A Ode marítima é Os Lusíadas que falta (Ainda sem título).
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades::Instituto de Letras Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Letras |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/19000 |
Resumo: | A presente dissertação é uma proposta de investigação e apresentação da postura de dois poemas – Os Lusíadas, de Luís de Camões, e a Ode Marítima, de Álvaro de Campos –, postura cuja tutela fica demarcada por um gesto plástico comum: a transmigração dos versos, que experiencia a linguagem e a ameaça. Nesse sentindo, a ambição deste trabalho é entrar em embate com as obras e verificar, enfatizando seus distintos gestos transmigratórios, como a tradução de momentos d’Os Lusíadas em Ode Marítima é o modo poético de demonstrar as transmigrações dos versos que – direta ou indiretamente, entre dois momentos do mar sentido, entre gente remota, no cais deserto – edificam Novo Reino. Em síntese, trata-se de apurar a possibilidade de pensar que o paquete, que entra de manhã pela barra, clássico à sua maneira, é o regresso d’Os Lusíadas. Com isso em mente, a ideia primeira de nossa proposta é a de que, em seus extensos poemas, Os Lusíadas e a Ode Marítima oferecem poéticas que negam a possibilidade de se tornarem datadas. Nesse aspecto, o poema de Álvaro de Campos traça, portanto, uma resposta que se constituiria num gesto de abertura ao pensamento de que a Ode Marítima é Os Lusíadas que falta. |
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A Ode marítima é Os Lusíadas que falta (Ainda sem título).L’Ode maritime est Les Lusiades qui absent (Pas encore de titre).L’Ode maritimeLes LusiadesTransmigrationPoésieL’artOde MarítimaOs LusíadasTransmigraçãoPoesiaArteCamões, Luís de, 1524?-1580 - Crítica e interpretaçãoCamões, Luis de, 1524?-1580. Os LusíadasPessoa, Fernando, 1888-1935 – Crítica e interpretaçãoPessoa, Fernando, 1888-1935. Ode marítimaPoéticaPoesia portuguesa – História e críticaLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURAS ESTRANGEIRAS MODERNASA presente dissertação é uma proposta de investigação e apresentação da postura de dois poemas – Os Lusíadas, de Luís de Camões, e a Ode Marítima, de Álvaro de Campos –, postura cuja tutela fica demarcada por um gesto plástico comum: a transmigração dos versos, que experiencia a linguagem e a ameaça. Nesse sentindo, a ambição deste trabalho é entrar em embate com as obras e verificar, enfatizando seus distintos gestos transmigratórios, como a tradução de momentos d’Os Lusíadas em Ode Marítima é o modo poético de demonstrar as transmigrações dos versos que – direta ou indiretamente, entre dois momentos do mar sentido, entre gente remota, no cais deserto – edificam Novo Reino. Em síntese, trata-se de apurar a possibilidade de pensar que o paquete, que entra de manhã pela barra, clássico à sua maneira, é o regresso d’Os Lusíadas. Com isso em mente, a ideia primeira de nossa proposta é a de que, em seus extensos poemas, Os Lusíadas e a Ode Marítima oferecem poéticas que negam a possibilidade de se tornarem datadas. Nesse aspecto, o poema de Álvaro de Campos traça, portanto, uma resposta que se constituiria num gesto de abertura ao pensamento de que a Ode Marítima é Os Lusíadas que falta.Ce mémoire de Master se propose de faire une recherche et une présentation de l’attitude de deux poèmes – Les Lusiades, poème épique du poète portuguais Luís de Camões, écrit environ en XVIème siècle, et Ode maritime, de Álvaro de Campos, hétéronyme du poète portuguais du XXème siècle Fernando Pessoa. La tutelle de cette position est limitée par un mouvement plastique commun: le phénomène de la transmigration des verses, qui a l’expérience du language et qui la menace. En ce raisonnement, l’ambition de cette monographie est entrer une confrontation avec les oeuvres là mentionées et vérifier – en soulignant leurs dissemblables gestes transmigratoires - comment la traduction de certaines occasions issues de Les Lusiades chez l’Ode maritime est une modalité poétique a manifester que la transmigration des verses, directement ou indirectement, élève le Nouveau Royaume parmi deux instants sur le mer circonscrit aux sens, parmi les gens lointains, dans un quai désert. En synthèse, il s’agit d’apurer la possibilité de penser que le paquebot, qui entre, classique, le matin pour la barre, est le retour de Les Lusiades. Considérant ce propos, l’idée première de notre suggestion est que, dans leurs extensifs poèmes, Les Lusiades et l’Ode maritime offrent poètiques qui nient quelques datations sur eux. Dans cet aspect, le poème de Álvaro de Campos dessine, donc, une réponse qui serait un geste d’overture au entendement suivant: l’Ode maritime est Les Lusiades qui absent.Universidade do Estado do Rio de JaneiroCentro de Educação e Humanidades::Instituto de LetrasBrasilUERJPrograma de Pós-Graduação em LetrasMotta, Marcus Alexandrehttp://lattes.cnpq.br/8792546213523290Hue, Sheila Mourahttp://lattes.cnpq.br/3180820076204296Silva, Tatiana Pequeno dahttp://lattes.cnpq.br/8481521117096559Cunha, Bruno Oggione Bernal2023-01-31T17:07:23Z2020-11-17info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfCUNHA, Bruno Oggione Bernal. A Ode marítima é Os Lusíadas que falta (Ainda sem título). 2020. 128 f. Dissertação (Mestrado em Letras) – Instituto de Letras, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2020.http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/19000porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJinstname:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)instacron:UERJ2024-02-27T19:15:48Zoai:www.bdtd.uerj.br:1/19000Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bdtd.uerj.br/PUBhttps://www.bdtd.uerj.br:8443/oai/requestbdtd.suporte@uerj.bropendoar:29032024-02-27T19:15:48Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)false |
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