Entre sombras e representações: a construção da identidade psicossocial dos adolescentes que vivem com HIV/aids

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Spezani, Renê dos Santos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro Biomédico::Faculdade de Enfermagem
BR
UERJ
Programa de Pós-Graduação em Enfermagem
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Ego
HIV
Link de acesso: http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/11135
Resumo: Esse estudo teve por objeto a construção da identidade psicossocial dos adolescentes que vivem com o vírus da imunodeficiência humana (HIV) e/ou a síndrome da imunodeficiência humana adquirida (aids). Esse objeto de investigação constitui um fenômeno de representação social, uma vez que é elaborado e compartilhado entre os adolescentes soropositivos ao HIV a partir das interações que se processam entre estes e os outros indivíduos ao conviverem em sociedade. Nesse sentido, os objetivos que nortearam a condução dessa pesquisa foram: analisar a construção da identidade psicossocial de adolescentes que vivem com HIV/aids e as representações sociais que o grupo tece sobre si próprio, analisar como essas representações interferem na construção da identidade psicossocial, identificar as especificidades identitárias do adolescente associadas à condição de soropositividade ao HIV e discutir as demandas que a identidade psicossocial do adolescente que vive com HIV/aids propicia para o cuidado de enfermagem e saúde. Trata-se de pesquisa qualitativa, referenciada à luz da perspectiva processual da Teoria das Representações Sociais, bem como pela Teoria da Identidade Social e a Teoria Ego-ecológica. A pesquisa foi autorizada pelo Comitê de Ética em Pesquisa por meio do CAAE número 13650213.9.0000.5259. O estudo foi desenvolvido em um hospital de referência para o tratamento de HIV/aids, localizado na cidade do Rio de Janeiro. Os participantes do estudo foram 42 adolescentes soropositivos ao HIV, com idades compreendidas entre 15 e 22 anos, atendidos no ambulatório da referida instituição de saúde. Os dados foram coletados a partir de um instrumento de contextualização dos sujeitos e um roteiro composto por uma pergunta aberta e uma adaptação do Inventário Multifásico de Identidade Social. A apresentação e discussão dos dados fundamentaram-se nas proposições metodológicas da Teoria Ego-ecológica e da análise de conteúdo temática. Os resultados indicaram que a construção da identidade dos adolescentes soropositivos é mediada por representações sociais elaboradas sobre si e sobre os outros indivíduos, a partir de um processo dialógico psico-contextual, caracterizando-se por traços positivos e negativos que se refletem, tanto em sua saúde quanto na forma de ser e se posicionar no mundo. Esse processo transcorre em meio a um contexto de vivências de adversidades, através do qual o estigma social exerce influência negativa sobre as representações que os adolescentes constroem sobre si, quando se comparam aos outros grupos sociais com os quais interagem em suas relações cotidianas. Conclui-se que tanto a identidade socialmente construída, quanto os impactos ocasionados pela soropositividade precisam ser valorizados pelas autoridades governamentais e pelos profissionais que realizam atendimento nos diversos cenários de atenção à saúde. Essa valorização se faz necessária à medida que configura uma possibilidade de estabelecer percursos que possam dar o necessário amparo e resolutividade às demandas de saúde identificadas entre os adolescentes soropositivos ao HIV, bem como para seus respectivos familiares ou cuidadores.
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Nesse sentido, os objetivos que nortearam a condução dessa pesquisa foram: analisar a construção da identidade psicossocial de adolescentes que vivem com HIV/aids e as representações sociais que o grupo tece sobre si próprio, analisar como essas representações interferem na construção da identidade psicossocial, identificar as especificidades identitárias do adolescente associadas à condição de soropositividade ao HIV e discutir as demandas que a identidade psicossocial do adolescente que vive com HIV/aids propicia para o cuidado de enfermagem e saúde. Trata-se de pesquisa qualitativa, referenciada à luz da perspectiva processual da Teoria das Representações Sociais, bem como pela Teoria da Identidade Social e a Teoria Ego-ecológica. A pesquisa foi autorizada pelo Comitê de Ética em Pesquisa por meio do CAAE número 13650213.9.0000.5259. O estudo foi desenvolvido em um hospital de referência para o tratamento de HIV/aids, localizado na cidade do Rio de Janeiro. Os participantes do estudo foram 42 adolescentes soropositivos ao HIV, com idades compreendidas entre 15 e 22 anos, atendidos no ambulatório da referida instituição de saúde. Os dados foram coletados a partir de um instrumento de contextualização dos sujeitos e um roteiro composto por uma pergunta aberta e uma adaptação do Inventário Multifásico de Identidade Social. A apresentação e discussão dos dados fundamentaram-se nas proposições metodológicas da Teoria Ego-ecológica e da análise de conteúdo temática. Os resultados indicaram que a construção da identidade dos adolescentes soropositivos é mediada por representações sociais elaboradas sobre si e sobre os outros indivíduos, a partir de um processo dialógico psico-contextual, caracterizando-se por traços positivos e negativos que se refletem, tanto em sua saúde quanto na forma de ser e se posicionar no mundo. Esse processo transcorre em meio a um contexto de vivências de adversidades, através do qual o estigma social exerce influência negativa sobre as representações que os adolescentes constroem sobre si, quando se comparam aos outros grupos sociais com os quais interagem em suas relações cotidianas. Conclui-se que tanto a identidade socialmente construída, quanto os impactos ocasionados pela soropositividade precisam ser valorizados pelas autoridades governamentais e pelos profissionais que realizam atendimento nos diversos cenários de atenção à saúde. Essa valorização se faz necessária à medida que configura uma possibilidade de estabelecer percursos que possam dar o necessário amparo e resolutividade às demandas de saúde identificadas entre os adolescentes soropositivos ao HIV, bem como para seus respectivos familiares ou cuidadores.The objective of this study was the psychosocial identity construction of adolescents living with human immunodeficiency virus (HIV) and/or human acquired immunodeficiency syndrome (aids). This investigation objective is a phenomenon of social representation, since it is produced and shared among HIV-positive adolescents from interactions processed between them and other individuals interacting in the society. In this sense, the objectives guiding this research were: to analyze the psychosocial identity construction of adolescents living with HIV/aids and the social representations that the group has about themselves, to analyse how these representations that adolescents living with HIV/aids develop about themselves, to analyze how the representations interfere with the construction of psychosocial identity, to identify the specific identity of the adolescent related to HIV condition, to discuss the psychosocial identity demands that adolescents living with HIV/aids provides for nursing and health care. This is qualitative research, referenced based on the procedural perspective of the Theory of Social Representations, and the Theory of Social Identity and Ego-ecological Theory. The research was authorized by the Ethics Committee in Research through CAAE number 13650213.9.0000.5259. The study was developed in a referral hospital for the treatment of HIV/aids, located in the city of Rio de Janeiro. Study participants were 42 adolescents positive to HIV, 15 to 22 years old, assisted at the clinic of the health institution. The data were collected from an instrument contextualization of the subjects and a script consisting of an open question and an adaptation of the Multiphase Inventory of Social Identity. The data presentation and discussion were based according to the methodological propositions of Ego- ecological Theory and to the thematic content analysis. The results showed that the identity construction of adolescents with HIV is mediated by social representations made about themselves and about other individuals, from a dialogic psycho-contextual process, characterized by positive and negative features that reflect both in their health and in the way of being and to position in the world. This process occurred in experiences of adversity context, which the social stigma, generally attributed to people living HIV/aids, has a dark influence about the representations that adolescents build about themselves, when comparing to other social groups they interact in their everyday relationships. It is concluded that both the socially constructed identity as the impacts caused by HIV must be valued by governmental authorities and by professionals who perform services in several health care areas. This valorization is necessary as it shows a possibility of establishing routes that can give the necessary protection and efficaciousness to health demands identified in HIV adolescents, as well as to their family members or caregivers.Universidade do Estado do Rio de JaneiroCentro Biomédico::Faculdade de EnfermagemBRUERJPrograma de Pós-Graduação em EnfermagemOliveira, Denize Cristina dehttp://lattes.cnpq.br/0539303957929668Wolter, Rafael Moura Coelho Peclyhttp://lattes.cnpq.br/9193777929003611Gomes, Antonio Marcos Tosolihttp://lattes.cnpq.br/2550343379671285Mello, Rosânehttp://lattes.cnpq.br/7142236701845549Trindade, Zeidi Araujohttp://lattes.cnpq.br/7057133930657550Spezani, Renê dos Santos2021-01-06T14:27:07Z2015-05-252015-02-24info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfSPEZANI, Renê dos Santos. Entre sombras e representações: a construção da identidade psicossocial dos adolescentes que vivem com HIV/aids. 2015. 319 f. Tese (Doutorado em Enfermagem) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2015.http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/11135porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJinstname:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)instacron:UERJ2024-02-26T19:23:11Zoai:www.bdtd.uerj.br:1/11135Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bdtd.uerj.br/PUBhttps://www.bdtd.uerj.br:8443/oai/requestbdtd.suporte@uerj.bropendoar:29032024-02-26T19:23:11Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)false
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