulista-nao-e-da-chuva.html. Acesso em 28 Ago. 2023. FOLHA DE S. PAULO . Deslizamento mata sete e fere oito no ES . 23 de nov. 1996. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1996/11/23/cotidiano/9.html. Acesso em 03 dez. 2022. FOLHA DO LITORAL. Nomes estranhos e os que não pegam em Aracruz. 04 Fev. 2021. Disponível em https://folhalitoral.com.br/nomes-estranhos-e-os-que-nao-pegam-em-aracruz/. Acesso em 30 de nov. 2023. GERSMEHL, P. Teaching geography. Guilford Publications, 2014. GIRARDI, G. Modos de ler mapas e suas políticas espaciais. Espaço e Cultura, [S.l.], p. 85-110, 2014. GOBBO, E. D. Aracruz é a cidade com maior número de desalojados e desabrigados. Disponível em: https://www.seculodiario.com.br/cidades/dezessete-dos-20-bairros-de-viana-foram-atingidos-pelas-chuvas. Acesso em 02 de Jan. 2023. GOODCHILD, M. F. Citizens as sensors: the world of volunteered geography. GeoJournal, v. 69, p. 211-221, 2007. GOMES, M. de F. V. B. Cartografia Social e Geografia Escolar: aproximações e possibilidades. Revista Brasileira de Educação em Geografia, Campinas, v. 7, n. 13, p. 97-110, jan./jun., 2. 2017. GOMES, P. C. C. O lugar do olhar: elementos para uma Geografia da visibilidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2013. _________________ . Quadros Geográficos: Uma forma de ver, uma forma de pensar. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2017. GORYUSHINA, E. Natural Hazards: Theoretical Elaboration And Integration With Social Sciences. IN Conference International Scientific Congress KNOWLEDGE, MAN AND CIVILIZATION - ISCKMC 2020. 2021. p.2073-2077. disponível em https://www.europeanproceedings.com/files/data/article/10064/13969/article_10064_13969_pdf_100.pdf. Acesso em fev. 2023. HAESBAERT, R. REGIÃO. GEOgraphia, v. 21, n. 45, p. 117-120, 7 jun. 2019. _________________. Viver no limite: território e multi/ transterritorialidade em tempos de in-segurança e contenção. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2014. INSTITUTO CAPIXABA DE PESQUISA, ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL (INCAPER) . Programa de Assistência \técnica e Extensão Rural 2020-2023: Aracruz. 2021. 52p. Disponível em: https://incaper.es.gov.br/media/incaper/proater/municipios/Aracruz.pdf. Acesso em Fev. 2023. INSTITUTO DE DEFESA AGROPECUÁRIA E FLORESTAL DO ESPÍRITO SANTO (IDAF). Mapa das Zonas Naturais do Espírito Santo [Ilustração], 2016. Disponível em: https://idaf.es.gov.br/mapas-do-espirito-santo. Acesso em 05 mai. 2023. INSTITUTO JONES DOS SANTOS NEVES (IJSN). IJSN-BAIRROS-ES [dados vetoriais]. 2012/2020. Disponível em: https://ide.geobases.es.gov.br/layers/geonode:ijsn_limite_bairro_2020_UTF8. Acesso em 17 jun. 2023. INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS - INPE. Topodata - Banco de Dados Geomórfométricos do Brasil, 2008. Disponivel em: http://www.dsr.inpe.br/topodata/index.php. Acesso em jan. 2023. SERVIÇO GEOLÓGICO BRASILEIRO (SBG). Mapa Online: prevenção de desastres [shapefiles]. [S.D]. Disponível em: https://geoportal.sgb.gov.br/desastres/. Acesso em 17 jun. 2023. KOBIYAMA, M. et al. Prevenção de desastres naturais: conceitos básicos. Curitiba: Organic Trading, 2006. LINS, C.; STEINKE, V.A. Notas Introdutórias para a Produção Fotogeográfica. IN STEINKE, V. A.; REIS JUNIOR, D. F.; COSTA, E.B. (org.). Geografia e fotografia: apontamentos teóricos e metodológicos. Brasília: LAGIM-UNB, 2014. LOBATO, R. L. Multiletramentos na Cartografia. Rio de Janeiro, 2020. Tese (Doutorado em Geografia) – Programa de Pós-Graduação em Geografia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2020. MARCANDALI, S.; MARAR, J.; SILVA, E. de O. Através da Imagem: A Evolução da Fotografia e a Democratização Profissional com a Ascensão Tecnológica. Perspectivas imagéticas, p. 48, 2019. MACHADO, J. C. E. A sequência didática como estratégia para aprendizagem dos processos físicos nas aulas de Geografia do ciclo II do ensino fundamental. 2013. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo. MARCELINO, E. V. Desastres naturais e geotecnologias: conceitos básicos - Caderno Didático nº 1. Santa Maria, RS: INPE. 2008. v. 1, 40 p. MOREIRA, M. A. Teorias de aprendizagem. 1. ed. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária, 1999. MOREIRA, R. Pensar e ser em Geografia. São Paulo: Contexto, 2007. NASCIMENTO, R. A.; STEINKE, V. A. Apontamentos Teóricos para a Relação entre Paisagem e Fotografia na Geografia. RA’EGA, Curitiba, v. 44, p. 73-87, jan./jun. 2022. NOVAES, A. R. Uma geografia visual? Contribuições para o uso das imagens na difusão do conhecimento geográfico. Espaço e cultura, n. 30, p. 6-18, 2011. ORRICO, C.M.B. A industrialização recente de Aracruz (dissertação de mestrado). UFES. 2010. Disponível em https://core.ac.uk/download/pdf/161366729.pdf. Acesso em jan. 2023. PIRES, E. G., VALLERIUS, D. M. As Metodologias Ativas no Processo de Ensino- Aprendizagem: Alguns Olhares Para Além da Cartografia. In: PAULA, E. M. S. et al. Geografia física e geotecnologias: propostas de ensino- aprendizagem. 2021 . PORTELA, M. O. B.. A BNCC para o ensino de Geografia: a proposta das ciências humanas e da interdisciplinaridade. OKARA: Geografia em debate, v. 12, n. 1, 2018. PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACRUZ. Defesa Civil de Aracruz alerta para risco alto de deslizamento de encostas. Disponível em: https://www.aracruz.es.gov.br/noticias/9734-defesa-civil-de-aracruz-alerta-para-risco-alto-de-deslizamento-de-encostas. Acesso em 02 de Jan. 2023. RECKZIEGEl, B. W. ; ROBAINA, L. E. S. Riscos geológico- geomorfológicos: revisão conceitual. Ciência e Natura, vol. 27, núm. 2, 2005, p. 65-84. RIBEIRO, R. M. O mapeamento colaborativo como recurso pedagógico nas aulas de Geografia. Educação & Realidade, v. 42, n. 3, p. 1013-1030, 2017. RIZZATTI, M.; BATISTA, N. L.; CASSOL, R. As geotecnologias como possibilidade metodológica para o ensino de temáticas físico-naturais na educação básica. Para Onde!?, v. 12, n. 2, p. 11-20, 2019. ROJO, R. Pedagogia dos multiletramentos: diversidade cultural e de linguagens na escola. IN ROJO, R.; MOURA, E. Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola Editorial, 2012. ROSA, R. Geotecnologias na Geografia aplicada. Revista do Departamento de Geografia, 16, p. 81-90, 2005. SADLER, D. R. Formative assessment and the design of instructional systems. Instructional Science, v. 18, p. 145-165, 1989. SANTOS, M. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. 2. reimpr. São Paulo: USP, v. 1, 2006. SILVA, P. A.; ASCENÇÃO, V. O. R.; VALADÃO, R. C. Por uma construção do raciocínio geográfico para além do pensamento espacial (spatial thinking). 5º Colóquio Internacional da Rede Latino-americana de Investigadores de Didática de Geografia, p. 73, 2018. SILVA, E. A. As metodologias qualitativas de investigação nas Ciências Sociais. Revista Angolana de Sociologia, vol. 12, 2013. Disponível em http://journals.openedition.org/ras/740 ; DOI: https://doi.org/10.4000/ras.740. Acesso em jan. 2023. SILVA, L. L. S.. Desafios e possibilidades da Geografia no contexto do Novo Ensino Médio. p. 97-120. IN BRISKIEVICZ, D. A.; STEIDEL,R. (Org.). O novo ensino médio: desafios e possibilidades. Curitiba: Appris, 2018. 139 p. SILVA, A. C.; RANGEL, L.A. As potencialidades e dificuldades da abordagem de contepudos geomorfológicos no Ensino Básico. IN CARDOSO, C.; SILVA, M. S.; GUERRA, A. J. T.(ORG). Geografia e os riscos socioambientais. Editora Bertrand Brasil, 2020. SIMIELLI, M. E. Cartografia e ensino. Tese (Livre-docência). Departamento de Geografia, Universidade do Estado de São Paulo. São Paulo, 1996. SIMIELLI, M. E. R. Cartografia no ensino fundamental e médio. A geografia na sala de aula. 8. ed., 3. reimpr. São Paulo: Contexto, 2010. SANTOS, M. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2006. Temporal causa 40 mortes, deixa desabrigados e fecha estradas no Litoral Norte de SP. G1, 2023. Disponível em: https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2023/02/19/chuva-bloqueia-rodovias-cancela-carnaval-e-provoca-alagamentos-em-cidades-do-litoral-de-sao-paulo.ghtml. Acesso em 20 fev. 2023. TRAVASSOS, Luiz Eduardo Panisset. A fotografia como instrumento de auxílio no ensino da Geografia. Revista de Biologia e Ciências da Terra, v. 1, n. 2, p. 1-2, 2001. TOMINAGA, Lídia Keiko; SANTORO, J.; AMARAL, R.. Desastres naturais. São Paulo: Editora Instituto Geológico. 3 ed., 2015. ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998. 224 p. |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
application/pdf |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro Centro de Tecnologia e Ciências::Instituto de Geografia Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Ensino de Geografia |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro Centro de Tecnologia e Ciências::Instituto de Geografia Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Ensino de Geografia |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ instname:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) instacron:UERJ |
| instname_str |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| instacron_str |
UERJ |
| institution |
UERJ |
| reponame_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ |
| collection |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ |
| repository.name.fl_str_mv |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| repository.mail.fl_str_mv |
bdtd.suporte@uerj.br |
| _version_ |
1829133739560534016 |