Relativas genitivas em bilíngues Português-Inglês e as estratégias do tipo não-padrão

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Guimarães, Nathallia de Vasconcellos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades::Instituto de Letras
Brasil
UERJ
Programa de Pós-Graduação em Letras
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/21536
Resumo: O bilinguismo é alvo de estudos há anos, uma vez que questionamentos acerca da aquisição de uma língua adicional são desenvolvidos por diferentes vertentes teóricas, levando-se em conta, por exemplo, as dificuldades encontradas pelo aprendiz. No gerativismo, associam-se tais dificuldades, quando comparadas língua materna e língua adicional, à marcação distinta de parâmetros ou valores de traços distintos (SLABAKOVA, 2016; GALLEGO, 2011). Aspectos semânticos, morfológicos e lexicais são alguns dos fatores que tendem a levar o bilíngue, principalmente o bilíngue tardio (após 7 anos de idade), alvo desta pesquisa, a fazer uso do processo de transferência entre línguas (SLABAKOVA, 2016; ALVAREZ, 2002). Essa transferência acontece quando o aprendiz busca competências linguísticas da L1 para produzir sentenças na L2, independentemente da aceitabilidade dessas estruturas na língua-alvo. Deve-se, ainda, considerar que o custo de processamento de determinadas estruturas e as demandas de cada tipo de tarefas linguísticas podem levar a resultados distintos daqueles do falante da língua como L1 (PARADIS, 2003; SQUIRES, 2016). Esta pesquisa busca responder a hipóteses levantadas sobre esse fenômeno da transferência, focando na estrutura de relativas genitivas, as quais costumam ser alvo de variação para falantes do PB, pois a estratégia padrão é normalmente associada a contextos muito formais da língua escrita. Em contrapartida, as estratégias não-padrão, resumptivas e cortadoras, mostram-se como uma possibilidade natural de produção de diferentes tipos de relativas no PB, sendo a estratégia cortadora mais utilizada do que a resumptiva, comumente estigmatizada (TARALLO, 1983; MOLLICA, 1977; LESSA DE OLIVEIRA, 2009). Já no Inglês, a estratégia cortadora é agramatical e a resumptiva é vista como um último recurso para salvar uma derivação, ou gerada por conta de um alto custo de processamento (HORNSTEIN, 2001; MELTZER-ASSCHER, 2021). Adicionalmente, estudos têm apontado que línguas que permitem estruturas resumptivas tendem a transferir essa estratégia para L2 (SOLAIMANI, MYLES e LAWYER, 2023). Para alcançar o objetivo aqui descrito, três testes para a coleta de dados foram empregados: (i) teste de produção oral, um teste de eliciação de relativas genitivas, em interação com o pesquisador, com pressão de tempo, (ii) teste de produção escrita, enviado ao participante, com tempo livre para respostas e (iii) teste de julgamento de aceitabilidade, via plataforma de formulários Google. Eles foram aplicados a três grupos distintos de participantes: falantes de PB com pouco/nenhum conhecimento de Inglês, falantes de Inglês como L1, bilíngues Português-Inglês, de nível intermediário alto. De forma geral, os resultados indicam que a estratégia cortadora, bem avaliada e empregada com frequência em PB, tende a ser também melhor avaliada e é transferida para produções em Inglês como L2 por parte dos bilíngues PB-Inglês, ainda que os falantes de Inglês como língua materna a avaliem mal e praticamente não a utilizem. Ela mostrou-se a principal estratégia de transferência utilizada, visto que não se observou um aumento considerável do uso da resumptiva pelos bilíngues PB-Inglês, embora haja uma ligeira melhor avaliação, restrita a genitivas resumptivas na função de sujeito
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Aspectos semânticos, morfológicos e lexicais são alguns dos fatores que tendem a levar o bilíngue, principalmente o bilíngue tardio (após 7 anos de idade), alvo desta pesquisa, a fazer uso do processo de transferência entre línguas (SLABAKOVA, 2016; ALVAREZ, 2002). Essa transferência acontece quando o aprendiz busca competências linguísticas da L1 para produzir sentenças na L2, independentemente da aceitabilidade dessas estruturas na língua-alvo. Deve-se, ainda, considerar que o custo de processamento de determinadas estruturas e as demandas de cada tipo de tarefas linguísticas podem levar a resultados distintos daqueles do falante da língua como L1 (PARADIS, 2003; SQUIRES, 2016). Esta pesquisa busca responder a hipóteses levantadas sobre esse fenômeno da transferência, focando na estrutura de relativas genitivas, as quais costumam ser alvo de variação para falantes do PB, pois a estratégia padrão é normalmente associada a contextos muito formais da língua escrita. Em contrapartida, as estratégias não-padrão, resumptivas e cortadoras, mostram-se como uma possibilidade natural de produção de diferentes tipos de relativas no PB, sendo a estratégia cortadora mais utilizada do que a resumptiva, comumente estigmatizada (TARALLO, 1983; MOLLICA, 1977; LESSA DE OLIVEIRA, 2009). Já no Inglês, a estratégia cortadora é agramatical e a resumptiva é vista como um último recurso para salvar uma derivação, ou gerada por conta de um alto custo de processamento (HORNSTEIN, 2001; MELTZER-ASSCHER, 2021). Adicionalmente, estudos têm apontado que línguas que permitem estruturas resumptivas tendem a transferir essa estratégia para L2 (SOLAIMANI, MYLES e LAWYER, 2023). Para alcançar o objetivo aqui descrito, três testes para a coleta de dados foram empregados: (i) teste de produção oral, um teste de eliciação de relativas genitivas, em interação com o pesquisador, com pressão de tempo, (ii) teste de produção escrita, enviado ao participante, com tempo livre para respostas e (iii) teste de julgamento de aceitabilidade, via plataforma de formulários Google. Eles foram aplicados a três grupos distintos de participantes: falantes de PB com pouco/nenhum conhecimento de Inglês, falantes de Inglês como L1, bilíngues Português-Inglês, de nível intermediário alto. De forma geral, os resultados indicam que a estratégia cortadora, bem avaliada e empregada com frequência em PB, tende a ser também melhor avaliada e é transferida para produções em Inglês como L2 por parte dos bilíngues PB-Inglês, ainda que os falantes de Inglês como língua materna a avaliem mal e praticamente não a utilizem. Ela mostrou-se a principal estratégia de transferência utilizada, visto que não se observou um aumento considerável do uso da resumptiva pelos bilíngues PB-Inglês, embora haja uma ligeira melhor avaliação, restrita a genitivas resumptivas na função de sujeitoBilingualism has been a target of studies for years, once questions related to the acquisition of additional languages have been developed by different theoretical fields, taking into account, for instance, difficulties apprentices may find. Considering generativism, when comparing mother tongues and additional languages, those difficulties are associated to distinct marking of parameters or values of different features (SLABAKOVA, 2016; GALLEGO, 2011). Semantic, morphologic and lexical aspects are some of the factors which tend to make a bilingual, especially a late one (after 7 years old), target of this research, use the process of transfer between the two languages (SLABAKOVA, 2016; ALVAREZ, 2002). This transfer happens when apprentices look for linguistic competences from L1 to produce sentences in L2, regardless of these structures’ acceptability in the target language. What also should be considered is that the cost of processing determined structures and the demands from each type of linguistic task may lead to results that are different from the native speakers’ (PARADIS, 2003; SQUIRES, 2016). This research aims at answering hypothesis raised about this phenomenon of transfer, focusing on genitive relative structure, which are commonly the target of variation for speakers of Brazilian Portuguese, as the standard strategy is usually linked to more formal contexts of written language. On the other hand, the non-standard strategies, resumptive and chopping versions, can be seen as natural possibilities of different types of genitive relative productions in BP, with the chopping version being more used than the resumptive version, usually stigmatized (TARALLO, 1983; MOLLICA, 1977; LESSA DE OLIVEIRA, 2009). In English, the chopping version is ungrammatical, and the resumptive version is seen as a last resort to save a derivation, or it is generated due to a high cost of processing (HORNSTEIN, 2001; MELTZER-ASSCHER, 2021). Additionally, studies have pointed out that languages which allow resumptive structures tend to transfer this strategy to L2 (SOLAIMANI, MYLES e LAWYER, 2023). To achieve the goal described here, three data collection tests were used: (i) oral production test, a genitive relative structures’ elicitation test, performed through an interaction between participants and the researcher, with time pressure, (ii) written production test, sent to the participants, with free time for answers and (iii) acceptability judgement test, via Google forms platform. They were applied to three different groups of participants: speakers of BP with no/little knowledge of English, speakers of English as L1, Portuguese-English bilingual speakers at an upper intermediate proficiency. In general, the results indicate that the chopping version, which is well evaluated and frequently used in BP, tends to be better evaluated and transferred, by Portuguese-English bilinguals, to productions in English as L2, even though speakers of English as L1 evaluate it badly and rarely use it. It seems to be the main transfer strategy used, considering that a substantial increase of the resumptive version was not observed in Portuguese-English bilinguals, although there is a slight better evaluation, restricted to resumptive genitives in subject positionUniversidade do Estado do Rio de JaneiroCentro de Educação e Humanidades::Instituto de LetrasBrasilUERJPrograma de Pós-Graduação em LetrasAugusto, Marina Rosa Anahttps://orcid.org/0000-0002-9022-394Xhttp://lattes.cnpq.br/9100955862343258Magalhães, Telma Moreira Viannahttps://orcid.org/0000-0002-8006-0366http://lattes.cnpq.br/0392294189757802Soto, Marijehttp://lattes.cnpq.br/7310412401441659Guimarães, Nathallia de Vasconcellos2024-03-06T18:25:09Z2023-08-02info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfGUIMARÃES, Nathallia de Vasconcellos. Relativas genitivas em bilíngues português-inglês e as estratégias do tipo não-padrão. 2023. 188 f. 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description O bilinguismo é alvo de estudos há anos, uma vez que questionamentos acerca da aquisição de uma língua adicional são desenvolvidos por diferentes vertentes teóricas, levando-se em conta, por exemplo, as dificuldades encontradas pelo aprendiz. No gerativismo, associam-se tais dificuldades, quando comparadas língua materna e língua adicional, à marcação distinta de parâmetros ou valores de traços distintos (SLABAKOVA, 2016; GALLEGO, 2011). Aspectos semânticos, morfológicos e lexicais são alguns dos fatores que tendem a levar o bilíngue, principalmente o bilíngue tardio (após 7 anos de idade), alvo desta pesquisa, a fazer uso do processo de transferência entre línguas (SLABAKOVA, 2016; ALVAREZ, 2002). Essa transferência acontece quando o aprendiz busca competências linguísticas da L1 para produzir sentenças na L2, independentemente da aceitabilidade dessas estruturas na língua-alvo. Deve-se, ainda, considerar que o custo de processamento de determinadas estruturas e as demandas de cada tipo de tarefas linguísticas podem levar a resultados distintos daqueles do falante da língua como L1 (PARADIS, 2003; SQUIRES, 2016). Esta pesquisa busca responder a hipóteses levantadas sobre esse fenômeno da transferência, focando na estrutura de relativas genitivas, as quais costumam ser alvo de variação para falantes do PB, pois a estratégia padrão é normalmente associada a contextos muito formais da língua escrita. Em contrapartida, as estratégias não-padrão, resumptivas e cortadoras, mostram-se como uma possibilidade natural de produção de diferentes tipos de relativas no PB, sendo a estratégia cortadora mais utilizada do que a resumptiva, comumente estigmatizada (TARALLO, 1983; MOLLICA, 1977; LESSA DE OLIVEIRA, 2009). Já no Inglês, a estratégia cortadora é agramatical e a resumptiva é vista como um último recurso para salvar uma derivação, ou gerada por conta de um alto custo de processamento (HORNSTEIN, 2001; MELTZER-ASSCHER, 2021). Adicionalmente, estudos têm apontado que línguas que permitem estruturas resumptivas tendem a transferir essa estratégia para L2 (SOLAIMANI, MYLES e LAWYER, 2023). Para alcançar o objetivo aqui descrito, três testes para a coleta de dados foram empregados: (i) teste de produção oral, um teste de eliciação de relativas genitivas, em interação com o pesquisador, com pressão de tempo, (ii) teste de produção escrita, enviado ao participante, com tempo livre para respostas e (iii) teste de julgamento de aceitabilidade, via plataforma de formulários Google. Eles foram aplicados a três grupos distintos de participantes: falantes de PB com pouco/nenhum conhecimento de Inglês, falantes de Inglês como L1, bilíngues Português-Inglês, de nível intermediário alto. De forma geral, os resultados indicam que a estratégia cortadora, bem avaliada e empregada com frequência em PB, tende a ser também melhor avaliada e é transferida para produções em Inglês como L2 por parte dos bilíngues PB-Inglês, ainda que os falantes de Inglês como língua materna a avaliem mal e praticamente não a utilizem. Ela mostrou-se a principal estratégia de transferência utilizada, visto que não se observou um aumento considerável do uso da resumptiva pelos bilíngues PB-Inglês, embora haja uma ligeira melhor avaliação, restrita a genitivas resumptivas na função de sujeito
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