Revisão das raias viola (Chondrichthyes: Rhinopristiformes) do Atlântico sul ocidental

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Carvalho, Caroline Pires
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro Biomédico::Instituto de Biologia Roberto Alcantara Gomes
Brasil
UERJ
Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Evolução
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/20383
Resumo: As raias viola do Atlântico sul ocidental compreendem três espécies: Pseudobatos horkelii, Pseudobatos percellens e Zapteryx brevirostris. Elas sofreram recentes mudanças taxonômicas: a ordem mudou de Rhinobatiformes para Rhinopristiformes; P.horkelii e P. percellens eram do gênero Rhinobatos; e Zapteryx agora está inserida na família Trygonorrhinidae. Algumas características marcantes deste grupo são: região caudal robusta, cartilagem rostral bem desenvolvida e forma alongada do corpo. Essas mudanças taxonômicas foram propostas por recentes estudos filogenéticos e moleculares, especialmente baseados na morfologia oronasal. Esta morfologia é conservada dentro dos gêneros mas diverge em toda ordem; portanto, problemas taxonômicos não-resolvidos ainda existem dentro do grupo. Além disso, a morfologia de P. horkelii e P. percellens é extremamente similar, alguns considerando inclusive serem apenas uma espécie, e para estudos e trabalhos de preservação e conservação, a correta identificação das espécies é crucial, especialmente no caso de P. horkelii, a qual está criticamente ameaçada segundo os critérios da IUCN. O presente estudo teve como objetivos: I) apresentar uma redescrição anatômica das três espécies nominais de raias viola encontradas na costa brasileira; II) testar a validade das espécies de Pseudobatos brasileiras, através de técnicas morfológicas; e III) propor uma diagnose para os taxa do Brasil baseada em dados morfológicos. O material utilizado foi advindo da parceria com os pescadores das praias de Itaipu e Copacabana (pelas doações das pescas dos mesmos), que passou pela preparação por coleópteros dermestídeos, de espécimes anteriormente diafanizados e depositados nas coleções da UERJ e da consulta à coleção de Pseudobatos spp. do Museu Nacional da UFRJ. Para a diferenciação da morfologia externa entre P. horkelii e P. percellens, apenas um caracter (anteriormente descrito na literatura) foi considerado válido: a mancha escura oval na superfície ventral da porção do rostro. Entretanto, foi observado um novo caracter para a diferenciação de ambas as espécies na morfologia interna: a inserção de dois raios da nadadeira peitoral diretamente na cintura peitoral em P. percellens e a inserção de apenas um raio em P. horkelii. Não foi observado dimorfismo sexual em P. horkelii e em P. percellens, ao contrário de Z. brevirostris, na qual o dimorfismo sexual começou na fase juvenil. Na análise ontogenética houve uma mudança na forma geral do corpo, originadas principalmente do alongamento do rostro, migração das órbitas para a superfície dorsal e do prolongamento do propterígio e metapterígio peitorais. Foi visto também que P. percellens adquire calcificação previamente a P. horkelii. Z. brevirostris apresentou mais variação intraespecífica do que Pseudobatos spp., principalmente nas nadadeiras peitorais e pélvicas. A descrição do complexo anatômico-esquelético para as três espécies pode ser considerada bemsucedida, logo, as três tiveram suas validades confirmadas; entretanto, para melhor conhecimento da biologia delas ainda são necessários muitos estudos. Como as três espécies estão ameaçadas de extinção, estudos mais detalhados da sistemática, anatomia e biologia são importantes para ajudar na conservação e preservação das mesmas.
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spelling Revisão das raias viola (Chondrichthyes: Rhinopristiformes) do Atlântico sul ocidentalReview of the guitarfish (Chondrichthyes: Rhinopristiformes) from the south western AtlanticPeixesRaia(Peixe)OntogeniaZapteryxPseudobatosRhinopristiformesComplexo anatômicoCIENCIAS BIOLOGICAS::ZOOLOGIA::TAXONOMIA DOS GRUPOS RECENTESAs raias viola do Atlântico sul ocidental compreendem três espécies: Pseudobatos horkelii, Pseudobatos percellens e Zapteryx brevirostris. Elas sofreram recentes mudanças taxonômicas: a ordem mudou de Rhinobatiformes para Rhinopristiformes; P.horkelii e P. percellens eram do gênero Rhinobatos; e Zapteryx agora está inserida na família Trygonorrhinidae. Algumas características marcantes deste grupo são: região caudal robusta, cartilagem rostral bem desenvolvida e forma alongada do corpo. Essas mudanças taxonômicas foram propostas por recentes estudos filogenéticos e moleculares, especialmente baseados na morfologia oronasal. Esta morfologia é conservada dentro dos gêneros mas diverge em toda ordem; portanto, problemas taxonômicos não-resolvidos ainda existem dentro do grupo. Além disso, a morfologia de P. horkelii e P. percellens é extremamente similar, alguns considerando inclusive serem apenas uma espécie, e para estudos e trabalhos de preservação e conservação, a correta identificação das espécies é crucial, especialmente no caso de P. horkelii, a qual está criticamente ameaçada segundo os critérios da IUCN. O presente estudo teve como objetivos: I) apresentar uma redescrição anatômica das três espécies nominais de raias viola encontradas na costa brasileira; II) testar a validade das espécies de Pseudobatos brasileiras, através de técnicas morfológicas; e III) propor uma diagnose para os taxa do Brasil baseada em dados morfológicos. O material utilizado foi advindo da parceria com os pescadores das praias de Itaipu e Copacabana (pelas doações das pescas dos mesmos), que passou pela preparação por coleópteros dermestídeos, de espécimes anteriormente diafanizados e depositados nas coleções da UERJ e da consulta à coleção de Pseudobatos spp. do Museu Nacional da UFRJ. Para a diferenciação da morfologia externa entre P. horkelii e P. percellens, apenas um caracter (anteriormente descrito na literatura) foi considerado válido: a mancha escura oval na superfície ventral da porção do rostro. Entretanto, foi observado um novo caracter para a diferenciação de ambas as espécies na morfologia interna: a inserção de dois raios da nadadeira peitoral diretamente na cintura peitoral em P. percellens e a inserção de apenas um raio em P. horkelii. Não foi observado dimorfismo sexual em P. horkelii e em P. percellens, ao contrário de Z. brevirostris, na qual o dimorfismo sexual começou na fase juvenil. Na análise ontogenética houve uma mudança na forma geral do corpo, originadas principalmente do alongamento do rostro, migração das órbitas para a superfície dorsal e do prolongamento do propterígio e metapterígio peitorais. Foi visto também que P. percellens adquire calcificação previamente a P. horkelii. Z. brevirostris apresentou mais variação intraespecífica do que Pseudobatos spp., principalmente nas nadadeiras peitorais e pélvicas. A descrição do complexo anatômico-esquelético para as três espécies pode ser considerada bemsucedida, logo, as três tiveram suas validades confirmadas; entretanto, para melhor conhecimento da biologia delas ainda são necessários muitos estudos. Como as três espécies estão ameaçadas de extinção, estudos mais detalhados da sistemática, anatomia e biologia são importantes para ajudar na conservação e preservação das mesmas.The guitarfish from south-western Atlantic embrace three species: Pseudobatos horkelii, Pseudobatos percellens e Zapteryx brevirostris. They have undergone through recent taxonomic changes: the order has changed from Rhinobatiformes to Rhinopristiformes; both of Pseudobatos were Rhinobatos; and now Zapteryx is arranged inside of the family Trygonorrhinidae. Some evident caracteristics of this group are: robust caudal region, welldevelopped rostral cartilage and elongated body shape. Those taxonomic changes have been proposed by recent phylogenetic and molecular studies, especially based on the oronasal morphology. This morphology is conserved among the genus but differs in the whole order; therefore, there are still unsolved taxonomic problems inside the group. Furthermore, the morphology of P. horkelii and P. percellens is extremely similar, some scientists even considering to be only one species, and for studies and works of preservation and conservation, the accurate identification of species is crucial, especially in the case of P. horkelii, which is critically endangered according to the IUCN criteria. The following study had as aims: I) to presente an anatomical redescription of the three nominal species of guitarfish found in the Brazilian coast; II) to test the validity of Brazilian Pseudobatos species, through morphological techniques; and III) to propose a diagnosis for the Brazilian taxa based in morphological data. The used material was accrued from the association of the fishermen of Itaipu and Copacabana beaches (by donation of their fishery), which has undergone through preparation by dermestidae coleoptera, from previously diaphanised and laid up in UERJ collection specimen and from the lookup at the Pseudobatos spp. collection from the National Museum of UFRJ. For the differentiation of the external morphology between P. horkelii and P. percellens, just one character (previously described in litterature) was considered valid: the oval dark blot on the ventral surface of the rostrum portion. However, it was found a new character for the differentiation of both species in inner morphology: the insertion of two rays of the pectoral fin directly in the pectoral girdle in P. percellens and the insertion of only one ray in P. horkelii. It was not found sexual dimorphism between Pseudobatos spp., unlike Z. brevirostris, and the it was seen starting in juvenile stage. In the ontogenetic analysis there was a change in the whole body shape, originated mainly from the rostrum elongating, migration of the eye sockets to the dorsal surface and extension of the pectoral propterygium and metapterygium. It was also seen that P. percellens acquires calcification prior to P. horkelii. Z. brevirostris has shown more intraspecific variation than Pseudobatos spp., mainly in pectoral and pelvic fins. The description of the skeletal-anatomical complex for the three species can be considered successful, thus, the three species have had their validity confirmed; however, for better knowledge of their biology there are still needed plenty of studies. As the three species are endangered, more detailed studies of the systematic, anatomy and biology are important to help in their conservation and preservation.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESUniversidade do Estado do Rio de JaneiroCentro Biomédico::Instituto de Biologia Roberto Alcantara GomesBrasilUERJPrograma de Pós-Graduação em Ecologia e EvoluçãoBrito, Paulo Marques MachadoCupelo, Camila DavidSeveriano, Kleyton Magno CantaliceCarvalho, Caroline Pires2023-09-28T15:59:01Z2022-05-11info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfCARVALHO, Caroline Pires. Revisão das raias viola (Chondrichthyes: Rhinopristiformes) do Atlântico sul ocidental. 2022. 175 f. Dissertação (Mestrado em Ecologia e Evolução) - Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2022.http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/20383porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJinstname:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)instacron:UERJ2024-02-26T19:13:50Zoai:www.bdtd.uerj.br:1/20383Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bdtd.uerj.br/PUBhttps://www.bdtd.uerj.br:8443/oai/requestbdtd.suporte@uerj.bropendoar:29032024-02-26T19:13:50Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)false
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