Efeito da ingestão de etanol na infecção esquistossomótica murina experimental
| Ano de defesa: | 2016 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro Biomédico::Faculdade de Ciências Médicas BR UERJ Programa de Pós-Graduação em Microbiologia |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/14334 |
Resumo: | Tanto a esquistossomose mansônica quanto o consumo abusivo de etanol ingeridos em bebidas alcoólicas causam doença hepática. Para se ter conhecimento desta associação, foram usados camundongos machos Swiss Webster (n=60). Em grupos infectados (n=7 por grupo) com 80 cercarias (<i>Schistosoma mansoni</i> da cepa BH) e grupos não infectados (n=5 por grupo), cada animal recebeu, por via oral (gavagem), 200 μl/dia de etanol a 18% durante 7, 14, 21 e 28 dias consecutivos, iniciado na 5ª, 6ª, 7ª ou 8ª semana de infecção, respectivamente. Um grupo não infectado e outro infectado não receberam etanol e foram mantidos como grupos controles. Os grupos ficaram divididos em: grupos não infectados A (sem etanol), B (com etanol por 7 dias), C (com etanol por 14 dias), D (com etanol por 21 dias) e E (com etanol por 28 dias) e; os grupos infectados F (sem etanol), G (com etanol por 7 dias), H (com etanol por 14 dias), I (com etanol por 21 dias) e J (com etanol por 28 dias). Na nona semana pós-infecção, os animais foram eutanasiados e os helmintos e órgãos (fígado e intestinos) removidos. As características morfológicas e morfométricas do sistema reprodutor dos helmintos adultos e o tegumento de espécimes machos foram analisados por microscopia de campo claro e confocal e microscopia eletrônica de varredura, respectivamente. O oograma intestinal foi utilizado para a avaliação da carga parasitária e do estágio de maturação dos ovos. As amostras de fígado foram submetidas ao processamento de rotina e coloração histológica, sendo coradas com HE e Giemsa de Lennert para análise histopatológica, avaliando-se o parênquima hepático, o estágio de desenvolvimento e o tamanho (área e perímetro) dos granulomas e seu perfil celular. A coloração de Picrosirius com microscopia de polarização foi utilizada para quantificação de colágeno. Para estereologia hepática (hepatócitos, sinusóides e esteatose) utilizou-se o sistema D36 e Disector. A estatística foi realizada pelo teste T de Student, Mann-Whitney e Qui-quadrado, considerando-se os valores de p≤0,05. O resultado do oograma mostrou redução da carga parasitária e alteração no perfil de maturação dos ovos. Nos helmintos, foi observado: em machos - redução de células germinativas, vacuolização e alteração no tamanho de lóbulos testiculares, redução de espermatozoides na vesícula seminal, redução do tamanho e do número de tubérculos, perda de espinhos, descamação e lesões erosivas do tegumento; em fêmeas - escassez e células imaturas de glândulas vitelínicas, desorganização e redução na maturação dos oócitos. O parênquima hepático de animais dos grupos B, C, D e E apresentou microesteatose alcoólica, maior frequência de células de Kupffer nos sinusóides, presença de infiltrado leucocitário mononuclear, degeneração hidrópica e espessamento da membrana plasmática dos hepatócitos. Os animais dos grupos G, H, I e J apresentaram redução da microesteatose alcoólica, maior área do granuloma, granuloma exsudativo com predominância de leucócitos mononucleares e redução da deposição de colágeno em torno do granuloma. Concluiu-se que o etanol associado à infecção esquistossomótica aguda experimental comprometeu o sistema reprodutor dos helmintos, enquanto que, as análises histopatológicas do fígado mostraram exacerbação dos prejuízos provocados tanto pela esquistossomose quanto pela ingestão de etanol, especialmente, em grupo de camundongos submetidos à ingestão de etanol por 28 dias consecutivos. |
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Efeito da ingestão de etanol na infecção esquistossomótica murina experimentalEffect of ethanol intake on experimental murine schistosomiasis infectionSchistosoma mansoniEthanolAlcoholic hepatitisHistopathologyGranulomaSchistosoma mansoniÁlcoolHepatiteEtanolGranulomaReprodução animalCamundongo como animal de laboratórioCamundongoSchistosoma mansoniEtanolHepatite alcoólicaHistopatologiaGranulomaCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::PARASITOLOGIA::HELMINTOLOGIA DE PARASITOSTanto a esquistossomose mansônica quanto o consumo abusivo de etanol ingeridos em bebidas alcoólicas causam doença hepática. Para se ter conhecimento desta associação, foram usados camundongos machos Swiss Webster (n=60). Em grupos infectados (n=7 por grupo) com 80 cercarias (<i>Schistosoma mansoni</i> da cepa BH) e grupos não infectados (n=5 por grupo), cada animal recebeu, por via oral (gavagem), 200 μl/dia de etanol a 18% durante 7, 14, 21 e 28 dias consecutivos, iniciado na 5ª, 6ª, 7ª ou 8ª semana de infecção, respectivamente. Um grupo não infectado e outro infectado não receberam etanol e foram mantidos como grupos controles. Os grupos ficaram divididos em: grupos não infectados A (sem etanol), B (com etanol por 7 dias), C (com etanol por 14 dias), D (com etanol por 21 dias) e E (com etanol por 28 dias) e; os grupos infectados F (sem etanol), G (com etanol por 7 dias), H (com etanol por 14 dias), I (com etanol por 21 dias) e J (com etanol por 28 dias). Na nona semana pós-infecção, os animais foram eutanasiados e os helmintos e órgãos (fígado e intestinos) removidos. As características morfológicas e morfométricas do sistema reprodutor dos helmintos adultos e o tegumento de espécimes machos foram analisados por microscopia de campo claro e confocal e microscopia eletrônica de varredura, respectivamente. O oograma intestinal foi utilizado para a avaliação da carga parasitária e do estágio de maturação dos ovos. As amostras de fígado foram submetidas ao processamento de rotina e coloração histológica, sendo coradas com HE e Giemsa de Lennert para análise histopatológica, avaliando-se o parênquima hepático, o estágio de desenvolvimento e o tamanho (área e perímetro) dos granulomas e seu perfil celular. A coloração de Picrosirius com microscopia de polarização foi utilizada para quantificação de colágeno. Para estereologia hepática (hepatócitos, sinusóides e esteatose) utilizou-se o sistema D36 e Disector. A estatística foi realizada pelo teste T de Student, Mann-Whitney e Qui-quadrado, considerando-se os valores de p≤0,05. O resultado do oograma mostrou redução da carga parasitária e alteração no perfil de maturação dos ovos. Nos helmintos, foi observado: em machos - redução de células germinativas, vacuolização e alteração no tamanho de lóbulos testiculares, redução de espermatozoides na vesícula seminal, redução do tamanho e do número de tubérculos, perda de espinhos, descamação e lesões erosivas do tegumento; em fêmeas - escassez e células imaturas de glândulas vitelínicas, desorganização e redução na maturação dos oócitos. O parênquima hepático de animais dos grupos B, C, D e E apresentou microesteatose alcoólica, maior frequência de células de Kupffer nos sinusóides, presença de infiltrado leucocitário mononuclear, degeneração hidrópica e espessamento da membrana plasmática dos hepatócitos. Os animais dos grupos G, H, I e J apresentaram redução da microesteatose alcoólica, maior área do granuloma, granuloma exsudativo com predominância de leucócitos mononucleares e redução da deposição de colágeno em torno do granuloma. Concluiu-se que o etanol associado à infecção esquistossomótica aguda experimental comprometeu o sistema reprodutor dos helmintos, enquanto que, as análises histopatológicas do fígado mostraram exacerbação dos prejuízos provocados tanto pela esquistossomose quanto pela ingestão de etanol, especialmente, em grupo de camundongos submetidos à ingestão de etanol por 28 dias consecutivos.Schistosomiasis mansoni and abusive ethanol consumption in alcoholic beverages independently cause liver disease. However, there is little literature about the effects of ethanol intake on experimental schistosomiasis infection. To gain insight in this issue, male Swiss Webster mice (n=60) were used as experimental model. Infected mice (n=7) with 80 <i>Schistosoma mansoni</i> cercariae (BH strain) and uninfected group (n=5) were gavaged with 200 μL / day of 18% ethanol for 7, 14, 21 and 28 consecutive days, on the 5th, 6th, 7th or 8th week of infection, respectively. Uninfected and infected group not exposed to ethanol were kept as control groups. At week 9 post-infection, mice were euthanized, adult worms and organs (liver and intestines) were removed. The morphological and morphometric features of the reproductive system of adult worms and the tegument of male specimens were examined by brightfield, confocal and scanning electron microscopy, respectively. The oogram pattern was examined in the intestine, through evaluating the stage of maturation of the eggs and parasite load, respectively. Paraffin-embbeded liver samples were stained with HE and Lennert s Giemsa for histopathological analysis, through evaluating the hepatic parenchyma, the stage of development and size (area and perimeter) of the granulomas and its cellular composition. Picrosirius staining plus polarization microscopy was used to visualize collagen content. The liver stereology (hepatocytes, sinusoids and steatosis) were also assessed. The analysis used a video-microscopic system and the D36 test system and disector. Data were analyzed by Student's t-test, Mann-Whitney and Chi-square. Differences were considered significant at p≤0.05. Light microscopy demonstrated morphological alterations in the reproductive system of male (testicular lobes) and female (oocytes) worms. Scanning electron microscopy revealed extensive tegument alterations characterized by loss of spines, tegument peeling, tubercles flattening and erosive lesions. The hepatic parenchyma of uninfected animals submitted to ethanol showed alcoholic microsteatosis, higher frequency of Kupffer cells in the sinusoids, presence of mononuclear leukocyte infiltrate, hydropic degeneration and hepatocyte plasma membrane thickening. Infected animals that ingested ethanol, presented a reduction of alcoholic microsteatosis, larger size of the granuloma area, exudative granuloma predominating mononuclear leukocytes and decreased collagen deposition surrounding schistosomal granuloma. It was concluded that ethanol was able to alter the intensity of the experimental acute schistosomal infection based on parasitological and histopathological parameters, especially in mice group submitted to ethanol intake for 28 days.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorUniversidade do Estado do Rio de JaneiroCentro Biomédico::Faculdade de Ciências MédicasBRUERJPrograma de Pós-Graduação em MicrobiologiaSilva, José Roberto Machado ehttp://lattes.cnpq.br/6430514515393384Corrêa, Christiane Lealhttp://lattes.cnpq.br/2680990436922912Silva, Sílvia Amaral Gonçalves dahttp://lattes.cnpq.br/6104190112253764Rodrigues, Luciana Silvahttp://lattes.cnpq.br/5102913200337840Cohen, Simone Chiniczhttp://lattes.cnpq.br/5822512032319269Pyrrho, Alexandre dos Santoshttp://lattes.cnpq.br/3774796917452801Bezerra, Luciana Brandão2021-01-07T15:13:17Z2018-11-122016-12-16info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfBEZERRA, Luciana Brandão. Efeito da ingestão de etanol na infecção esquistossomótica murina experimental. 2016. 110 f. Tese (Doutorado em Microbiologia Médica Humana) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2016.http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/14334porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJinstname:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)instacron:UERJ2024-02-26T22:54:44Zoai:www.bdtd.uerj.br:1/14334Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bdtd.uerj.br/PUBhttps://www.bdtd.uerj.br:8443/oai/requestbdtd.suporte@uerj.bropendoar:29032024-02-26T22:54:44Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)false |
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Efeito da ingestão de etanol na infecção esquistossomótica murina experimental Bezerra, Luciana Brandão Schistosoma mansoni Ethanol Alcoholic hepatitis Histopathology Granuloma Schistosoma mansoni Álcool Hepatite Etanol Granuloma Reprodução animal Camundongo como animal de laboratório Camundongo Schistosoma mansoni Etanol Hepatite alcoólica Histopatologia Granuloma CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::PARASITOLOGIA::HELMINTOLOGIA DE PARASITOS |
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