Avaliação econômica das abordagens terapêuticas para o tratamento das hepatites B e C: Comparação das diretrizes nacionais e internacionais.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Rodrigues, Marcus Paulo da Silva
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro Biomédico::Instituto de Medicina Social
BR
UERJ
Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/4792
Resumo: As hepatites virais B e C, nas últimas décadas, emergiram e se mantiveram em evidência como um grande problema de saúde pública. O desenvolvimento e a disseminação do uso de medicamentos antivirais vêm contribuindo para a diminuição da carga dessas infecções em nível individual e coletivo. Especialmente na última década, disponibilizaram-se tecnologias mais seguras e eficazes para o diagnóstico precoce e para o tratamento. No intuito de assegurar o uso racional desses insumos, muitos países elaboraram recomendações que incluem, os critérios de inclusão e exclusão para o tratamento e o estabelecimento do curso terapêutico. As recomendações nacionais e internacionais para o tratamento das hepatites B e C divergem em diversos aspectos, principalmente no que se refere aos fármacos eleitos como primeira linha de tratamento e ao público prioritário. No caso da hepatite C, o Ministério da Saúde brasileiro indica a terapia tripla somente para portadores de doença hepática avançada. O consenso internacional, representado pela OMS, pela AALSD e pelo NICE, assume direção oposta, ao propor como público prioritário, indivíduos com hepatite leve e moderada. As recomendações nacionais e internacionais para o tratamento da hepatite B se assemelham em grande medida, mas são conflitantes no que diz respeito aos medicamentos eleitos como primeira escolha. Com base nas divergências das diretrizes terapêuticas nacionais e internacionais, esse estudo objetivou confrontar as óticas nacionais e internacionais e avaliar as estratégias mais custo-efetivas para o tratamento contra o vírus da hepatite B (VHB) e o vírus da hepatite C (VHC) sob a perspectiva do SUS. Os resultados do modelo econômico construído indicam que o uso precoce e universal dos inibidores de protease (IPs) emerge como a conduta mais racional para o tratamento da hepatite C crônica na atualidade. Essa abordagem resulta em melhores desfechos clínicos e econômicos se comparada à terapia dual (peguinterferon + ribavirina) e ao uso de IPs no caso de refratariedade ao tratamento prévio e especialmente quando empregada restritamente aos casos de fibrose avançada, tal como recomendado pelas diretrizes nacionais. Na avaliação do custo-efetividade das recomendações terapêuticas para o tratamento contra o VHB em indivíduos HBeAg não reagentes, o uso do tenofovir se mostrou a estratégia mais eficiente. A terapia com tenofovir constitui a primeira linha de tratamento nas diretrizes nacionais atuais e foi a que apresentou maior efetividade associada ao menor custo global, contrariando as proposições de protocolos internacionais e de algumas publicações anteriores. Em síntese, a análise farmacoeconômica comparativa entre as diretrizes nacionais e internacionais para o tratamento das hepatites crônicas revela que a conduta de tratamento contra o VHB adotada no Brasil é adequada pelos pontos de vista clínico e econômico. Em contrapartida, as mesmas conclusões não se aplicam ao caso do tratamento da infecção do genótipo 1 da hepatite C, que, da forma como está sendo conduzido, penaliza uma parcela significativa dos indivíduos portadores, por oferecer o que há de mais avançado em tratamento antiviral exclusivamente aos pacientes com menores chances de resposta, maior risco de desenvolvimento de intolerância medicamentosa e já em estágio terminal da doença hepática.
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No intuito de assegurar o uso racional desses insumos, muitos países elaboraram recomendações que incluem, os critérios de inclusão e exclusão para o tratamento e o estabelecimento do curso terapêutico. As recomendações nacionais e internacionais para o tratamento das hepatites B e C divergem em diversos aspectos, principalmente no que se refere aos fármacos eleitos como primeira linha de tratamento e ao público prioritário. No caso da hepatite C, o Ministério da Saúde brasileiro indica a terapia tripla somente para portadores de doença hepática avançada. O consenso internacional, representado pela OMS, pela AALSD e pelo NICE, assume direção oposta, ao propor como público prioritário, indivíduos com hepatite leve e moderada. As recomendações nacionais e internacionais para o tratamento da hepatite B se assemelham em grande medida, mas são conflitantes no que diz respeito aos medicamentos eleitos como primeira escolha. Com base nas divergências das diretrizes terapêuticas nacionais e internacionais, esse estudo objetivou confrontar as óticas nacionais e internacionais e avaliar as estratégias mais custo-efetivas para o tratamento contra o vírus da hepatite B (VHB) e o vírus da hepatite C (VHC) sob a perspectiva do SUS. Os resultados do modelo econômico construído indicam que o uso precoce e universal dos inibidores de protease (IPs) emerge como a conduta mais racional para o tratamento da hepatite C crônica na atualidade. Essa abordagem resulta em melhores desfechos clínicos e econômicos se comparada à terapia dual (peguinterferon + ribavirina) e ao uso de IPs no caso de refratariedade ao tratamento prévio e especialmente quando empregada restritamente aos casos de fibrose avançada, tal como recomendado pelas diretrizes nacionais. Na avaliação do custo-efetividade das recomendações terapêuticas para o tratamento contra o VHB em indivíduos HBeAg não reagentes, o uso do tenofovir se mostrou a estratégia mais eficiente. A terapia com tenofovir constitui a primeira linha de tratamento nas diretrizes nacionais atuais e foi a que apresentou maior efetividade associada ao menor custo global, contrariando as proposições de protocolos internacionais e de algumas publicações anteriores. Em síntese, a análise farmacoeconômica comparativa entre as diretrizes nacionais e internacionais para o tratamento das hepatites crônicas revela que a conduta de tratamento contra o VHB adotada no Brasil é adequada pelos pontos de vista clínico e econômico. Em contrapartida, as mesmas conclusões não se aplicam ao caso do tratamento da infecção do genótipo 1 da hepatite C, que, da forma como está sendo conduzido, penaliza uma parcela significativa dos indivíduos portadores, por oferecer o que há de mais avançado em tratamento antiviral exclusivamente aos pacientes com menores chances de resposta, maior risco de desenvolvimento de intolerância medicamentosa e já em estágio terminal da doença hepática.In the last decades, viral hepatitis B and C have emerged and have remained in evidence as a major public health problem. The development and dissemination of the use of antiviral drugs has contributed to reduce the burden of these infections at the individual and collective levels. Especially in the last decade, safer and more effective technologies have been made available for early diagnosis and treatment. In order to ensure the rational use of antivirals, many countries have developed recommendations that adds the inclusion and exclusion criterias for the treatment and establishment of the therapeutic course. National and international recommendations for the treatment of hepatitis B and C differ in several respects, especially for the drugs chosen as the first treatment line and for the priority public. In the case of hepatitis C, the Brazilian Ministry of Health indicates triple therapy only for patients with advanced liver disease. The international consensus, represented by WHO, AALSD and NICE, assumes the opposite direction proposing as a priority public, individuals with mild and moderate hepatitis. National and international recommendations for the treatment of Hepatitis B closely resemble each other but are in conflict with regard to medicines chosen as the first choice. Based on divergences among national and international therapeutic guidelines, this study aimed to compare national and international perspectives and to evaluate the most cost-effective strategies for the treatment of hepatitis B virus (HBV) and hepatitis C virus (HCV) from the SUS perspective. The results of the constructed economic model indicate that the early and universal use of protease inhibitors (PIs) emerges as the most rational conduct for the treatment of chronic hepatitis C today. This approach results in better clinical and economic outcomes compared to dual therapy (peginterferon + ribavirin) and the use of PIs in the case of refractoriness to previous treatment and especially when used strictly to cases of advanced fibrosis, as recommended by the national guidelines. In cost-effectiveness evaluation of the therapeutic recommendations for the treatment against HBV in non-reactive HBeAg individuals, the use of tenofovir was the most efficient strategy. In current national guidelines, tenofovir is recommended as the first-line treatment and was the one with the highest effectiveness associated with the lowest overall cost, contrary to the proposals of international protocols and some previous publications. In summary, the comparative pharmacoeconomic analysis between the national and international guidelines for the treatment of chronic hepatitis reveals that the treatment approach against HBV adopted in Brazil is adequate from the clinical and economic points of view. In contrast, the same conclusions do not apply to the treatment of hepatitis C genotype 1 infection, which, as it is being conducted, penalizes a significant portion of carriers because it offers the most advanced antiviral treatment exclusively to patients with lower chances of response, higher risk of developing drug intolerance and already in the terminal stage of liver disease.Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoUniversidade do Estado do Rio de JaneiroCentro Biomédico::Instituto de Medicina SocialBRUERJPrograma de Pós-Graduação em Saúde ColetivaVianna, Cid Manso de Mellohttp://lattes.cnpq.br/6812480293653692Oliveira, Fabiano Saldanha Gomes dehttp://lattes.cnpq.br/3088661798341585Silva, Frances Valéria Costa ehttp://lattes.cnpq.br/7218336268944357Mosegui, Gabriela Bittencourt Gonzalezhttp://lattes.cnpq.br/2905858399806945Silva, Tania Cristina França dahttp://lattes.cnpq.br/4405544933008225Rodrigues, Marcus Paulo da Silva2020-08-02T16:55:31Z2018-05-042017-03-13info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfRODRIGUES, Marcus Paulo da Silva. Avaliação econômica das abordagens terapêuticas para o tratamento das hepatites B e C: Comparação das diretrizes nacionais e internacionais. 2017. 180 f. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva ) - Instituto de Medicina Social, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2017.http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/4792porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJinstname:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)instacron:UERJ2024-02-26T23:20:50Zoai:www.bdtd.uerj.br:1/4792Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bdtd.uerj.br/PUBhttps://www.bdtd.uerj.br:8443/oai/requestbdtd.suporte@uerj.bropendoar:29032024-02-26T23:20:50Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)false
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